quarta-feira, 18 de abril de 2012

EXPRESSÃO DA ESSÊNCIA



SESSÃO #105
"Expressão da Essência"
“Reacções Próprias de um Não-Alinhamento”
Quarta-feira, 17 de Julho de 1996 ©  
Tradução: Amadeu Duarte


Participantes: Mary (Michael), Vicki (Lawrence), Ron (Olivia), Cathy (Shynla), Jim (Yarr), Jene (Rudy), Guin (Sophia), e um novo participante, Jason (Jaren). Jason é o irmão mais novo da Guin.


Nota: A 14 de Abril de 1996 um rapaz de dezassete anos chamado Josh assistiu a uma sessão. Curiosamente, o nome da essência dele também é Jaren. Podem consultar a sessão #86 e #87 para obter mais informação. A duplicação do nome da essência não tem precedentes.


Elias “chegou” às 7:57 da tarde. ("O tempo de chegada" foi 27 segundos)

ELIAS: Boa noite! As boas-vindas a uma essência que já não é nova! (A rir para o Jason) Numa expressão de diversão, esta noite vamos começar com o nosso jogo!

...

ELIAS: Mesmo na expressão do vosso novo jogo (regressão de memória) entrastes em contacto com muito poucos dos vossos focos. Já vos tinha dito anteriormente que possuís mais do que podereis enumerar. Por isso, se vos preocupardes a pensar em todos os vossos outros focos, ao empregardes uma acção (nesse sentido), não precisareis permanecer aqui! A percepção que tendes expandiu-se consideravelmente, mas não tendes consciência de todos os focos que possuís. Nem sequer tendes noção da realidade de todos os vossos outros focos. Tampouco estais sequer cientes da realidade da essência! Tens percepção da realidade deste foco particular. Por isso, começai por vos preocupardes com este foco particular. Ao constatardes que tendes consciência de outros focos, distraís a atenção em relação a este foco em particular. Presentemente, desvalorizais a criatividade que possuís neste foco! Por isso, a tarefa que tendes em mãos prende-se com este foco. (Pausa)

JENE: Eu tenho uma pergunta. A Rahsha gostava de passar por um processo de mudança física no corpo dela. Em que medida poderei revelar-me eficaz na sugestão que lhe estendo no sentido de voltar à consciência anterior à desta dimensão a fim de alterar a estrutura celular; por intermédio da escolha dela, e eu só represento o guia; na manifestação do desejo dela por uma construção física diferente nesta dimensão?

ELIAS: Poderás prosseguir por essa via se o preferires, mas também te vou dizer que isso é desnecessário, por o tempo ser todo simultâneo. Por isso, poderás igualmente influenciar, no actual instante, o passado e o futuro, e influenciar este foco. Na realidade, não é necessário que incorporeis a ideia de viajar por outras dimensões temporais a fim de influenciardes este foco particular. A título de exemplo, isso representaria o acto físico de atravessardes a vossa rua; em vez de utilizardes um avião para percorrerdes o vosso país inteiro, para aterrardes junto á vossa rua para a poderdes atravessar!

JENE: Isso será verdade no caso da Rahsha? Ela parece requerer simbologia para se poder concentrar, ao ter um sistema de crenças que é um tanto denso.

ELIAS: Podeis empregar simbolismo, se o preferirdes. Podeis incorporar essa acção, permitindo uma compreensão mais clara de que a vossa influência é implementada com base no vosso presente foco.

JENE: Está bem. Obrigado. (Pausa prolongada)

VICKI: Eu tenho uma outra pergunta, se mais ninguém tiver, com respeito ao material fornecido no Domingo. Estavas a falar do quão precavidos devemos ser em relação às expressões dos outros. A pergunta que quero fazer é, caso alguém se expresse para comigo, se não disporei da opção de integrar ou não o que ela expressar, sem fazer uso da confusão, tenho?

ELIAS: Vós sempre dispondes de escolhas.

VICKI: Está bem. Creio não estar a compreender muito bem quanto à forma como expressaste isso na noite de Domingo. Talvez precise de voltar a ler isso novamente, mas proferiste algumas declarações relativas à forma como certas expressões não servirão de ajuda a outros indivíduos. Assim, comecei a imaginar, como é que saberemos o que o que seja ou não útil? E não seria muito mais eficiente dizer simplesmente tudo, e deixar que o outro escolha o que seja ou não útil para ele?

ELIAS: Não. (Pausa) Estais a avançar para uma área da consciência, pela percepção, em que vos habilitais a estabelecer uma união subjectiva; assim facultando a vós próprios a possibilidade de vos expressardes eficientemente através de um alinhamento com a essência. Nessa medida, nem todas as vossas expressões se enquadram num alinhamento com a essência. Muitas das expressões que proferis alinham por sistemas de crenças, os quais podem revelar-se prejudiciais ou ofensivos para o outro indivíduo. Ao vos expressardes a partir do ponto de vista da essência, por intermédio do vosso Eu subjectivo, que se expressa no exterior em cooperação com o Eu objectivo, vós expressais-vos por meio de sistemas de crenças. Não estou a referir que vos expresseis por meio de um sistema de crenças ao dizer: “Tu estás errado”; não é à expressão disso que me estou a referir; isso é expressar-se por meio da expressão de um sistema de crenças. A expressão por intermédio de uma crença permite-vos aceitar a crença, e uma expressão motivada pela essência: “Compreendo o teu ponto de vista. Na realidade não estou de acordo com ele, apesar de poder concordar, mas aceito de uma forma genuína a crença que manifestas.” Compreendes a diferença? Se vos encontrardes na situação de vos aterdes a crenças, haveis de vos expressar com base nessas crenças. Consequentemente, também não hão-de de dar ouvidos objectivamente à vossa expressão subjectiva. Por isso, podeis expressar-vos e podeis ser ofensivos. As expressões da essência não são ofensivas, por a ofensa não ser admissível.

VICKI: Creio ser a parte da ofensa que não consigo compreender bem, por se assemelhar a uma interacção em dois sentidos.

ELIAS: Isso está muito correcto; mas conforme vos expressei a todos anteriormente, as expressões dos outros não vos dizem respeito. Tendes a responsabilidade de estar atentos para com a vossa expressão; influenciando desse modo, no âmbito da consciência, todas as demais expressões.

VICKI: Está muito bem. Nesse caso, se um indivíduo me abordar com uma expressão ofensiva, no contexto de uma expressão da essência com base no Eu subjectivo... não sei muito bem como formular a pergunta. Eu compreendo a parte da expressão sugerida. A expressão acolhida é aquilo com que me sinto confusa.

ELIAS: Se alinhardes pela essência, não haveis de acolher ofensa; por não distinguirdes nem alinhardes por crenças que geram a resposta emocional que encarais nos termos da ofensa. Também sois responsáveis por não influenciar a acção dessa expressão no outro. Com a compreensão dos sistemas de crenças e a genuína aceitação desses sistemas de crenças ao os experimentardes, sem os descartar mas aceitando-os, não haveis de sentir ofensa pessoal, por terdes uma compreensão relativa à expressão, assim como às crenças que acompanham essas expressões; sendo por isso, que no foco não físico, não existe ofensa ou mágoa.

VICKI: Creio que apenas precisamos confiar em nós, que com o progresso do alinhamento com a essência de algum modo, sejamos capazes de identificar quais as expressões que estejam em alinhamento, e quais as que poderão causar mágoa.

ELIAS: (A rir) Creio que já fui exposto a esse conceito previamente! Vou investigar nos meus bancos de dados! (Riso)

VICKI: Para mim é um conceito difícil!

ELIAS: Na realidade, trata-se de um conceito de difícil actualização na realidade de todo o indivíduo no foco físico, por abrigardes crenças. Vós aceitais essas crenças; mas apesar de expressardes de uma forma objectiva que não alinhais por essas crenças, objectivamente atendes-vos a elas, o que se torna evidente quando vos vedes confrontados com situações e circunstâncias que envolvem essas crenças.

De cada vez que expressais: “Este tipo não devia... Eu não devia... Tu não devias...” de cada vez que expressais declarações dessas, proporcionais a vós próprios exemplos do modo como alinhais e aceitais as crenças, os sistemas de crenças das massas. Podeis dizer: “Eu não tenho qualquer afiliação religiosa. Não tenho crenças religiosas. O assassínio é algo errado.” Comportais um sistema de crenças religioso! Podeis referir: “Eu não me cinjo às crenças do bem e do mal, do certo e do errado! Também podeis dizer: “As pessoas não deviam fazer isso!” Ao alinhardes pelo sistema de crenças das massas abrigais a crença aceite do certo e do errado e do bom e do mau. Também dais continuamente expressão a essas crenças no vosso íntimo: “Eu podia ter feito melhor. Estraguei tudo”, segundo o vernáculo actual! (Riso) Isso consta de um alinhamento por crenças individuais e de massas referentes ao bem e ao mal. Vós não estragais coisa nenhuma! Vós expressais e experimentais.

Com toda a probabilidade, na nossa próxima sessão, iremos estender-vos informação relacionada com a ligação que estabeleceis com o tempo. Nessa medida, podereis também compreender mais implicações inerentes a essas expressões; expressões como aquela do “Eu estraguei tudo”. Isso são expressões inerentes a um elemento de tempo que estão directamente relacionadas, por todas as vossas expressões se acharem relacionadas com o tempo de uma forma intricada; quer se trate da incorporação de um foco físico, ou do acto de atardes o cordão do sapato. (Pausa)

Por isso, dir-vos-ei que não; nem sempre se torna eficaz expressar todas as coisas que percebeis em conjugação com a essência, e o dar ouvidos à vossa consciência subjectiva, com confiança na vossa expressão subjectiva, e unindo o eu objectivo no âmbito da cooperação. Recordai que todas as coisas que percebeis constituem a vossa realidade pessoal. (Pausa)

Tal como fostes confrontados com o exemplo, na utilização do vosso jogo de sintonização, quando a Sophia vos apresentou o objecto, nesta mesma sala, com que cada um de vós tentou entrar em contacto e visualizar. Durante um período de tempo de semanas, ele foi-vos posto na vossa mesa. As pessoas perceberam esse objecto como amarelo ou laranja. Cada um percebeu a sua própria criação da própria realidade física. Assim, para alguns, o objecto era amarelo; para outros, o objecto era laranja. Na realidade, o objecto é aquilo que quiserdes que ele seja!

Cada elemento que percebeis no foco físico, apesar de concordardes em massa com os formatos aceites e também incorporardes uma aceitação cooperativa em relação à cor e à vibração, admitindo tanto o movimento como a ausência de movimento, cada um de vós percebe em termos individuais, por cada um de vós criar o objecto; tal como falamos previamente no caso do exercício do vosso copo. Por isso, aquilo que objectivamente expressais constitui um elemento da vossa realidade individual. Isso não é necessariamente incorporado na realidade de outro indivíduo; sendo essa a razão porque vos sugeri prudência.

VICKI: Vai ser um hábito duro de romper!

ELIAS: O hábito mais difícil de romper é o hábito que todos integrastes de não confiardes em vós, e de não dardes ouvidos a vós próprios! Assim que obtiverdes a expressão disso de uma forma mais eficiente, todos os demais hábitos se assemelharão a coisa de criança.

VICKI: Isso é algo por que anseio!

ELIAS: Também podeis incluir informação desta noite, por esta informação estar directamente relacionada com os nossos novos amigos, em relação à qual antecipo que venha a provocar debate e questionamento. Também estou à espera disso, e estou pronto! (A rir)

VICKI: Por falar nos nossos novos amigos, uma outra das nossas novas amigas pediu para saber o nome da essência dela: a Linda.

ELIAS: Esse indivíduo já dispõe desse nome da essência actualmente.

VICKI: O mesmo nome da essência? Linda? (Pausa prolongada) Estarás a referir-te à Life Cloud? (Esse é o nome que a Linda associa a ela própria)

ELIAS: É traduzido assim: Shiktah.

VICKI: Será passível de ser traduzido por Life Cloud?

ELIAS: Na vossa língua actual. (A recepção de uma tradução constitui uma primeira vez, em relação ao nome da essência, pelo menos na experiência do nosso grupo)

VICKI: E em que linguagem será Shiktah?

ELIAS: Ela vai investigar! (Riso)

VICKI: Está bem. Obrigado.

GUIN: Elias, eu tenho uma pergunta. Haverá alguma ajuda que possas estender ao Jaren com os problemas físicos que ele tem, a asma e as alergias que ele criou? Poderás ajudar  a explicar? Já tentei compreender por que razão terá criado isso, além de obviamente ter sido em função da experiência, mas que mais poderá estar associado a isso? (Nota: O Jason tem catorze anos)

ELIAS: Há outros elementos neste foco físico que podeis associar a essa expressão, para além da simplicidade da experiência. Essas expressões comportam respostas emocionais subjacentes relativas ao ambiente e às situações. Os indivíduos, em especial aqueles que na cronologia de um foco específico são “jovens”, expressam frequentemente uma resposta emocional para com elementos do seu foco por meio de manifestações físicas, ao encararem a expressão da verbalização desse pensamento como uma coisa inaceitável. Muitas vezes, as pessoas, independentemente da sua idade, sentem ser inaceitável expressar os verdadeiros desejos que sentem. Por isso, conforme se passa com toda a energia, que tem que obter expressão, eles expressam-se através de outros elementos da sua realidade.

Essas situações, ou o que percebeis como sintomas, constituem uma expressão de um não alinhamento com o meio físico; não desejarem permanecer nos locais em que os indivíduos dão por si. Por isso, a expressão é manifestada. Existe um elemento de aceitação da escolha da parte de outro quanto à escolha do local, mas na incapacidade de expressar escolha ou desejo individual, o Jaren expressa-se de outro modo; encarando-se como pequeno, menos poderoso, assim como à mercê da autoridade. Há desejos que ele deseja expressar, mas em relação ao que se sente impotente. Por isso, são criadas manifestações físicas, o que permite um elemento de conforto; por os indivíduos que se acham focados junto com o Jaren poderem dispensar-lhe um conforto parcial na expressão física, se não for por uma vontade verdadeira.

GUIN: Está bem... Tudo bem. Obrigado.

ELIAS: Não tens de quê. Tu dispões de opções, assim como ele.


JIM: A impressão que tive esta noite em relação a uma porção do objectivo original que tenho neste foco físico... terá sido correcta, uma percepção correcta?

ELIAS: Vou avançar inicialmente dizendo, em parte. Também vos vou dizer a todos que podeis partilhar estes elementos com os outros desta companhia, ao contrário da contínua utilização de informação e de permuta telepática recente; por os demais beneficiarem com aquilo que expressais. Além disso, nenhuma expressão é secreta, na realidade. Por isso, para referência futura, as pessoas podem sentir-se bastante “seguras”, neste fórum, por apresentarem todas as situações que constituem um requisito para a informação, ou aquilo que percebeis como “respostas”.

JIM: Está bem. Obrigado.

ELIAS: Estai conscientes de que esta informação que foi presentemente facultada não é destinada apenas ao Yarr. (Pausa)

JIM: Eu sei disso. (Pausa)

CATHY: Muito bem, eu tenho uma pequena pergunta. Sinto curiosidade em saber por que razão o exercício para o Ordin, acerca dos prazeres físicos, passou do incorrecto para o geral e subsequentemente para o aceitável?

ELIAS: Ah! Escolhes a probabilidade de fazer essa pergunta! (A rir) Pensa lá para contigo, Shynla! Chegaste a essa resposta por que método?

CATHY: Ah, tudo bem! Adivinhando!

ELIAS: Não! Da avaliação racional!

CATHY: Oh, seria isso que eu estava a fazer nessa particular altura? Não me lembro bem.

ELIAS: Foi por isso que chegaste a três das tuas respostas fornecidas ao mesmo tempo, ao correlacionares cada cor individual e a expressão que tivesse maior cabimento nessa cor. Por isso, empregaste o acto de avaliares racionalmente essas “respostas”, e de as forneceres de forma a serem aceites no jogo. Foi-te oferecida um “aceitável” no caso de outras respostas, mas vou-te dizer, isso representou um “empurrão”! (Riso)

A intenção do jogo que usamos é o de estabelecerdes contacto com o vosso Eu subjectivo e de dardes ouvidos às impressões que obtendes; reaprender a vossa linguagem. Não podereis reaprender nem estabelecer contacto com a vossa linguagem subjectiva se vos focardes no intelecto e na racionalização objectivas; razão porque não poderás obter as respostas para este jogo nas vossas enciclopédias! (A rir) As impressões não são elementos que se “infiltrem” na vossa consciência objectiva como um vazamento lento de um dique! São espontâneas, e são espontaneamente reconhecidas pelo Eu objectivo. Também são espontaneamente descartadas pelo Eu objectivo! (Riso)

JIM: Com bastante eficiência, por vezes!

ELIAS: Justamente! Desejareis colocar mais perguntas nesta noite?

GUIN: Vou colocar uma questão rápida acerca disto. Assim, como é que acontece quando recebemos uma impressão que nos exerce um impacto como se fosse uma tonelada de tijolos, e simplesmente temos conhecimento. Temos conhecimento! E a seguir indico-ta, e tu dizes, “Aceitável”. (Riso)

ELIAS: Ah! Voltamos ao bom ou ao “melhor”!

GUIN: Claro!

ELIAS: (A rir) Aceitável não deixa de ser uma resposta “melhor”. Só... é diferente.

GUIN: Está bem ...

ELIAS: Vós notais a forma automática como desconsiderais este enfoque particular, mesmo na expressão do jogo que usamos? Se não receberdes um ponto por uma expressão mais que provável, percebeis ter falhado! (A rir)

CATHY: A culpa é da Vicki! Foi ela quem disse que o “aceitável” tinha uma outra resposta! (Desatamos todos a rir)

ELIAS: Todas as vossas categorias, conforme declaramos previamente, têm outras “respostas”! Ao contrário de perceberdes uma expressão aceitável como “não tão boa”, podeis incorporar o conceito da reposta aceitável como uma oportunidade para estabelecerdes um melhor contacto e para vos expandirdes mais também, por estardes a permitir que uma maior informação seja incluída na vossa consciência objectiva.

VICKI: Então, no foco físico, poderemos na realidade percorrer e aceitar o sistema de crenças do bem e do mal?

ELIAS: Esse é o elemento da vossa mudança! Podeis, sim!

CATHY: Caramba! Tem tantas implicações!

ELIAS: Muito mais do que aquelas que podeis compreender! (Faz uma pausa a rir)

Antes de partir, vou endereçar à Sophia um terno carinho por voltar uma vez mais a deparar-me fisicamente com ela, e também vou manifestar reconhecimento pela tua escolha de teres o Jaren contigo.

GUIN: Obrigado. Também é agradável voltar a ver-te.

ELIAS: Vou passar a endereçar (sopra na cara da Vicki) informação na nossa próxima sessão! Por isso, estai preparados! Au revoir!

VICKI: Ah, estupendo! (Riso generalizado)

Elias parte às 9:04 da noite.

© 1996 Vicki Pendley/Mary Ennis, Direitos Reservados


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