terça-feira, 17 de abril de 2012

A MUDANÇA




sessão #160
"A Mudança"
“interpretações da energia da essência”
Domingo, 30 de Março de 1997 ©
Tradução: Amadeu Duarte


Participantes: Mary (Michael), Vicki (Lawrence), Ron (Olivia), Cathy (Shynla), Gail (William), Bob (Simon), Norm (Stephen), Reta (Dehl), Jim (Yarr), Drew (Matthew), e o Greg (Olivia).
Elias chega às 7:57 da tarde. (O tempo é 30 segundos)

ELIAS: Boa noite. Esta noite, vou-vos pedir para procederdes a uma interpretação da vossa mudança. Ao terdes entrado na vossa estação (ciclo) da consciência, que percepção tendes da vossa mudança? (Pausa silenciosa prolongada)

RETA: Bom, eu ficaria encantada por responder em primeiro lugar se quiseres, com base nos meus antecedentes religiosos, por corresponder à formação que tive. Tu podes usar uma interpretação diferente, mas na mente das pessoas, elas têm vindo a preparar-se para uma percepção mais alargada, faz já muito tempo, numa tentativa de alargar a visão que têm. O conceito disso deverá levar muito tempo. Na interpretação que fazes da mudança, vamos ter um maior despertar por causa das fontes de energia que nos estão a chegar através de um chakra novo alargado de modo a podermos acelerar isso ao longo do seu caminho. A interpretação que faço da mudança consiste em tornar toda a gente mais consciente e conhecedora de quem é e da razão por que se encontra aqui, o que haverá de resultar numa maior honestidade e ajuda, numa maior generosidade e amor, a em sermos capazes de prosseguir e de proceder a grandes e melhores coisas, o que a mim me parece excelente. Penso que se isso acontecesse durante o meu tempo de vida seria óptimo. Andarei lá por perto?

NORM: É evidente que os nove sentidos interiores vão estar à disposição num nível de consciência maior de modo a podermos comunicar entre os nossos diferentes níveis de consciência e passar a existir uma menor separação no mundo. É a forma mais sucinta em que consigo colocar a coisa. (Outra pausa silenciosa e prolongada)

DREW: Posso perguntar o que queres dizer com estação da consciência?

ELIAS: Eu expressei esse termo anteriormente no fórum destas sessões por duas vezes, no que percebeis como tendo sido há muito tempo.

A consciência que se prende com o foco físico passa por estações (ciclos), tal como o vosso planeta apresenta estações naturais. Essas estações inerentes à consciência são ligeiramente diferentes, por terem um período de duração maior. Vós entrais agora numa nova estação da consciência com a implementação da vossa mudança. Eu questionei-vos relativamente à compreensão que tendes da vossa mudança, de modo a poderdes apresentar-me a compreensão que tendes. Já falamos muitas vezes desta mudança, e no âmbito dessa nova estação natural que sobrevém sobre o vosso planeta, o surgimento da vossa Primavera, certificaremos igualmente a nova estação da consciência que está a acometer-vos. Conforme estava ciente, vós não tendes explicação nenhuma quanto à acção desta mudança. Permiti que vos pergunte: por que razão tereis escolhido esta mudança?

RETA: Certa vez disseste que nos encontrávamos aborrecidos e que queríamos expandir-nos por nos sentirmos aborrecidos, não foi?

ELIAS: Isso é verdade. Compreendereis essa declaração?

RETA: Eu creio que sim. Penso que teremos passado por este período de tempo em que não fomos muito tolerantes uns com os outros nem fomos muito compreensivos para com os outros, e isso podia estender-se ao facto de não mostrarmos muita compreensão para com a nossa própria consciência, os nossos outros focos, e consigo perceber que se conseguíssemos expandir-nos e ter consciência poderíamos entrecruzar-nos muito melhor e tornar o mundo, o nosso planeta, mais entusiasmante e um melhor habitáculo, por passarmos mais tempo no elemento intelectual e a crescer em vez de passarmos o tempo todo a batalhar e furiosamente a apontar defeitos. (Pausa)

ELIAS: Apresentaste um exemplo adequado, baseado na falta de compreensão! (Riso) Ao contrário de vós, eu dirigir-me-ei a vós sem emoção nem juízo de valor. Por isso, sugiro apenas declarações honestas destituídas de qualquer julgamento. Vós não tendes compreensão da vossa mudança ou da razão por que a estais a implementar, e apresentais isso com toda a clareza. Vou recapitular a vossa mudança.

Em termos bastante simplificados, ao longo da vossa história neste planeta que vós criastes, passastes milénios em cada área da consciência que elegestes explorar. Isso estende-se muito para lá do período de tempo que reconheceis em termos científicos. Falamos dos vossos Videntes e dos vossos Caminhantes do Sonho, e durante muitos milhares de anos esse foi o enfoque que a vossa espécie teve. Durante esse período, estabelecestes muitas experiências e esgotastes as limitações dessa manifestação. À medida que começais a esgotar a criatividade ou sentido e criações que tendes num foco particular nas vossas sociedades, elegeis criar colectivamente um novo enfoque, facultando-vos desse modo um novo estímulo e novas áreas em que possais expressar a criatividade. Passastes a criar as sociedades de que já falamos, criando as vossas mitologias e as vossas histórias elaboradas e pitorescas.

Quando esgotais a criação disso e vos tornais aborrecidos, (para a Reta) conforme disseste, nas vossas vastas imaginação e criatividade passais para uma nova criação. Optais por criar um foco num período de tempo que espelhe de uma forma mais aproximada aquilo que percebeis ser. Criais um enfoque religioso dotado de um Deus único que espelha uma manifestação única, conforme vós sois. Nessa medida, não sufocais o vosso crescimento. Facultais a vós próprios um período de tempo amplo para experimentardes e esgotardes a criatividade no enquadramento do foco.

Ao vos aproximardes do ponto em que colectivamente tereis criado tudo quanto achais necessário para a vossa experiência, optais por criar um novo enfoque. Tendes consciência ao nível da essência e das ligações que tendes, assim como na vossa manifestação física objectivamente, de terdes realizado tudo o que é passível de ser realizado num foco específico. No âmbito do vosso roteiro dos homólogos (contrapartes) e eus alternativos, tereis criado as probabilidades que vos permitam a experiência de perceber todos os aspectos do foco. Por isso, aproximais-vos daquilo que percebeis ser o final desse enfoque particular e da criação de um novo enfoque, de um novo sentido, um que vos permita a liberdade para uma vez mais explorardes e experimentardes de novo.

Nenhum dos vossos períodos históricos vos sufocou. Cada um dos focos que escolhestes criar facultou-vos criatividade assim como oportunidades de aprendizagem, segundo os termos que empregais. Presentemente encarais muitos elementos negativos no foco que estabelecestes até esta altura, por isso vos fornecer uma explicação que vos capacite a passar para uma nova direcção. Concede-vos motivação para passardes para novas áreas da criação. Já vos disse muitas vezes que este enfoque, este enfoque religioso que criastes não é negativo. Ele prestou-se muito bem a certos propósitos, e durante milhares de anos destes continuidade a esse conjunto de sistemas de crenças. Agora, à semelhança de muitas outras alturas ao longo da vossa história, passais para uma posição de reconhecimento de terdes esgotado a vossa criatividade nessa direcção particular. Na essência, o desejo contínuo que abraçais é o de serdes criativos. Motivais-vos continuamente no sentido de serdes inventivos. Sois exploradores natos. Por isso, tens razão quanto ao facto de vos sentirdes aborrecidos, mas é por estas razões que vos achais aborrecidos. Além disso, optais colectivamente por criar no foco físico um novo elemento inerente à consciência. Todas as vossas manifestações, por assim dizer, constituem experimentos, e uma vez mais fazeis um experimento numa nova área de consciência, no foco físico.

Muitos de vós estão presentemente a experimentar elementos desta manifestação da vossa mudança. Já vos disse anteriormente que aqueles que não providenciam informação relativa a esta mudança para si próprios virão a experimentar trauma. Presentemente experimentais confusão, por estardes a começar a perceber elementos da consciência que virão a ser considerados “normais” por altura da conclusão dessa mudança.

Não deverão passar a florescer mais flores à face do vosso planeta quando a vossa mudança estiver plenamente realizada. Nenhum messias vos deverá liderar a uma terra prometida. Deverá chover no vosso planeta de igual modo ao que actualmente verificais. Devereis continuar a manifestar ocorrências naturais conforme o fazeis actualmente, mas vireis a compreender aquilo que fazeis. Não vos será necessário empregar a vossa nova “diversão” para entrardes em contacto com um outro foco da vossa essência (referência à regressão de memória), por virdes a possuir a capacidade consciente de acederdes á experiência disso e à informação, à vontade. A compreensão das probabilidades que vireis a ter deverá ser muito superior.

Vós actualmente desconsiderais-vos continuamente, por não reconhecerdes a direcção que as vossas probabilidades toma. Eu devo expressar-lhes o meu reconhecimento, porque nos começos dos nossos encontros, vós nem sequer reconhecíeis as probabilidades de todo! No vosso presente momento, podeis desconsiderar-vos por estardes a estabelecer um contacto ineficaz, por estardes a entrar em contacto com a informação subsequentemente ao facto, segundos os termos que empregais; porém, o vosso “subsequente ao facto” dá-se com muita rapidez! Estais a começar a perceber. As interpretações que fazeis quanto às manifestações são exactas. Estais a reconhecer. Estais a aprender a confiar em vós. Avançastes muito num espaço de tempo bastante curto, e conforme podeis constatar no caso dos indivíduos que considerais como novos no nosso fórum, o movimento prossegue ainda mais célere, por esses indivíduos se porem “ao vosso par” com toda a rapidez; o que faz parte dos elementos desta mudança. Presentemente deparais-vos com uma escalada de actividade. Percebeis acertadamente, por manifestardes uma maior actividade na consciência, além de também manifestardes de um modo mais objectivo e mais óbvio.

Além disso, no âmbito da acção desta mudança, e a acrescentar ao reconhecimento que obtivestes da vossa essência e dos vossos próprios focos, haveis igualmente de eliminar  muito conflito, por não ser necessário criar conflito se não vos preocupardes com o que reside no exterior. Se a preocupação que tiverdes se centrar na essência e nos elementos da essência, vireis a manifestar isso sem manifestardes necessariamente o que agora percebeis como ódio. Durante a vossa era religiosa isso foi propositado. Para a experiência e o conhecimento do ser físico, criastes situações e sistemas de crenças a fim de experimentardes opostos em muitas, muitas áreas; extremos. Escolhestes a vossa teatralidade. Criastes as vossas cruzadas, as causas, os vossos certos e errados. Experimentastes esses elementos no que podeis entender como a sua plenitude desta manifestação. Por isso, estais em busca de um novo estímulo. Conforme declarei, sois exploradores natos. Consequentemente, optais por explorar a vossa própria consciência. Até agora, no que percebeis no contexto da linearidade da vossa história, estabelecestes um curiosidade e uma exploração de todos os elementos que percebeis como situados fora de vós. Agora optais por vos voltar para dentro.

Presentemente, muito é o movimento que está a ter lugar. Também vos direi que nenhum desses movimentos deveria ser classificado como negativo, por se prestar por completo no sentido que criastes para um aprofundamento e um avanço da vossa mudança; sendo essa também a maneira como estais a causar influência, porque estais. Se perceberdes actividade por entre os outros indivíduos e nas vossas sociedades como negativa, estareis a ceder energia para esse elemento da consciência. Já obtivestes suficiente informação até ao momento para alterardes a percepção que tendes e passardes a ver na vossa periferia. Podeis não compreender todas as razões que assistam a todas as acções e probabilidades, mas achais-vos suficientemente habilitados para perceber os benefícios de todas essas acções. Nessa medida, podereis ceder energia para a consecução desta mudança. Não se trata de uma acção em que devais concentrar-vos a toda a hora. O reconhecimento é suficiente; porque a consciência não compreende tempo, e o pensamento é uma realidade. Vou fazer um breve intervalo, e quando retornarmos podereis colocar as vossas perguntas.

INTERVALO

ELIAS: Continuemos. Podeis colocar as perguntas que tendes, se o desejardes, que posteriormente vos transmitirei uma informação respeitante ao movimento que se gera no âmbito das probabilidades e que presentemente está a ocorrer, em benefício do Michael.

JIM: Eu tenho algumas perguntas relativas a coisas físicas que ainda pareço estar a conduzir a mim em relação ao meu pé e à minha perna, e o facto de na semana passada me ter dado conta de um desequilíbrio no meu quadril. Eu sofro de um desajustamento no quadril que criei para mim próprio, e agora experimento muito a sensação de formigueiro nas minhas mãos e pés. Os esforços que envidei no sentido de encontrar respostas parece que só me proporcionam brancas, ou o que parece ser brancas, e eu gostava de saber se me poderias ajudar com isto.

ELIAS: Eu vou corroborar que é muito mais fácil explorar e pressentir a energia e identificar o conflito no caso de outro indivíduo, não é mesmo?

JIM: É. Eu senti conflito e frustração ao não ser capaz de proceder ao que designaria como à cura de mim próprio, mas depois não sei bem se isso será um problema. Sei que isso envolve um monte de confiança, mas sinto-me confuso e em conflito e num verdadeiro emaranhado! (Riso)

ELIAS: Ah, num emaranhado de confusão! Vou-te perguntar, Yarr, que é que notas quanto às probabilidades que têm continuidade?

JIM: Relativamente ao desconforto?

ELIAS: Em relação à questão que provoca essas manifestações, por reteres energia na tua manifestação física em relação a uma questão que tem continuidade. Vieste a observar probabilidades durante grande parte do tempo que passamos juntos, no sentido de uma questão. Por isso, de que modo percebes o movimento que essas probabilidades apresentam?

JIM: A questão da autoestima, será com essa questão que me confronto mais? A da confiança?

ELIAS: Em parte, mas ela manifesta-se em que sentido objectivamente?

JIM: Pois, no sentido físico, bastante.

ELIAS: Não só na tua manifestação física. Tu espelhas uma outra manifestação na tua expressão física. Vamos voltar atrás, segundo os termos que empregais. Vamos entrar na nossa máquina do tempo e explorar essas probabilidades. A questão tem vindo a estar em aberto há muito tempo. Tu criaste uma manifestação física no exterior da tua pessoa individual a fim de exibires elementos pessoais, coisa que já tivemos ocasião de discutir há muito tempo. Tu criaste um cargo que te espelha. Nessa medida, estabeleceste muitas opções e muitas probabilidades, e muitas dessas probabilidades foram actualizadas e empregues.

Já temos vindo a interagir com essa questão há muito tempo. Essa questão, conforme estarás ciente, envolve a tua própria questão do valor de uma forma bastante intrincada; e como isso que criaste, e a que tu deste vida, atravessa probabilidades e gera novas manifestações, tu respondes como de pai para filho. Nessa medida, assististe de um modo objectivo a muitas ocorrências, só que não associaste por completo as ocorrências e a ligação da criação com o efeito de espelho das criações físicas no teu corpo físico. Por vezes, reconheceis isso. Noutras alturas, desviais a atenção e passas a atribuir essas manifestações a outras situações, por optares por te distraíres ao não desejares confrontar esses sistemas de crenças e questões nem esse sacrário tão elegante que foi criado em relação à criança, que é o cargo. À medida que assistes à transferência da criança de pais adoptivos para pais adoptivos, não te desvinculas; e quando vês o tratamento que essa criança recebe, com o qual não te mostras de acordo, reténs uma energia de perturbação na tua manifestação física. Em certos períodos, quando te sentes mais confiante e aprovas o acolhimento adoptivo, permites uma redução na tua manifestação física. Experimentas uma menor irritação no teu pé e ombro. Experimentas uma maior produção de energia no teu centro de energia verde, não é?

JIM: Definitivamente.

ELIAS: Mas isso é temporário. Depois voltas a ter essas manifestações incómodas por estares objectivamente a tentar, segundo os termos que usais, a soltar isso e a desvinculares-te. Subjectivamente, e subjacente ao que dizes a ti próprio de uma forma objectiva, firmas-te nisso de uma forma vincada, por isso apresentar um elemento da identidade que é muito importante. Assim, aquilo que percebes como um abuso desta manifestação constitui um abuso da tua identidade, por a manifestação ter sido criada para exibir a tua identidade e o teu merecimento. Consequentemente, o abuso inerente a essa manifestação, ou aquilo que percebes ser um abuso, gera conflito, por isso reforçar a questão do merecimento. Isso gera fúria, pelo que intimamente dizes a ti próprio que te recusas a continuar a integrar esse elemento e esse tratamento. Hás de certificar-te a ti próprio, independentemente das demais opiniões; só que na realidade subjacente ao sistema de crenças da duplicidade a raiva é reorganizada no âmbito da energia, por também acreditares que isso seja errado, e reténs essa energia na manifestação física composta pelo teu corpo, até uma altura em que consigas atravessar isso.

JIM: Nesse caso, qualquer tentativa de exercitar ou corrigir alguma coisa fisicamente... estará destinada a falhar!

ELIAS: Precisamente! Apesar de poderes experimentar um alívio temporário, mas voltarás a criar isso.

JIM: Então, o formigueiro que tenho vindo a sentir nas minhas mãos, também está relacionado com tudo isso, como uma criação mais aprofundada de raiva ou de desconforto?

ELIAS: Justamente.

JIM: Então, para poder começar a resolver isso, para assinar os papéis de adopção para o meu filho adoptivo e deixar que a criança vá em frente, (a rir) não devo preocupar-me com o que está a ocorrer? Eu tento dissociar-me e deixar que as probabilidades que assistem àqueles que vão tomar conta novamente ocorram, mas nesse caso isso representa a continuidade desse querer e desejo.

ELIAS: Tu estás a concentrar-te no exterior. Precisas endereçar-te a ti. Precisas perceber – sublinha essa palavra! – que aquilo que manifestas consiste numa projecção. Não és tu. O teu mérito é o teu mérito íntimo, pelo ser que és. Não depende do exterior. Precisas passar para o terreno da aceitação pessoal e perceber aquilo que com frequência vos apresento, o facto de serdes criaturas gloriosas na vossa própria existência, sem que preciseis de mais nada.

JIM: Está bem. Muito obrigado.

ELIAS: Não tens de quê. Se precisares de um auxílio adicional, estarei aqui.

CATHY: Eu tenho uma pergunta relacionada com o que acabaste de dizer ao Jim. Onde é que a aceitação de alguém mais em relação à criação se enquadra em todo este cenário, ou chegará a enquadrar-se de todo? A aceitação da parte dele daquilo que é criado por mais alguém?

ELIAS: Se vos aceitardes e vos preocupardes convosco próprios, podereis aceitar a criação que o próximo fizer da realidade. Cada indivíduo cria a sua própria realidade pelas suas próprias razões. Tal como no caso do nosso pequeno rebento, não vos deve preocupar de todo. Compreendo muito bem que essas são áreas difíceis, extremamente difíceis de actualização, sublinhai-o, por deterdes crenças bastante enraizadas. Isso também consiste num elemento inerente à vossa mudança; o facto de estardes a aprender, a aceitar, à medida que estais a expandir os horizontes que tendes.

Eu dei-vos conta de que a tolerância constitui um derivado natural da expressão da essência. Não comporta qualquer esforço. É uma expressão automática. A ausência de julgamento constitui um derivado natural da essência. Vós incorporais essas acções da intolerância e do juízo por serdes influenciados pelos vossos sistemas de crenças. Se começardes a examinar esses sistemas de crenças e a aceitá-los, também percebereis que não detêm poder. Não têm importância. Não vos digo para eliminardes os sistemas de crenças. Digo-vos para os aceitardes enquanto sistemas de crenças que são, que desse modo devereis compreender e ter a capacidade de adoptar expressões naturais próprias da essência. Por isso, aquilo que o próximo criar não tem importância, por não apresentardes qualquer juízo. A razão porque outro vos afecta deve-se ao facto de abrigardes sistemas de crenças em relação àquilo que cria, e como abrigais sistemas de crenças apresentais juízos de valor em relação ao que eles cria. Consequentemente, sois afectados. Por isso, experimentais conflito.

Vós abrigais esses sistemas de crenças e os derivados naturais da intolerância e do juízo por não confiardes em vós nem vos aceitardes; por que se aceitardes e confiardes em vós e eliminardes a duplicidade, não tereis qualquer razão para vos expressardes por meio desses sistemas de crenças, cujos derivados naturais são a intolerância e o julgamento.

Isto torna-se extremamente difícil para vós. Eu reconheço-o, por naquilo que criais alinhardes fortemente pelos sistemas de crenças. Eles são automáticos. Tendes problemas profundos que criastes ao longo do vosso foco.

(Para o Jim) Eu não falo de ânimo leve do teu catraio quanto ao facto de ter sido criação tua por compreender muito bem a importância e o significado da criação disso, que causa muita afectação emocional e psicológica; sendo por isso que continuei a fornecer-te informação relativa a essa situação durante tanto tempo.

Cada um de vós tem questões que apenas são do vosso conhecimento próprio. Cada um de vós batalha com os sistemas de crenças individuais com que se confronta, numa tentativa de expandir a percepção e avançar rumo a esta mudança.

Vou confirmar-te que o movimento que empreendes no âmbito dessa expansão (ou alargamento de horizontes) é constante, ou não estarias a indagar acerca dessas coisas.

JIM: É bom saber isso! (Riso)

ELIAS: Sendo que isso foi o que estivemos aqui a dizer esta noite, que vos desconsiderais e percebeis não estar a alcançar resultados ou que não estais unidos ou que não estais a perceber, ou que percebeis demasiado tarde! Eu afirmo-vos que na realidade estais a avançar com toda a rapidez e que estais a alcançar resultados. Por isso, mostrai reconhecimento por vós próprios! Não espereis pelo reconhecimento da parte do Elias. Esse não tem significado.

CATHY: Pelo menos estamos a notar!

ELIAS: Justamente!

CATHY: Não sabemos o que fazer com isso, mas estamos a notar! (A rir)

DREW: Posso pedir um esclarecimento quanto a algo que disseste ao Jim com relação ao cargo dele? Referiste-te a isso como a criança dele e empregaste o termo, se bem me recordo, que ele tinha emprestado vida a essa manifestação. Eu inferi desses comentários que essa manifestação continua a criar a sua bolsa de probabilidades e a proceder às suas próprias escolhas. Estará isso correcto?

ELIAS: Está, de certo modo.

DREW: Mas também te referiste a isso como uma projecção, o que para mim significa que espelha as escolhas que ele está efectivamente a fazer. Pelo que a pergunta que quero colocar é, quando criamos um negócio, quão independente será ele do modo como se desenvolve e das probabilidades que satisfaz?

ELIAS: Depende das escolhas e do que optais por actualizar. Se preferirdes continuar numa relação íntima com isso, isso deverá espelhar-vos: Se optardes por o interromper, ele deverá prosseguir em si mesmo; mas também podeis continuar a influenciar em parte, por poderdes escolher dar continuidade a um laço, digamos, apesar de objectivamente poderdes expressar vontade de interromperdes.

DREW: Então, o modo independente de um negócio ou a forma como se manifesta é pessoal em cada caso.

ELIAS: Precisamente.

DREW: Anteriormente, relativamente à explicação que deste da mudança, se bem entendi o que disseste, indicaste que uma das razões para a mudança se deve ao facto de termos esgotado as possibilidades de criatividade no nosso actual foco. Será correcto inferir tal coisa?

ELIAS: Exacto, de certo modo.

DREW: Assim, a compreensão que tenho até agora da infinita criatividade e das probabilidades sem fim acha-se um tanto em conflito com a explicação que deste esta noite.

ELIAS: Isso é um assunto que foi previamente apresentado e que tu, entre outros, não compreendeste. Eu disse-vos, numa tentativa de vos fazer compreender, que as probabilidades que vos assistem não se encontram “já” dispostas diante de vós. Elas não se estão colocadas à vossa frente. Vós não escolheis a partir de uma fonte pré-existente. Vós criais, no âmbito das infinitas possibilidades, as probabilidades que optais por actualizar. Nesse sentido, todas as outras probabilidades são actualizadas, só que não no quadro das limitações dos termos em que pensais. Vós limitais a energia em acções singulares, (para a Cathy) não é? “Eu escolho esta acção. Por isso o meu Eu provável está a escolher esta outra acção.” Acreditais estar a escolher comer um pedaço de bolo. (Para a Vic) Reconhecimento, esta noite. (?) Assim, não é o Eu alterno que opta por comer o bocado de bolo, enquanto outro Eu alterno brinca com o pedaço do bolo, (riso) e outro Eu alterno o esmaga. Errado! Essas acções ocorrem ao escolherdes e ao criardes (essas probabilidades). Se criardes um Eu alterno que produza o acto de espetar com o bolo contra a parede, se criardes um Eu alterno que brinque com o bocado de bolo, eles passarão a fazer isso. Se não criardes a situação de um Eu alterno que crie tais acções, eles não o farão, mas a energia que é expelida deverá manifestar-se. Podeis empregar a acção de uma contraparte que brinque com o bocado do bolo... assim como não! Podeis usar essa energia com um outro indivíduo e ele não encontrar nenhum bolo, mas manifestar a energia numa direcção que satisfaça as probabilidades.

Essas são, conforme vos disse previamente, áreas muito difíceis. Propus-vos explicações muito simples até agora, sobre as contrapartes e as probabilidades e a informação não oficial, mas também vos disse que essas são áreas muito difíceis de explicar nos limites da vossa linguagem e da compreensão que tendes. Informação adicional é-vos continuamente oferecida no âmbito deste fórum, por continuardes a expandir-vos e terdes a capacidade de assimilar a informação. (Pausa de vinte segundos, o que não é habitual)

(Decidido) A energia comporta uma realidade bastante diferente daquela de que tendes consciência. Por isso, pode manifestar-se em muitas direcções distintas que podeis nem sequer compreender, e esses são os elementos de que falamos.

DREW: Não sei se fará sentido para mim dar continuidade a esta questão com esta nova explicação acerca das probabilidades, de como elas poderão ser gastas, como a criatividade dessas probabilidades poderá ser gasta, o que a seguir deverá conduzir à nossa mudança.

ELIAS: No vosso foco físico; dentro dos limites dos vossos sistemas de crenças e do que percebeis ser a imaginação que tendes no foco físico, vós, de certo modo, esgotais a vossa criatividade. Não vos disse esta noite que esgotais todas as vossas probabilidades; mas esgotais a vossa criatividade, em diferentes enfoques tais como o vosso enfoque religioso de que estamos presentemente a falar, digamos, o que é levado a efeito pelas limitações dos processos do pensamento que são influenciados pelos sistemas de crenças. Por isso, escolheis, nos vossos termos, romper com os limites desses sistemas de crença convencionalmente estabelecidos. Ao “nível” da essência não conseguis jamais esgotar as probabilidades. Na realidade, no foco físico, não conseguis esgotar as probabilidades todas. No vossa maneira de pensar podeis, por não perceberdes todas as probabilidades de que dispondes. Não percebeis todas as alternativas que tendes. Também vos dei conta de que criais a acção da contraparte, e que podeis experimentar todos os ângulos de cada assunto, acontecimento, acção, de uma forma mais eficiente. Por isso, no âmbito da acção de todas essas contrapartes patentes durante o vosso período de tempo que agora encarais como compreendendo vários milhares de anos, conseguistes muita coisa no campo da experiência. Por isso, percebeis que a vossa criatividade se encontra esgotada nesse sentido particular.

DREW: A acrescentar a isso, a expansão da consciência e a experiência que estamos a obter a partir dessa expansão da consciência não mais encontra cabimento na estrutura do sistema religioso que criamos, o que perfaz uma outra razão para a necessidade que temos de mudar para uma nova percepção ou estrutura.

ELIAS: Absolutamente correcto.

DREW: Obrigado por esclareceres isso. Tenho mais coisas a perguntar mais tarde.

ELIAS: Não tens de quê.

VICKI: Eu tenho uma pergunta relacionada com o último evento de massas que ocorreu. Sinto curiosidade em relação à declaração que foi proferida em termos de massas, fora do círculo as minhas especulações pessoais que são filtradas pelas minhas crenças pessoais.

ELIAS: Ou estarás ansiosa por ver como é que esse evento de massas se encaixará nas tuas probabilidades?

VICKI: Também estou!

ELIAS: Ah! Esse acontecimento, tens razão, podes encará-lo como uma informação não oficial. Tendes consciência de que a vossa mudança está aí. Encontrais-vos em pleno curso dessa mudança. Já vos disse muitas vezes, que á medida que o vosso período de tempo progride, haveis de assistir cada vez a mais acontecimentos que darão expressão a essa mudança, e esse é um. Também forneceis a vós próprios a oportunidade de praticardes as ligações que estabeleceis com a consciência, coisa que estais a conseguir. Esta noite pude atestar o facto. À medida que o movimento acelera, porque ele está a acelerar, todos vos encontrais a exercer mais influencia nos outros. Em razão do que passais a manifestar mais na consciência objectiva. Presentemente, as pessoas na vossa sociedade não compreendem o significado daquilo que actualmente encarais como pequenos acontecimentos que captam a atenção das massas, mas eles captam a atenção das massas! Por isso, reconhecei esse pequeno evento, por se tratar de um acontecimento insignificante que afecta multidões...

RETA: Mas na afectação que provoca nas multidões, ele está a ser emitido através dos nossos meios de comunicação de uma maneira e a ser interpretado na mente ou consciência de muitas pessoas de outra maneira. Que propósito terá verdadeiramente este evento de massas?

ELIAS: Não importa o modo como é percebido. O que importa é que seja percebido. Não importa a opinião ou a motivação que tiverdes por detrás do evento. A importância reside na atenção, no facto de captar a atenção das massas. Isso também vos afecta bastante, para vos indicar uma influência resultante de um evento insignificante. Não acreditais causar influência na consciência das multidões. Eu afirmo-vos isso frequentemente. Vós não acreditais nisso. Mas afectais. Com um acontecimento, um acontecimento diminuto, levastes as pessoas a reparar. Ele obteve imensa atenção. Também cedeu muita energia a esta mudança.

RETA: De que forma? Quero dizer, captou a atenção, mas de que modo isso contribui para o alargamento da mudança? Para mim, foi baseado num disparate, mas como posso avaliar isso? Estou a fazer uso de um juízo, é evidente.

ELIAS: Não importa o modo como encareis a acção desse acontecimento. Importa que o noteis; porque, independentemente da forma como encarardes o evento ou independentemente das formas de juízo individuais ligadas ao evento, a vossa percepção sofre uma alteração.

RETA: Para o bem ou para o mal, ou é apenas alterada?

ELIAS: É apenas alterada, e nisso reside a questão. Precisais alterar a percepção que tendes para vos expandirdes. Se continuardes a permanecer na “box” inerente às vossas crenças, na estreiteza do vosso pensar, não admitireis a percepção da periferia e não admitireis outra informação. Se alterardes a percepção que tendes, admitireis a informação. Haveis de vos influenciar a vós próprios e a habilitar-vos à oportunidade de vos preparardes para a inclusão de informação não oficial.

Muitos poderão dizer: “Não creio em semelhantes coisas”. Já referistes muitas vezes. “Não acredito em extraterrestres.” Também podeis acreditar. Não tem importância. Pensastes nisso, o que conta como uma diferença. E isso influencia. Não importa que enquadreis esses acontecimentos nos vossos sistemas de crenças. Estais a permitir-vos notar em massa, e aquilo que notais situa-se fora do contexto das vossas crenças oficiais aceites.

NORM: Há muita gente à face desta terra que não tem a oportunidade de fazer o que fazemos neste fórum. Estará ela a ser influenciada ao nível inconsciente ou subjectivo?

ELIAS: Absolutamente.

NORM: Não dirias que não necessitam de ideias concretas como aquelas que temos a oportunidade de descobrir aqui para poderem penetrar adequadamente na mudança?

ELIAS: Vou-vos dizer uma vez mais, que não necessitais deste fórum. A vossa consciência não necessita que passeis a interagir com o Elias. Vós optais por vos envolver nessa interacção, e o intercâmbio é gerado. As pessoas por todo o vosso planeta deverão deixar-se conduzir para a informação que lhes for útil. O que não quer dizer que as pessoas venham a compreender tudo o que venha a ocorrer; esse é o vosso objectivo no sentido de prestardes auxílio no âmbito da consciência. Actualmente podeis constatar um ligeiro movimento que se está a dar na consciência, em vós próprios mais concretamente, no sentido de serdes influenciados. Essa influência provoca confusão. Por vezes poderá provocar-vos conflito, por gerardes conflito muitas vezes quando vos encontrais confusos. Nessa medida, também haveis de experimentar alturas que indagais, em que haveis de vos interrogar e à identidade que tendes, conforme frequentemente vos tenho dito, e em que também podeis questionar a vossa realidade. Admitis a informação para vos permitir firmar o pé, por a terdes pedido. Por isso, podereis experimentar essas coisas mas elas deverão ser temporárias, e haveis de aceitar e de compreender aquilo que experimentais. Outros poderão vir a experimentar essas mesmas ocorrências, mas conforme já tive ocasião de vos dizer anteriormente, passarão a acreditar ter ficado loucos.

NORM: Eles escolhem a realidade disso. Elegem esse trauma.

ELIAS: Sim, mas também vos direi, do mesmo modo que tenho feito a outros a quem me enderecei anteriormente, que não estou de acordo com a ideia e o sentido em que te posicionas com essa declaração. Não se trata de um mero: “Oh, bom! Estes tipos criam a sua própria realidade. Isso não acarreta qualquer consequência para mim.” Por que aquilo que outro cria, também vós o fazeis. O que outros experimentam, também vós experimentais. Ao contribuirdes com energia para a mudança cedeis energia a vós próprios, por não existir qualquer separação. Não existem segmentos. Por isso, aspectos vossos optam, para o referir nos vossos termos, por trauma, mas vós não. Consequentemente, podeis ser úteis a outros aspectos vossos com a diminuição desse trauma, em reconhecimento do facto de não ser necessário; não por que seja “mau”, mas por ser desnecessário.

Vou fazer mais um intervalo, e logo podereis continuar. Tu hás de ter a tua oportunidade, Lawrence.

INTERVALO  

(Nota: O Elias surge de novo às 10:26 em meio a uma discussão acesa. Passava-se num outro quarto, mas ao ver a cassete, penso que ninguém terá notado o facto de imediato. Ele sentou-se simplesmente e prestou atenção à Reta enquanto ela dava conta dos pontos de vista que defendia quanto ao modo como as aparições públicas deveriam ser consideradas. A certa altura ela diz: “O Elias está a ouvir-me!” E o Elias responde. “Absolutamente.”)

RETA: Bom, que terás a dizer, Elias? Estiveste a ouvir o que eu dizia. Tenho vindo a preocupar-me há semanas com o facto de esta informação dever avançar em frente, e com o facto de deixar que apenas ocorra poder não ser tão prolífico quanto planeá-lo um pouco de modo a podermos fazer com que ocorra de um modo bom.

CATHY: Cá está a palavra! (Riso; o termo em questão é “bom”)

RETA: Afinal, tenho prática disso nos negócios. Jamais sairia por aí pelas ruas a vender remédios. Leva nove anos para que cada remédio possa ser posto à venda; e doze anos para o submeter à experiência. De modo que fazemos tudo isso e por fim lá pomos uma amostra de dois dólares à venda! Importa que se tenha antecedentes, com todo o material de que dispomos e todas as invenções, para levar essa amostra de dois dólares à audiência indicada.

ELIAS: Eu vou-te dizer que é importante ter consciência. É importante para o preparo individual. Não é importante seleccionar os indivíduos nesta audiência. Esses indivíduos estiveram em preparo durante muito tempo.

RETA: Nesse caso acreditas que aqueles que virão escutar tenham vindo a ser preparados?

ELIAS: Não todos.

RETA: Mas a maioria deles?

ELIAS: Não. Alguns deverão ser conduzidos por também terem sido preparados de uma forma específica. A maioria deverá conduzir-se em prole da informação e da compreensão que pretendem obter para si próprios. Não tem importância quem apareça neste fórum. Para o Elias importa a saúde e o bem-estar do Michel também são motivo de interesse.

RETA: A mim importa bastante.

ELIAS: Muito preparo foi já incluído, não somente no fórum destas sessões.

RETA: Mas, és capaz de compreender o desejo que tenho de ajudar?

ELIAS: Absolutamente, mas também posso afirmar que a veemência que expressas inerente ao que acabas de expressar revela a qualidade Sumafi; um desejo por uma menor distorção. Isso é igualmente partilhado por esses indivíduos. Dir-vos-ei que no âmbito da consciência, o auxílio e a preparação sempre são disponibilizados. Esta essência incluiu muitos indivíduos desde o começo destas sessões. Com respeito ao Michael, incorporamos pouco (preparo e auxílio), por o preparo continuar. Nos vossos termos, tem sido um processo contínuo. O Michael tem vindo a empregar muitas crenças e questões pessoais para passar para uma posição de conformidade com este programa. Isso tem vindo a ser, na vossa maneira de pensar, supervisionado por essas essências com base nesse compromisso. Muita ajuda foi oferecida no sentido de facilitar esta acção, em relação à qual ele também exibe muito movimento subjectivo. Essas essências não são intrometidas. Por isso, foi escolha do Michael actualizar esse programa.

RETA: Poderás aconselhar-me quanto ao modo de dar ouvidos à ajuda que proporcionas, ou de prestar atenção àqueles que estão a prestar auxílio, ou dizer-me com poderei prestar uma maior ajuda?

ELIAS: Podes prestar auxílio no quadro da ajuda e de uma cedência de energia. Podes prestar ajuda na tua cruzada por meio da oferta desta informação aos indivíduos que vierem pela primeira vez.

RETA: Por meio de que métodos ortográficos ou de que palavras, ou apenas por uma contribuição de energia?

ELIAS: Poderás escolher tu própria quanto ao método que desejares. Podes empregar a tua ajuda através da oferta de informação aos outros, e da permissão que lhes concederes quanto à oportunidade de participarem neste fórum à medida que forem serem conduzidos a ele.

RETA: Está bem. À medida que formos expandindo este fórum, ele deverá tornar-se mais público ou deverá confinar-se àqueles que optarmos por convidar, ou deverá não passar da forma escrita, expandir-se por meio da palavra escrita?

ELIAS: Esse inquérito foi feito nos começos das nossas sessões. Isso também teve a mesma motivação, que se perfilha por aquilo que designais por “puros de coração”; uma preocupação por essa motivação e pelos indivíduos que tomam parte na distribuição desta informação. Nessa altura foi declarado que esta informação não conhece limites. Não está destinada a quaisquer indivíduos, mas que está confinada pelos limites do que for confortável para o Michael. Por isso, fica a cargo do que ele escolher. Conforme ele elegeu até ao presente instante, ele vai permitir que esta informação seja apresentada a muitos mais indivíduos. Só estávamos à espera da escolha dele.

No processo desta troca de energias, muitas foram as oportunidades que foram oferecidas a fim de instruir o Michael e ajudar na prática em antecipação deste movimento. Dir-vos-ei que este movimento emprega muitos mais elementos do que aqueles que podeis perceber. Muitos foram os elementos do foro das questões pessoais e das crenças que foram abordados. Esse foi um processo que teve início há algum tempo e que tem continuidade. Esta agenda não teria tido lugar caso essas questões não tivessem sido atendidas.

No presente instante, O Michael tem uma compreensão da necessidade que tem de atenção e de concentração. Nessa medida, não há espaço para questões que provoquem consumição. Portanto, isso foi abordado. O movimento actualmente apresenta dificuldade no caso deste indivíduo, por ter comportado muitos sistemas de crenças profundos e questões de responsabilidade pessoal ao longo deste foco. Agora está enfrentá-los e a aceitá-los, só que não sem conflito; o que nos vossos termos traduz um processo.

Nota: Posso atestar com certeza quanto à questão da responsabilidade pessoal!

Muitas probabilidades foram postas em marcha num esforço por satisfazer esta agenda. Nas manifestações concretas dos eventos físicos, muitas foram as ocorrências que tiveram lugar as quais se entrecruzam todas e estão em relação umas com as outras. Ele não reconhece ainda a interconexão de todos esses eventos, mas eles acham-se intimamente entrecruzados e afectam a realização do movimento no nosso novo sentido. Nessa medida, ele incorporou uma interacção que envolve a Rudy e também a Elizabeth, assim como a manifestação da Rosa; questões muito difíceis a serem abordadas. Também questões pessoais do que ele encara em termos de personalidade. Noutros focos, este indivíduo escolheu diferentes tipos de manifestações. Em preparação para este fenómeno, este indivíduo escolheu expressar uma personalidade diferente neste foco, criando durante muito tempo focos exclusivos de muito isolamento. Isso foi instrumental para a permissão da ocorrência de actividade subjectiva antes do começo deste fenómeno. Agora tornou-se numa questão em si mesma, por esta agenda reorganizar a acção a ser integrada. Não há mais a possibilidade do luxo do isolamento.

Em reconhecimento disso, conforme declarei, muitos preparos foram incorporados. Foram atraídos eventos e probabilidades para darem cumprimento à passagem para novas áreas. Conforme disse, muito movimento ocorreu num período de tempo recente. A interacção com o meu querido amigo (Paul, que foi também Pitágoras) também sofreu uma aceleração. Todos esses eventos se acham ligados. Este pequeno evento de massas também encaixa nessas probabilidades. Nenhuma dessas acções é fruto da coincidência. Não temais nem vos preocupeis, por o auxílio já estar a ser estendido; e à medida que prosseguirmos e formos actualizando a agenda, mais indivíduos serão atraídos, mas não devido a qualquer coincidência, a fim de oferecerem auxílio.

Não há necessidade do que encarais como protecção. Está estabelecido. Aquilo que é requerido na expressão objectiva e imagética também deverá ser alcançado, por que aqueles que virão a satisfazer essas acções deverão vir a ser incluídos neste fórum. Aqueles que presentemente se acham envolvidos já foram preparados. Por isso não é preciso que vos preocupeis. Muitos preparos foram empregues neste fórum junto de certos indivíduos que deverão prestar muito auxílio ao Michael, e eu estive pessoalmente envolvido com esses indivíduos durante muito tempo.

Vou perguntar ao Matthew igualmente acerca da intenção que ela tem, por isso depender da tua opção, assim como da parte de cada um; mas conforme estarás ciente tu também não foste atraída acidentalmente na adopção de um papel nessa agenda.

DREW: Eu estou ao dispor para ajudar por qualquer maneira que estiver ao meu alcance.

ELIAS: Combinado.

A Katarina recebe uma contínua ajuda no âmbito da consciência, o que propicia a iminente actualização do meu querido amigo (Paul) num maior intercâmbio físico. Por isso, não é necessário que um indivíduo, conforme podereis notar, se apresente fisicamente junto de vós, por que a sua energia pode ser incorporada para facilitar a acção a despeito disso; mas vamos presentemente voltar a dar conta ao Olivia da mensagem que ele transmitiu ao Elias do início, por a energia cedida por esse indivíduo ser útil à actualização de uma informação mais completa, coisa que tem vindo a preparar.

NORM: Virá o Charles L. a interagir com este grupo de todo, com o telefonema que fez esta manhã?

ELIAS: Eu digo-te que não tenho a intenção de entrar em áreas de compromisso em termos de sim ou de não em relação a essas questões, por isso ter que ver com probabilidades e cada um de vós dispor de escolha. Por isso, qualquer acção é provável. Lembrai-vos, conforme expressei à Dehl, que vós influenciais. Detendes um poder de influência maior do que percebeis. Isso não pretende incentivar-vos no recrutamento de convertidos, por não empregarmos tal acção. Vós não sois discípulos! Mas podeis partilhar a informação. (Pausa) Lawrence!

VICKI: Sim! Eu gostava de colocar uma outra pergunta relativa a esse evento de massas. Aquilo que gostava de saber é que há gente que entra neste fórum e experimenta coisas que designa como insanidade, conforme o colocaste, assim como poderão assistir a partir do exterior e pensar que essa gente seja insana ao participarem neste fórum. E é claro, há muita gente actualmente nos meios de comunicação que encara as acções dessa gente enquadrada nesse evento de massas como insanidade.

ELIAS: Justamente.

VICKI: Parece-me a mim que a direcção que a sua informação e a sua acção e presente experiência tomam não é menos válida do que na nossa ou na de qualquer outra pessoa.

ELIAS: Exacto. (Pausa)

VICKI: Bem, isso compreende tudo o que tinha a perguntar acerca disso! (Riso) Pensei que pudéssemos discutir isso um pouco, mas creio que não. Assim, não existe realmente uma diferença. É a mesma coisa.

ELIAS: Já vos disse que havíeis de atrair informação a vós. Vós atribuís juízo de valor às crenças dos outros por sentirdes desacordo. Por isso percebeis que outro indivíduo apresente uma crença diferente de vós como inaceitável, além de também, caso o indivíduo não se conforme às crenças oficiais aceites, o julgardes como um anormal. Precisais apontar o “erro” dele, por o seu comportamento ser inadmissível; tal como o filho da Aillen é inaceitável no âmbito do comportamento. Não é diferente. A concretização foi obtida. Não importa. A energia foi cedida. Por isso, não tem importância. A energia foi concedida a este fórum, no sentido de dar continuidade e de empregar a sua agenda.

VICKI: A sério?

ELIAS: A sério! (Riso geral)

VICKI: É interessante!

ELIAS: Todas essas probabilidades se sobrepõem e se acham entrecruzadas, conforme declarei.

RON: Posso colocar uma pergunta acerca das probabilidades? Serão as probabilidades objectivas mais propensas à mudança do que as probabilidades subjectivas?

ELIAS: Não. Probabilidades são probabilidades. São escolhas, e nenhuma se acha mais sujeita à mudança, por consistirem todas em escolhas, e poderdes escolher a direcção de uma qualquer espontaneamente.

RON: Parece que objectivamente tendemos a alterar as nossas escolhas com mais frequência do que o deveríamos fazer subjectivamente, por subjectivamente já dispormos de uma escolha mais eficiente, por termos uma maior compreensão da escolha que seja mais eficiente.

ELIAS: Ah, mas vós escolheis objectivamente a imagem espelhada do vosso movimento subjectivo. Por isso, a vossas imagens são objectivamente influenciadas pelo movimento e as escolhas que empreendeis subjectivamente.

RON: Isso faz sentido.

ELIAS: (Ri) Muito obrigado! (Desatam todos a rir)

DREW: Relativamente a este evento de massas, quando dizes que a sua experiência seja tão válida quanto a nossa experiência neste fórum, ainda assim persiste uma diferença, nos termos das crenças relativas às verdades, não será?

ELIAS: Conforme já disse muitas vezes, a verdade no foco físico é relativa.

DREW: Relativa ao quê?

ELIAS: Às vossas crenças.

DREW: Bom, por outras palavras... permite que reformule a pergunta. A sua crença de que vão ter um encontro com um OVNI subjectivamente está distanciada da verdade daquilo que estamos a aprender neste fórum. Será seguro afirmar tal coisa?

ELIAS: Não necessariamente. Trata-se de uma interpretação. Uma nave extraterrestre, nas crenças deles, pode significar o mesmo que a essência.

DREW: Simbolismo.

ELIAS: São imagens. Já vos dei conta de que muitos se deparam com criaturas alienígenas. Aquilo com que estão de facto a deparar-se é com eles próprios. Eles deparam-se com a sua própria essência. O imaginário deles é criado na forma de um pequeno ser esquálido acinzentado! (A rir)

RETA: Bom, quando eles são... Saem do foco físico e penetram na verdade e na sua essência no estado da transição, eles ainda permanecerão nessa nave? Ainda se encontrarão junto desse alienígena? De quanto tempo necessitarão para compreender a verdade?

ELIAS: Na área da transição não se encontrarão numa nave, por que na área de consciência da transição, fundem a actividade objectiva com a subjectiva a fim de removerem a objectividade e os sistemas de crenças.

RETA: Eles vão sentir-se desapontados, sabes?

ELIAS: Não necessariamente. Podem temporariamente empregar a acção que almejam antes de entrar na transição. Cada um de vós experimentará aquilo que busca antes de penetrar na transição; apesar de alguns, ao serem loucos (de uma forma bem-humorada) deverem experimentar a transição no foco físico! (Riso geral) Por isso, deverão saltar essa parte e deixar de entrar na área da criação do que escolhem no âmbito do que designais por fantasia antes de penetrarem na transição, por já terem entrado na transição. (Para a Vic) Não terás nenhuma nave extraterrestre à tua espera!

VICKI: Ah, quão desapontada fico...

ELIAS: (De uma forma dramática) Eu entendo isso. Vamos apelar a um momento de luto. (Riso geral)

VICKI: Espera lá! Não será realmente concebível que eu possa estabelecer uma ligação com a experiência desses fulanos?

ELIAS: Não vais viajar na nave! (A rir) Em parte, sim. Poderás no âmbito da consciência estabelecer um contacto actual com a experiência desses indivíduos de uma forma por meio da empatia, por eles não terem entrado na transição. Apesar de não viajares na nave! (Riso)

VICKI: Talvez eu viaje na nave!

ELIAS: Desafio-te a isso!

VICKI: Estou a ouvir-te!

ELIAS: Vamos também salientar isso pelo Michael e em função da imagem onírica que teve, para não vos afastardes no próximo encontro! (A rir)

VICKI: É bastante possível!

BOB: Eu tenho uma pergunta. Parece provável que a experiência destes trinta e tal indivíduos colectivamente não seja a mesma...

ELIAS: Certíssimo.

BOB: ...que aquela onde percebemos que estejam todos um tanto em concordância tanto com o objectivo como com a acção, e cujo resultado actual possa ser muito diferente, alguns deles a afastar-se com relutância, outros a avançar de uma forma jubilosa, outros com diferentes perspectivas. Mesmo que tenham a mesma atitude em relação a este evento, as hipóteses de chegarem todos ao mesmo sítio parece-me um tanto improvável. Será esta uma estimativa correcta da acção que empreendem?

ELIAS: Bastante exacta. Cada um deverá empregar a sua própria experiência individual.

BOB: Nesse caso poderiam ser todos espalhados ao vento, por assim dizer.

ELIAS: Cada um deverá manifestar a experiência inerente às suas crenças. Cada um deverá encarar aquilo que estará a antecipar. Nem todas as imagens são idênticas.

DREW: Eu tenho umas quantas perguntas de carácter pessoal, caso possamos desviar-nos por um instante. Na expansão que estou a sofrer, tenho vindo a admitir e a tomar consciência de muitas experiências esta semana. Três delas destacam-se em particular. No passado, ao longo dos anos, mesmo quando era pequena, frequentemente, e geralmente por altura de ir para a cama, tinha uma sensação de presença, de não estar sozinha. No passado, quando via que ia sentir medo, desejava-lhe boa sorte mas tinha vontade de que se sumisse. Na noite passada tive a mesma sensação, mas em vez de sentir vontade de que desaparecesse, permiti que a sensação se fizesse presente e aceitei-a. Além da sensação de presença, se quisermos, a banhar-me por todo, fui surpreendida com a sensação dessa presença ser a mesma de que tive consciência ao longo dos anos. Era-me familiar. Gostava de saber se terás algum comentário a fazer ou alguma coisa a revelar.

ELIAS: Muitas vezes, as pessoas admitem esse tipo de experiência similar. Alguns não compreendem aquilo que estão a admitir, em razão do que se tornam confusos e assustados. À medida que confiardes mais em vós próprios, em resultado do que permitireis uma maior abertura, banireis esses temores, e podereis perceber a familiaridade dessa energia. Essa energia não é a energia de nenhuma outra essência. Essa energia é uma energia vossa que vos é dirigida a vós, a partir da vossa essência.

No âmbito das crenças metafísicas, um indivíduo pode-vos dizer que se trata do vosso “eu superior” a visitar-vos. Eu afirmo-vos que vós sois o vosso eu superior. Trata-se de uma percepção do vosso foco subjectivo que admitis na consciência objectiva. Muitos empregam essa acção enquanto catraios e associam-lhe um nome e uma imagem, criando desse modo um amigo invisível. Outros interpretam de um modo temeroso, e enquanto criança inventam um monstro ou um demónio que os visita na escuridão; o que consiste num efeito que trespassa ou crença mantida noutros focos que é agregada a este foco, enquanto catraios.

Também vos vou dizer que essa é uma informação válida que podeis notar e compreender; por que, à semelhança de outra informação que integrastes recentemente, representa uma validação que vos é endereçada quanto ao movimento subjectivo que está a avançar com toda a rapidez. Isso representa uma abertura durante um período de tempo considerável, apesar de ser mal interpretado, e como tal visto como suspeito; mas à medida que passais a dispor de uma maior informação, passais a ter uma maior disposição para permitirdes essa actividade. Essa é uma ocorrência natural que tu permitiste. Muitos não permitem esse tipo de interacção de todo.

DREW: Esses períodos terão alguma singularidade ou significado quando sou levada a sentir essa energia, ou tratar-se-á apenas da percepção de uma energia que está sempre presente?

ELIAS: Uma percepção de uma energia que se acha constantemente presente; apesar de poderdes, por vezes, sentir que saís reforçados ou ajudados com essa energia ao experimentardes alguns acontecimentos desagradáveis, assim como podeis recorrer subjectivamente às crenças. Por isso, podeis não incorporar de imediato um reconhecimento objectivo desse movimento, mas a vossa essência fá-lo. Por isso, deverá fazer-se presente e apoiar-vos no evento ao permitir-se ser notada de uma forma objectiva.

DREW: Muito bem. Outra coisa. Tenho estado a obter uma informação extra-oficial exactamente agora ao olhar para ti. Não quero chamar-lhe uma aura, mas um tipo de energia ao redor da tua cabeça, como uma sombra, à medida que te mexes.

ELIAS: É um campo de energia.

DREW: É interessante de observar. Caramba! Tenho que desviar o olhar dele, por ser um tanto atraente. Deixa que te pergunte outras coisas que aconteceram esta semana. Durante uma regressão que fiz recentemente, enquanto permanecia naquele estado tive a sensação, em particular durante certas imagens específicas, do meu corpo físico ser avassalado por uma sensação de alongamento, e em certos períodos por muitas tonturas. Alguns dias mais tarde, enquanto contava a experiência à Gail, em particular essas mesmas imagens, alguns minutos mais tarde senti as mesmas tonturas durante o resto da noite. Isso terá representado uma simples desorientação resultante das imagens, ou terá sido mais significativo?

ELIAS: Isso não é só desorientação, apesar de inicialmente ocorrer um elemento desses. Essa sensação de alongamento que experimentaste constitui a inclusão física de um ajustamento da consciência do corpo. Num outro foco, a estrutura corporal é diferente. Por isso, a sensação física é incorporada como um reconhecimento na consciência do corpo, numa tentativa de se ajustar ao tamanho.

Quanto ao elemento da tontura, isso não representa uma desorientação de todo; apesar de inicialmente, conforme declarei, o ser em parte, por alguns indivíduos por vezes experimentarem esse tipo de desorientação. Como tu incorporaste muita actividade subjectiva e te permitiste a oportunidade de perceberes muita actividade subjectiva, dois elementos ocorreram. Em termos físicos, a consciência do teu corpo reconhece isso, o que fisicamente afecta o equilíbrio, conforme o designais. Mentalmente, ou no que pensais como mentalmente, a vossa consciência tenta assimilar a acção que está a decorrer. Nessa medida, também afecta a expressão física, conforme falamos anteriormente acerca da abertura de corredores neurológicos que estão a ser recentemente expostos. Alguns experimentam dor na cabeça física. Alguns experimentam tonturas. Alguns experimentam desconforto, e também náusea. Isso são expressões físicas em resposta à actividade subjectiva que estais a permitir reconhecer de uma forma objectiva.

Essas tonturas também acompanham, nesse caso, aquilo que outros indivíduos experimentaram anteriormente ao notarem uma intermitência, por as pessoas expressarem essa sensação física como uma desorientação ou tontura... o termo está a agradar-me!... ou estranheza. Tu não passaste pela experiência de te teres “desvanecido”, mas a tua percepção parece estar distorcida e admitiste um trespasse na tua intermitência que interrompeu o fluxo e a consistência da tua atenção de uma forma objectiva, criando desse modo uma perturbação. Esse não é sempre o caso nesses sintomas, mas em ocorrências dessas isso é a mesma acção que foi incorporada na detecção de uma intermitência no caso de outros que fazem parte deste fórum. Isso também vos serve de indicador da rapidez do movimento, por teres sido incluída neste grupo num pequeno espaço do vosso tempo. Algum tempo decorreu antes que outros experimentassem tal acção.

DREW: Houve uma outra experiência, mas vou ser breve por ter noção de já estar a ficar tarde. Mas, se quiseres referir-te a esse halo que vejo ao redor da tua cabeça... é bastante intenso! Não sei como descrevê-lo, por nunca o ter visto. É bastante interessante!

ELIAS: É ...

DREW: Não tem cor.

ELIAS: ...uma permissão que concedes a ti própria para perceberes a realidade da troca de energias, tal como outros indivíduos já se permitiram igualmente.

DREW: Houve uma outra experiência por que passei, que foi ao despertar, penso que estaria acordada, e sentei-me na cama no meu quarto e olhei ao redor, consciente de ser o meu quarto de dormir, ao mesmo tempo que não sabia onde me encontrava. Isso aconteceu-ma na semana passada após uma sessão. Assim, enquanto intelectualmente tinha noção e dizia a mim própria que me encontrava no meu quarto, foi quase como se estivesse a vê-lo pela primeira vez e não sabia onde me encontrava.

ELIAS: Isso é uma reorientação na reentrada da tua consciência na consciência do corpo. Por isso, permitiste-te por momentos a noção de te envolveres naquilo que designais como fora do corpo, que nós classificamos como projecção fora do corpo. Isso proporciona-te uma validação adicional objectiva, que te permite desse modo validar o facto de poderes realizar essas acções e de que realizas tais acções, independentemente do facto de as planeares de uma forma intencional e objectiva. Vós empreendeis esse acto em todos os estados do sono. Empregais esse acto em muitas outras alturas também, mas sempre empregais essa acção no vosso estado do sono. Mas nem sempre vos permitis a oportunidade de ver e de experimentar essa remoção da vossa consciência da consciência do vosso corpo.

DREW: Isso que eu experimentei na realidade foi a reentrada?

ELIAS: Exacto; o que por instantes deverá parecer, na vossa percepção sensorial, estranho e desconhecido.

DREW: Obrigado.

ELIAS: Não tens de quê.

GAIL: Eu tenho uma pergunta rápida. Que serão todos aqueles são agudos que ultimamente tenho vindo a escutar?

ELIAS: (Pausa a avaliar) Isso é uma tradução objectiva de um tom. Tu empregaste o evento de te permitires notar Eus alternados num período de tempo anterior, e presentemente permites-te uma diferenciação de tons individuais desses Eus alternos. Isso é o emprego da familiarização de ti contigo mesma.

GAIL: Tem graça porque eu sei que os vou escutar antes de o fazer. É como se soubesse que vou ser atingida por isso antes que passe a exercer impacto em mim...

ELIAS: Por o tom já ter ocorrido. O que tu escutas é a interpretação.

GAIL: Ah! Mas eles são diferentes.

BOB: A actividade subjectiva terá consistência em termos de magnitude e de frequência?

ELIAS: Em relação ao quê?

BOB: A Drew pergunta se esse sentido do si mesmo, esse Eu subjectivo conforme os termos em que identificas isso, por vezes não parecerá mais forte do que noutras alturas, e pergunta se isso não se deverá ao facto de notar e tu respondeste que em grande parte era, mas ocorreu-me, tal como com a actividade subjectiva, por haver certos períodos em que subjectivamente possamos estar mais activos ou mais intensos, ou a natureza da vossa actividade subjectiva ser tal que se torne mais perceptível ao contrário de outras alturas.

ELIAS: De certo modo. A energia não é diferente. A energia não é mais intensa nem menos intensa, nem mais abundante ou menos abundante.

BOB: Isso prevalecerá como verdade tanto no caso da subjectiva quanto da objectiva?

ELIAS: Não.

BOB: Então, nos termos subjectivos a energia é consistente, mas nos termos objectivos a energia varia?

ELIAS: Em termos subjectivos, a energia é consistente consigo mesma. Não é consistente na sua circulação, na sua vibração, no seu movimento, e nas alterações que sofre. Por isso, objectivamente, a energia não se mostra consistente. Uma vez mais, é consistente em si mesma, mas não se revela consistente nas suas manifestações.

BOB: Então, a acção é diferente.

ELIAS: Correcto.

BOB: Então é concebível que a percepção da Drew venha a sofrer um aumento, e que a capacidade que tem de reconhecer uma maior actividade subtil venha a aumentar...

ELIAS: Exacto.

BOB: ...mas que agora esteja a reconhecer, por falta de um termo melhor, os eventos mais agitados ou mais expressivos inerentes à actividade subjectiva ao contrário dos mais insignificantes, caso possa usar essa terminologia com conhecimento das limitações que comporta.

ELIAS: Exacto, no âmbito do que estás a referir. Sim, e à medida que isso prossegue, o reconhecimento da voz mais silenciosa também deverá ser actualizada. (Pausa)

Vamos...

NORM: Eu tenho uma pergunta se me for permitido. Nesta semana que passou andei a avaliar este foco com relação à realização de valor, e parece que se ache essencialmente completa. Terei razão quanto a isso?

ELIAS: Não há qualquer finalização.

NORM: Eu entendo isso... Não há finalização. Está bem.

ELIAS: Se tiverdes, na vossa maneira de pensar, realizado ou completado a realização do sentido de valor num foco individual, haveis de pôr um termo ao foco. Haveis de interromper esse foco particular, por não ser necessário que continueis.

NORM: Eu tenho mais uma pergunta. Por altura da morte, a desarticulação da camuflagem será automática?

ELIAS: Não.

NORM: Então faz parte da transição.

ELIAS: Exacto.

NORM: Obrigado.

ELIAS: Não tens de quê.

Vamos dar por terminado por esta note, e vou endereçar-vos a todos um aficionado... (para a Reta) Prossegue com a tua cruzada! (Riso)... Um adeus carinhoso!

Elias parte às 11:46 da noite.

© 1997 Vicki Pendley/Mary Ennis, Todos os Direitos Reservados


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