terça-feira, 17 de abril de 2012

FAMÍLIAS DA ESSÊNCIA




SESSÃO #67
”famílias da essência”
Domingo, 21 de janeiro de 1996 ©  
Tradução: Amadeu Duarte


(Nota do tradutor: As famílias da essência poderão ser entendidas como as musas da mitologia clássica, que perfazem um total de nove, as deusas que inspiravam a criatividade humana e eram fonte de inspiração dos homens. São normalmente descritas pictoricamente a dançar em torno de Apolo, o patrono dos oráculos por todo o mundo helénico e o deus da luz ou inteligência, a quem o templo de Delfos era dedicado. Assim como também poderão ser entendidas na mitologia dos deuses dos antigos Maias, que também totalizam nove, cuja exposição actualmente nos chega distorcida mas em que cada um deles era designado como um arquétipo que possuía uma especialidade específica.)


Participantes: Mary (Michael), Vicki (Lawrence), Ron (Olivia), Jim (Yarr), Elizabeth (Elizabeth), e a Christie (Oliver).


Elias chega (com uma grande antecipação!) às 6:40 da tarde.

ELIAS: Boa noite. (A sorrir) Estávamos a antecipar bastante o intercâmbio desta noite! (Faz uma pausa, a fixar o olhar na Vicki) Creio que isto é tudo! Agora, vou regressar! (Desatam todos a rir)

RON: A nós não faz a menor diferença! (Mais riso)

ELIAS: Muita! (A sorrir abertamente) Temos muito a abranger esta noite, em termos de informação. Tal como referi na nossa última sessão, esta noite vou-vos falar sobre os agrupamentos ou famílias de essências, e as conexões que elas apresentam.

Vou começar por prefaciar explicando que cada uma das essências que participa no nosso jogo se reuniu, com base numa concordância, em representação de cada família da essência. Cada uma destas essências situa-se na família Sumafi, mas cada uma escolheu representar as outras famílias. Essa é a razão por que podeis estar ligados, no contexto do nosso jogo, a uma cor que não esteja ligada à vossa fragmentação. Nessa medida, no foco físico, exibis traços e elementos dirigidos a vós, os quais alinham por outras famílias, pelo que vos achais alinhados, no contexto do jogo, à cor e à essência correspondente. O propósito que tendes, no geral, é Sumafi. O vosso foco individual pode alinhar por uma outra família.

Também vou explicar que todas as famílias que vos vou enumerar incorporam as qualidades umas das outras. No geral, a maioria das essências é atraída para as qualidades da família específica, mas todas as famílias da essência incorporam indivíduos que exibem acção, desejo parcial e manifestação das outras famílias da essência. Vós, neste grupo diversificais-vos, e exibis qualidades de outras famílias da essência, apesar de serdes todos Sumafi; razão porque também não sois todos iguais, e porque os interesses que tendes variam, por alinhardes em termos de vibrações e por meio do desejo com outras famílias enquanto o vosso propósito permanece como aquele da família Sumafi.

Também vou começar por vos dizer que não “nascestes” numa família da essência. Vós deixastes-vos atrair para uma família. Sois atraídos por meio do propósito, tal com o metal é atraído para o magneto; neste caso a família representa o magneto. Vós, no âmbito dos propósitos individuais que tendes, representais o metal que está a ser atraído para as famílias. Isso pode ser alterado, se o escolherdes. Geralmente, não acontece. O que não quer dizer que não possa, porque sempre dispondes de escolhas, tal como referi. Por isso podeis, em qualquer altura, escolher alinhar mais por uma outra família da essência. Neste grupo aqui presente, vós não escolheis. Também podeis escolher, pela duração de um foco específico de desenvolvimento, alinhar por uma outra família da essência por essa experiência e propósito particular. No geral, não o fizestes. Neste grupo, tendes continuado a alinhar pela Sumafi. Esta noite vou-vos dar uma breve explicação relativa a metade dessas famílias da essência, e continuarei no nosso próximo encontro com a outra metade. Também vou dizer, antes de começar, que uma família ainda continua a ser usada no nosso jogo; uma cor e uma essência permanecem por descobrir. (Pausa, a olhar para a Vicki) Não queres avançar um palpite?

VICKI: Yan Su Lu?

ELIAS: Errado. (Pausa, a olhar para cada um) Nenhuma impressão?

JIM: Será uma essência ligada ao Leonardo Da Vinci?

ELIAS: Ligada a vós. É uma essência que se acha muito próxima.

VICKI: A da Rosa?

ELIAS: Exacto; assim como uma cor vibratória.

VICKI: Magenta?

ELIAS: Muito próximo; cor-de-rosa. Ela será incorporada no vosso tabuleiro de jogo. Cada família comporta um tom vibratório que entra em ressonância com cada um de vós, e com que vos identificais, com que entrais em contacto. Agora; também vos vou estender, em ligação com o nosso jogo, que a outra essência que apresenta uma relação com a outra gémea deverá alinhar no nosso jogo por esta nova cor, por esta essência alinhar pela família que é representada pela Rosa. Tende presente, conforme expressei, que todas essas essências que participam no nosso jogo são Sumafi. Elas representam unicamente o foco das outras famílias.

Vou começar pela nossa primeira cor que é o vermelho. Ela alinha pela essência que representa a família Milumet. Essa família incorpora o foco dos espiritualistas e dos místicos. Eles manifestam-se principalmente no que encarais como primitivos. Os vossos Índios destas Américas enquadram-se na categoria dessa família; muitas tribos pertencentes ao vosso continente da África; assim como aos vossos aborígenes. O que não quer dizer que todos aqueles que se acham em contacto com esta família da essência se manifestem numa tribo primitiva, porque não manifestam.

O enfoque que estabelecem é interior. Eles não se preocupam com o envolvimento político nem social. Geralmente não se envolvem em grande medida com muitos indivíduos.

O seu enfoque comunal é limitado e reduzido, por se acharem principalmente interessados na busca da verdade – marcai este termo para a Shynla. Eles preocupam-se por obter e dar continuidade à recordação. (A olhar para o Ron)

Lembrai-vos que, ao falar dessas famílias, haveis de cruzar essas linhas imaginárias das famílias no vosso íntimo. Haveis de vos identificar com muitos elementos de todas essas famílias. Isso não significa que alinheis os vossos desejos individuais basicamente por essas famílias; razão porque não estais ligados a certas cores, no nosso jogo.

Esses indivíduos acham-se em contacto com a natureza. Eles têm um contacto extraordinário com as criaturas. Torna-se bastante fácil entrar num intercâmbio de natureza telepática, assim como empático, com as criaturas e com todos os elementos da natureza. São seres simples. Optam por não complicar o seu enfoque com demasiado intelectualismo por o seu desejo se firmar na continuidade do que encaram como originalidade. Também apresentam uma grande ligação e afinidade pelos elementos tais como as pedras, e possuem um conhecimento interior da energia que pode ser transmitida pelas pedras e irradiada por meio da manipulação. Muitos indivíduos que se manifestam sem ser nas tribos primitivas podem sentir uma afinidade pelas plantas ou pelos animais ou pelas pedras preciosas, e podem rodear-se dessas coisas. Podem não entender por que razão coleccionam tais coisas, para além de terem a ideia de as apreciarem; mas no seu íntimo têm um conhecimento inato da identificação que os alinha por essas famílias. Haveis de notar que as essências que se acham ligadas a cada cor apresentarão paralelos com a família correspondente.

Avançamos para a família seguinte, correspondente à vossa cor laranja, que é a família Gramada. Eles são os organizadores. São os iniciadores. Têm uma grande criatividade. Possuem a habilidade de estabelecerem uma ligação com a perspectiva do mundo de outras essências.

Vou-me desviar por breves instantes para explicar as perspectivas do mundo que as outras essências têm. Isso não quer dizer o modo como uma essência encara o mundo! Trata-se duma energia espantosa que é desenvolvida por qualquer indivíduo, que permanece ao longo dos tempos.

Esses indivíduos podem ser o que encarais como grandes artistas, ou músicos, ou arquitectos, ou médicos; indivíduos cujas ideias comportam iniciativa e originalidade; indivíduos que expressam ao vosso mundo informação que contactaram por via da essência, e possuem a capacidade de traduzir para as vossas linguagens físicas. Os indivíduos da família Gramada possuem a capacidade de entrar em sintonia com os elementos da consciência, porque esses indivíduos desligam-se da consciência focada na realização física, e permitem que esses elementos sejam ofertados ao vosso mundo.

Isso pode ser acedido em qualquer altura; mas poucos dispõem da capacidade, na sua consciência física de entrar em contacto com essas perspectivas do mundo; razão porque certos indivíduos podem chegar a sentir uma enorme afinidade e uma compreensão subjacente de conceitos que tenham sido expressados anteriormente, tais como o nosso Einstein. Esses indivíduos podem não entender conscientemente os conceitos que tenham sido desenvolvidos, mas identificam-nos. Estabelece-se uma ligação. Também são iniciadores na modulação da expressão original de ideias destinadas a uma maior eficiência. Podem não ser apontados sempre pelos outros como responsáveis pelas ideias que têm, por não desejarem dar nas vistas, digamos assim. Sentem-se confortáveis em permanecer por detrás da cena, mas facultam a originalidade das ideias.

Esses indivíduos, em larga escala, são os responsáveis pelo sistema das vossas sociedades, dos vossos governos, das vossas instituições, das vossas religiões. Outros tomam o trabalho e a implementação desses elementos, mas essa família projecta a originalidade; a ideia; o conceito; a informação.

A vossa terceira cor do amarelo; essa essência representa a família Vold. (Para a Vicki: “V”) Esta família deve ser encarada por vós como a dos reformadores. Eles não se interessam pelo status quo (situação ou posição). O seu principal objectivo assenta na mudança. Não se satisfazem com elementos da existência que prosseguem numa mesma direcção ou sentido. Eles mudam-se. Alteram a sua localização, alteram os elementos que os rodeiam, mudam as sociedades, mudam os governos, mudam o vosso mundo! Eles constituem um grupo inquieto. Além disso também são muito emotivos. São bastante apaixonados, sendo essa a força que os motiva por detrás da mudança. Jamais se satisfazem com os elementos conforme se apresentam por a paixão e as emoções que os inundam serem muito profundas. Eles são bons a ligar-se aos outros indivíduos, por também incorporarem uma enorme compaixão e compreensão.

Esses indivíduos focam-se fortemente nas capacidades que têm no campo dos sonhos. Também possuem fortes capacidades precognitivas. Podem não ter consciência ou não reconhecer os sentidos interiores que possuem, mas se estabelecerem ligação com esses sentidos interiores podem desenvolve-los ao extremo.

Eles possuem pressentimentos íntimos quanto a probabilidades. Possuem uma compreensão das probabilidades. Entrarão em contacto com informação concernente às probabilidades de todas as coisas, e à forma como operam. Eles não recebem essa informação pela via intelectual. Acolhem-na por meio das sensações. Podem não possuir sempre a capacidade de exprimirem aos outros o conhecimento íntimo que têm, por poderem não entender o modo de traduzir isso por meio de uma expressão intelectual; mas conhecem isso por meio da sensação.

Além disso, com a paixão e o grande enfoque emocional que sentem, confundem-se demasiado; por batalharem, no foco físico, pela tradução de elementos que podem não ter tradução por meio do pensamento. De muitas formas eles tentam, no foco físico, conformar-se às realidades aceites, em especial nos vossos tempos presentes, que permitem muito pouco espaço de manobra, nas vossas civilizações, por causa do conhecimento que possuem no âmbito dos sentimentos.

A vossa quarta cor é o verde; essa é representada pela família Ilda. Mais tarde soletro o nome. Esses indivíduos são muito simpáticos. São extremamente comunicativos por via oral. São comunicadores. O enfoque que estabelecem é no intercâmbio. São viajantes. Podem manifestar-se como mercadores, ou ciganos, ou marinheiros; quaisquer indivíduos que viajem e troquem ideias sobre as culturas. São aqueles que misturam. Sem esses indivíduos as vossas civilizações, as vossas culturas estagnariam. Também se qualificam no foco físico na qualidade de escravos e de piratas. São indivíduos bastante cheios de colorido! Eles trocam ideias de uma cultura para a outra. Infiltram-se na religião, no comércio, em todas as áreas do vosso mundo. Alguns, noutros períodos da vossa história, foram grandes bobos da corte, e tinham acesso a diplomatas e a reis, e trocavam ideias e conceitos entre aqueles de elevada posição e os da plebe. Eu, pessoalmente sinto um enorme afecto por essa família. (A sorrir)

A única família que não será identificada isoladamente no nosso jogo, é a Sumafi, por serdes todos da família Sumafi. Por isso não necessita de representação no jogo. Eu passo a explicar-vos; essa família emprega o enfoque do ensino. Incorpora professores de todo o elemento e de todas as questões inerentes à vossa existência. Muitos dos que se manifestam como parte dessa família serão indivíduos ligados às universidades. Podem alinhar por museus, podem ser líderes religiosos, podem-se encontrar nos governos; em toda e qualquer área da sociedade que incorpore em elemento qualquer ligado ao ensino, haveis de encontrar indivíduos desses.

Noutros períodos da vossa história eles foram “detentores do conhecimento”. Eles manifestaram-se como escribas. Muitos optaram por focos religiosos. Eles preocupam-se bastante por conservar as verdades. Também têm a intenção de provocar a menor distorção. Por isso, seja em que elemento de ensino for, eles esforçam-se por empregar o que for menos distorcido, mais original, e mais puro.

Vamos focar-nos nas nossas outras quatro cores no nosso próximo encontro. Por isso, podeis dispor de tempo para estabelecerdes um laço com essas quatro, assim como com a vossa própria identidade subjacente à família Sumafi.

Essas essências Sumafi, devo dizer, também são divertidas. Elas não incorporam a seriedade que podeis pensar, no foco físico, de “solenes mestres”! Eles são bastante flexíveis e fazem uso de bastante humor, por o humor constituir uma mais-valia no ensino. Também são muito dados a experimentar, por entenderem o valor que a experiência tem no ensino. Vós aprendeis por meio da experiência; razão porque se voltam tanto para a experiência, e apresentam uma enorme vontade de experimentar.

Esta família também se acha estreitamente ligada à essência da Sumafi. Perdão! (Trocou a construção da frase) Eu sou Sumafi! (Riso) Referia-me à Sumari; os mestres Sumafi são os que influenciam a família Sumari, que são quem aplica os ensinamentos. Esta noite não vamos debater a Sumari, por reservar isso para o nosso próximo encontro; mas haveis de descobrir uma enorme concentração de Sumafi na qualidade de professores ligados aos elementos da arte - de todas as artes; como uma coisa que encaram como muito importante, por atribuírem um enorme valor à beleza estética. Nós começamos as nossas sessões originalmente falando-vos de uma arte de viver que compreenda beleza; por isso alinhar pela nossa intenção, ao sermos Sumafi. Eu continuo a empregar esses elementos ao longo dos nossos encontros, mas quando vos afastardes e vos esquecerdes da beleza e da arte que vós e as vossas criações comportais, eu estarei sem demora a recordar-vos isso.

JIM: Já notei isso!

ELIAS: De seguida vamos fazer um pequeno intervalo, de modo que podeis reunir as perguntas que tínheis, às quais darei resposta.

INTERVALO    

Nota: Nós começamos a debater esta informação imediatamente após a partida do Elias, o que instigou o surgimento dele uma vez mais às 7:31.

ELIAS: Errado! Vou novamente explicar muito rapidamente, e a seguir podeis fazer o vosso intervalo! Vós sois todos da família Sumafi. Os desejos que tendes e a vossa manifestação física deste vosso foco de desenvolvimento gira em torno das qualidades de outras famílias da essência, mas vós sois Sumafi. (Com firmeza)

Eu expliquei que todos os grupos da essência se entrecruzam. Eles incluem elementos uns dos outros. Por isso, podeis deparar-vos com indivíduos que se manifestam num grupo qualquer da essência que possua qualidades de um outro grupo da essência. Poderá parecer-vos que eles devessem alinhar por um certo grupo. Vou referir um exemplo rápido. Podeis pensar que um indivíduo, que possua um grande desejo que se prenda com a área da cura, deva alinhar pela família Tumold. Mas ele pode não alinhar! O indivíduo pode possuir essas qualidades, só que o objectivo segue o grupo Sumafi. Consequentemente, é incluído na família Sumafi, e possui os desejos e as manifestações da Tumold. Estará esclarecido? (O grupo concorda) Muito bem! Voltamos em breve.

INTERVALO

Nota: Estávamos todos a ficar doidos durante o intervalo, por sabermos que tínhamos que esperar uma semana (!) para ficarmos a conhecer as outras quatro famílias da essência. O Elias ouviu e respondeu, coisa que todos agradecemos bastante!

ELIAS: Quanta impaciência! (A sorrir, enquanto desatamos todos a rir) A desejar incorporar mais quatro famílias da essência no período de uma noite! (Pausa “pesada”) Muito bem...

VICKI: Fixe!

JIM: Óptimo!

CHRIS: Claro!

ELIAS: (A sorrir abertamente) Vou fornecer a pronúncia no final. Para continuar, passamos à minha cor azul. A família da essência que opto por apresentar é a Sumari. Os Sumari são brincalhões. São criativos. São espirituais. Eles constituem os vossos artistas. Não são professores de arte; eles são praticantes. Os Sumari são empreendedores em todas as coisas! Eles incorporam a acção e materializam aquilo a que os Sumafi e os Gramada dão início. Essa família da essência incorpora uma grande criatividade.

Eu mencionei-vos os iniciadores, que constituem a força motora por detrás daqueles que actualizam. Por isso, os iniciadores no campo das artes são os indivíduos que manifestamente promovem os artistas individuais. E esses Sumari são os artistas. Eles são o centro das atenções e gostam de tomar a dianteira em toda a acção. Não são indivíduos introvertidos nem tímidos! São bastante extrovertidos e também são bastante independentes. Não se agrupam. Não alinham pelas sociedades nem pelos governos nem pelas religiões. Eles constituem o vosso grupo de rebeldes. São os indivíduos que chocam com tudo! São o vosso salmão que nada contra a corrente! Eles não se conformam. Haveis de ver que nos movimentos que as culturas apresentam, eles são aqueles que se recusam a conformar-se às normas. Esses indivíduos pertencem à família Sumari.

Na vossa cultura, nesta vossa nação, estivestes anteriormente expostos a um movimento Sumari, durante o vosso período de enorme mudança, neste século; os vossos jovens, os vossos estudantes que se revoltaram e que se recusaram a conformar-se; os vossos “jovens das flores”. Eles eram Sumari. Eles expressam um enorme amor e liberdade. Optam por não alinhar em grupos por acharem que isso lhes restringe a individualidade e a criatividade. Eles dão uma enorme expressão à individualidade. Representam os triunfadores na área da defesa do indivíduo. Acham-se focados no desenvolvimento de cada indivíduo, e em toda a área da criatividade. Realçam a espiritualidade, mas somente no campo individual, e não num foco religioso.

Eles são quem estabelece os laços ou as alianças. Eles estabelecem ligação entre  a essência e o foco. Além disso são temporários. São aqueles que brotam espontaneamente nas culturas. Não estabelecem culturas duradouras. Eles surgem a fim de estabelecerem culturas, encorajam as ideias e a criatividade e a espiritualidade nas pessoas, e desaparecem! Dão início a pensamentos. Iniciam a memória de laços. Não haveis de vos deparar com os Sumari em situações culturais que se prolonguem. Eles surgem temporariamente, a fim de “agitar as coisas”, digamos assim; e de seguida, tão depressa quanto possa parecer que tenham surgido, eles desaparecem. A Sumafi acha-se enormemente envolvida com a Sumari, por a Sumafi se prolongar tanto no depois quanto permanecer no antes. Quando os Sumari aparecem, eles são ensinados pelos Sumafi. Quando desaparecem, as suas ideias são prolongadas e mantidas com firmeza pelos Sumafi. Na vossa época actual, a Sumari deu início, manifestaram, agitaram-vos as águas temporariamente e alteraram-vos o foco. Agora, a Sumafi encarrega-se de dar continuidade a isso por meio do ensino; daí vós, presentemente.

Passando para a vossa cor índigo; essa cor representa a família Tumold, dos curadores. Esses indivíduos podem manifestar-se nas profissões médicas, podem tornar-se curadores místicos, podem ser terapeutas culturais. Esses curadores incluem um vasto território, digamos assim, por a cura ser passível de ser empregue em qualquer elemento do foco. Não diz unicamente respeito à cura de enfermidades físicas. Pode englobar a cura espiritual. Pode abranger a cura psicológica. Pode envolver a cura física.

Esses, haveis de encontrar em todas as esferas do viver, digamos assim. Podeis descobrir que o vosso homem do lixo pertence à família Tumold; por “não ter importância” qual seja a manifestação física ou ocupação que adopte, pois possui a capacidade íntima de curar. Muitas vezes, possuem apenas simples qualidades vibratórias que são expressadas pelo seu próprio ser, sem jamais precisarem implementar qualquer manifestação física do que encarais como cura. A sua própria presença constitui uma cura para tudo aquilo em que tocam.

Além disso incorporam também, nessa família da cura, alinhamentos com as organizações. Eles reconhecem o poder da consciência colectiva. Podem não compreender sempre esse conhecimento interior e podem não o expressar em termos físicos por manifestações no âmbito das ligações com a consciência colectiva, mas possuem um alinhamento vibratório; o qual, caso se permitam explorar, podem lhes pode facultar um enorme poder nessas áreas.

O vosso roxo; ele representa a família Zuli. Essas essência acham-se primordialmente interessadas na expressão física. Eles são os actores e os cantores. São os atletas. Eles sentem um enorme apreço pela beleza. Apreciam a forma física e a grandeza manifesta na criação da vossa expressão física. Sentem uma tremenda apreciação por cada elemento dos vossos corpos físicos.

Eles preocupam-se enormemente com o corpo físico e possuem uma enorme compreensão do seu funcionamento. Compreendem a consciência das células e moléculas que compõem a forma física. São excelentes manipuladores da forma física. Eles adoptam uma arte viva. Não dão necessariamente expressão a essa arte ou a essa capacidade por meio da música nem da pintura nem da escultura. Manifestam-na através dos seus próprios corpos, por meio da expressão da mobilidade dos corpos e das suas funções, permitindo que a sua essência aprecie a beleza e o esplendor da vossa expressão física. Conforme disse, geralmente eles são os adeptos do atletismo. Os seus corpos estão em sintonia com a sua consciência, numa relação mútua de compreensão profunda. Eles dão ouvidos a ambos. Podem escolher tornar-se actores, por manipularem a expressão corporal por meio da mímica, permitindo que os outros notem a beleza disso. Haveis de notar que muitos dos vossos artistas, dos vossos atores, se preocupam com o adorno do corpo físico, e realçam a sua expressão de uma forma que vos permita uma visualização exagerada. Isso subentende a arte viva que exprimem.

A vossa cor-de-rosa, a vossa nova categoria; essas essências representam a família Borledim, família que se preocupa com o vosso stock terreno. O seu foco primordial centra-se na produção de novos indivíduos. Eles orientam-se bastante pela família, o que constitui a sua prioridade. São pais excelentes e que têm um enorme cuidado com o carinho. O seu enfoque principal, no foco físico, centra-se na produção. Não se deixam deter por coisa nenhuma no alcance desse objectivo e são bem-sucedidos na realização disso. Eles produzem indivíduos equilibrados e centrados. Produzem indivíduos direccionados para as famílias da essência. Quando as famílias da essência necessitam de representantes no foco físico, eles alinham no âmbito duma concordância com esta família da essência a fim de produzirem o stock.

Esses indivíduos possuem um enorme afecto, uma enorme compreensão, e uma paciência formidável. Podem nem sempre parecer, enquanto indivíduos, extremamente pacientes na expressão física que adoptam, mas no âmbito da intenção que têm, podem tornar-se bastante pacientes; porque apesar da intenção que têm ser a de produzir tal stock, nem sempre possuem capacidade física de o realizar dentro da normalidade, ou no que percebeis como num período razoável do vosso tempo. Eles depositam uma paciência espantosa na busca da sua realização. Focam-se bastante no particular e não se desviam. Uma vez bem-sucedidos, produzem indivíduos espantosos, bastante credíveis. Também não se auto-sacrificam, por entenderem muito bem que isso envolve a derrota; porque no tornarem-se na árvore excelente e em dar o exemplo aos seus jovens, produzem indivíduos possuidores duma compreensão, realistas equilibrados, em relação ao modo de viver a vida física. Além disso, com tal equilíbrio também apresentam uma enorme lealdade.

Muitos incluem a criação de jovens desses com muita facilidade, e produzem uma imensa prole. Haveis de ver muitos indivíduos desses com oito ou doze, digamos, quinze filhos numa família.

Também acreditam enormemente em famílias extensas, que abranjam todos os aspectos da vida familiar a fim de proporcionarem a experiência, aos pequenos, de todos os outros do agregado familiar que possam contribuir. Muitas das vossas culturas que percebeis em termos indesejáveis ou retrógradas incorporam muitos indivíduos desta família. Haveis de ver, nessas culturas, que eles não expressam irritação com os pequenos. Não bloqueiam os impulsos nem se preocupam com comportamentos “correctos”. Eles propiciam a experiência. Dirigem, mas não se intrometem. (Pausa)

Assim, já dispondes de todas as nove famílias da essência, oito das quais se acham representadas no nosso jogo. (Pausa) Quanto silêncio! Holmes, dá-me o meu cachimbo! (O Ron entrega-lhe o cachimbo) Obrigado!

VICKI: Existem nove famílias da essência, ponto final?

ELIAS: Exacto.

CHRIS: Oito das quais são representados por uma cor?

ELIAS: Correcto.

CHRIS: E uma não?

ELIAS: Uma delas, que é a Sumafi, a que pertenceis; pelo que não tem representação no nosso jogo. (Pausa, a seguir à qual diz à Vicki) Dando continuidade à pergunta que colocaste… (A esta altura volta-se e estende o cachimbo ao Ron) Não está aceso, Holmes! (Riso, à medida que o Ron recolhe o cachimbo) Obrigado. (Para a Vicki) Estas famílias da essência acham-se focadas nesta dimensão, nesta manifestação física. Elas interactuam com esta criação. Vós encontrais-vos nesta dimensão, neste planeta, neste foco. Consequentemente, dispondes de famílias da essência orientadoras que se manifestam nesta dimensão. (O Ron devolve-lhe o cachimbo) Obrigado.

RON: Não tens de quê.

ELIAS: (A olhar directamente para a Vicki, e a fumar o cachimbo) Estás a compreender? A Vicki começa a rir e consegue-se ouvir ela e a Elizabeth na gargalhada) Não vejo nada de humorístico nesta conversa! Não entendi a piada! (1)

RON: Eu não creio que o Michael venha a entender! (Riso generalizado)

VICKI: (Ainda a rir, e a tentar permanecer séria) Essas nove famílias da essência pertencem a esta criação física que estamos presentemente a experimentar?

ELIAS: Exacto.

VICKI: E outras criações físicas possuem outras famílias da essência, digamos?

ELIAS: Exacto; noutras dimensões. Noutros focos pertencentes a outras dimensões, outras famílias da essência alinham por outros propósitos. Essas, não é importantes que conheçais, por não interagirdes com elas, nem elas afectarem a vossa dimensão. Por isso, apresento-vos aquelas que influenciam a vossa realidade. Em relação a essas, há nove. (Estende o cachimbo ao Ron) Estou terminado! (Riso)

CHRIS: Então, toda a gente com quem entramos em contacto pertence à família Sumafi. Certo? Neste grupo?

ELIAS: Não necessariamente.

CHRIS: Muito bem. Nós aqui, os cinco ou seis, se incluirmos o Michael, pertencemos à família Sumafi, certo?

ELIAS: Exacto.

CHRIS: Muito bem. Nesse caso, outros que já estiveram neste grupo podem não pertencer a esta família, não é?

ELIAS: Outros que já estiveram neste grupo pertencem à Sumafi. Alguns estiveram de visita, por assim dizer, ao nosso grupo, mas não continuaram. Nessa medida, podem não… (Para o Ron, que acabara de lhe estender o cachimbo) Obrigado, uma vez mais. (Para a Christie) Eles podem não alinhar necessariamente por esta família da essência. Terá ficado esclarecido? (A Christie acena a confirmar, e dá-se uma pausa)

VICKI: O tipo a quem dei a conhecer o site, hoje, pertencerá à última família da essência?

ELIAS: Alinha; Pertence à Sumafi, e alinha pela ...

CHRIS: Alinhar quer dizer enquadrar-se no grupo da cor, não é?

VICKI: Eu imaginava que alinhar representava uma semelhança com aquilo de que estávamos a falar, sobre o modo como somos atraídos para…

ELIAS: Vós exibis qualidades. A Elizabeth exibe qualidades que alinham pela família Zuli, pelo que se acha ligada à essência que é representada pela cor roxa, que diz respeito à expressão corporal. O Oliver e o Lawrence alinham na manifestação física pelos que fazem intercâmbio de ideias (Ilda). O Yarr concentra-se na área da cura, o que o coloca em alinhamento com a cor que representa essa família. Estás a compreender?

CHRIS: Só sinto curiosidade em relação ao Thomas, por ter tido várias questões com ele, e precisava de saber se ele alinha pela… que cor será? Será o rosa, ou será o roxo?

ELIAS: (Para o Ron) Estou a precisar da minha cadeira! (Riso, a seguir ao qual se volta para a Christie) Estás a querer ligar esse indivíduo a uma cor que entre no nosso jogo. Mas eu vou dizer-te para te concentrares nesta questão que colocaste e para te permitires notar a impressão que eclodir.

CHRIS: Está bem, então nesse caso, eu... (A esta altura o Elias levanta-se)

ELIAS: (Para o Ron) Eu queria... (Dá uma indicação ao Ron para puxar a cadeira para a frente)

RON: Estás sentado na tua outra cadeira!

ELIAS: Ah! Os pés! (Desloca os pés, e o Ron puxa a cadeira para a frente) Muito bem! (Senta-se e volta-se para a Christie) Continua.

CHRIS: Bom, a primeira sensação que tive foi a de que alinha pela cor roxa, até teres mencionado o rosa! (A rir)

ELIAS: Esse indivíduo não alinha pela Rosa, com a cor rosa. A sua manifestação não se presta ao fornecimento de stock terreno!

CHRIS: Está bem, óptimo! (A rir) Então, nesse caso, suspeito que ele alinhe pela cor roxa.

ELIAS: Exacto.

CHRIS: Está certo, coisa que explica muita coisa.

ELIAS: Agora, conforme referi: recordai que cada um de vós incorpora igualmente os elementos Sumafi, o que se traduz pelo propósito predominante que tendes. Também incorporais em vós elementos pertencentes às outras famílias da essência todas; pequenos elementos que podeis considerar como latentes, mas alinhais por elementos de cada uma das outras famílias da essência. (Faz uma pausa, durante a qual estende o cachimbo ao Ron)

VICKI: Posso constatar que esta informação pode ser bastante... torna-se fácil incorporar um monte de separação quando pensamos nestes termos.

ELIAS: Bastante, razão porque me contive, digamos, nos vossos termos, de debater esta questão; por serdes bastante adeptos da separação! Não desejo provocar uma separação mais acentuada de pensamento; razão porque referi fortemente que todos possuís elementos pertencentes a todas essas famílias. O vosso objectivo alinha por uma. (Pausa)

JIM: Gostava de colocar uma pergunta da parte da minha companheira Cindy, e o nome da essência dela, e a ligação que tem com a Sumafi. Ligo-a ao vermelho?

ELIAS: (Pausa, a aceder) Nome da essência; Borloh.

...

JIM: Obrigado.

ELIAS: Ligação... (Pausa a aceder) Vermelho; correcto.

JIM: E pertence à família Sumafi?

ELIAS: Sim. Ligações em focos passados de desenvolvimento alinhados por esta família da essência Milumet.

JIM: Impecável. Obrigado.

ELIAS: E o Lawrence?

VICKI: Eu tenho algumas perguntas da parte da Shynla. Não sei se será indicado.

JIM: Porque não?

VICKI: Não vem a propósito.

ELIAS: Ela ainda brinca com o meu amigo? (A sorrir, a seguir ao que, a fita de gravação chega ao fim) Vamos interromper temporariamente. (Pausa) Continuas a brincar com o meu amigo, Shynla? (Pausa) Incorporando respostas confusas. Sou bastante adepto de bloquear estes elementos, e apenas para vossa referência, podes escutar estas palavras pessoalmente, essa informação dada também pode ser acedida por mim, e eu posso igualmente confundir-te. Eu não brinco com pranchas Ouija!

VICKI: Ela também se sente bastante frustrada com o tabuleiro Ouija.

ELIAS: Frustração que deve prosseguir, e aumentar! (Riso)

VICKI: Diz ela que é bastante limitativo.

ELIAS: Absolutamente!

VICKI: Ela formulou algumas perguntas, uma das quais...

ELIAS: (Para o Ron) Bastante aromático. Muito bom gosto! (Riso)

VICKI: Uma das perguntas que ela tem é: “Poderemos esperar por dádivas da parte da Rose antes da manifestação física do bebé da Elizabeth?”

ELIAS: Não necessariamente; essa também é a pergunta da Elizabeth! Mas questiona-se a Shynla se poderemos contar com alguma dádiva da parte dela antes da manifestação física desse indivíduo. Por isso não ter sido proporcionado tampouco. O que não é de estranhar, em face de probabilidades que não se movem! (Pausa)

VICKI: Ela também queria que eu perguntasse o nome da essência do Ryan, e presumindo que seja Rosa...

ELIAS: Continua.

VICKI: Ela queria saber acerca das impressões que tem em relação ao nome May.

ELIAS: Ela está a interpretar isso erradamente ao associar a um nome. (Faz uma pausa, a olhar para a Vicki)

VICKI: Estaria ela provavelmente estabelecer ligação com o nome Milumet?

ELIAS: Errado. Ela está a identificar May como um nome. Não é.

VICKI: Ah! Também é um mês do calendário!

ELIAS: Exacto. Ela estabeleceu a ligação, mas está errada na identificação que estabeleceu; mas está certa em relação à ligação que tem com as gémeas. (Refere-se à Mary e à Vicki)

VICKI: Posso continuar, ou mais alguém terá uma pergunta?

CHRIS: Eu tenho, Mas posso aguardar que termines.

VICKI: Eu também posso esperar.

CHRIS: Não, não, acaba.

ELIAS: Holmes! (Passa o cachimbo ao Ron)

VICKI: Ela gostava de saber por que razão se depara com tanta água nos seus sonhos.

ELIAS: A Shynla está a avançar. A água é um bom símbolo, o que também representa uma identificação no caso do Lawrence e do Michael, que também atravessam conflito através da água. (Pausa) Estarei a incomodar a Elizabeth com isto? (Indica o cachimbo)

ELIZ: Não. (A rir)

ELIAS: Óptimo.

ELIZ: Gosto mais do cheiro disso do que dos cigarros!

ELIAS: Um hábito muito desagradável! Não prejudicial, conforme a vossa sociedade acredita segundo os pressupostos que abriga, mas não tão refinado quanto um cachimbo! (Desatamos a rir, ao ver o Elias a fumar o seu cachimbo)

VICKI: A outra pergunta dela: “Quem terá sido o jovem que o Ron viu na meditação?”

ELIAS: (Pausa, a aceder) Desejais uma identificação?

VICKI: Presumo que sim.

ELIAS: (Pausa, a avaliar) Vou esclarecer perguntando se por acaso se refere ao rapaz de cabelo louro.

VICKI: (Dirigindo-se ao Ron) Tu viste-o!

RON: Ele tinha cabelo louro.

ELIAS: Correcto. Só desejo estabelecer ligação, por meio de acesso a uma meditação correcta; trata-se de um outro foco de desenvolvimento, mas não do Ron; está ligado à Shynla num outro foco de desenvolvimento. Parte desse foco fazem igualmente o Lawrence e o Michael, mas não foram notados. Mais um foco louro! Vós acreditais que vos desviais da forma física que tendes em cada foco de desenvolvimento, mas havíeis de vos surpreender com o modo aproximado com que dais seguimento a uma forma, com raras excepções. Continua. (Estende o cachimbo ao Ron) Isto está tornar-se demasiado enfadonho! Vou precisar de isqueiro e tabaco na nossa próxima sessão, para não interromper o Ron a cada instante! Por agora, serve assim.

RON: Eu não me importo.

ELIAS: Obrigado. (Voltando-se para a Vicki)

VICKI: Essas eram todas as perguntas que tinha da parte da Shynla, de momento.

CHRIS: Eu tenho uma pergunta. Era suposto que a minha irmã se juntasse a nós esta noite.

ELIAS: Estou ciente disso.

CHRIS: Mas as condições do tempo retiveram-na, por isso... por não poder ficar presa. Estás a compreender, e eu sinto curiosidade em saber o nome da essência dela e se ela estará ligada ao Índigo, à cor índigo.

ELIAS: Ah! Isso está correcto, em relação à cor. O nome da essência vou reservar para quando estiver presente.

CHRIS: Muito bem. Nesse caso, a ligação que estabeleço, quero dizer, a pergunta que tenho a fazer, é sobre o propósito. Objectivo, será o termo que empregaste para a cor, a cor que nós... Sinto-me perdida em relação às palavras que empregaste...

JIM: Alinhamos?

CHRIS: Alinhamos. É. Alinhar? Então, se alinharmos por uma cor particular e o que acontece com isso, como no caso do verde que mencionaste referir-se aos viajantes, e se alinharmos por essa cor, quero dizer, nós alinhamos pelas cores todas, mas se alinharmos de verdade, e nós não alinhamos, não alinhamos fisicamente por essa cor, por outras palavras, não operamos o que essa cor representa, e nesse caso isso não trará conflito à nossa vida? Quero dizer, é como, se fôssemos um magneto a apontar para essa cor, e a fazer esse tipo de coisa, e procedermos assim e actuarmos de acordo com o propósito, isso não nos trará conflito à nossa vida, e não deveríamos na verdade obter um melhor alinhamento, tentar alinhar melhor pelo que essa cor representa?

ELIAS: Permite que passe a explicar-te. Tu alinhas pela Sumafi. O propósito que tens segue as pisadas da Sumafi. A tua manifestação deixa-se encaminhar no sentido da Ilda. Por isso, o desejo que tens segue essa. Não entra em conflito com o propósito que tens, por o objectivo que tens estar relacionado com o teu desejo e a tua manifestação.

Agora; dir-te-ei que caso deixes de seguir o objectivo que tens, aí sim, hás-de sentir conflito. Quando vos desviais do propósito que estabeleceis, em meio às conquistas que empreendeis nas experiências da manifestação física, criais conflito. Podeis incorporar uma manifestação que alinhe por uma outra família e não criar conflito no vosso foco, por poderdes incorporar mais do que um ideal num único foco, apesar de continuardes com um propósito. Por isso, ao utilizarmos o exemplo anterior da cura, podeis alinhar pela cura e pelas qualidades dessa família e expressar essas mesmas qualidades em termos físicos, mas tendo um propósito Sumafi, podeis ser mestres na cura; mas antes de poderdes ser mestres na cura, precisais compreender a (natureza da) cura.

CHRIS: Nesse caso esta é uma informação muito importante para o conhecimento que temos, não necessariamente para distinguirmos, mas mais para nos conhecermos a nós próprios.

ELIAS: É por isso que eu vo-la dispensei. Tendes vindo a esforçar-vos, no vosso jogo, para estabelecerdes sintonia. Estabelecestes uma boa sintonia. Colhestes impressões, e entrastes conjuntamente em sintonia uns com os outros e com as essências e os elementos. Nessa medida, necessitais duma maior informação quanto a vós próprios e sobre a razão por que alinhais com essas essências neste grupo; a razão para apresentarmos este jogo e estas cores, e o significado que possam ter. Isso é-vos útil à compreensão do propósito que tendes e à vossa própria orientação; e para melhor poderdes compreender as qualidades vibratórias que vos caracterizam, as quais vos fazem alinhar por outras essências e por outras famílias. Também pode ser instrutiva para aqueles de entre vós que escolhem não voltar a manifestar-se, mas também para não criardes senilidade, num preparativo para a transição durante a permanência no tempo físico.

Dir-vos-ei que apesar de poderdes perceber as probabilidades de uma pequena como aparentemente avultadas e bastante envolventes, cada um de vós, nas vossas fragmentações, envolveis mais do que sois capazes de compreender. Ao vos estender uma explicação sobre a vossa fragmentação, simplifiquei enormemente. Estendo-vos um nome; uma identificação para vos poderdes identificar no âmbito da fragmentação. Não me vou por com explanações sobre o processo. Agora dispondes de um exemplo físico do processo, em relação ao qual estais, cada uma de vós, ligadas. Por isso, como um exemplo do processo de fragmentação, estendo-vos informação sobre estas novas gémeas. As probabilidades têm um longo alcance. (Pausa)

Sê bem-vindo, meu amigo. (A falar enquanto acaricia o gato, que tinha estado no seu colo há alguns minutos) Queres partilhar do meu cachimbo? (Riso)

Não me vou alongar em explicações nesta noite quanto a esse novo indivíduo, mas tens razão, quanto ao facto de envolver mais. Vou comentar o que expressarias como a atitude da Rosa, tão extravagante e expressiva quanto tu (a indicar a Elizabeth) e o teu companheiro testemunhastes neste foco físico; não se tratando de nenhuma essência introvertida nem tímida, e que nem precisa de o ser, por essa essência sentir uma enorme responsabilidade e acção. (Pausa) E as rodas continuam a girar e a girar, sem parar! Eu próprio achei esse um desenvolvimento interessante, ao alinhar por essas duas gémeas que são o Michael e o Lawrence também; e, com muita frequência, a manifestar-se na mesma orientação sexual. É mais fácil.

RON: Posso impor-te uma pausa por um instante?

ELIAS: Admissível. (Mudança de cassete)

RON: Cá estamos de novo!

ELIAS: Não me tinha apercebido de que nos tínhamos afastado! (Riso) Desejareis colocar mais perguntas?

CHRIS: Eu tenho uma. Será muito comum para uma essência dividir-se em gémeos, como o Lawrence e o Michael, e o Ryan e...

ELIAS: Para o referir em termos relativos, não. Apesar de ser feito, não corresponde ao que consideraríeis como geral ou habitual.

CHRIS: Eu gostava de saber se terei conhecido, para além destas, se terei conhecido alguém mais que faça parte de um quadro de gémeos desses.

ELIAS: Presentemente, não.

CHRIS: Existirá alguém mais na história que tenhamos conhecido? (Riso)

ELIAS: Muitos.

CHRIS: Muitos?

ELIAS: Iremos focar-nos nisso mais tarde, mas trata-se apenas de informação trivial, por não ser importante. Vamos atribuir ao Ron uma consideração especial esta noite pela extrema paciência que revela com as essências. Uma excelente reviravolta, por as essências terem exibido uma extrema paciência para com o foco físico! (A rir para o Ron) Continua.

JIM: As outras famílias terão um objectivo diferente? Como pertencemos à Sumafi, um outro grupo familiar, digamos, como a Sumari, poderá apresentar um objectivo diferente, que suplante o... não estou a expressar-me muito bem... o nosso, Sumafi, e aprenda com as outras famílias... a Sumari, sendo aquilo que é, servirá um objectivo diferente, mas também incorporará as outras famílias na sua?

ELIAS: Todas as famílias se entrecruzam. Cada família da essência inclui um objectivo. Todas as famílias da essência incorporam indivíduos que expressam manifestações que alinham por outras famílias, mas que ainda assim alinham pelo objectivo da própria família da essência.

JIM: O nosso é Sumafi.

ELIAS: Exacto. A exposição pode ser diferente. O propósito permanece o mesmo.

JIM: Está bem. Obrigado. Esclarecido.

VICKI: Na visão que o Michael teve das cores durante a primeira metade da nossa sessão, estaria ele em parte a conceptualizar essa informação?

ELIAS: Exacto. (Pausa)

VICKI: Então parece que o Michael se tenha movido como que para um lugar diferente, digamos, uma vez mais, na experiência que teve? Certo?

ELIAS: Exacto. (Pausa)

VICKI: Poderias explicar um pouco mais isso?

ELIAS: Isso (a rir) resulta deste alinhamento das qualidades vibratórias, mas constitui igualmente uma aceitação desse alinhamento. Até ao momento, o Michael não aceitou muito bem esse alinhamento; pelo que bloqueou, não só a outra energia, como também o próprio movimento; passando desse modo a ver-se preso pendurado na sua teia, mas apenas por conceber isso desse modo. Ele permitiu que as probabilidades se pusessem em movimento. Nessa medida, permitiu-se experimentar. Devo dizer que ele se saiu muito bem no cumprimento disso, porque outros indivíduos que usassem o mesmo fenómeno poderiam permitir que grande parte do vosso tempo tivesse decorrido antes de passardes para essa posição; alguns incorporando anos, na consideração do tempo que fazeis.

VICKI: E a experiência pessoal que tive esta semana, ao sentir ter passado por algo sem fazer a menor ideia do quê, ao contactar isso?

ELIAS: O mesmo. Eu estava a dizer-te: Se alinhardes e estabelecerdes uma relação no âmbito da consciência, podeis surpreender-vos; e tu usaste o concelho que te dei. (Pausa)

Vamos avançar para o nosso jogo, por ser um tópico de discussão nesta noite. Podeis incorporar as vossas perguntas e ligações; e tu (a olhar para o Ron) também podes avançar com as tuas perguntas. Eu estou ciente delas.

RON: Eu tinha mais do que uma, mas na verdade quero saber em relação a esta em particular. Eu queria saber, se as probabilidades estão continuamente a mudar e são mutáveis, será possível mudar aquela (essência) de quem nos fragmentamos?

ELIAS: Pergunta bem interessante! Vou-te dizer que não existem sistemas fechados. Por isso, nada é impossível. Todas as coisas são possíveis; mas existe uma diferença entre o facto de todas as coisas serem possíveis e de todas elas serem aplicadas! Vou-te dizer que na realidade é possível. Não é que essa ideia ou conceito não tenha sido imaginado anteriormente, porque foi. Foi decidido não ser actualizado. Estarás a considerar esta como uma primeira vez? (Riso)

RON: Não, só tinha curiosidade.

ELIAS: Teoricamente, sim, seria possível. Na realidade, não foi escolhido. (Pausa) Mas...?

RON: Bom, está bem. Gostava de saber acerca do tipo que encontrei no restaurante local.

ELIAS: (Ri ligeiramente) Eu estava à espera dessa pergunta! Não terás notado que esse indivíduo é interessante?

RON: Bastante!

ELIAS: Dir-te-ei que esse indivíduo constitui a explicação para uma outra pergunta tua, em parte; de saber se podeis manifestar-vos no mesmo período de tempo, na mesma dimensão. Eis aí o teu exemplo!

VICKI: Caramba!

RON: Ena! Dei de caras comigo próprio!

ELIAS: Muito interessante, se considerarmos que o Lawrence conversa com ele próprio todos os dias! (Riso) Mas isso também vai além da ideia, por este indivíduo ser um dos tipos de indivíduos de que falamos por breves momentos, uma vez antes; que não incorpora começo nem fim, somente meio.

VICKI: Como o Will, no livro.

RON: Ah!

ELIAS: Para notares.

RON: Ah, definitivamente dei por isso! Eu conto-vos a história após a sessão, pessoal.

ELIAS: Oraste com demasiada intensidade! Não é necessário tal esforço! Pode ser encarado como uma doidice. Estás a compreender?

RON: Sim, penso que estou.

ELIAS: Dança sem esforço!

RON: Está bem, não vou colocar essa pergunta!

ELIAS: Vamos lá para o nosso jogo! (Pausa)

...

ELIAS: Bom, au revoir! (Riso)

GROUP: Au revoir!

Elias parte às 9:44 da noite.

Nota: Após a sessão, telefonei à Cathy, conforme o acordo que tínhamos estabelecido. Enquanto estava a explicar-lhe as famílias da essência, o Elias irrompeu de novo e pediu o telefone. Essa foi a primeira conversa telefónica que teve. A gravação começa com a Elizabeth a explicar como se utiliza o telefone. Infelizmente, não dispomos da parte correspondente à conversa da Cathy, que de certeza teria sido inestimável, por ela não estar a planear conversar com o Elias!

Assim, Elias irrompe às 10:08 da noite

ELIZABETH: Muito bem, colocas esta parte de encontro ao ouvido. (Elias examina o telefone, a seguir ao que diz...) Boa noite, Shynla! (Pausa) Vou estabelecer uma comunicação contigo muito rapidamente, por estar a experimentar uma enorme antecipação da parte de essências que desejam estabelecer contacto com o Michael. Por isso, o Lawrence poderá explicar-te a sessão que tivemos esta noite, após te ter endereçado os meus cumprimentos. Estás bem? (Pausa) Estás bem? (Pausa) Eu estou a ser cordial! Não será isto que vós dizeis na vossa máquina de falar? (Pausa) Estará o tempo que faz aí aceitável?


Faz bastante frio nesta área do vosso planeta! (Pausa) Desejarás mover probabilidades no sentido de climas mais agradáveis? (Pausa) Não? (Pausa) Ah! Eu disponibilizei-te muita informação esta noite, e tu hás-de reparar, no teu aparelho mecânico, em uma chamada pessoal do Elias para a Shynla também. (Pausa) Não é necessário usar esta maquinaria, mas como precisais escutar de uma forma audível, no foco físico, uma voz fabricada, então podes dispor disto. (Pausa) Não tens que agradecer. Fico a antecipar a tua energia na nossa próxima sessão, conforme também foi empregue esta noite. Obrigado. (Pausa)

Eu reparei. (Pausa) Não tens o que agradecer. Vou-te endereçar um au revoir agora, caso seja aceitável. (Pausa) Ah! Uma pergunta muito rápida! Aceitável. (Pausa) Sim. (Pausa) Exacto. (Pausa) Hás-de manifestar aquilo por que as crenças que tens alinharem. Por isso, se as crenças que tiveres alinharem com a crença em um deus, isso será aquilo que perceberás, conforma referimos nas nossas sessões acerca deste tema da transição, e o que criarás para tua observação e percepção, num alinhamento com as crenças que tiveres. (Pausa) Tem atenção para não seres intrometida. (Pausa) Muito bem. Nesse caso, conversarei contigo numa outra altura do vosso tempo, e vou-te endereçar um au revoir!

(Para o grupo) Boa noite!

GRUPO: Boa noite!

Elias parte às 10:16 da noite

NOTAS DE RODAPÉ:

(1) Recentemente não foram feitas nenhumas notas, mas senti necessidade de explicar o cachimbo, para futuros leitores destas transcrições. O Elias de uma forma bem-humorada tinha solicitado um cachimbo, há uns meses atrás. Por altura do Natal demos-lhe um, no qual segurou, mas jamais fumou. Ele disse que isso entrava em conflito com as crenças da Mary. Obviamente, por fim lá chegou a um acordo com a Mary com respeito a isso, e pediu ao Ron para encher e acender o cachimbo. Pessoalmente, pensei que a visão do Elias a fumar cachimbo era histérica! Bem sei que a Elizabeth se juntou a mim nisso, por poderdes escutar o nosso riso combinado na gravação. Esse incidente constituiu um bom exemplo de como o Elias muda o humor das sessões com tanta facilidade, quando todos ficamos demasiado sérios ou circunspectos. Ele sempre utiliza o humor de um modo bastante singular, por ser uma personalidade da essência bastante singular!

© 1996 Vicki Pendley/Mary Ennis, Direitos Reservados

NOTAS DO TRADUTOR:

A DESCRIÇÃO DAS FAMÍLIAS DA ESSÊNCIA, SEGUNDO SETH

SUMAFI

A Sumafi lida primordialmente com o ensino. O relacionamento que têm com os outros é bom, no geral. Podem ser dotados em qualquer campo, mas o seu interesse primordial reside na transmissão do seu conhecimento ou do de outros. Geralmente, são pois tradicionalistas, apesar de poderem ser brilhantes. De certo modo acham-se igualmente relacionados à Gramada, e à Sumari, por se posicionarem entre o sistema organizado e o artista criativo. Contudo, transmitem originalidade sem a alterarem, por meio das estruturas sociais.

Eu afirmo que eles não alteram a originalidade. É claro que toda e qualquer interpretação de um evento o altera, mas geralmente eles ensinam os discípulos criativamente sem mudarem o conteúdo. Como os historiadores, por exemplo, que transmitem as datas das batalhas, que são quase consideradas como factos imaculados, pelo que no contexto do treino que dispensam, não vêm intenção alguma de questionar a validade de tal informação.

Na Idade Média, eles copiavam fielmente manuscritos. De certo modo são depositários. Uma vez mais, existem infinitas variações. Muitos professores de musica ou de arte pertencem a essa categoria, onde as artes são ensinadas com um anelo pela excelência, uma acentuação na técnica – na qual o artista, que frequentemente é Sumari (apesar de nem sempre ser o caso, certamente) pode aplicar a sua criatividade.

MILUMET

A família Milumet é composta pelos místicos. Quase toda a sua energia é dirigida de qualquer forma para dentro, sem levar em conta a possibilidade da experiência ser interpretada nos termos habituais ou não. Essa gente, por exemplo, pode ser completamente desconhecida, e geralmente é, por que por regra não se preocupam nem um pouco em explicar as suas actividades interiores aos outros, nem, aliás, a eles próprios. Eles são verdadeiramente inocentes e espirituais. Podem ser subdesenvolvidos intelectualmente, pelos padrões reconhecidos, mas isso deve-se simplesmente ao facto de não dirigirem o seu intelecto para o foco físico.

Aqueles que pertencem a essa família não se situarão em nenhuma posição de autoridade, geralmente, por não se concentrarem tanto nos dados físicos específicos. Contudo, eles podem ser descobertos na vossa nação precisamente onde não esperais encontrá-los: em qualquer linha de montagem que requeiram simples actos repetitivos – nas fábricas que não exijam que sejam velozes. Assim, geralmente escolhem países menos industrializados, e possuidores de um ritmo menos acelerado. Possuem maneirismos simples, directos, infantis, e podem parecer estúpidos. Não se incomodam com as convenções.

Estranhamente, no entanto, podem tornar-se excelentes pais, em particular em sociedades menos complicadas do que a vossa. Nos vossos termos, eles são primitivos onde quer que apareçam. Contudo encontram-se profundamente envolvidos com a natureza, e nesse aspecto acham-se muito mais em sintonia psiquicamente do que a maioria dos outros.

As suas experiências provadas são geralmente do tipo mais aventureiro, e nesse nível ajudam a nutrir a psique da humanidade.

GRAMADA

A família Gramada é especializada na organização. Às vezes, os seus membros seguem imediatamente após uma mudança social de carácter revolucionário. Todavia, as suas tendências organizacionais expressam-se em qualquer área da vida. Eles encontram-se por detrás das escolas de arte, por exemplo, embora eles próprios possam não ser artistas. Podem criar faculdades, apesar de poderem não ser académicos.

Os fundadores de enormes negócios geralmente pertencem a esta família, como pertencem alguns políticos e homens de estado. Eles são activos, vigorosos e criativamente agressivos. Eles sabem ordenar as ideias dos outros. Frequentemente unem escolas de pensamento que se acham em conflito numa estrutura mais ou menos unificada. São, pois, frequentemente os fundadores de sistemas sociais. Na maioria dos casos, por exemplo, os vossos hospitais, escolas e religiões, enquanto organizações que são, são iniciados e frequentemente mantidos por esse grupo.

Essa gente possui excelentes habilidades em reunir conceitos solitários que de outro modo poderiam ficar pelo caminho. Eles são organizadores de energia, dirigida para estruturas efectivas sociais. Eles costumam estabelecer governos razoavelmente estáveis, escolas, fraternidades, apesar de não darem início às ideias que se encontram por detrás de tais estruturas.

SUMARI

Os Sumari são brincalhões natos – inventores, e relativamente irrestritos. Contudo, são impacientes. Descobri-los-eis nas artes e nas ciências menos convencionais.

Os Sumari são indisciplinados, e em certos termos contrários às autoridades, e cheios de energia. Geralmente são individualistas, e são contra os sistemas de todo o tipo. Todavia, não são reformistas natos. Não insistem em que toda a gente deva acreditar nas suas ideias, mas são teimosos ao insistir no direito de acreditar nas suas próprias ideias, e evitarão qualquer coerção.

Pode haver lugar à manifestação de uma intenção Sumari excessiva, ponderada ou simplesmente obstinada se não tiverem aprendido a usar a sua criatividade de forma graciosa, ou com alegria. Contudo, essa utilização lúdica da capacidade deverá ser o seu objectivo. Em períodos particulares da história, segundo os vossos termos, diferentes famílias poderão apresentar predominância
Os grupos psíquicos, no entanto, sobrepõem-se aos físicos e nacionais. Os Sumari são extremamente independentes, por exemplo, e por regra não os encontrareis nascidos em nações governadas por ditaduras. Quando surgem, o seu trabalho pode emitir uma faísca que produza mudanças, mas eles raramente assumem uma acção política conjunta. A sua criatividade revela-se demasiado ameaçadora para tal sociedade.

No entanto, os Sumari são práticos ao suscitarem visões criativas na realidade física, e procuram viver as suas vidas de acordo com elas. São iniciadores, contudo fazem poucas tentativas para preservar as organizações, mesmo aquelas que sentem ser muito benéficas. Não são infratores por desígnio nem intenção. Não são reformadores no sentido mais restrito do termo, contudo o seu trabalho jovial frequentemente termina por reformar a sociedade ou a cultura. Eles são dados a isso, mas também no seu sentido mais amplo, tentam erguer uma “arte de viver”, por exemplo. Eles fizeram parte da maioria das civilizações, embora eles tivessem aparecido menos no período da Idade Média compreendido entre 476 e 450 dC. Geralmente surgem com toda a força antes de grandes mudanças sociais. Outros podem erguer estruturas sociais a partir, por exemplo... mas os próprios Sumari, conquanto se satisfaçam com o seu trabalho não costumam ser capazes de sentir qualquer sentido intuitivo de pertença em relação a qualquer grupo estruturado.

Não existe relação nenhuma entre as famílias da consciência e as características corporais, contudo. Muitos dos Sumari escolhem nascer na Primavera, mas nem todos quantos nascem na Primavera são Sumari, e nenhuma regra geral se aplica a isso. Também têm um gosto por determinadas raças, mas uma vez mais, nenhuma regra específica se aplica. Muitos dos Irlandeses, Judeus, Espanhóis, e alguns membros em menor número dos franceses, por exemplo, são Sumari – apesar de aparecerem em todas as raças.

Em geral, a América não tem sido uma nação Sumari, e tampouco o têm sido as nações Escandinavas ou a Inglaterra. Falando em termos psíquicos, Os Sumari frequentemente organizam muito bem a existência em que surgem como uma minoria – numa democracia, digamos, de modo que possam trabalhar na sua arte numa situação política razoavelmente estável. Não se interessam pelo governo, contudo contam com ele nessa medida. São aptos em tornar-se autossuficientes nesse âmbito. As suas habilidades artísticas reconhecidas podem predominar assim como podem ser reduzidas ao mínimo.

A Sumari consiste num estado de espírito, uma inclinação do ser. Eles não são combatentes, nem defendem a violência pelo derrube de governos ou dos bons costumes. Acreditam na criatividade da mudança que se dá naturalmente.

No entanto, fazem frequentemente parte das culturas secretas simplesmente por raramente serem conformistas. Um Sumari sente-se bastante desconfortável enquanto membro de alguma aventura ampla comercial, em particular se o trabalho envolver alguma rotina habitual ou enfadonha. Eles não se sentem felizes nas linhas de montagem. Gostam de brincar com os detalhes – ou de os utilizar com propósitos criativos. Em, geral eles passar de um trabalho ou profissão a outra por essa razão.

Se começardes a olhar para a vossa natureza, e sentirdes intuitivamente ser Sumafis, nesse caso devíeis buscar uma posição em que possais utilizar a vossa criatividade inventiva. Os Sumari sentem prazer com as teorias matemáticas, por exemplo, no entanto dão péssimos contabilistas. Nas artes, o Picasso era um Sumari. Muitos artistas são Sumari, raramente os encontrareis na política. Geralmente  também não são historiadores.

Há poucos seja em que posição for dentro das organizações religiosas. Por causa dos seus sentimentos de autoconfiança, no entanto, podeis encontrá-los como lavradores a trabalhar intuitivamente a terra. Eles acham-se equitativamente distribuídos por ambos os sexos. No entanto, na vossa sociedade, até recentemente, as qualidades Sumari no masculino foram em certa medida desaprovadas.

Geralmente, os Sumari têm a capacidade de ir emocionalmente ao encontro dos outros e de estabelecer empatia com eles. Em certa medida, esse sentimento pela humanidade frequentemente serve de ímpeto para o trabalho criativo. Muitos deles também possuem um sentido místico de ligação com a natureza. Ao mesmo tempo podem tender a isolar-se ligeiramente, e sentem vontade de trabalhar na solidão. Assim, várias características aparentemente contraditórias podem-se apresentar. Um Sumari pode ter relações pessoais profundamente gratificantes. Outro poderá achar as amizades uma distracção. Um Sumari pode sentir prazer com a execução em frente a um auditório, enquanto outro pode nem sequer ser capaz de suportar a ideia. Uma vez que cada pessoa é única, as várias características Sumari surgirão de modo bastante variado. Alguns vivem em cidades, desfrutando da proximidade emocional dos outros, contentes com uns vasos de flores como lembrete da beleza da natureza. Outro poderá ter uma quinta. Na maioria dos casos, contudo, a inclinação da consciência é primariamente criativa.

ZULI
O grupo Zuli acha-se principalmente envolvido com a realização de actividades corporais. Eles são os atletas. Seja em que campo for, eles devotam-se ao aperfeiçoamento das capacidades corporais, que noutros permanecem em estado latente
Até certa medida eles servem de modelos físicos. A criatividade da criatura é demonstrada por meio da beleza, da velocidade, da elegância, e do desempenho do próprio corpo. Até certo ponto, essa gente é perfeccionista, e nas suas actividades há sempre indícios de super conquistas, como se mesmo fisicamente a espécie tentasse suplantar-se. Os membros dessa família na realidade servem para destacar a capacidade de realização da carne – mesmo como por exemplo, os grandes artistas Sumari podem fornecer pistas quanto às capacidades artísticas inerentes mas não utilizadas, na espécie como um todo. Os membros desse grupo lidam, pois, com o desempenho. Eles são os praticantes físicos. Também são os amantes da beleza tal como é expressada corporalmente.

Membros dessa família podem muitas vezes servir de modelo para o artista ou para o escritor, mas geralmente, eles próprios transmitem a sua energia por intermédio das artes e do desempenho físicos. Nos vossos termos unicamente, e falando em termos históricos, eles muitas vezes apareceram nos começos das civilizações, onde a manipulação corporal directa e o ambiente era de suprema importância. Então, as reacções físicas normais eram simplesmente mais velozes do que são actualmente, enquanto mesmo o relaxamento corporal normal era mais profundo e mais completo.

BORLEDIM

A família Borledim lida primordialmente com a maternidade e a paternidade. Eles são os pais terrenos naturais. Quero dizer, possuem a capacidade de produzirem crianças que de um certo ponto de vista possuem certas características excelentes. Os filhos possuem mentes brilhantes, corpos saudáveis e emoções fortes e claras.

Enquanto muitos operam em áreas específicas, e desenvolvem o intelecto, por exemplo, ou as emoções ou o corpo, esses pais e filhos produzem uma prole em que mantêm um equilíbrio excelente. Nenhum aspecto da mente ou do corpo é desenvolvido às custas de um outro.

As personalidades possuem uma resistência elevada tanto mental quanto física, e prestam-se a um firme stock terreno. Preciso não será dizer que membros de uma família frequentemente se casam noutras famílias. É claro que o mesmo se passa aqui. Quando isso ocorre, é inserida uma nova estabilidade, por esta família em particular agir como uma fonte de stock que fornece vigor físico e mental. Falando em termos físicos, é frequente essa gente ter muitos filhos, e geralmente a prole dá-se bem em qualquer área do viver que escolha. Falando em termos biológicos, eles possuem certas qualidades que anulam os códigos “negativos” nos genes. Geralmente são pessoas bastante saudáveis, e casamentos nesse grupo podem automaticamente pôr termos a gerações de chamadas fraquezas hereditárias.

Assim, essa gente acredita na bondade natural do sexo, do corpo, e da unidade familiar – contudo tais atributos são compreendidos na sociedade física a que pertencem. Como regra, possuem uma espontaneidade encantadora, todavia, e todas as suas habilidades criadoras vão no sentido do grupo familiar, e da produção de filhos. Esses não são pais rígidos, ainda que sigam cegamente as convenções, mas pais que encaram a vida familiar como um excelente acto de criatividade artística e os filhos como obras-primas em carne e osso. Longe de estragar os filhos com um excesso de protecção, eles enviam jovialmente os filhos para o mundo, com conhecimento de que nos próprios termos as obras-primas devem completar-se a si próprias, e que terão ajudado com uma primeira mão (termo alusivo à pintura).

Os Borledim são o stock que até agora sempre tratou de prover à vossa espécie uma continuidade independente das catástrofes, e encontram-se mais ou menos distribuídos de forma equalitaria por todo o planeta e por todas as nações. Eles são mais como os Sumari. Sentem o mesmo amor pelas artes e as mesmas atitudes gerais. No geral buscam situações políticas estáveis para criar a sua prole, do mesmo modo que os Sumari fazem em relação à sua arte. Contudo, exigem uma certa dose de liberdade para os filhos, conquanto não sejam activistas políticos, à semelhança dos Sumari, as suas ideias ganham proeminência antes de grandes alterações sociais, e ajudam a dar-lhes início. A grande diferença assenta no facto da Sumari lidar primordialmente com a criatividade e as artes, e frequentemente subordinar a vida familiar, ao passo que esta família pensa na descendência como uma arte viva; tudo o mais é subordinado a tal “ideal”.

A Sumari geralmente fornece uma herança cultural, espiritual ou artística à espécie. Esta família (Borledim) provê um stock terreno bastante equilibrado – uma herança em termos de indivíduos. Esta gente é afável, engraçada, divertida, repletas duma compaixão viva, mas demasiado sensata para sentir o tipo de compaixão “pervertida” que alimenta os pontos fracos dos outros.

Um artista tem a esperança dos seus quadros serem bons – ou, se quiserem perdoar o ditado - pelo menos devia ter. Essa gente tem a esperança de que os filhos sejam sensatos, saudáveis, espiritualmente vivos, de modo que o são. Haveis de encontrar membros da família Borledim em quase todas as ocupações, mas o interesse principal cairá na unidade familiar.

Os pais não se sacrificam em prole dos seus filhos. Eles compreendem demasiado bem o fardo que assenta em tal descendência. E, vez disso, os pais contêm o seu próprio sentido de clareza de identidade e as suas características individuais, e servem com um exemplo óbvio de adultos adoráveis e independentes para os filhos.

ILDA

A família Ilda é composta pelos “permutadores”. Eles lidam primordialmente com o imenso jogo da troca e do intercâmbio de ideias, produtos, conceitos políticos e sociais. São os viajantes, que carregam consigo ideias de um país a outro, misturando culturas, religiões, atitudes e estruturas políticas. São exploradores, mercadores, soldados, missionários, marinheiros. Geralmente são membros das cruzadas
Ao longo das eras, eles serviram como propagadores de ideias, e de assimiladores. Eles aparecem por toda a parte. Foram piratas assim como escravos, falando em termos históricos. Eles acham-se primordialmente envolvidos em mudanças sociais. No vosso tempo podem ser diplomatas, conforme no passado o foram. As suas características são geralmente aquelas dos aventureiros. Muito raramente vivem eles num lugar por muito tempo, apesar de poderem, caso a sua ocupação lide com produtos de uma outra terra. Individualmente, podem parecer altamente diversificados por natureza, uns dos outros, mas não os encontrareis por regra nas universidades como professores. No entanto podeis descobri-los como arqueólogos de campo.

Um bom número de vendedores pertence a essa categoria. Nos vossos termos, podem ser cosmopolitas, e frequentemente ricos, pelo que as viagens frequentes se tornam possíveis. Por outro lado, no entanto, em certos quadros, um humilde comerciante de um pequeno país que atravessa províncias vizinhas também pode pertencer a essa família. Esse é um grupo de gente animada, conversadora, imaginativa, e geralmente simpática. Eles interessam-se pelo exterior das coisas, pelos costumes sociais, pelo mercado, pelas ideias correntes populares religiosas ou políticas. E eles espalham isso por diferentes lugares. São os portadores das sementes, tanto literal como figurativamente.

Eles podem ser vigaristas que vendam produtos supostamente dotados de poderes miraculosos, cegando a população local com os seus ares citadinos. Contudo, mesmo assim, eles os trarão com a aura de ideias diferentes, inserindo conceitos em áreas fechadas com que outros já se encontram familiarizados
Os membros dessa família da consciência fornecem frequentes novas opções. Eles podem ser cientistas, ou o estrito tipo de missionários convencionais que vão para terras estranhas no vosso tempo presente; são por vezes Indianos (ou seja, habitantes da Índia), ou Africanos, Árabes, que viajam para as vossas civilizações. Eles contribuem para o enorme fluxo de comunicação. Podem ser emocionais em vez de intelectuais, conforme entendeis esses termos, mas são inquietos, e geralmente encontram-se em movimento. Também podem ser actores.

No passado alguns foram grandes cortesãos, e mesmo quando não eram capazes de viajar fisicamente, eles encontravam-se no centro da comunicação – ou seja, uma parte da vida na corte, ou envolvidos com diplomatas que viajavam.

Muitos dos cortesãos que regiam os salões da Europa pertenciam a essa categoria. As cruzadas envolveram um enorme movimento dessa família, no qual o comércio e a troca, e a troca de ideias políticas eram muito mais importantes do que os aspectos religiosos. Alguns membros dessa família serviram de iniciadores de novas ordens da Igreja, no passado – os jesuítas do mundo, por exemplo, e alguns dos papas mais sofisticados, que tinham um bom olho para o comércio e a riqueza. Essa gente pode ser boa apreciadora de arte fina, mas geralmente devido ao seu valor comercial.

Agora, muitas vezes podeis encontrá-los nos departamentos governamentais, nas áreas que envolvem viagens, ou nas finanças. Frequentemente eles gostam da intriga. Em todo o caso, eles misturam os costumes.

VOLD

Aqueles que pertencem ao grupo Vold são primordialmente os reformadores. Possuem excelentes habilidades de precognição, o que obviamente significa que pelo menos inconscientemente entendem o movimento das probabilidades. Eles são capazes de trabalhar seja em que campo for. Nos vossos termos, é como se percebessem as movimentações futuras ou a direcção de uma ideia, de um conceito, ou de uma estrutura. Em seguida trabalham com toda a sua mente para trazer essa probabilidade à realidade física.

Nos termos convencionais podem parecer ser grandes activistas e revolucionários, assim como poderão parecer sonhadores impraticáveis. Podem deixar-se possuir por uma ideia de mudança e de alteração, e sentir-se pelo menos impelidos ou obrigados a tornar essa ideia numa realidade. Por regra desempenham um serviço criativo, por as organizações políticas e sociais poderem muitas vezes estagnar, e deixar de servir os propósitos das amplas massas de pessoas envolvidas. Membros dessa família podem igualmente dar início a revoluções religiosas, é claro. Por regra, contudo, eles têm um propósito em mente: mudar o status quo seja em que área for do interesse primário.
Torna-se já fácil perceber como os objectivos dessas variadas famílias se podem entrecruzar, como podem complementar-se umas às outras, assim como entrar em conflito. Contudo, em todo o caso, operam como sistemas de controlo e de contrapeso criativos.

TUMOLD

A família Tumold está primordialmente votada à cura. Isso não significa que essa gente não possa ser criativa, ou não possam ser organizadores, ou professores, mas a inclinação primária da sua consciência deverá dirigir-se para a cura. Podeis encontrá-los como médicos e enfermeiros, enquanto normalmente não são administradores hospitalares. No entanto, podem ser psíquicos, trabalhadores sociais, psicólogos, artistas, assim como nas religiões. Podem trabalhar em lojas de flores. Podem trabalhar em linhas de montagem, a esse respeito, mas nesse caso serão curadores por intenção ou temperamento.

Eu refiro várias profissões ou ocupações a fim de fornecer exemplos claros, mas um garagista pode pertencer a esse grupo assim como a qualquer grupo. Nesse caso, o garagista exercerá um efeito terapêutico nos clientes, e há-de concertar mais do que carros.

Os curadores podem igualmente surgir como políticos, no entanto, curando psiquicamente as feridas da nação. Um artista de qualquer tipo, cujo trabalho se destine primordialmente à ajuda, também se enquadra nessa categoria. Haveis de encontrar alguns chefes de estado – em particular no passado – certos membros de famílias reais que também pertenciam a esse grupo.


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