terça-feira, 17 de abril de 2012

SEGREDOS




SESSÃO #72
“Sessão dos Segredos I”
“Pedra Ferrada”
Domingo, 18 de Fevereiro de 1996 ©
Tradução: Amadeu Duarte


Participantes:  Mary (Michael), Vicki (Lawrence), Ron (Olivia), Guin (Sophia), Jim (Yarr), Christie (Oliver), Gaylon (Thomas), Cecelia (Sari), e uma nova essência, Valerie (Meah), que é irmá da Christie.


O Elias chega por volta das 7:00 da tarde.

ELIAS:  Boa noite. (Pausa)  Mas, acolhamos uma nova essência! (A sorrir)

Vou começar esta noite por vos dar uma pequena instrução: esta noite utilizai a vossa mesa. Além disso também vou dizer que o Michael não está muito preparado para o que vai ser debatido. Por isso, a conclusão disto poderá não se dar nesta noite, mas podeis vir a precisar de bater nela. Agora, vamos avançar.

Temos vindo a debater a vossa mudança. Nessa medida, tenho vindo a dar-vos conta das famílias da essência e da consciência relacionada com o que vireis a experimentar no âmbito da vossa mudança. Já referi que nesta sessão vou falar dos vossos começos, digamos assim. Esta não é uma expressão do um local onde tenhais tido origem nesta terra, por assim dizer, nem da origem que tivestes na consciência no geral, mas uma visão limitada dos vossos começos, no foco dos Videntes. Vou-vos dizer que os passarei a designar por “Caminhantes do Sonho”.

Os vossos Videntes manifestaram-se uma vez originalmente neste enfoque dimensional. Isso ocorreu no que percebeis como há muitos séculos atrás. A percepção que VÓS tendes do tempo e da existência do homem neste planeta é bastante distorcida. Já dei ao Michael o mote para esta noite, relativamente a este tema. (O mote é o termo Pedra Ferrada)

Em um local de uma nação que agora identificais como Brasil, existe um sítio com o nome de Pedra Ferrada. Aí encontra-se um local arqueológico. Podeis investigar a informação que está relacionada com o local por virdes a descobrir existir muita controvérsia em torno dessa área, por actualmente os vossos cientistas expressarem a crença de que os seres humanos existiram nessa área num período de tempo que perceberíeis como há 48 mil anos atrás. Nos vossos elementos conhecidos do tempo destes continentes das vossas Américas, haveis de descobrir que os vossos cientistas acreditam que vós enquanto humanos não existíeis nesses continentes para além de uns vinte mil anos atrás. Entre ambas essas faixas de tempo, no vosso elemento do tempo, eles não descobriram qualquer existência do homem. Por isso, existe uma lacuna e tanto. Alguns dos vossos cientistas disputam esses achados e afirmam que o homem não tinha existência nesses continentes durante esse período de tempo. Eu afirmo-vos que vós JÁ existíeis, até mesmo antes desses períodos. (Pausa)

Os vossos cientistas encontram muito poucas provas do homem pelo vosso mundo conhecido para além de certos períodos de tempo. Vós estivestes em existência no vosso planeta muitas vezes. Conforme falamos da eclosão e do desaparecimento no enfoque físico, como vós fazeis continuamente no vosso tempo de vida, a vossa espécie também eclodiu e desvaneceu a sua existência neste planeta. Este vosso planeta tem vindo a existir há um período de tempo muito mais extenso do que aquele que os vossos cientistas percebem, por também não incorporar tempo. É uma manifestação física da consciência, destinada a acomodar a vossa existência física.

Isso também responderá pelos mitos que entretendes em relação a outras formas de vida a visitar o vosso planeta e a interagir com os seres humanos. NENHUMA outra forma de vida, que VÓS interpretais como alienígena, visitou o vosso planeta nem terá interagido convosco enquanto seres humanos espalhados por culturas inteiras, apesar de terdes tido interacção. As vossas pirâmides não foram construídas por extraterrestres. Nem outras maravilhas realizadas no vosso planeta foram obra de formas de vida extraterrestre. Elas foram trazidas à existência por VÓS.

Vós – inseridos em diferentes famílias da essência em diferentes períodos de tempo – eclodistes neste planeta. Quando vos falo de eclosão e de desvanecimento neste planeta, não me refiro ao mesmo que expresso quando emprego a eclosão e o desvanecimento da consciência, por as espécies poderem eclodir por milhares e milhares de anos e desvanecer-se igualmente por milhares e milhares de anos. A consciência jamais é destruída. Ela não se extingue nem pode ser aniquilada. Apenas sofre mudanças. Pode sofrer uma mudança na forma – pode mudar a dimensão – mas não se desvanece. (Pausa)

Nessa medida, também não evoluístes pelo que entendeis de acordo com a vossa teoria de Darwin, a partir de outras formas de vida. Experimentastes outras expressões físicas – assim como parcialmente físicas – e algumas não físicas.

Originalmente, muitos milhares de anos antes da existência que o vosso planeta tenha tido, ele EXISTIU, e vós manifestastes-vos em consciência aqui. Escolhestes os elementos do vosso mundo e o modo como deveria manifestar-se aqui, no âmbito da consciência. Escolhestes manifestar todas as vossas criaturas, a vida de toda a vossa fauna, das vossas pedras, da vossa areia, da vossa água, da vossa atmosfera. Também experimentastes esses elementos. Movestes-vos através da consciência não-física, não manifesta. Encontráveis-vos em contínua interacção com a natureza, por a terdes criado.

À medida que fostes atravessando o vosso elemento do tempo, que também foi criação vossa, criastes diferentes expressões neste mundo físico. Criastes o que vistes como o universo ao vosso redor. Após um certo período, desvanecestes-vos enquanto espécie, passando para outros mundos, passando igualmente a criá-los. Ao eclodirdes de novo neste mundo, tornastes-vos Caminhantes do Sonho. É aí que incluímos os vossos Videntes.

Nessa medida, deveis tentar compreender que o tempo inerente à vossa manifestação era bastante diferente. Não empregastes tempo físico no modo que agora o empregais. Vós só vos manifestáveis parcialmente em termos físicos. A explicação mais simples que darei para tal manifestação seria a de vos dizer que vos movíeis através do que agora designais por corpos astrais. Esse é o corpo da vossa consciência, o qual possuís; corpo esse que perfaz a forma que usais quando experimentais uma projecção fora do corpo. Haveis de viajar com um outro corpo. Essa é a forma que mais se identifica com a dos Videntes. Podeis dizer que se trata de um “corpo de luz”, por ser basicamente composto de luz. Isso não é o que compreendeis como luz, todavia, por não se tratar de luz visual.

Esses Caminhantes do Sonho foram os iniciadores do mundo físico que basicamente compreendeis presentemente. Eles progrediram para dentro e para fora da manifestação, experimentando todos os elementos da vossa vida física. Nessa medida, ao não se acharem por completo manifestados no físico, não apresentaram idade, conforma a conheceis. Por isso, a sua existência sobrepunha-se. Alguns desses Videntes optaram por se tornar manifestos no físico por completo. Outros não, o que está relacionado com o nosso livro daqueles personagens tais como o Sumpter (Será besta de carga ? Nesta passagem ,Elias refere-se indubitavelmente à obra da Jane Roberts, intitulada Seven), que seriam seres parcialmente manifestados no físico, mas igualmente dotados de uma enorme compreensão acerca da consciência e do estado de sonho; outros, ao se manifestarem por completo no físico, assemelhar-se-iam ao Ma-ah. Aqueles que optaram por se manifestar por inteiro divorciaram-se por completo da recordação, o que propiciou uma pureza de carácter à experiência na manifestação física. Mas outros, ligados à qualidade de Videntes, foram uma valia no auxílio àqueles indivíduos nos seus estágios iniciais. (Pausa)

Vós desvanecestes-vos muitas vezes, conforme declarei. Evidências humanas desse estágio poderão ser descobertas no vosso futuro. Presentemente, é improvável que venhais a descobrir essas provas, e mesmo que desenterrásseis provas desses Videntes e desse período da manifestação, haveríeis de negar a sua existência; sendo essa a razão porque usei o exemplo desse local situado no Brasil, por constituir um outro exemplo de um período de eclosão, o que ainda não aceitais como uma realidade. No vosso modo de pensar, isso não é possível, por ainda estardes “emparedados” nos quadros temporários. Nessa medida, o homem não pode ter existido antes da vossa era glaciar neste continente, e caso o homem EXISTISSE, teria sido aniquilado; deixaria de existir. Isso está errado!
Ocorreram elementos físicos na existência do vosso planeta que para vós parecerão ter aniquilado toda a vida, tais como a vossa era glaciar. Isso foi apenas um período de desvanecimento da vossa espécie durante um período de tempo, apenas para voltar a manifestar-se e a eclodir novamente após as ocorrências físicas se terem dado na estrutura do vosso planeta, que não precisavam de uma intervenção (direcção) da vossa parte, o que vos permitiu uma oportunidade de vos focardes nos elementos de outros sistemas e de outras dimensões. (Pausa)

TODOS esses acontecimentos se deram a um só tempo. Apenas criastes uma percepção em cada dimensão a fim de experimentardes de forma diferente. NESTA dimensão, experimentais por intermédio daquilo que inventastes como tempo e espaço. (Pausa prolongada) Que ratinhos tão caladinhos esta noite! (Riso)

Os vossos Videntes foram-vos bastante instrutivos e, conforme disse, sobrepuseram-se às eras. Eles são o que vós interpretais como outras formas de vida, por verdes que são diferentes de vós, por que se os vísseis em termos físicos, eles não se assemelhariam a vós na forma física que escolhestes, mas eles são os vossos precursores.

À medida que vos aproximais da mudança, a vossa consciência expande-se e passais a incorporar uma maior identificação com esses Caminhantes do Sonho. Começais a perceber o vosso mundo de modo diferente. A vossa consciência experimenta elementos diferentes. A vossa manifestação física faz uma experiência diferente dos seus sentidos. Ela expande-se. Estais, no âmbito da vossa mudança, a começar a incorporar alguns desses novos elementos. Reconheceis mais as capacidades que tendes. Isso são recordações.

(A esta altura, o Elias fecha os olhos, ainda a balançar ao seu modo do costume. Em seguida pára de se mover, com a cabeça baixa, os olhos ainda fechados, em silêncio. Cerca de trinta longos segundos decorrem, quando o Ron por fim bate três vezes na mesa. Por essa altura, quase se percebe visualmente a Mary a “reentrar” no corpo, mas sem parecer concluir o acto até uns posteriores trinta segundos. Ela de imediato toma uma bebida, e esfrega o rosto)

RON: Estás bem?

MARY:  (De modo bastante suave)  Claro. Podemos fazer um intervalo de uns instantes?

(Ela ergue-se e sai rapidamente porta fora. A Mary ficou bastante transtornada com aquela experiência e teve uma reacção emotiva bastante forte; uma ocorrência bastante rara no caso dela, em especial diante de um grupo de pessoas. Esta reacção emocional deixou-a ainda mais transtornada, levando-a a sentir-se embaraçada conjuntamente com as demais emoções, a mais forte das quais foi o temor. Após uns dez ou quinze minutos, ela insistiu em trazer o Elias de volta)

ELIAS:  Cá continuamos. O Michael vai ficar bem. Eu estava a dizer-vos quando demos início a esta noite que ele não está muito preparado para esta interacção, apesar do desejo que tem ser bastante intenso. Podeis, cada um de vos, caso opteis por isso, empregar o nosso livro, com que todos estais bem familiarizados, e facultar a vós próprios uma explicação acerca da experiência que o Michael acabou de defrontar. Se lerdes a experiência da queda que o Seven teve, (A sorrir para a Guin) isto assemelhar-se-á, e como o Michael NÃO atendeu ao vosso concelho para ler essa passagem, não estava à espera da experiência, e assim também não se permitiu a informação que o Seven recuperou, na qual se encontrou a si mesmo. (A sorrir)

Eu disse-vos que esta experiência seria removida da consciência destes indivíduos presentes, daí o sentimento de “solidão” que ele sentiu, mas que isso representaria uma interacção com essências não físicas. Estivemos nesta noite a falar dos nossos Videntes. São eles que interagem, no âmbito da essência, nesta situação. Nada disso é ameaçador. Trata-se apenas de uma sobrecarga de energia. Ele encontra-se bastante bem de momento.

(Para o Ron) O safanão que lhe deste foi eficaz.

(Para o grupo) Haveis de notar que, assim que eu partir, ele vai ficar bem. Ele interagirá com esta fonte de energia do Vidente num período de tempo futuro, e esta reacção não deverá ter lugar.

(Para o Ron) Eu estou-te reconhecido e expresso-te os meus agradecimentos por teres correspondido às instruções. (Pausa)

A energia que percebeis vir – digamos – de fora ou de cima, por nas crenças que mantendes acreditardes que o enfoque não físico se situa acima de vós - na realidade encontra-se DENTRO de vós. Por isso, ela interage de uma forma bastante intensa convosco, e dentro do elemento de consciência destituída de corpo físico, parece não haver espaço... por na realidade não EXISTIR espaço! (A rir) Apenas na percepção física é que percebeis o espaço e o tempo.

Também vou adiantar que isso é um exemplo dos vossos sistemas de crenças, assim como do modo como vos podem afectar no âmbito da consciência. Já vos disse que as vossas crenças são bastante fortes, e que mesmo ao vos afastardes do foco físico rumo ao não-físico, retendes as vossas crenças durante um certo período de tempo. Por isso, uma expressão de energia a “pressionar para baixo” como que a partir de cima revela-se bastante lógica, por a visualização ser a do foco se situar por baixo e ligado ao vosso nível terreno, por assim dizer – a vossa zona de amortecimento a pairar por cima disso, representando o vosso agente protector – com as vossas energias não físicas a surgir dos “espaços” universais todos aqui sobre vós, por o cosmos estar a “pressionar para dentro”! Na realidade, o cosmos está a empurrar “para fora” no sentido de abranger! (Faz uma demonstração a gesticular com as mãos)

O Michael experimentou a sensação, a identificação de se situar no centro “olho” do ciclone, e das energias rodopiantes circundantes, e da queda incontrolável que ele cometeu no centro onde “nada” existe nem direcção tampouco. Não existe nenhum “nada” (vazio)! (Sorriso amplo) Apenas não dispondes de sistema de crenças nenhum que abranja o “nada”. Por isso, resulta-vos pouco familiar, podendo somente associar aquilo que conheceis, o que percebeis como “nada”! Ele há de entender a situação com muito mais clareza depois desta noite, e eu também irei interagir, e desse modo, ele não sentirá mais esse temor.

Vou manifestar o meu reconhecimento a todos os presentes pelo apoio e suporte que lhe manifestaram nesta empreitada, por esta experiência inicial ter sido necessária para ele avançar para a frente. Também vos vou dizer que apesar de vós, na falta de conhecimento que possuís, encarardes o desconhecido como assustador e terdes medo dos “elementos psíquicos” (de forma bem-humorada) na realidade não existe nada que seja prejudicial no não-físico, e não existe COISA NENHUMA de que ter medo! Apenas as vossas crenças físicas propiciam esta situação. NENHUMA essência será prejudicial nem intrometida para convosco. VÓS sois quem incorpora o medo. (A sorrir, seguido de uma pausa) Ora bem, podeis colocar perguntas, assim como podemos jogar o nosso jogo.

CHRIS:  Antes de irmos para o jogo, a minha irmã encontra-se presente, e tu disseste-me que me havias de revelar o nome da essência dela, e ela...

ELIAS:  Nome da essência da nossa nova essência: Meah.  (Pausa)

CHRIS:  Com se soletra isso?

ELIAS:  (Faz uma pausa)  M-E-A-H.  Este nome da essência incorpora tons curativos.  Por isso, se sintonizares a qualidade vibratória do tom correspondente ao nome da essência ela capacitar-te-á no foco físico a um incremento das capacidades que possuis. (Pausa prolongada)

JIM:  Eu tenho uma pergunta. Relativamente ao sonho que tive há umas semanas atrás, a interpretação que fiz estaria correcta?

ELIAS:  Está bastante correcta. (Pausa) Vou proceder a uma ligeira correcção na terminologia e referir-te que não são os teus aspectos que te estão a elevar, mas sim as tuas facetas.

JIM:  Já debatemos isso.  Então, são as minhas facetas.  Impecável.  Obrigado, Rastin.

ELIAS:  As tuas mensagens: sete não significa o algarismo sete.

JIM:  Pois, tem que ver com o nome Sete (Seven).

ELIAS:  Exacto.

JIM:  Eu sei! (A rir)

ELIAS:  Muito bem feito!

JIM:  Obrigado.

ELIAS:  Cada um de vós pode praticar a interpretação dos vossos sonhos, com o que também podeis sair-vos muito bem... (A sorrir para a Vicki) Por vezes! (Riso, seguido de uma pausa)

JIM:  Haverá alguma ligação entre a Guin e as dores que tive nos joelhos nos últimos dias?

ELIAS:  Vós estais ambos a incorporar elementos físicos. Dir-te-ei que tu manifestas no físico, conforme já tinha dito. Estás a começar a reconhecer – mesmo apesar de não pensares estar (riso) – a tua essência. ESTAIS a estabelecer um contacto! Nessa medida, manifestas fisicamente um elemento. Isso providencia-te uma prova física do contacto, por poderes deparar-te com OUTRO indivíduo que expressa o MESMO elemento. Já tentaste muitas formas, na tua maneira de ver, de estabeleceres contacto, e percebeste-as como insuficientes. Por isso, passarás a manifestar algo concreto, e nessa medida, permitir-te-ás perceber as ligações que apresentas.

GUIN:  Isso será o mesmo que se passa com aquela pulsação no coração e na garganta?

ELIAS:  Exactamente. (A sorrir) Isso não representaria somente uma canção que passa no radio ou um pensamento que possam parecer uma “coincidência!” Tu expressas um elemento físico que não é passível de ser negado. Quão inventivo!

GUIN:  Claro! (A Guin e o Jim riem)

ELIAS:  Agora reconhece a própria realização que obténs! (Pausa prolongada)

VICKI:  Eu tenho uma pergunta. Não compreendi bem aquilo acerca do alienígena. Eu gostava de compreender aquilo que estavas a referir há bocado.

ELIAS:  Desejas informação acerca dos verdadeiros extraterrestres, ou desejas informação sobre aquilo que acreditas que sejam?

VICKI:  Desejo saber aquilo que as pessoas acreditam que são.

ELIAS:  Ao longo da vossa história, muitos foram os períodos que estiveram ligados a visitas por parte de outros seres, ao perceberem que o homem não possuía a capacidade de conseguir as mesmas coisas que tinha conseguido, e dentro de certos elementos, o homem focado no físico NÃO era completamente capaz de conseguir algumas dessas façanhas, mas com a ajuda dos Videntes, ali estavam as realizações.

Esses indivíduos – esses caminhantes do Sonho que se sobrepõem a diferentes culturas – nem sempre surgem fisicamente, mas estavam a interagir com os indivíduos focados no físico e a fornecer-lhes informação e inspiração. Também existiram alturas em que esses Videntes se manifestaram, em parte. Nessa medida, conforme declarei, eles não os percebiam do mesmo modo que vos percebeis uns aos outros, porque na realidade não possuem um corpo físico. Por isso, ao surgirem diante desses indivíduos manifestados no físico que tinham esquecido, eles pareciam ser outros seres, e por vezes eram interpretados como deuses ou seres celestes, e por vezes como seres oriundos de outros planetas.

Nessa medida, também precisais incorporar um método ligado ao seu surgimento. Isso não constituiria um problema caso os encarásseis como deuses ou seres celestes, por nessas situações ser bastante possível, na percepção que tendes, o facto de eles poderem surgir simplesmente. Mas nos exemplos em que alguns foram interrogados quanto ao facto de serem deuses, eles expressaram-se pela negativa. Por isso, os indivíduos manifestados no físico, conforme vós actualmente, voltaram-se para as estrelas e deram corpo aos seus mitos de outros seres a coexistir com o seu universo, mais inteligentes e mais avançados do que eles próprios, que os visitavam e que interagiam com eles de uma forma útil. Na realidade, nenhuma nave foi alguma vez vista. Essas eram invenções da imaginação do indivíduos manifestados fisicamente. Eram uma explicação relativa ao transporte, à forma como esses seres lhes apareciam.

O que não quer dizer que não encontreis objectos não identificados. O que não quer dizer que não encontreis outros seres, por que o fazeis. Periodicamente – não em massa – encontrais. Individual e periodicamente, percebeis outras naves. Essas naves, conforme anteriormente afirmei, não voam para aqui. Elas não atravessam o vosso universo para surgirem nos vossos céus. Elas materializam-se como trepasses periódicos na vossa dimensão. A capacidade que revelais de as ver resulta directamente da expansão que estais a sofrer na vossa consciência.

Também vos direi que outras dimensões se cruzam com esta e percebem a existência deste planeta, só que não da forma como o percebeis. Tal como podeis enviar os vossos satélites a outros planetas e deparar-vos apenas com aridez, e em seguida depositar os detritos desses satélites nesses planetas, também outros focos depositam os seus detritos no vosso planeta árido, que para eles é igualmente destituído de vida, por não perceberem a vossa manifestação, por se focarem numa outra dimensão; sendo essa a razão por que podeis perceber elementos reais de naves que explicais como tendo-se despenhado. Isso não tem necessariamente que ver com extraterrestres que colidem com o vosso planeta. Muitas vezes, são outros seres dimensionais a explorar o universo deles e a descartar os detritos deles, do mesmo modo que vós.

Há exemplos de focos dimensionais menos frequentes que empreendem viagens através do espaço. Esses são frequentemente muito pouco descobertos. Por isso – na presente altura - ser bastante difícil, atravessar muitas dimensões e estabelecer contacto,  intersecção, digamos. Percebeis outros seres como mais inteligentes e avançados. O que não percebeis é que o universo – ou os universos – têm todos a mesma idade, por assim dizer, nos vossos termos, e apesar de alguns incorporarem um ligeiro avanço em relação a vós, a maioria está “ao mesmo nível” e não descobriu um modo melhor de se deslocar através do espaço do que o vosso. Eles ainda viajam ao longo do espaço, tal como vós.

VICKI:  Bom, de que tratará o cenário recorrente dos raptos?

ELIAS:  Eu falei disso anteriormente. Isso é directamente influenciado pelas crenças que tendes. Eu afirmei-vos que a vossa consciência, nesta era em que vos estais a voltar na direcção da vossa mudança, está a expandir-se e a incorporar outros elementos da vossa essência. Por isso, quando as pessoas experimentam esse tipo de encontros, não estão a experimentar um encontro com um “outro ser”. ESTÃO a experimentar um encontro com um estranho (alienígena) que constitui uma outra faceta da sua essência, mas é a sua PRÓPRIA essência a dirigir-se a eles, o que nos conduz de volta aos vossos “pequenos seres languidos e acinzentados!” (Riso, seguido de uma pausa)

CELIA:  Posso colocar uma pergunta?

ELIAS:  Podes.

CELIA:  Viremos em breve a compreender melhor esse conceito, ou poderás explicar melhor os Videntes e os Caminhantes do Sonho e as relações que apresentam connosco? Teremos alguma relação com os Videntes e os Caminhantes do Sonho?

ELIAS:  Tendes. Vós SOIS Videntes. Cada um de vós incorpora aspectos inerentes ao Videntes, pelo que sois Videntes; sendo essa a razão por que estais a começar a recordar. Nessa medida, quando refiro que estais a recordar, refiro que estais a experimentar elementos inerentes à consciência que previamente vos eram estranhos. Na expansão que estais a sofrer, começais cada vez mais a identificar-vos com o conhecimento dos Videntes. Além disso, conforme declarei em relação a esses Videntes e ao foco apenas parcialmente manifesto que têm, que os torna Caminhantes do Sonho, vós identificais-vos com isso. Começais a perceber em vós esse mesmos elementos.

Estais a sintonizar-vos mais com os vossos elementos intuitivos, os vossos próprios sentidos interiores, que se desenvolvem sem esforço, e a notar. Experimentais a visão de outros elementos, ou de elementos invulgares ao vosso redor. A vossa visão é afectada. Podeis perceber, em termos visuais, aspectos comuns da vossa vida, por assim dizer, de uma forma diferente. Podeis ver, em termos visuais, elementos que incorporam moléculas e átomos a desmembrar-se. Dessa forma, podeis assistir ao facto da vossa mesa se tornar “não tão sólida” e a apresentar uma ondulação, por os vossos sentidos externos saírem afectados igualmente com essa expansão. Eles também se expandem, de modo a incorporarem uma perspectiva e uma compreensão mais realista daquilo que criastes. O vosso sentido da audição pode tornar-se muito mais agudo. O vosso sentido do toque pode tornar-se mais sensível. As vossas capacidades interiores são expressadas através dos sentidos externos de uma forma muito mais fluída, e sem esforço; razão porque assistireis a mais indivíduos a “explorar”, por assim dizer, as capacidades psíquicas ou as capacidades auditivas que possuem. Isso são evidências do movimento que empreendeis na direcção da vossa mudança.

Também vos tornais mais cientes de vós próprios, e incorporais uma compreensão mais completa das possibilidades e dos seus modos de funcionamento. À medida que vos expandis, a vossa compreensão aumenta. Isso são tudo evidências da vossa mudança. Os vossos Videntes, de que falávamos previamente, constituem os vossos modelos. (Pausa) Desejareis colocar mais perguntas? Também tomastes uma maior consciência de vós próprios, e incorporais uma compreensão mais avantajada das probabilidades e do seu funcionamento. À medida que vos expandis, a compreensão também vai aumentando. Isso são tudo evidências da vossa mudança. Os vossos Videntes, de que estávamos anteriormente a falar, constituem os vossos modelos. (Pausa) Desejareis colocar mais perguntas? (Pausa) Vamos avançar para o nosso jogo, Holmes! (Riso, por a Vicki começar freneticamente à procura das perguntas que a Cathy e a Mary tinham para o jogo, completamente despreparada para o jogo desta noite)

...

ELIAS:  Compreendido. Por esta noite vou interromper, mas podereis sintonizar-vos uns com os outros. Boa noite.

GROUP:  Boa noite.

Elias parte por volta das 9:00 da noite.

© 1996  Vicki Pendley/Mary Ennis, Todos os Direitos Reservados


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