terça-feira, 24 de abril de 2012

GENÉTICA - FOCOS





"Genética/Focos"
SESSÃO #174
Sábado, 17 de Maio de 1997 (Pública) © 1997
Tradução: Amadeu Duarte

Participantes: Mary (Michael), Vicki (Lawrence), Ron (Olivia), Carole (Aileen), Norm (Stephen), Reta (Dehl), e dez novos participantes, Mary Jane (Kaileen), Charles (Darius), Carol, Pam, Madelon, Janet, Tony, Molli, Joan, e o Roy. (O nome do Charles será abreviado para CHRLS)
Gostaríamos de agradecer ao Norm e à Reta por terem posto a sua casa à nossa disposição e nos terem convidado para o que consideramos como a nossa segunda sessão pública.
Elias chega às 3:24 da tarde. (O tempo de chagada é de trinta segundos)

ELIAS: Boa tarde. As boas-vindas a todas as novas essências aqui presentes neste dia! (A sorrir) Vamos investigar informação relacionada com a vossa genética, em continuação da introdução que já foi oferecida. Hoje vou-me focar na relação que os vossos focos têm com a vossa presente manifestação com que vos identificais presentemente neste momento. (O Elias designa uma “vida” por “foco”)

Muitos falam de vidas reincarnatórias. Eu acho essa terminologia inadequada, por todos os vossos focos existirem em simultâneo. Apenas parecem não existir em simultâneo na identificação que fazeis dos momentos sucessivos que inscreveis na linearidade do tempo. Nesta dimensão, tendes uma compreensão do tempo enquadrada num certo tipo de definição. Na realidade, todos os focos da essência que tendes estão a ocorrer neste presente momento. Isso compreende tudo o que subentendeis por focos passados, assim como focos futuros. Eles são importantes para o vosso presente, por vos estarem a influenciar neste momento.

Eu comecei a falar da genética como uma escolha relativa ao alinhamento que definis. Ao vos manifestardes fisicamente nesta dimensão, há muitos elementos por que escolheis alinhar. Na vossa maneira de pensar, esse é um processo extremamente complicado. Vós não só escolheis os pais por intermédio de quem desejais manifestar-vos. Também procedeis a uma identificação de códigos genéticos físicos que tenham sido aceites na linhagem estabelecida da família focada no físico. Também incluís os vossos próprios códigos genéticos, estabelecidos ao longo de todos os vossos focos. Por isso, podeis experimentar numa vida um elemento qualquer que se possa desenvolver que pareça ser estranho à herança genética da vossa família.

Um indivíduo pode manifestar num foco particular uma enfermidade que para as vossas ciências pode não apresentar explicação, por que examinando a história da família ao longo das gerações, parecerá não existir qualquer indício dessa enfermidade na hereditariedade. Podeis carregar as mensagens geneticamente codificadas em cada foco. Por isso, podeis manifestar elementos num foco que parecerão inconsistentes com a herança desse foco particular. Eu declarei previamente que geralmente, não sempre mas na maior parte, escolheis manifestar-vos dentro do mesmo tipo físico. Podeis escolher variações, mas geralmente manifestais-vos nesta dimensão e neste foco físico com o mesmo tipo generalizado de expressão corporal. Também carregais o mesmo tipo de elementos genéticos. Isso não prevalece na totalidade, por poderdes escolher em qualquer foco desviar-vos disso, e em casos extremos. Conforme afirmei, isto é uma generalização.

Em certa medida é válido ter consciência dos elementos pertencentes aos vossos outros focos à medida que vos estais a aproximar da vossa mudança. Ao vos aproximardes da vossa mudança na consciência, muitos mais elementos subjectivos deverão tornar-se-vos óbvios. Haveis de incorporar muitos mais trespasses subjectivos. Consequentemente, torna-se-vos válido ter uma compreensão dos vossos outros focos, por eles influenciarem o presente foco. Eles influenciam este foco não somente fisicamente, como também influenciam este foco emocionalmente. Esta dimensão do enfoque físico em que escolhestes manifestar-vos está baseada na experiência emocional. Por isso, esse é um elemento de extrema importância, destinado à vossa experiência.

O vosso estado emocional neste foco particular comporta igualmente influências provenientes dos vossos outros focos. Nessa medida, os medos que abrigais nesta dimensão e neste foco particular são igualmente influenciados por temores que tendes noutros focos desta dimensão. Eu especifico isso, por terdes focos da essência em muitas dimensões. Vós não estais unicamente manifestados nesta dimensão particular e foco físico. Existem incontáveis focos físicos a ocupar a mesma disposição de espaço. Os focos que influenciam este, o qual reconheceis como vós, são aqueles que se situam igualmente nesta dimensão. Isso não quer dizer que alguns dos outros focos que tendes em outras dimensões não trespassem ou não vos influenciem, por que influenciam; mas na maior parte, a vossa codificação limita-se a uma só dimensão. Por isso possuís um quadro de referências subjectivas para poderdes funcionar eficientemente nesta dimensão.

Podeis escolher muitas manifestações nesta dimensão, e podeis ter vindo a admitir recentemente algum trespasse de informação para a vossa consciência objectiva. Essa ocorrência traduz-se por uma acção natural que acontece presentemente por vos estardes a aproximar da vossa mudança inerente à consciência. Esta mudança permitir-vos-á uma maior consciência do que aquela que incorporaste ao longo de toda a vossa história à face deste planeta. Falamos de reduzir ou eliminar o trauma que pode ser empregue nesta mudança da consciência. Muitos não compreendem o que possivelmente poderá criar trauma com respeito a esta mudança. Eu afirmo-vos que à medida que permitis que uma maior informação subjectiva se torne objectivamente conhecida, isso se torna muito confuso; por essa informação subjectiva não se enquadrar no contexto da vossa realidade aceite. Vós não estais só a mudar pequenos elementos da vossa realidade no âmbito da acção desta mudança. Estais a mudar essencialmente a vossa realidade manifesta inteira nesta dimensão; por virdes a abordar toda essa realidade de um modo diferente à medida que incorporais muito mais actividade subjectiva. É-vos bastante óbvio a todos que o movimento no que classificais como actividade psíquica está a crescer exponencialmente. Isso tem continuidade numa base do dia-a-dia, e todos cedeis energia à continuação desse movimento que está a alterar e a mudar a consciência do vosso globo. Isso não está limitado a uma pequena área. Isso abrange o vosso planeta inteiro.

Caso não permitísseis a vós próprios a informação relativa à actividade subjectiva e a compreensão de que isso também é um elemento vosso e de que sois muito mais do que aquilo que percebeis ao espelho como uma entidade física, estaríeis a experimentar muito conflito com a confusão da informação que deverá discorrer. Vós escolhestes essa acção colectivamente. Por isso, a informação virá a discorrer. Haveis de ter experiências de interacção com indivíduos que se encontram no estado de transição. Haveis de entrar em contacto com informação dos vossos próprios focos da essência. Haveis de vir a reconhecer que tudo ao vosso redor é criação vossa, e que além disso, não é tão sólido quanto o percebeis! Também vos podeis surpreender com as vossas próprias capacidades de manipular as energias de formas que antes poderiam parecer impossíveis.

Outros focos estão presentemente a ceder-vos energia no âmbito do movimento e realização desta mudança; razão por que, futura e presentemente, devereis deparar-vos com mais sistemas de crenças. Eles deverão vir a tornar-se mais óbvios para vós; por no âmbito desta mudança terdes escolhido aceitar as crenças e reconhecer a sua existência nos focos físicos, mas também terdes reconhecido que elas não passam de crenças. Eles não detêm poder a menos que lhos atribuais. Nessa medida, à medida que avançais rumo à realização da vossa mudança vireis a experimentar muito menos conflito e o que encarais como tensão, por virdes a compreender que essas crenças que abrigais não são verdades. São crenças. Elas podem servir-vos, assim como também poderão não vos servir. Elas não vos ditam.

(A sorrir) Devo referir que estamos cientes de uma variedade interessante de energia neste fórum, hoje! Vou-vos permitir um intervalo, e quando voltarmos podereis colocar as vossas perguntas.

INTERVALO

ELIAS: Antes de me abrir às perguntas que todos tendes, gostaria de me focar nos vossos focos. Vamos rapidamente desviar-nos por um instante para explorar alguns dos vossos focos que podem influenciar o presente momento de modo que possais incorporar essa informação de uma forma útil para a vossa actual experiência nos começos desta mudança. (Pausa)

(Para a Moli) Esta essência detém um foco, que encara como passado, em regiões da Europa. Esse foi um foco frágil da essência, direccionado para a experiência daqueles elementos da pobreza e da doença que contribui para o presente foco com um sentido de compaixão pelos outros. Verás que outros focos da tua essência estão a contribuir com energia para este foco com que te identificas.

(Para o Toni) Esta essência identifica-se com a força e o controlo; ocorrendo isso na identificação de elementos históricos ligados aos Gregos. Muito orgulho foi agregado nesse foco em particular, o que contribui para as crenças subjacentes a este foco. Subsistem elementos ligados ao problema do controlo que poderás desejar suplantar. Reconhece que subjacente a isso está a influência proveniente de um outro foco, o qual não precisas necessariamente incorporar no presente momento nem nesta identidade.

(Para a Madelon) Campesinato, por alturas das pirâmides. Presentemente esse foco contribui para uma identificação de um apreço pela terra, pela natureza e pelos elementos.

Afirmo-vos que geralmente não me foco nessa área, mas como isto se presta à informação relativa ao tema de hoje, optei por vos facultar pequenos volumes de informação para vos identificardes e a todos os vossos aspectos, por ser tudo aspectos vossos. Isso ser-vos-á útil na ajuda que vos facultará a ver-vos a vós próprios como mais do que uma entidade física que encarais em termos físicos, por serdes mais do que um aspecto, apesar de somente encarardes uma manifestação.

(Para a Pam) Ah! Elementos de feitiçaria no que designais na vossa história como o período medieval; incursões na magia da terra e tentativa de contactar elementos não físicos da existência. Igualmente um reconhecimento de outras manifestações físicas, o que não era completamente aceitável na expressão na altura; não estava muito na moda andar a dar conta de encontros com alienígenas (riso) por altura do época medieval! Isso presta-se a uma abertura neste foco particular, em reconhecimento da presente mudança de consciência.

(Para o Roy e a Joan) Uma ligação destes indivíduos num foco futuro; na ideia que fazeis, envolvidos no desenvolvimento de um sistema de energia mais eficiente no vosso planeta; isso é no período de tempo da vossa nova cidade que estais presentemente a criar, que também se manifesta presentemente no vosso futuro. Estes indivíduos são contrapartes, e também cedem energia para esta mudança da consciência.

(Para a Carol) Índio; apesar de ter consciência de ser uma terminologia incorrecta, por poderdes agora expressar o termo de Nativo Americano. Esse foco cede energia ao actual presente através de um desejo de buscar informação que te ajude no que encaras como espiritualidade; um reconhecimento de todos os elementos como um.

(Para a Mary Jane, a sorrir) Uma confusão neste foco físico em particular através do apego a objectos relacionados com a cultura. Tu não tens um foco na localidade que identificais como Japão, mas tens um foco no que localizais como China. Nessa medida, existiu um relacionamento com ancestrais com um indivíduo que é chamado Peter neste fórum. Poderás investigar isso se o preferires; sendo esse foco igualmente um que envolve o campesinato, apesar de ser uma experiência de conforto, e de também se enquadrar no objectivo Sumafi, como o de um detentor de conhecimento.

(Para o Charles) Este indivíduo detém um foco no vosso presente local designado por Rússia, na qualidade de instructor. Isso é bastante ancestral, nos vossos termos, aquele que afecta o teu presente foco; foco esse que se situa num local da Sibéria que se acha bastante ligado ao trabalho com o metal; ouro. O alinhamento que tem o actual foco traduzir-se-á por aquele movimento de penetração na área dos elementos não físicos; um desejo de explorar os elementos da transição no foco físico ao contrário da transição no âmbito da acção no foco não físico. Nesse foco ou vida, conforme optais por o designar, esse trabalhador de metal também sente um fascínio pelas constelações estelares que influenciavam as elaborações mentais sobre as existências não físicas; aquilo que podeis encarar como os domínios celestes. Neste presente foco tornou-se num interesse que se prende com o elemento da transição, e a acção não física que é passível de ser traduzida no foco físico.

(Para o Norm) Nativo no que agora designais por Nova Guiné. Este indivíduo procede a explorações no âmbito dos aspectos físicos duma existência bastante primitiva, mas isso também trespassa para a presente existência que reconheces. Nesse outro indivíduo, há pouca preocupação por elementos relativos á existência não física. A busca, por assim dizer, vai no sentido da identificação de todos os elementos da existência física, desse modo facultando uma compreensão das mecânicas.

(Para a Reta) Local da América do Sul; o que influencia crenças no actual presente deste foco. Nesse outro foco também te manifestaste no feminino, e tens muitos filhos; numa pequena aldeia com pouca afluência material. Isso influencia o actual presente através de um desejo e movimento na direcção relativa aos filhos, por meio da manifestação do que encaras como acomodações adequadas nesta vida. O foco é fortemente influenciado na área dos catraios, em relação a esse foco Sul-americano.

(Para a Carole) Um foco centrado em elementos bastante estritos da era Vitoriana. Isso afecta quase como uma acção de contraparte de ti própria, no que encaras como termos contrários, deste foco; reconhece neste foco essas crenças e a permissão de um movimento no que definis como direcção oposta. Nessa medida, fica ciente de que não empregas o vigor subjacente a essas crenças na direcção oposta que o pêndulo apresenta.

(Para Janet) Outro cigano, um que explorou de um modo bastante colorido um foco dotado do objectivo de comunicar com os mais variados indivíduos; o que contribui para este foco actual por uma tolerância de muitos tipos diferentes de indivíduos e das suas expressões, permitindo uma interacção fácil com muitos indivíduos. Alcançaste uma enorme aceitação neste foco.

Cada um de vós poderá constatar aspectos de si mesmo nesta informação, e poderá incorporar uma maior compreensão daquilo que vos influencia e vos auxilia e vos motiva. Também é vantajoso que encareis todos os aspectos do Eu, por eles cederem todos energia ao propósito que abrigais em cada foco. O propósito que tendes em cada foco individual não é sempre o mesmo; mas como todas as coisas se acham ligadas, como a energia toda não pode ser separada, tudo se presta ao benefício para com todas as coisas. É com muita frequência encarado ou pensado que os vossos outros focos possam estar a influenciar negativamente o vosso foco presente sem a vossa permissão. Isso está errado. Não sois vítimas do conflito que tendes nos outros focos. É-vos cedida energia a partir dos vossos outros focos a fim de realizardes o objectivo que tendes neste foco, e de modo análogo este foco presta-se pela energia que cede a todos os outros focos na realização dos seus intentos.

Vou-vos dar a oportunidade de colocardes as vossas perguntas, se o preferirdes.

JOAN: Por vezes falam destes tempos como os tempos finais. Poderias abordar isso? Tu referes que estamos a passar por uma mudança transicional. De que modo iremos experimentar isso? Estou ciente de não se tratar do fim do mundo conforme o conhecemos, mas vai ocorrer uma mudança. Talvez possas intuir o objectivo por detrás da minha pergunta. De que modo viremos a experimentar a vida?

ELIAS: Estais a chegar ao que podeis encarar como o termo da vossa era religiosa. Criastes uma era religiosa na vossa história que actualmente não mais serve os vossos propósitos. Por isso percebeis estar a desejar expandir-vos no âmbito da consciência para uma área mais ampla que abranja a consciência no foco físico.

Ora bem; nas crenças religiosas de muitas das vossas religiões terrenas, é referido que atingireis um ponto em que ocorrerá um evento cataclísmico. Isso não é necessário; sendo essa a razão por que estais a assistir à oferta de informação por parte de essências, assim como por vós, a fim de vos lembrar que isso são crenças.

Agora; podeis optar por criar catástrofes se cederdes energia a essas crenças. Por isso, eu assim como muitos outros dirigimo-nos a vós, a fim de vos recordar ser desnecessário criar tal devastação para criardes de novo. Podeis expandir-vos e criar um novo elemento na consciência sem também criardes aquilo que profetizastes no contexto das vossas crenças religiosas. Não é necessário. Isso também compete às vossas escolhas. Podeis optar por manifestar devastação se colectivamente isso se enquadrar no vosso objectivo e na vossa opção por drama, assim como podereis escolher no âmbito da acção desta mudança de consciência ceder energia uns aos outros e dissipar o movimento da energia que possa provocar efeitos desastrosos.

RETA: Poderás expandir a razão por que nos encontramos aqui, por que teremos optado por vir aqui obter esta informação, para nos expandirmos com esse elemento positivo? Poderias aprofundar isso?

ELIAS: Cada um de vós está a tomar parte nos esforços que empreende no âmbito da consciência, e a afectar a consciência toda no sentido de um à-vontade de movimentos no elemento desta mudança.

Muitos poderão interpretar a acção do trespasse subjectivo no contexto das crenças presentes que abrigam. Conforme declarei, ocorrerão trepasses. Já podeis constatar a evidência disso. À medida que esses trespasses se tornam mais frequentes e mais óbvios para vós, também levarão as pessoas a questionar-se no âmbito das vossas crenças psicológicas e religiosas. As pessoas podem acreditar estar a perder a sanidade. Também poderão encarar a sua situação como casos de possessão por demónios, por alinharem pelas suas crenças. Isso na realidade não são estimativas exactas do que tem lugar. São apenas indicações de acção subjectiva que se estão a tornar mais objectivas, e nisso reside a questão.


Escolhestes conceder a vós próprios uma liberdade maior na criatividade. Consequentemente, escolhestes facultar a vós próprios uma menor separação da essência no foco físico, e uma maior compreensão das capacidades que possuís e da vossa própria multidimensionalidade.

RETA: Obrigado.

CHRLS: Eu tenho uma pergunta dupla. A minha primeira pergunta é: Poderias por gentileza informar-me qual será o nome da essência ou do meu Eu Superior?

ELIAS: Darius.

CHRLS: Darius? Vou recordá-lo até ao dia em que passar desta terra! (Riso generalizado)

ELIAS: Muito bem! Também poderás incorporar canto se o preferires, o que de facto poderá criar uma atmosfera de grande espiritualidade!

CHRLS: Maravilha! Simplesmente maravilhoso! (Riso) A minha segunda pergunta era: Como poderei eu, na minha própria privacidade, ser capaz de comunicar ou canalizar através de uma fonte primordial como a tua, na minha própria privacidade? Qual será o procedimento, que método, que técnica deverei usar de forma privada para realizar isso?

ELIAS: Nessa medida, as essências focadas no não-físico empregam, na vossa maneira de pensar, muito tempo de preparo com o indivíduo focado no físico, para se realizar a troca de energias.


Deixa que te diga que muito preparo é envolvido no âmbito de uma troca de energias. Trata-se de um convênio estabelecido entre uma essência não física e um foco individual focado no físico.

Há muitos elementos envolvidos numa troca de energias. Na vossa maneira de pensar, fisicamente pode tornar-se bastante complicado. Há qualidades vibratórias que precisam ser ajustadas. Há elementos físicos que precisam ser ajustados. Produz-se o acto de pôr em marcha a manifestação física, ou ocorrência, de cuja à interacção que se gera vós geralmente não estais objectivamente cientes.

Se optares por trocar, ou conforme nos termos que empregais, contactar uma essência não focada no físico, poderás conseguir isso; apesar de isso não indicar a acção que designais por canalização. Uma troca de energias é diferente duma interacção com uma essência que se ache não focada no físico. Podeis a título privado... ou na vossa maneira de pensar relativa ao “privado”, por não existir “privado” nenhum (a sorrir)... estar em comunicação ou contacto com uma outra essência, e ter uma consciência objectiva dessa interacção. Não existe qualquer truque de magia! Apenas aceitação e predisposição para proceder ao intercâmbio. Como estais a permitir-vos uma abertura e aceitação de vós próprios, também haveis de incorporar uma aceitação da essência, o que vos permitirá ficar em comunicação com as essências não físicas.

Podes oferecer-te como voluntário para um processo de troca de energias, mas isso também depende do acordo da parte das essências não-físicas. Por isso, sem esse acordo, podes cantar com muita frequência, (riso) assim como também poderás sintonizar o teu próprio Eu em vez de uma outra essência! Todavia, garanto-te que na tua própria essência se acha contida a vastidão da informação respeitante ao universo inteiro. Por isso, se penetrares em ti, isso deverá proporcionar-te a satisfação da mesma forma que com uma outra essência; por nenhuma essência ser superior, nem mais gloriosa, do que a vossa.

Nota: O Elias designa a interacção que tem com a Mary como uma “troca de energias”, o que distingue de uma troca com a essência e uma penetração em si mesmo.

CHRLS: De acordo. Obrigado.

ELIAS: Não tens de quê. (A sorrir para o Charles)

NORM: Eu tenho uma pergunta com respeito às famílias associadas aqui com as pessoas. Serão muitas delas Sumafi?

ELIAS: No actual fórum, todos os indivíduos se centram nas famílias Sumafi e Sumari.

PAM: Elias, eu compreendo que sou nova no teu grupo, mas sinto uma tal proximidade (que não compreendo). Eu queria saber se me poderás falar um pouco de ti, ou de quando te encontravas no plano terreno, ou no sentido físico eras uma essência física. Será aceitável que partilhes isso connosco?

ELIAS: Absolutamente. Nesse caso estás a obter um reconhecimento desta energia! Nesta dimensão física que presentemente podes reconhecer, eu afirmo-te que no enfoque que vos estendi neste dia, tu deténs uma ligação com esta essência do Elias, assim como também do aprendiz que é agora conhecido no âmbito da essência como Michael (Mary); por isso se passar no mesmo local e período de tempo. Ambos estes indivíduos servem na qualidade de mestres do Michael nesse foco particular. Por isso, tens razão. Deu-se a ocorrência de uma interacção focado no físico, nos vossos termos. Este indivíduo (Roy) foi igualmente o rapaz dos estábulos no mesmo local, que se deixava fascinar pelas ocorrências secretas que tinham lugar na habitação dos feiticeiros. Estes indivíduos não moravam juntos. Tinham uma relação no que podeis designar como de profunda amizade, assim como também alinhavam no âmbito do ensino. (1)

Vamos fazer um intervalo, e logo podereis continuar se o preferirdes, assim como podeis optar por interromper.

NORM: Eu gostava de continuar.

ELIAS: Muito bem.

INTERVALO

ELIAS: Continuemos; vamos passar a esclarecer para efeitos de transcrição. Um foco foi apresentado ao Juno (Tony) na qualidade de Grego; isso tem que ver com a identificação com que hás-de contactar no (plano) material. A explicação fornecida em relação ao foco do feiticeiro constitui uma ligação desta essência (Elias) com a tua (Pam) numa cooperação no elemento do ensino para com um aprendiz jovem, que agora identificarás como Michael (Mary). Podeis prosseguir com as vossas perguntas.

NORM: Na noite passada, no 20/20, a Barbara Walters e companhia apresentou um caso em que acredito que por altura dos quarenta e cinco, determinada mulher portadora de grave doença cardíaca recebera um coração e os pulmões de um moço de dezoito que tinha previamente morrido num acidente de mota. Ela tornou-se bastante saudável e assim permaneceu durante nove anos, porém, adquiriu características psíquicas e físicas do tipo jovem que morrera. Por exemplo, agora ela ginga como um homem ao caminhar. Ela tinha uma ideia da forma física ideal da mulher antes de receber o novo coração e os novos pulmões, e aí mudou a ideia que tinha da forma a que a mulher ideal se deveria assemelhar.

RETA: Ela chegou a ter os sabores habituais dos alimentos mudados.

NORM: Por exemplo, ela passou a apreciar cerveja, após o sucedido. É muito pouco habitual por ter sido apresentado num fórum nacional. Claro está que ninguém lá compreendeu a consciência física do corpo humano nem a relação que a consciência apresenta com todos os órgãos do corpo, mas pensei que fosse bastante curioso a forma com a afectou mentalmente. Gostarias de comentar isso?

ELIAS: Tendeis a acreditar que cada indivíduo manifesto fisicamente à face do vosso planeta tenha uma essência diferente. Isso está errado. Em qualquer altura no vosso planeta, uma essência é capaz de manifestar muitos focos. Nessa medida, a manifestação física disso não é tão inabitual ao longo do historial desses vossos tipos de transplante, apesar de alguns manifestarem de uma forma mais óbvia do que outros. Isso nem sempre ocorre, por que no transplante de tecidos ou órgãos de um para outro indivíduo, a consciência do corpo reconhece a diferença da outra essência e a sua criação. Por isso, em muitos transplantes, eles deverão eventualmente ser assimilados numa acção de cooperação com a consciência do corpo actual, apesar de por vezes poderem não ser de todo aceites. Nas manifestações duma mesma essência, os elementos transplantados são reconhecidos no âmbito da consciência como aspectos dessa essência. Consequentemente, são não só incorporados fisicamente, como também são incorporados no âmbito de uma permissão da expressão de uma recordação.

A vossa expressão física, aquilo que designais por vosso corpo, mantém uma memória. Trata-se de um elemento subjectivo que é incorporado numa manifestação objectiva. Existem muitos mais elementos na vossa forma física do que aqueles que conseguis presentemente compreender. Vós procedestes à criação de uma forma magnífica dotada de um funcionamento eficiente!

No âmbito do objectivo, alguns indivíduos podem optar num foco particular por se unir no sentido físico. Por isso, a essência terá manifestado mais do que um foco no mesmo período de tempo; e apesar desses indivíduos não terem qualquer conhecimento objectivo uns dos outros, eles podem, por meio da escolha, fundir-se fisicamente em circunstâncias que tais, e consequentemente incorporar a memória de ambos num foco. Isso permitirá uma consciência mais ampla no caso daquele que prossegue no foco físico. Isso também pode ser equiparado ao que cada um de vós consegue em cada foco físico, ao trocardes com eus alternos. Vós trocais com eus alternativos com frequência em cada foco individual. Isso é um exemplo de uma demostração fisicamente manifesta do mesmo princípio, nos vossos termos.

NORM: No mesmo show, tinham jovens... e apesar de tanto os rapazes como as raparigas fazerem isso, eles só tinham raparigas... a falar sobre desordens obsessivas compulsivas. A interpretação que fiz ou o pensamento intuitivo que obtive em relação a isso podia ser o de ter um sistema de crenças preservado oriundo de uma súbita transição para uma nova manifestação. Isso terá alguma verdade?

ELIAS: Em muitas situações, tem. Porque os indivíduos que optam por voltar a manifestar-se sem empregarem um elemento suficiente de transição, (podem produzir) muitas manifestações que podeis julgar ser uma consequência... apesar de não serem consequências! São simples manifestações extremadas de sistemas de crenças que prevalecem.

CHRLS: Será verdade ou apropriado dizer que quando passar para o mundo espiritual, ou como quisermos identificar isso... o universo... que pessoalmente possua a capacidade ilimitada de, não importa o que seja desejar pensar de forma criativa, os meus pensamentos e a energia por detrás dos meus pensamentos manifestarão isso na forma espiritual com possibilidades ilimitadas? Isso será verdade? Correcto ou não?

ELIAS: (A sorrir e às gargalhadas) Ao vos desprenderdes deste foco físico pela acção do que designais por morte, haveis de penetrar numa “outra nação”. Essa nação apresentará uma nova linguagem para vós; a qual vos abrigará a passar, na vossa maneira de pensar, de um período de tempo de ajustamento e de aprendizagem do seu novo idioma, tal como o faríeis de forma similar se tivésseis que mudar-vos fisicamente presentemente para outro país no vosso planeta. Nessa medida, inicialmente haveis de reter parte da vossa consciência objectiva; aquilo que se acha em sintonia com esta existência física e continua a comportar crenças; sendo esse o propósito desse período de tempo de transição, destinado a despir-vos das vossas crenças. Por essa altura, quando tiverdes descartado a vossa consciência objectiva e as vossas crenças, passareis para uma área de consciência e existência não física. Nessa área, podeis escolher por entre uma miríade de elementos da consciência.

Nessa medida, como expressei de forma análoga à deslocação física para uma outra terra situada no vosso planeta, haveis de vos aclimatar a essa área nova da consciência que se especializará em determinados tipos de empreendimento, aquilo com que optais por ocupar a vossa atenção; tal como se tu te mudasses do teu presente país para a Suíça. Aclimas-te ao terreno e ao clima e ao novo idioma, mas não farás uso da cultura do Japão. Haverás de empregar a cultura da Suíça; isso é análogo ao modo não físico.

É um sistema de crenças que é perpetuado por meio das crenças religiosas, esse que diz que “ao cruzardes para o vosso outro lado”, (dito com humor) haveis de conhecer tudo sobre todas as coisas do universo, e haveis de criar em termos infinitos aquilo que desejardes criar; O que corresponde à vossa crença na iluminação, no vosso nirvana, no vosso céu, ou o que quiserdes chamar a isso. Na realidade, a consciência e a essência buscam continuamente explorar-se a si próprias. Acham-se num contínuo movimento de transformação (devir). Não existe limite. Não há limites para essa acção de transformação, e como prosseguis com a acção de transformação, perpetuais essa transformação. Por isso, criais o devir ao realizardes a transformação. Consequentemente, como podereis conhecer tudo, se ainda não tiverdes criado tudo? (A sorrir)

CHRLS: Posso só colocar uma outra pergunta relacionada com a mesma coisa de um modo diferente? Um dos conceitos criativos que poderia ser, ou que eu tivesse podia ser, no mundo espiritual, voltar-me para o interior, penetrar numa dimensão mais elevada, e a seguir focar-me ainda mais no interior, com o objectivo de alcançar a unidade com Deus.

ELIAS: Já estás! (A sorrir)

CHRLS: Pois, mas a minha equação continua a mesma. Mesmo que esteja em unidade com Deus, referia-me ao mundo espiritual, atravessar as diversas dimensões interiores rumo a frequências mais elevadas.

ELIAS: Já estás! (Riso)

CHRLS: Já estou lá? Que maravilha! Adoro essa resposta!

ELIAS: Tu és a mais elevada expressão de ti mesmo. (Esta declaração é sufocada pelo riso)

CHRLS: Estou mais próximo do que aquilo que penso, não é?

ELIAS: Justamente!

CHRLS: Alleluia!

ELIAS: Tu és essencialmente criativo. Tu és a tua mais elevada expressão. Tu és Deus! Por isso, a que será que te unirás?

CHRLS: Esta noite estou a descartar todas as minhas limitações! (Riso generalizado)

ELIAS: Excelente! Vamos aplaudir o teu avanço!

CHRLS: Estou entusiasmado! (O Charles leva-nos a descoser-nos de tanto ri com o encantador sentido de humor e a personalidade entusiasta que tem)

CAROLE: Elias, muitas vezes quando acordo, a meio da noite, parece que o laço e a ligação que tenho com esta realidade objectiva afrouxam a tal ponto que sem qualquer acção da minha parte, eu experimento actividade subjectiva sob variadas formas. Estar aqui junto com as pessoas do fórum parece ter igualmente contribuído para a aceleração dessa acção subjectiva, ou para chegar a ter mais. (A Carole estava de visita, do Connecticut) Uma das coisas que aconteceram esta semana... Acordei a meio da noite e a minha consciência dividiu-se; primeiro em dois, e a seguir em quatro. Foi como se em vez de olhar a partir de um foco, eu estivesse a olhar a partir de quatro focos. Que terá sido isso? Com que sentido interior isso está relacionado? Será algo que deva ser desenvolvido, ou será apenas um indicador ou um sentimento de me estar a ligar mais ao sentimento de não estar focada no singular, de não ser única?
ELIAS: Isso é uma conceptualização. Essa acção constitui um outro exemplo daquilo de que falamos neste dia, da vossa consciência subjectiva estar a trespassar para a consciência objectiva. Isso, conforme declarei, deverá tornar-se mais frequente e mais óbvio à medida que fordes avançando na acção da vossa mudança. Isso é a acção que vos disse que está a causar preocupação em muitos, por não terem explicação para aquilo que estão a criar e com o que estão a entrar em contacto. Tu compreendes o trespasse subjectivo. Nessa medida, também tens uma responsabilidade de partilhar auxílio com os outros na compreensão da parte que têm nessa acção. Vós proporcionais a vós próprios uma maior actividade subjectiva de forma a poderdes compreender os outros e as experiências por que passam.

CAROLE: Obrigado. Todavia, neste foco físico é difícil ser capaz de decidir ou dispor de um modo de partilha que seja confortável, ser capaz de partilhar estas coisas. Podemos partilhá-las com alguém, e esse alguém permanecer simplesmente totalmente fechado. É deveras difícil descobrir um modo de conseguirmos tal coisa.

ELIAS: O vosso indicador há-de ser o indivíduo que confrontardes. Não abordes um outro indivíduo a partir das directrizes que tens, mas aceita quem se posicionar diante de ti; e compreende, por meio do teu sentido de empatia, o indivíduo e a compreensão que ele apresentar. Nessa medida, permitir-te-ás orientar-te eficientemente na comunicação ou ligação.

JOAN: Isto está mais ou menos relacionado com o que a Carole está a dizer. Já tive esse problema em que procurei partilhar e me sinto atingida emocionalmente. Desejaria poder ver isso a aproximar-se, mas frequentemente isso apanha-me de surpresa. Pode ser uma óptima amiga e tratar-se do reparo mais inocente, mas sinto-me atingida na cabeça ou algo do género.

ELIAS: Há vários elementos envolvidos nessas situações. Um é que deves confiar em ti e aceitar-te. Se tiveres confiança em ti e te aceitares em primeiro lugar, passarás para a área no teu íntimo em que terás conhecimento de que a expressão objectiva não tem importância. Além disso, se te focares em ti e confiares e te aceitares no teu íntimo, também poderás permitir-te, conforme declarei à Aileen, reconhecer a consciência daquele que defrontas.

Muitos indivíduos escolhem abordar os outros expressando-se como se tivessem descoberto o “caminho”. Descobriram o “caminho”. Acham-se na posse da verdade. As definições que dais à verdade, no foco físico, são bastante distorcidas! Não é preciso converter o próximo ao vosso modo de pensar. Podeis iludir-vos e expressar para vós próprios: “Eu estou unicamente a proporcionar ajuda, por este indivíduo necessitar desta ajuda. Este indivíduo necessita desta informação, e eu vou-lhe estender esta informação como seu salvador!” O indivíduo que defrontais conduzir-se-á no encalço da informação de que precisa. Na realidade, muitas vezes, vós na qualidade de indivíduo estais necessitados de expressar as vossas próprias crenças, e nessa medida, não aceitais o outro. Não existe expressão errada! Consequentemente, todos os indivíduos são aceitáveis e todas as suas expressões são aceitáveis. Podeis partilhar em pé de igualdade e aceitar, com conhecimento de que todos os indivíduos são também vós. Por isso, porque vos havereis de convencer a vós próprios da vossa verdade? Já detendes a vossa verdade!

CAROLE: Elias, dou cada vez mais por mim a ir na direcção contrária de fazer qualquer coisa para partilhar qualquer coisa que tenha aprendido com quem quer que seja. Actualmente não sinto qualquer vontade de fazer isso. Isso ainda será útil à mudança, eu não voltar a dizer nada a ninguém? Por ser o que realmente tenho vontade de fazer agora...?

ELIAS: No âmbito da consciência, vós estais sempre a influenciar; apesar de através de algumas expressões de não-expressão, também contribuirdes com energia para as crenças estabelecidas das massas.

CAROLE: Então, em certos casos isso será apropriado, e isso compreende confiar em mim a fim de reconhecer as alturas em que tais circunstâncias se apresentem?

ELIAS: Exacto.

CAROLE: Obrigado.

ELIAS: Estendo-vos a todos neste dia um imenso afecto, e fico a antecipar interacção convosco uma vez mais objectivamente se o preferirdes, mas interagirei convosco subjectivamente independentemente disso! (A sorrir) Vou-vos deixar a todos com muita ternura, e expressar-vos um au revoir!

Elias parte às 6:08 da tarde.

NOTAS:

(1) No ano passado, a Mary entrou em contacto com esse mesmo foco/vida em estado hipnótico. Ela viu-se como aprendiz de um feiticeiro, e ao Elias como um mestre. Também descreveu o rapaz do estábulo. Segundo a teoria que diz que os focos que optamos por recordar são os que mais influências provocam neste foco, é interessante que tenhamos descoberto outro indivíduo que esteja presentemente a interagir com a Mary de um modo significativo num outro foco. Sou levada a especular quanto à existência de um acordo entre a Mary e a Pam; uma troca de papéis, digamos assim. Por exemplo, talvez tenham optado por trocar de lugar na relação de mestre/estudante que têm nesses dois focos. Ou talvez o papel da Pam de mestra no outro foco esteja a trespassar para este, o que explicaria a sugestão da informação e auxílio à Mary.

© 1997 Vicki Pendley/Mary Ennis, Todos os Direitos Reservados


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