domingo, 25 de março de 2012

DUALIDADE E MUDANÇA



SESSÃO #193
"Dualidade e Mudança"
“a divisão dos hemisférios cerebrais”
“experiências na área da confiança”
Domingo, 13 de Julho de 1997 © (Grupo)
Tradução: Amadeu Duarte


Participantes: Mary (Michael), Vicki (Lawrence), Ron (Olivia), Cathy (Shynla), Gail (William), Bob (Siman), Norm (Stephen), Reta (Dehl), David (Mylo), e um novo participante, Peggy (Forrest).


Elias chega às 6:34 da tarde. (Tempo: oito segundos)

ELIAS: Boa noite! Esta noite, vamos abordar os temas da dualidade e da mudança no contexto da vossa realidade. Eu retive a questão relacionada com a dualidade pela razão de não pretender reforçar sistemas de crença actuais, apesar de poderdes presentemente aceitar em parte esta informação. (Para a Peggy) Bem-vinda a nova essência esta noite!

... (Material respeitante ao jogo excluído intencionalmente pelo tradutor)

ELIAS: ... (Faz uma pausa, à espera) Muito bem. Vamos começar. Os elementos da vossa realidade que vós criais e que são básicos em relação a esta dimensão e a esta realidade serão o da dualidade – não confundir com duplicidade – e o da mudança. São dois simples elementos mas estes elementos possuem uma extrema robustez na concepção da vossa realidade. A partir do começo da criação desta dimensão vós escolhestes, como elementos básicos da vossa criação, este da dualidade e também o da mudança. Tendes vindo a mudar constantemente ao longo de toda a vossa existência nesta dimensão. Faz parte da vossa natureza nesta realidade. Curiosamente, esses dois elementos da dualidade e da mudança são aqueles elementos em cuja base criais o maior conflito. Vós lutais contra esses elementos naturais de vós próprios.

Vós criastes esta existência através do que podeis designar por pares. Escolheis sexos. Escolheis criar a vossa forma e todas as demais com o elemento da dualidade, projectando em toda a vossa criação a imagem espelhada de vós próprios.

Nesta realidade, optastes por criar num enfoque duplo. Escolhestes criar a percepção que tendes com uma acção dupla; um elemento subjectivo e um elemento objectivo. Ambos encontram-se continuamente em harmonia entre si. Todas as vossas demais criações, assim como a vossa forma física, espelham esse elemento da criação nesta dimensão. Escolhestes separar a vossa percepção subjectiva da percepção objectiva por uma questão da pureza que obtendes com a experiência, mas estais continuamente a reconhecer a existência da vossa consciência subjectiva. Podeis empregar para vós próprios muitas palavras para a actividade e consciência subjectivas, mas todas essas palavras que lhe associais significam o mesmo elemento que reconheceis como parte de vós; aquilo que não conseguis ver nem tocar, mas que sabeis que existe; aquilo que vos compõem; esse elemento de vós que não é concreto. Nessa medida, tudo na vossa realidade espelha isso; sendo desse modo que atribuís os opostos.

Acreditais na existência de opostos. Estendeis a vós próprios exemplos de opostos continuamente, em tudo aquilo que identificais na vossa realidade. Na realidade, não se trata de opostos. São diferentes elementos das mesmas coisas, mas para explicardes a vós próprios esses elementos que não recordais, criais sistemas de crenças que vos sugerem um reconhecimento parcial de elementos vossos e da realidade, só que vós distorceis isso com os sistemas de crenças e dizeis a vós próprios que existem opostos. Existem elementos de causa e de efeito. São forças da natureza que estão em oposição. Existem eixos opostos nos vossos sistemas planetários. Existem opostos nos elementos que vos compõem a vós próprios. Não existem opostos! Vós apenas mantendes diferentes elementos na consciência nesta dimensão, por isso corresponder à vossa escolha de criar nesta dimensão particular.

A mudança também consiste num elemento básico da vossa realidade. Tendes vindo a alterar todos os aspectos da vossa realidade desde o seu começo, por assim dizer. Actualmente não sois os mesmos na criação de vós próprios que fostes em diferentes alturas da vossa história. A vossa forma sofre alterações. Em cada foco individual, criais mudança linear numa única forma corporal. Não tendes o mesmo aspecto actualmente que tínheis quando emergistes como crianças. As vossas elaborações mentais sofrem alterações. O intercâmbio que tendes com a informação subjectiva sofre mudanças. Mas ao crescerdes, para referir a coisa nos vossos termos, também mostrais resistência a esses elementos básicos que vos compõem, por criardes sistemas de crenças que vos sugerem que a mudança não é boa; sistema de crenças esse, que é básico e que vos foi introduzido pelos vossos focos religiosos.

A mudança ameaça o estado actual das coisas (status quo). Por isso, é inaceitável. Isso é reforçado ao longo dos vossos elementos religiosos, nas vossas sociedades, nos vossos focos individuais, nas vossas próprias famílias. Enquanto crianças ainda pequenas, a mudança mostra-se aceitável até vos ensinarem que não é coisa boa, e vós aceitardes que seja algo a temer. Cada indivíduo comporta um elemento desse temor. Alguns mais do que outros. Alguns aclimatam-se a despeito das crenças das massas relativas a esse vosso elemento natural, e permitem-se passar para áreas de mudança com maior facilidade. Outros experimentam um enorme conflito e temor com a acção da mudança, por alinharem pelas crenças das massas de que isso não seja boa acção.

Pode-vos ser benéfico reconhecer que esse é um elemento básico da vossa criação, da vossa existência nesta dimensão. É natural que sofrais mudança. Mesmo ao voltardes a manifestar-vos, escolheis voltar a manifestar-vos nesta dimensão a fim de mudardes, de alterardes a experiência de orientação sexual e de experimentardes uma orientação diferente. Por isso, nessa medida, sugiro-vos a todos para avaliardes no vosso íntimo esses elementos que vos são naturais e de que não precisais ter receio, por serem básicos na vossa natureza.

A mudança só é temível no contexto das vossas crenças. Podeis inicialmente experimentar convosco próprios e permitir-vos alterar a percepção que tendes da mudança, por ainda não terdes aceitado o sistema de crenças; mas podeis tentar alterar a vossa percepção temporariamente e ver todos os elementos da mudança como uma aventura, uma nova exploração que é a vossa natureza. É a base de toda a criação que tendes nesta existência, nesta dimensão.

Vou dar lugar às perguntas. (Segue-se uma pausa prolongada)

RETA: Quererás falar sobre a mudança física um pouco mais, novamente? Sabemos que vamos crescer, sabemos que vamos obter uma maior divisão celular e que vamos ficar maiores; a nossa memória vai melhorar, afortunadamente; e que devíamos ter uma maior consciência. Assim, se temos conhecimento de que a mudança vem aí, porque é que combatemos essa mudança? É claro que não quero envelhecer! Gostaria de dar luta a esse aspecto da mudança! Gostava de ficar por aqui aí uns novecentos anos! Mas quais serão algumas das coisas que combatemos em particular?

ELIAS: Vós resistis à mudança em muitas, muitas áreas. Dependendo do indivíduo e do alinhamento que ele tenha com as crenças das massas respeitantes à mudança, alguns resistem mais à mudança do que outros, mas todos vós possuís um elemento qualquer que resiste à mudança.

De uma forma implícita à criação dos vossos elementos religiosos, distorcestes a informação que vos foi estendida por outros mestres, mas vós criastes isso propositadamente pela experiência que proporciona. Por isso, a distorção não é prejudicial nem errada. É unicamente uma criação da vossa experiência. Agora que avançais rumo à acção da vossa mudança de consciência, estais de novo a mudar. Isso opõe-se, por assim dizer, àqueles sistemas de crenças que foram reforçados e que vos foram incutidos no âmbito dos elementos religiosos.

Na criação que fizestes dos vossos elementos religiosos, desenvolvestes sistemas de crenças do controlo, mas não necessariamente da forma que estais a pensar. Culpais as vossas instituições religiosas pela criação de questões de controlo. Na realidade, essas instituições apenas espelham de uma forma objectiva as vossas criações com base na separação.

Quando vos separastes propositada e objectivamente do conhecimento subjectivo, criastes o sistema de crenças de precisardes estar no controlo. Precisais deter controlo sobre a vossa existência; por os elementos objectivo e subjectivo da vossa consciência, no conceito que a vossa consciência de vigília tem, se terem divorciado. Consequentemente, isso provocou uma incerteza e falta de familiaridade em vós. Sentindo-vos separados desse elemento básico da vossa existência nesta dimensão – a vossa consciência subjectiva – vós criastes o sistema de crenças que sugeriu que devíeis permitir mais poder à vossa consciência objectiva. Nessa medida, precisais ater-vos com muito rigor ao que inventastes sob a ideia do controlo.

O controlo é apenas uma ideia inerente a um sistema de crenças. Não é nada. Vós não vos achais fora de controlo nem controlados, por não precisardes de controlo nenhum! Estais a criar de forma eficaz, só que desenvolvestes esses sistemas de crenças que vos sugerem precisardes estar continuamente no controlo da vossa vida; porque se não estiverdes, muitas coisas más poderão ocorrer convosco!

RETA: É claro que se pretendermos fazer reverter isso de novo para as religiões, o controlo ou a concha protectora da religião parece confortável para muitos, incluindo eu. O controlo que elas exercem constitui na verdade um sentimento. Mas sim, desenvolveu um sentimento de controlo, só que em muitas religiões estabelecidas isso não é mau!

ELIAS: É confortável, por estardes familiarizados.

RETA: Na realidade, quando vamos de visita a uma religião, essa familiaridade fica muitas vezes a dever-se ao facto de nos associarmos a essa religião particular, por parecer que tenhamos descoberto o que queríamos e isso ser confortável.

ELIAS: Absolutamente, por que subjacente a isso subsistir um elemento de conhecimento desse aspecto da consciência subjectiva em vós; e apesar da identificação dessa consciência ter sido distorcida, foi aceite nos sistemas de crenças das massas. Por isso, constitui para vós uma fonte de conforto por estardes habituados, por terdes conhecimento de existir para vós e para a consciência um outro elemento para além da consciência objectiva. Vós aceitastes o sistema de crenças do controlo, e aceitastes o sistema de crenças de que a mudança ameaça o controlo; por nas crenças que tendes, a mudança promove a individualidade e a independência. Por isso, mantendes a atitude da duplicidade nas vossas crenças e aceitastes a crença de que a mudança não seja boa; e como vos atendes fortemente aos sistemas de crenças do bom e do mau, escolheis alinhar pelo bom. Nessa medida, à medida que vos encaminhais para a vossa Mudança, eu sugeri-vos que a mudança consiste num simples elemento vosso e da vossa criação nesta dimensão, nesta existência física. Não é boa nem má. Apenas é o que é. É o que criastes como vossa experiência.

VICKI: Eu tenho uma pergunta. Estavas a falar da dualidade. Não compreendi muito bem tudo o que disseste, mas estavas a falar de dualidade e de como não existem opostos, mas aí penso que também terás falado acerca da razão porque... por termos pares? Se pudesses ao menos reiterar isso. Eu realmente não... perdi essa parte.

ELIAS: Vós sustentais sistemas de crenças dos opostos. Por isso, presentemente, eles constituem uma realidade para vós. Na realidade, isso consta unicamente de uma percepção assente na falta de compreensão. À medida que avançais rumo à vossa Mudança vireis a expandir a consciência que tendes, e desse modo a compreender que a ideia dos opostos constitui simplesmente uma percepção que é criada no contexto de uma falta de compreensão objectiva.

Quanto aos pares: toda a vossa criação física nesta dimensão está baseada na dualidade, objectiva e subjectiva. Por isso, toda a vossa criação reflecte isso. Nesta dimensão particular e realidade, conforme tive ocasião de vos dizer muitas vezes, escolhestes criar esta realidade no enquadramento de uma orientação sexual – macho e fêmea. Vós criastes género, o que também constitui um elemento de dualidade – os pares de opostos. Vós carregais isso em vós próprios. Vós criastes a vossa própria forma dessa maneira.

RON: Por falar de pares de opostos, a Mary e a Vicki e eu estivemos a assistir a um espectáculo interessante hoje acerca de uma operação que foi levada a cabo para separar o lado esquerdo do cérebro, do direito. Nessa medida, os cientistas acreditam estar a criar duas personalidades do indivíduo distintas num só corpo. Que pensas em relação a isso?

ELIAS: (A rir) Eles não estão a criar duas entidades separadas ou personalidades num só corpo! Mas isso pode ser interessante para vós pelo reconhecimento do funcionamento da vossa forma, por terdes criado nesta existência física, conforme declarei, uma grandeza dotada de uma consciência dupla – objectiva e subjectiva. Admitis uma contínua comunicação efectiva, apesar de não terdes consciência objectiva disso. Na criação da vossa forma física, cujo funcionamento até ao presente ainda não compreendeis, criastes uma expressão magnífica da essência e das complexidades das suas acções. Eu já vos disse que formais uma realidade e uma expressão da essência extremamente complicada. Nessa medida, a consciência que identificais como “Eu”, nos vossos termos, não está fisicamente ligada a vós, apesar de o estar pela contínua interacção convosco. A vossa forma física foi criada para funcionar na perfeição e para espelhar aspectos da consciência; para espelhar a essência em termos físicos, através da expressão.

Nessa medida, permitis uma ligação física no vosso cérebro entre um e o outro lado, os quais operam em perfeita harmonia um com o outro. Se escolherdes experimentar separá-los e interromper a comunicação física, a comunicação não física prolongar-se-á; mas conforme afirmei, o vosso corpo físico possui consciência. Tem a sua própria consciência. Consequentemente, permitis uma acção com que não contais ao separar esses dois hemisférios, digamos, porque com essa separação permitis individualmente o trespasse do lado subjectivo, o qual não compreendeis. Consequentemente, criais uma outra personalidade objectiva. O que não quer dizer que crieis o que percebeis como personalidades múltiplas. Não quer dizer que instaureis uma desordem. Haveis de reconhecer, conforme o fizestes na observação do vosso programa de hoje que, para que a vossa forma possa funcionar com igual eficácia independente da interferência física que exercerdes nos seus funcionamentos. Ela compensa isso.

A expressão física no corpo físico pode ficar confusa e assim passar a responder, por ficar confusa de cada vez que provocais um elemento não natural que a afecta. Se partirdes um osso estareis a confundir a consciência do corpo físico, por terdes rompido o seu estado natural. O vosso corpo físico não cria essas acções por si só. É instruído no sentido de criar essas situações. A consciência do vosso corpo físico não raciocina. Por isso, ele experimenta um trauma temporário, o que se traduz por confusão. Do mesmo exacto modo haveis de experimentar, ao separardes os dois hemisférios do vosso cérebro físico, um elemento traumático ou confusão. Isso não evitará o funcionamento da vossa expressão física. Podeis, conforme vos declarei, remover por completo um hemisfério do vosso cérebro físico que haveis de continuar a funcionar, sem ser necessariamente como um idiota! A vossa expressão física continuará, e a comunicação subjectiva que vos dirige a manifestação física não sofrerá interrupção.

VICKI: Pareceu que tenhas dito que, em resultado dessa operação, de divisão do lado esquerdo do direito do cérebro permitiria um maior trepasse de comunicação subjectiva, foi?

ELIAS: De certo modo. Ela permite uma interrupção do fluxo que se dá através do centro, o que se traduz por aquele centro de energia que estabelece a ligação de uma forma subjectiva e que admite informação destinada à instrução quanto ao desempenho do corpo físico. Ao terdes desligado isso, a vossa consciência subjectiva comunica com ambos os lados individualmente. Por isso, se assim o escolhêsseis, havíeis de permitir – para além do contexto dos sistemas de crenças - que a vossa forma física se expressasse através da comunicação objectiva e subjectiva, criando uma situação pela qual um lado do vosso cérebro expressasse o aspecto objectivo e o outro o aspecto o subjectivo. Detendes profundas crenças quanto à impossibilidade de isso ocorrer. Por isso, recompondes a expressão da consciência e criais aquilo que pensais ser uma personalidade ou identidade separada nos dois hemisférios. Permitis-vos perceber dois aspectos de uma só forma.

Isso não equivale à condição de perceber um Eu alterno que tenha permissão para se materializar objectivamente na mesma forma. É apenas uma interpretação da coexistência contínua da consciência subjectiva e objectiva uma com a outra no vosso foco. A uma é permitida a expressão objectiva, à outra não; sendo isso a dualidade que instaurastes nesta existência particular; os pares; as duas facetas da consciência numa só expressão física.

Como os indivíduos focados no físico e na consciência objectiva não compreendem essa expressão, imediatamente criam uma explicação objectiva. Por isso, não é concedida uma permissão à totalidade da expressão subjectiva, apesar de ela trespassar. Nas suas crenças, as pessoas e os cientistas encaram essas formas de trespasse como negativas e uma adversidade, por ser estranha; por terdes crenças no controle e de precisardes controlar objectivamente cada elemento e aspecto da vossa existência. Por isso, as pessoas experimentam confusão e conflito, por também albergarem essas crenças, mas a experiência traduz unicamente um trespasse ou ser subjectivo com permissão para se expressar de uma forma objectiva, por a comunicação ter sido separada em duas direcções.

VICKI: Na experiência. Após a cirurgia ter sido completada, as pessoas... a imagética objectiva foi tal que as pessoas estavam... isto é de tal modo difícil... uma mão estava a combater a outra.

ELIAS: Ou assim não tenha parecido.

VICKI: Ou assim não lhes tenha parecido... Essa foi a imagética (resultante) inerente ao simples acto de comer. Não compreendo essa parte do processo.

ELIAS: A crença é a de que não controlam esse elemento da sua forma física. Por isso, combatem de uma forma objectiva e não aceitam essa expressão; ao perceberem o bom e o mau, o certo e o errado, e o controlo em oposição à falta de controlo.

VICKI: Então na imagética das duas mãos, a mão que conseguiam controlar correspondia à consciência objectiva?

ELIAS: Exacto. Vós não acreditais controlar aquilo que pensais ser o vosso subconsciente. Também tendes crenças de que o vosso subconsciente detém maldade e destrutividade e que vos contraria, e que cria elementos na vossa existência que são conflituosos e maus e errados, e tal sistema de crenças está directamente relacionado com essa acção que se manifesta. Não haveis de manifestar a expressão subjectiva num contexto de positividade, por acreditardes que essa consciência desconhecida não é boa e apresenta o potencial do dano. Não apresenta, mas isso é a imagética que haveis de criar, por combaterdes aquilo que vos parece estranho. Isso é igualmente reforçado através dos sistemas de crenças das massas.

VICKI: Pareceu que algumas dessas pessoas... após um certo período de tempo, essa imagética particular dissipou-se. Desapareceu. Ter-se-á ficado a dever a uma aceitação da parte delas, dessa duplicidade ou dualidade de que estás a falar?

ELIAS: Não necessariamente duplicidade, isso só tem cabimento nas crenças. Mas na dualidade que caracteriza a sua existência no âmbito da consciência que têm nesta dimensão, foi; isso representa um exemplo da aceitação.

Vamos fazer um intervalo, e logo podereis continuar com as vossas perguntas.

INTERVALO

ELIAS: Prossigamos. (Pausa)

VICKI: Está bem, bom... eu tenho uma pergunta, caso mais ninguém tenha. Sinto curiosidade por saber por que razão terei sentido tal premência no sentido de ver o Siman ontem, e por que razão ele terá estado tão presente na minha mente ao longo de toda a sessão.

BOB: Porque não? (Riso)

ELIAS: A atracção brota de um reconhecimento de presença sob a forma de apoio e de energia no âmbito da consciência, o que também facultou uma expressão objectiva da parte do Siman ao longo do dia, quanto a exercer um menor controlo na manipulação das expressões físicas.

VICKI: Terá sido por isso que tive que ir ao encontro dele de forma tão premente na noite passada?

ELIAS: Tratou-se de um reconhecimento no contexto de uma ligação de energia que foi cedida de uma forma intensa durante a acção de ontem. (A sessão pública)

CATHY: Bom, eu tenho uma pergunta. Gostava de saber se a experiência empática que tive com a Drew há umas semanas terá sido algo que eu tenha feito antes, mas que só tenha notado desta vez.

ELIAS: Foi. Tu estás a avançar... a despeito da crença de não estares! (Ri)

CATHY: Está bem, vou fazer mais uma pergunta. Eu queria saber se terás canalizado através daquela mulher que o David foi consultar no Texas antes dela começar a canalizar a Mary. (Isto não tem que ver com a nossa Mary, mas com uma mulher no Texas que canaliza uma essência chamada Mary. Inicialmente, ela canalizava uma essência com uma voz masculina bastante similar à do Elias)

ELIAS: Não quererás responder a isso?

CATHY: Eu acho que canalizaste.

ELIAS: Exacto.

DAVID: Como é que ela se chamava? Ela não usava o nome próprio.

CATHY: Boa pergunta!

ELIAS: Esses nomes, conforme já referi previamente, só pretendem identificar focos por tonalidade com que apresentam uma afinidade, e na realidade não têm importância. Constituem uma simples expressão destinada ao vosso benefício, de modo que possais anexar-lhes uma identificação.

DAVID: Conhecerás alguma....

ELIAS: Contudo, foi avançado em termos de Rastin.

DAVID: Hoje fui consultar uma pessoa que canaliza, (cujo nome foi propositadamente apagado) e uma essência que canaliza proveniente do Egipto aí com uns cinco mil anos. Era importante que aprendêssemos algo que fosse chamado ou intitulado “Paisagem Onírica” com relação ao Egipto, e ao que de algum modo nos afecta hoje. Terás conhecimento disso? (Este canal psíquico será referido como Mr. X ao longo do resto da transcrição)

ELIAS: Isso é uma outra interpretação oferecida que tem que ver com os Caminhantes do Sonho e as essências que facilitam esta mudança da consciência. Eu declarei às pessoas anteriormente que esse estado de consciência que experimentastes previamente no vosso planeta, “Antes do Começo”, no estado em que se encontravam os “Caminhantes do Sonho”; antes de optardes por vos manifestar por completo no físico. Vós repetis isso no contexto de um propósito diferente agora, ao avançardes para a acção desta mudança da consciência.

DAVID: E que ligação teremos tido com esse ser mencionado, o facto de todo o Egipto não ter passado de um estado de sonho nessa altura?

ELIAS: Eu disse-te anteriormente que nas ideias que tendes, pensais que o vosso planeta se tenha manifestado uma vez convosco na sua superfície. Isso está errado. O vosso planeta, tal como vós, alternou muitas vezes entre esta realidade, entre a existência e a inexistência. Consequentemente, nesse alternar, vós também criastes muitas vezes a acção e envolvimento desses Caminhantes do Sonho. No estado da manifestação desses Caminhantes do Sonho, o vosso planeta e todos os elementos dentro dele e nele incluídos não se achavam completamente manifestados em termos físicos, daí a identificação de Caminhantes do Sonho e a identificação do estado do sonho relativo à vossa existência; porque nessa manifestação, a qual ocorreu mais do que uma vez, a vossa existência era caracterizada por uma menor solidez do que a que actualmente comportais. Assemelhar-se-ia mais ao vosso actual estado de sonho.

Além disso, havia um menor apego ao tempo. Faziam-se experimentos com quadros de tempo físico, só que não necessariamente no sentido linear. Por isso, também à semelhança do vosso estado de sonho, em que tendes o elemento de um quadro temporal, só que não é governado por uma sucessão do tipo momento a momento. Podeis mover-vos com liberdade para a frente ou para trás ou para o lado nesses quadros temporais que caracterizam o vosso estado de sonho.

BOB: Teriam as pessoas dessa época consciência da modificação da realidade? Quero dizer, bem sei que era a realidade dela, mas não teriam elas idêntica consciência da moldura modificada do tempo conforme nós temos das molduras mais rígidas do tempo?

ELIAS: Não nos mesmos termos.

BOB: Então elas estariam sujeitas à impressão de se encontrarem sob algum tipo rígido de quadro temporal, apesar de não estarem?

ELIAS: Não, eles não viviam sob a impressão de operarem num enquadramento rígido, por não funcionarem...

BOB: Então tinham conhecimento de poder mover-se em qualquer direcção.

ELIAS: Exacto. A consciência deles era dotada de uma maior subjectividade e de uma menor separação.

BOB: Existirão escrituras sobre isso?

ELIAS: Só recordações, por na altura não existir necessidade de quaisquer elementos de escrita. Não existia uma real solidez relativamente à vossa existência nessa altura.

BOB: Mas existirá alguma prova de escritos dessa época, hieróglifos ou alguma outra coisa?

ELIAS: Recordações. Existem escritos subsequentes e símbolos.

BOB: Mas não necessariamente feitos numa ordem cronológica.

ELIAS: Exacto.

BOB: Isso explicará a razão por que as traduções desses tipos de escritos se afiguram um tanto enviesados?

ELIAS: Explica, por não compreenderdes o quadro em que a comunicação foi apresentada. Ao avançardes com mais intensidade no sentido da acção da vossa mudança e de vos permitirdes expandir a consciência que tendes, também vos devereis permitir uma maior recordação e assim uma identificação dotada de informação que presentemente não compreendeis.

BOB: O período Egípcio foi relativamente prolongado e lá por alturas do seu final, tornou-se mais focado no físico, mais na forma em que actualmente nos encontramos. Descreverias isso mais como um “retrocesso” de um estado menos sólido e de uma realidade mais subjectiva para uma realidade objectiva? Agora estaremos a mover-nos no sentido do retrocesso a isso?

ELIAS: Isso não representa nenhum “retrocesso”. Isso foi propositadamente criado pela pureza da vossa experiência.

BOB: A actual mudança não representará a mesma coisa? Algo propositadamente criado pela questão da experiência?

ELIAS: Exacto, mas por uma experiência diferente. Vós escolhestes criar a vossa realidade de uma forma mais objectiva e deixar-vos absorver pela expressão objectiva dessa experiência.

BOB: Então a realidade deles era considerada mais subjectiva, dotada de muito pouca objectividade. Estamos a falar da fusão da consciência objectiva e subjectiva numa só realidade.

ELIAS: Sim, o que representa uma acção diferente; daí, o raciocínio que te apresentaria, de que esta mudança de consciência não foi realizada anteriormente.

BOB: Está bem. Obrigado.

NORM: Nesta dimensão ou em qualquer dimensão, conforme disseste outro dia, não é?

ELIAS: Exacto.

NORM: Então deverão existir umas quantas dimensões diferentes que sejam dotadas da dualidade que caracteriza uma consciência subjectiva e objectiva?

ELIAS: Exacto, mas não da mesma maneira com que criais na vossa realidade.

NORM: Como viremos a afectar de verdade a consciência das massas com a crença da criatividade subjectiva que possuímos? De que forma essa realidade será conseguida? Poderás revelar, ou será o que teremos de experimentar? Estou curioso.

ELIAS: Na medida em que permitirdes aceitar-vos, também contribuireis com energia para as massas e para a aceitação da parte delas.

NORM: Virá a dar-se algum acontecimento, alguma ocorrência invulgar?

ELIAS: Na realidade, o vosso objectivo actual, neste exacto momento e no âmbito das probabilidades, é no sentido da prevenção de acontecimentos!

NORM: É a nossa consciência das massas.

ELIAS: No âmbito das massas vós já criastes as probabilidades de destruição e os eventos de massas que foram profetizados no vosso passado, por assim dizer. Vós abrigais uma expectativa e uma antecipação em relação a esses acontecimentos. Eles contêm muita energia. Presentemente, no quadro das probabilidades e das vossas escolhas, estais a iniciar a acção desta mudança a fim de prevenirdes a materialização dessas probabilidades e acções.

NORM: Mas há muitas essências tais como tu que estão a tentar realizar isso...

ELIAS: Sois VÓS quem está a fazer isso. Eu apenas vos estendo informação destinada a ajudar-vos.

NORM: Eu tenho uma pergunta relativa à conversa do antigo Egipto e dos seres etéreos que lá se encontram. Terá alguma das nossas essências tido algum foco nesse tempo?

ELIAS: Tem.

NORM: Terá o Stephen, por exemplo?

ELIAS: Tem.

NORM: Eu ando a ler o livro “The Day After Roswell”, e a descrição que o Coronel Corso faz a respeito do envolvimento que teve nos anos quarente e cinquenta, relativamente à ocultação de informação do acontecimento de Roswell e dos extraterrestres que lá terão sido descobertos. Isso a mim parece-me verdade, aquilo que lá vem escrito. Isso equivalerá a “um ponto”, para mim? (Riso) Substancialmente verdade.

ELIAS: (Ri) Eu já disse previamente que essas concretizações e materializações na vossa matéria física são uma realidade.

NORM: Essas entidades, ou esses focos, ou o que quiserdes... esses outros focos dimensionais, não é? Será esse um óptimo termo que se lhes aplique?

ELIAS: Precisamente. (A rir)

NORM: Muito bem. Eles possuíam características pouco usuais, tais como as que o Walter Reed Army Hospital não conseguia determinar em relação à forma como recebiam a energia, por não possuírem aparelho digestivo, para além da pele deles ser muito pouco habitual.

ELIAS: Vós acreditais que todas as existências devam apresentar alguma semelhança com a identificação da vida e o funcionamento que identificais!

NORM: Bom, eu estou a tentar alterar essa crença!

ELIAS: Isso está errado! As outras dimensões funcionam de forma diferente, coisa que vos disse ontem; que a inserção de um outro foco dimensional na vossa dimensão alterar-lhe-á a estrutura um pouco para poder encaixar na vossa matéria física, mas que pode não presentar qualquer semelhança com o vosso funcionamento.

NORM: Pois. Nem apresenta necessariamente nenhuma semelhança com o funcionamento que tenha na sua própria dimensão, não é?

ELIAS: Em parte.

NORM: Eles parecem ter a habilidade de controlar essa nave mentalmente. Essa foi a conclusão daqueles que estiveram envolvidos na análise disso, através...

ELIAS: Isso é uma interpretação.

NORM: ...e na realidade conseguiram isso por intermédio de uma fita de colocar em torno da cabeça que apresentava características inusuais. Mas se um humano pusesse aquilo na cabeça, ele podia ficar realmente chocado.

ELIAS: Isso também consiste numa interpretação. Trata-se de uma manipulação de energia que difere daquela que vós próprios fazeis e que não é entendida pela vossa espécie.

NORM: Ainda.

ELIAS: Não envolve o que identificais como telepatia.

NORM: Os painéis de controlo deles não possuíam nada à excepção de uns entalhes para os quatro dedos que apresentavam. Eram quatro, os dedos. Seria efectivamente desse modo que eles controlavam a nave deles?

ELIAS: Conforme declarei, trata-se de uma manipulação de energia completamente diferente daquela com que vos achais familiarizados. Na presente altura, não compreenderíeis a manipulação de energia que esses focos escolhem na sua realidade, por só conseguirdes entender a identificação a que procedeis da energia, a qual não abrange por completo a identidade da energia. Por isso, não compreendeis todos os seus aspectos nem funcionalidades. Nessa medida, a manipulação da energia é-vos de tal modo estranha ao vosso modo de pensar que não obteríeis a mínima compreensão. Haveríeis automaticamente de reduzir isso a ideias que possais compreender, conforme já estais a traduzi-lo por ideias que conseguis entender! Isso apenas vai criar uma outra crença.

NORM: O Stephen terá algum foco lá?

ELIAS: Nessa dimensão particular? Tem.

NORM: Nesse caso poderia usar algum dos meus sentidos interiores para explorar essa dimensão?

ELIAS: Podias.

NORM: Esse seria o meio mais eficaz de fazer isso?

ELIAS: E de te permitir uma maior compreensão das diferenças inerentes às manifestações.

NORM: Uma última pergunta com relação a isso. Os militares presumiram que eles fossem beligerantes. Isso não corresponde a uma declaração verídica, corresponderá?

ELIAS: Trata-se de um erro de interpretação, que dá continuidade ao assunto que estamos esta noite a abordar e aos vossos sistemas de crença do controlo!

CATHY: Ainda bem que não padeço dessa questão! (Riso, seguido de risadas da parte do Elias)

DAVID: Hoje cruzei-me com um termo, o termo Darma, e foi-nos dito que se travava do conceito gémeo do Carma, e que se não compreendêssemos o Darma não estaríamos a par do sentido metafísico preciso! (Riso) poderás falar-nos do Darma?

ELIAS: Muita terminologia diferente pode presentemente ser utilizada que o facto não tem importância, por os conceitos corresponderem ao mesmo. Isso é uma expressão que vos foi estendida num contexto de uma terminologia passível de ser aceite, e que pode servir de ajuda no sentido de vos fazer abandonar com facilidade do conceito do Carma em que ele se tornou; por os sistemas de crença se terem tornado bastante distorcidos, e ao serem filtrados pelas vossas culturas e sociedades, terem sido ainda mais distorcidos. Por isso, é-vos estendida uma expressão a fim de vos alterar a maneira de pensar inerente à ideia estrita do Carma, permitindo-vos a informação da possível existência de um outro elemento sem o qual o Carma não faz sentido.

Vós pensais no Carma como causa e efeito. Pensais que passais pelas experiências, e que pagais pelas experiências que tenhais criado de uma forma negativa. Não existe negatividade alguma! Apenas o vosso sistema de crenças é negativo. O que não quer dizer que com efeito não crieis elementos de negatividade na vossa realidade, por projectardes energia na criação desses elementos. Se acreditardes em demónios destrutivos e maus, haveis de projectar energia na criação deles, e isso passará a tornar-se numa realidade! Essas expressões são estendidas no sentido de vos explicar que isso é desnecessário. Trata-se de meras projecções de temor que aplicais a elementos da consciência e da energia que não compreendeis, por não vos permitirdes recordar isso.

O elemento do Darma constitui o factor de equilíbrio inerente ao sistema de crenças do Carma. Eu continuo a garantir-vos que isso não passa de um sistema de crenças! Não é necessário criardes isso! Podeis escolher manter esse sistema de crenças e podeis escolher criar a realidade disso, mas não é necessário. Trata-se de uma mera perpetuação do sistema de crenças inerente à duplicidade que comportais e de não serdes perfeitos no vosso estado e forma actual... porque sois! Precisais melhorar esse elemento que não necessita de aperfeiçoamento algum! Trata-se apenas dos vossos sistemas de crenças. Não estais a criar a acção desta mudança para “aperfeiçoardes” a vossa criação. Criais a acção da vossa mudança a fim de expandirdes a vossa criatividade e de vos permitirdes explorar áreas do foco físico que não tereis escolhido explorar anteriormente.

DAVID: (Solta um suspiro que provoca riso) Alguns digestivos para pensardes! (Elias ri)

VICKI: Eu tenho uma pergunta acerca dessa dualidade. Nós conhecemos mais ou menos a definição da duplicidade, mas tu estás a aplicar uma distinção. Essa dualidade, será de facto um estado do ser, de...

ELIAS: Uma dupla.

VICKI: Na qualidade dupla.

ELIAS: Exacto.

VICKI: Mas que nada tem que ver com nenhum sistema de crença. É a forma como presentemente teremos criado isso.

ELIAS: Exacto. Vós criastes muitos sistemas de crenças em torno deste elemento, o qual, por sua vez também estabelece o sistema de crenças da duplicidade, mas a dualidade não constitui sistema de crenças nenhum. É um elemento da criação da vossa realidade nesta existência.

VICKI: Está bem, eu creio compreender.

ELIAS: Nesta noite vou oferecer o nome da essência para a nova essência presente do Forrest. (Para a Vic) Dois Rs. (Pausa)

DAVID: O realinhamento da nossa casa em termos do Feng Shui... o Feng Shui sugerirá alguma verdade? (Não estou certo quanto à pronunciação)

ELIAS: Outro sistema de crenças! (Riso generalizado)

DAVID: Ena. O Japão vai sofrer, não?

ELIAS: Estou a prever que o Mylo vá entrar no Jogo do Sistema de Crenças, por ele estar a oferecer muitos exemplos de sistemas de crenças que têm existência efectiva ao longo do vosso planeta!
DAVID: Não, concordo contigo. Acreditei tratar-se de um sistema de crenças, mas pareceu que toda a gente fala do Feng Shui. Mover esta planta para aqui, voltar a casa naquela direcção, do que resulta boa sorte por causa da chamada energia geográfica envolvida.

ELIAS:  Contudo, posso-te dizer, que isso também consiste num reconhecimento de um saber subjacente que foi distorcido pelos vossos sistemas de crenças; porque individualmente, podeis ordenar os objectos na vossa realidade que passarão a mover-se de uma forma mais fluida com as vossas energias e a vossa energia que deixais depositada pelos vários locais, mas isso é puramente individual. Não quer dizer que devais voltar a vossa casa no sentido do leste para obter uma manipulação perfeita da energia. Vós automaticamente respondeis e sentis a energia ao vosso redor. Nessa medida, se escolherdes alterar a projecção da vossa energia e a interacção que tendes com todas as demais energias nos vossos locais, haveis de sentir o desejo de reordenar os vossos objectos.

BOB: Terá isso alguma coisa a ver com o sexo? (Riso)

ELIAS: Não. Isso também não passa de um sistema de crenças!

NORM: Esses depósitos de energia, serão úteis? E porque será que fazemos isso?

ELIAS: Isso não passa de um produto do movimento que empreendeis no campo da energia. Estais continuamente a criar depósitos de energia nos locais em que permaneceis. Fazeis isso em massa, assim como fazeis isso individualmente.

NORM: Mas, que coisa sucederá com esses depósitos de energia?

ELIAS: (Com humor) Deverá alguma “coisa” suceder com eles? (A rir)

NORM: Bom, quero dizer, eles....

CATHY: Eles são depositados! (Elias ri)

ELIAS: Não vou adentrar a área dos sistemas de crença ligados aos vórtices uma vez mais, por isso estar errado! Mas vós inclinais-vos na direcção de desejardes uma explicação para esses depósitos de energia, e de serem mais “especiais” do que qualquer outra disposição de espaço da vossa realidade física, e de deterem maior poder. Isso não passa de uma crença!

RETA: Rapaz, tenho uma a juntar a isso! Haverá quem seja bom a deixar os seus depósitos por toda a casa, enquanto outros conseguem descartá-los sem se preocuparem com eles? (Riso)

ELIAS: Sim, nos vossos termos!

NORM: Quem fará isso?

RETA: Alguns têm que dar atenção a todas as coisas que lhes acontecem a toda a hora, enquanto outros conseguem colocar isso de lado e ainda assim aguentar! Livros! Mas sempre quis saber por que razão certos indivíduos...

NORM: Mas não é desses depósitos de energia que estamos a falar!

RETA: Estamos a falar de pôr as coisas de lado! (A rir) Mas foi interessante. No ano passado, resolvi-me a conseguir as pequenas coisas de que me lembrava, em relação às quais sinto um apego, e que ponho de lado a toda a hora. Sinto um anseio interior no sentido de as ver por mim própria, pelo que criei prateleiras onde as colocar, e com isso obtive um alívio. E sempre que entro nessa casa e percebo isso, gosto de ver isso, ao invés de saber que permanecem no armário onde não lhes tenho acesso, e as esqueço. Assim, tratar-se-á isso de algum depósito de energia?

ELIAS: Vós projectais elementos da vossa energia noutras formas com que vos identificais, e sentis afinidade por esses objectos em reconhecimento dessa energia.

RETA: Bom, por vezes é claro que o reconhecimento tem algum sentido pessoal também, mas tenho-me questionado durante este ano passado da razão para apresentar isso diante de mim, e tem-se revelado agradável para mim e faz-me sentir bem. Por isso agora consigo perceber que isso apresente uma ideia razoável.

DAVID: O professor hoje também proferiu algo interessante. Ele disse: “O processo da vida consiste em buscar o conflito. A paz não pode existir se não houver conflito. Nisso assenta o paradoxo.”

ELIAS: (A rir) Muitíssimo obrigado por apresentares mais um excelente exemplo de um sistema de crenças! (Desatamos todos a rir)

DAVID: Adeus, Mr. X!

CATHY: Nesse caso, seria correcto acrescentar que o Mr. X canaliza outro dos seus focos? E nessa medida, a informação será filtrada por intermédio dos sistemas de crenças?

ELIAS: Precisamente. Por isso, podeis obter um influxo de vários sistemas de crenças diferentes. Isso não quer dizer que a informação oferecida não seja válida ou útil. Necessitais apenas reconhecer que é filtrada por intermédio de um sistema de crenças de um foco individual.

DAVID: Porque é evidente que a intenção do Mr. X, por aquilo que está a fazer como canalizador, consiste em levar a verdade, digamos, às massas. E as massas estão a acreditar nele por ser proveniente da chamada mesma essência que a tua, na percepção e entendimento que têm. Por isso, o dano pode ainda prosseguir sem que sequer o percebam. E as massas creem nele, por isso provir da chamada mesma essência que a tua, para a sua maneira de ver e de pensar. Por isso, o dano pode mesmo resultar sem mesmo o percebermos.

ELIAS: Ah, não, não, não! O dano não está a ter continuidade, por não estar a ser produzido qualquer dano! Está a ser cedida energia ao movimento que decorre no âmbito da consciência neste período da vossa mudança, e as pessoas deverão deixar-se conduzir para muitas áreas distintas da informação. Por isso hão-de atrair a si mesmas a informação que lhes soar mais fidedigna. Nenhuma “via” ou “caminho” exclusivo representa a única verdade.

Já referi previamente nas nossas sessões que no âmbito das vossas crenças inclinais-vos a considerar o vosso caminho com tal intensidade que todos percebeis condizer com o caminho e os percalços do caminho, que perdeis de vista onde ele vos conduz.

RON: Na minha maneira de pensar, as crenças são erigidas ao redor das expectativas. Se nos conseguirmos livrar das expectativas, isso por sua vez não anulará os sistemas de crenças que mantemos?

ELIAS: Não necessariamente. Podeis influenciar caso vos permitais abandonar as expectativas, mas nem todos os sistemas de crença apresentam um elemento de expectativa. Além disso sois influenciados por sistemas de crença que podeis não manter com muita intensidade e em que não erigis expectativas íntimas, por a massa vos influenciar, no âmbito da energia, e a esses sistemas de crença.

Isso é uma criação vossa. Não é mau; não é errado. Vós escolhestes essa cooperação, e também estais a eleger globalmente esta mudança. Por isso, não sois os únicos indivíduos no vosso planeta que estão a mover-se. Estais a estender a vós próprios esta informação, por corresponder àquilo que vos apela e pelo facto de terdes clamado por ela. Muitos outros à face do vosso planeta clamam igualmente por essa informação, e neste período não lhes está a ser apresentada por não lhes termos sido apresentados a eles de uma forma objectiva. Mas esse também não é o vosso único “método”, digamos assim.

VICKI: Com respeito aos sistemas de crenças, alguns deles operam de uma forma eficaz. E para usar o exemplo que o David usou, da forma como alguns acreditam que se dispuserem as coisas de um certo modo ou as voltarem em determinadas direcções a energia passe a ser usada de um modo mais eficaz ou lá de que maneira for, recentemente ouvi falar num exemplo de alguém que fez isso de acordo com uma crença associada às suas plantas, e todas elas morreram.

ELIAS: Uma imagética interessante, não será? (Risadas)

VICKI: É, mas soou mais ou menos confuso para mim, por ter tido um monte de exemplos sobre o modo como os sistemas de crenças operam.

ELIAS: Isso não quer dizer que todos os sistemas de crenças “operem” no caso de toda a gente.

VICKI: Certo, mas se isso for uma crença profunda que mantivermos, e também estivermos obviamente a criar essa situação em conjunto com as plantas... Não sei. Só me sinto confusa em relação a isso.

ELIAS: Isso serve de exemplo para o indivíduo de um sistema de crenças, assim como de uma energia projectada pelo indivíduo em termos de negatividade e de temor, o que afecta o local.

Vou-vos dizer que vamos fazer um intervalo, ou podeis dar por terminado. A escolha fica a vosso cargo.

VICKI: Tenho mais algumas perguntas da parte de outras pessoas.

ELIAS: Muito bem. Nesse caso deveremos prosseguir dentro de alguns instantes.

INTERVALO

ELIAS: Podes prosseguir com as perguntas.

VICKI: Tenho algumas perguntas da parte de outras pessoas. Em primeiro lugar, da parte do Sena, no sentido de avançar um mosaico; um círculo com um ponto inserido. É verde pálido, tingido de azul, e ligado à família Ilda.

ELIAS: Muito bem. (Pausa)

VICKI: Muito bem. A pergunta dela é: “Poderias falar sobre as propriedades da cor dele?” (Pausa)

ELIAS: Existem muitas propriedades subjectivas, por assim dizer, em termos de cor, que vos influenciam nesta dimensão. A interpretação que fazeis dessa qualidade vibratória é atribuída nos termos de uma interpretação que conseguis compreender, criando desse modo uma imagética objectiva que não tem que ver necessariamente com a cor em si  mesma; apesar de por vezes vos permitirdes simplesmente interagir de uma forma objectiva com a cor em reconhecimento da interacção subjectiva. Torna-se difícil expressar-vos a acção que empregais no contexto duma actividade subjectiva de que não vos permitis ter consciência. Conforme vos disse, sendo a cor uma verdade, a interacção que tendes com este elemento propicia-vos subjectivamente uma informação inerente à essência e à consciência que se pode situar fora dos limites desta dimensão particular. Por isso, nessa interacção de “bastidores” que é o vosso estado de sonho, haveis de criar um imaginário objectivo em termos de interpretação que deverá encaixar na vossa realidade. Podeis interagir inter-dimensionalmente com esse elemento da consciência, o qual se traduz por uma verdade; cuja definição – a definição que damos à verdade – difere bastante daquela que vós lhe aplicais! Nessa medida, fundis-vos com as qualidades dimensionais desse aspecto da consciência e da energia, proporcionando a vós próprios subjectivamente uma maior informação sobre a essência que neste foco esquecestes.

Nesta realidade, focais a vossa actividade subjectiva naquilo de que vos dei conta relativamente à Área Regional 2 da consciência, a qual está directamente relacionada com esta realidade e a criação que dela fazeis. Para além dessa Área Regional 2, e no âmbito dos elementos subjectivos da vossa consciência, podeis entrar em contacto com a qualidade dimensional da cor, a qual vos proporcionará informação relacionada com a essência e a consciência; aqueles elementos de que vos divorciastes na consciência objectiva. Isso permite-vos inserir a recordação na Área Regional 2. Nessa medida, é criada uma tradução na Área Regional 2 que é estendida à vossa consciência objectiva nos termos da linguagem e imagens que ela subentende. Consequentemente, passa a influenciar, por a influência não representar distorção nenhuma. Trata-se de uma mera tradução (interpretação) que podeis incluir nesta dimensão física particular.

VICKI: Então recentemente, quando ela obteve alguma informação não oficial na qual ela estabeleceu uma ligação entre indivíduos e a cor, isso pode ter sido talvez uma imagética dela a recordar-lhe essas essências?

ELIAS: E a qualidade vibratória que associou no âmbito da consciência.

BOB: Isso será consistente com a família da essência e as cores delas?

ELIAS: Em parte, mas não está necessariamente ligado directamente a uma família da essência individual.

BOB: Por cada faceta poder ter aspectos de uma cor qualquer, ou...

ELIAS: Todas as essências apresentam todos os aspectos das cores.

BOB: Então essa recordação pode estar ligada a algum aspecto que esteja associado a uma dada cor?

ELIAS: Exacto, na vossa maneira de pensar.

BOB: Então, em vez de recordar um evento, podíamos recordar a natureza dele pelo tom vibratório, o qual se traduz pela cor.

ELIAS: Sim.

GAIL: Será a isso que atribuímos aos objectos com que temos uma ligação qualquer? Contactamos primeiro com a imagem objectiva, e a seguir com a cor, e a seguir evidentemente o tom, não será?

ELIAS: É.

BOB: Só queria saber sobre o caso do pobre do Johnny Cash! Desprovido de qualquer cor, e andar todo vestido de negro! E estou somente a pensar, pelo que ele não deve querer mesmo saber! (Todos rimos, incluindo o Elias)

RETA: Se misturarmos as cores todas, obtemos o negro.

VICKI: Pois é, o negro consiste na inclusão das cores todas.

BOB: Na realidade não é assim. O branco é que traduz a soma de todas as cores, e o negro a ausência de cor.

VICKI: Será isso verdade?

ELIAS: Na realidade, está errado.

BOB: Então é uma crença! (Riso)

ELIAS: Absolutamente!

RON: É aquilo de que eu estava à espera! (Referindo-me à pergunta que tinha feito acerca dos sistemas de crença e expectativas anteriores, e desatamos todos a rir)

ELIAS: Confirmado!

BOB: Se misturarmos os pigmentos, obtemos negro. Mas se considerarmos o branco, a luz branca consiste no espectro completo da cor.

ELIAS: (Ri) Isso também traduz uma interpretação deformada!

BOB: A sério!?

ELIAS: A luz não comporta qualquer cor.

BOB: Hmm! Então, quando a luz atravessa um prisma e a cor se expressa, isso não passa de uma mera crença?

ELIAS: Reflecte as ondas vibratórias e prende-se com essas ondas... reflecte-se por intermédio dessas ondas, criando o que percebeis como cor. Se removerdes a luz, a qual não comporta qualquer cor, haveis de criar o que se assemelhará a uma ausência de cor e haveis de obter o negro, mas a cor continuará a ter existência.

BOB: Por acreditarmos que existe.

ELIAS: Por existir. Ela não desparece simplesmente por removerdes a luz. Isso é a interpretação que fazeis. (Faz uma pausa, a fixar o Bob)

BOB: Não queres que eu discuta contigo?

ELIAS: Podes discutir, se assim pretenderes! (Riso generalizado)

BOB: Mas eu não vejo qualquer razão para o fazer! Pareces estar à espera!

VICKI: Está bem, eu tenho uma outra pergunta, da parte da Kaileen. “Poderás auxiliar-me na compreensão do que se estará a gerar com a situação por que estou a passar no emprego? Parece que tudo o que se tem vindo a dar no último ano não tem precedentes, e apesar de conseguir vislumbrar sentido em grande parte disso, atingi um ponto de crise. A certa altura decidi passar a confiar no que estava a criar, e que aquilo que quero virá a mim sem esforço como sempre aconteceu  no passado. Deixar de cumprir com as minhas obrigações não é o que pretendia de todo, contudo parece ameaçar um crescente sentido de presença. Eu sei que existe um emprego na área com que estou relacionada e a que pertenço, mas no entanto esta sensação de pertença engana-me. Já tive vários pequenos milagres que me deixaram perceber que não estou fechada de todo, mas não consigo compreender muito bem o quadro mais alargado.”

ELIAS: Essa expressão presente constitui a continuidade de uma experiência; em parte, representa a participação que esse indivíduo tem na crença de que consiga prover por meio da confiança ao que é requerido. Mas simultaneamente, existe todo um elemento de questionamento em meio a isso; ou seja, se este indivíduo não controlar de uma forma objectiva a situação, a materialização pode necessariamente não ocorrer. Por isso, está presentemente a gerar-se uma experiência que está a ser levada a um extremo, por uma permissão da aceitação plena da criação disso e não parcial somente, por a ausência de esforço ser eficaz e a luta ou o controlo se revelar efectivamente desnecessário. Na expressão disso, este indivíduo está permitir a ele (ela) próprio a oportunidade de constatar isso e de comprovar a ela mesma que pode confiar, e que nenhum prejuízo deverá abater-se sobre ela. Trata-se de uma experiência. Assim que a permissão para confiar e aceitar for instalada, a experiência não mais deverá mostrar-se necessária, o que objectivamente encarais como uma alteração das circunstâncias.

VICKI: Obrigado.

ELIAS: Não tens de quê.

DAVID: Eu estava a ler um dos teus manuscritos, e um dos membros mencionou ter subitamente escutado um toque no seu aparelho auditivo. Isso fez-me perceber que é exactamente isso que tenho vindo a experimentar nos dois últimos anos, como um tom muito agudo. Está constantemente presente, apesar de não ser fonte de desconforto. Já não o ouço tanto quando me encontro entre as pessoas ou em meio aos ruídos, mas tão logo fecho uma porta e fico só, torna-se bastante proeminente. Será alguma coisa por que me deva ralar, ou o que será?

ELIAS: Não, não necessitas preocupar-te. Haveis de vir a experimentar vários elementos diferentes que vos afectam os sentidos físicos mas que se traduzem por simples discorrimentos (trespasses) que vos ligam a vós próprios; vós em relação à vossa essência e a diferentes aspectos da vossa essência. Eles podem ser-vos inusuais, mas não são prejudiciais nem constituem criações de um mau funcionamento.

DAVID: Obrigado.

ELIAS: Não tens de quê.

CATHY: Muito bem, eu tenho uma pergunta. O Greg gostava de saber por que razão terá criado o incómodo no tornozelo.

ELIAS: Como uma imagem objectiva de uma resistência ao movimento. (A rir)

CATHY: Ah, está bem! Eu vou-lhe dar conta disso!

RON: Queres que lhe diga? (Riso)

CATHY: Resumiste tudo numa só frase, não?

ELIAS: Precisamente.

CATHY: Bom, nesse caso, a Guin gostava de saber por que razão terá criado o facto de não estar presente quando os cachorrinhos dela nasceram.

ELIAS: Isso consiste num outro exemplo daquilo que estivemos a debater esta noite; acerca do sistema de crenças de precisardes assumir o controlo de toda a vossa existência e criações, e de que se tentardes manipular os elementos e não confiardes na fluidez do que estais a criar, também podeis anular os próprios esforços que exerceis. A própria Sophia podia ter respondido a esta pergunta!

CATHY: Eu só tenho mais uma pequena pergunta. O Seth será uma das outras três essências que estão ligadas a este fenómeno?

ELIAS: (Começa a sussurrar de um modo misterioso) Vamos classificar isso como um ficheiro secreto??? (O Ron desata na gargalhada)

CATHY: Ah, isso quer dizer que a Ruburt e o Joseph estão presentes!

ELIAS: Confirmado! (Pausa)

DAVID: Terás conhecimento dessa outra essência que canalizou por intermédio de alguém a este mesmo nível, chamada Ramtha?

ELIAS: Eu tenho conhecimento completo da essência, apesar desse constituir um foco dessa essência. Lembrai-vos que isto não é um desconto da interacção nem da informação que delega.

BOB: Anteriormente, fizeste um comentário sobre um outro médium canalizador cuja informação estava em parte a ser filtrada pelas crenças que tem por via de outros focos. Será isso correcto?

ELIAS: Correcto.

BOB: Isso não corresponde ao teu caso, corresponde?

ELIAS: Este é um intercâmbio de energia diferente.

BOB: Então, no caso do Elias, as crenças não interferem, certo?

ELIAS: Esta essência não constitui nem nunca constituiu um outro foco da essência do Michael. Por isso, a acção da troca de energias é diferente. Pode dar-se uma filtragem através de sistemas de crenças por intermédio do intercâmbio verbal, por eu estar a trocar em termos físicos no âmbito da energia e a utilizar a consciência do indivíduo focado no físico e estar a utilizar a vossa linguagem. Nisso apresenta-se um elemento de distorção, por não ser possível contribuir sem nenhuma distorção que se enquadre nos limites da vossa linguagem. A informação não vos é estendida por meio da perspectiva dos sistemas de crenças.

BOB: Está bem. Então, nesse contexto, a informação que o Seth forneceu era bastante semelhante, ou apresentada um tanto nos mesmos moldes, conforme a tua informação está a ser presentemente?

ELIAS: Era.

BOB: Mas não terá apresentado a Jane um certo paralelo, e não estaria presente e consciente da canalização à medida que sucedia, ou será que não?

ELIAS: Em muitas alturas.

BOB: Por vezes. Aparentemente, os médiuns canalizadores deste tipo estão a surgir como cogumelos por todo o lado como parte desta mudança, presumo eu. Certamente, apresentam ligeiras variações entre si. Existirão outros canalizadores mais ao teu estilo de que tenhas consciência, e caso alguém apresentasse um deles numa sessão, poderias distingui-lo dos outros?

ELIAS: Podia.

BOB: Está bem. Obrigado.

ELIAS: Não tens de quê. Vou dar por terminado convosco esta noite em consideração pela energia na verdade, e oferecer-vos uma antecipação dos nossos futuros encontros. Uma enorme afeição por todos vós.  Por esta noite, despeço-me de vós com um au revoir!

Elias parte às 9:21 da noite.

© 1997 Mary Ennis/Vicki Pendley, Direitos Reservados


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