segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

PROFECIAS


SESSÃO #183
"SENSAÇÃO TONAL (ESPIRITO)”
“PROFECIAS"
DOMINGO, 15 DE JUNHO DE 1997 (PÚBLICA 4) © 1997
TRADUÇÃO: AMADEU DUARTE   


Esta sessão ocorreu na Livraria Bodhi Tree em West Hollywood. Estiveram presentes 20 participantes.


Elias chega às 2:31 da tarde. (Tempo, 25 segundos)

ELIAS: Boa tarde. (A sorrir)

DIFERENÇA ENTRE SENTIMENTOS E EMOÇÃO

Esta será a discussão que iremos ter neste dia. Isto é importante, o facto de vos permitirdes interpretar os sentimentos ao contrário da emoção, porque o sentimento é o que vos dirigirá pelo que encarais como “maneira correcta”. Muitos confundem a emoção com a sensação tonal ou o sentimento. O termo “sensação tonal” é usado em muitos dos vossos sistemas de crença. Na realidade possuís em vós uma sensação de conotação tonal que vos permite identificar a energia. Também é algo que faz parte da linguagem que utilizais convosco próprios. Esta sensação de conotação tonal que tendes dentro de vós, nesta dimensão particular, é basicamente a mesma para toda a vossa espécie. Agora; é passível de ser interpretada de modo diferente por indivíduos distintos, por eles filtrarem por intermédio dos seus sistemas de crença, assim como por ser interpretada quer por um elemento focado no físico ou por um elemento focado no emocional. Aqueles que se acham focados no emocional traduzem automaticamente essa sensação ou conotação tonal por uma emoção. Por isso, pode ser facilmente confundida e distorcida. Há diversas razões para o facto da identificação da importância dessa sensação de conotação tonal. Isso, caso seja identificado apropriadamente, pode-vos fornecer informação que não possuis necessariamente duma forma objectiva. Também vos pode confirmar aqueles elementos da vossa realidade que compõem sistemas de crença assim como aqueles elementos que não compõem sistemas de crença.

Recentemente, mencionamos o conceito bastante complicado da fragmentação, que não vou abordar neste dia, mas em relação ao que, muitos são aqueles que são influenciados pela informação que lhes é apresentada neste momento, informação essa que lida com entidades de outras dimensões. À medida que avançais na actualização da vossa mudança da consciência, podeis defrontar-vos com várias ideias e conceitos que são transformados em novas crenças. Eles são sugeridos a título de crenças, por as pessoas não terem explicações para a sensação tonal que sentem nem para a informação que pode decorrer de influências de trespassam em resultado do reconhecimento dessa sensação tonal. Vós, na informação que sugeris aos demais e na ajuda que prestais no âmbito desta mudança, precisais também reconhecer e ter consciência desses outros elementos.

Falamos previamente de indivíduos que sentem fortes afiliações religiosas ou que têm fortes sistemas de crença no campo científico. Agora vamos avançar para as áreas em que as pessoas comportam crenças que dizem respeito a outras dimensões, porque vós haveis de vos deparar com muitos desses casos, também. Antes de mais, eu afirmo-vos que essas outras dimensões são uma realidade. Ao trespassarem para esta dimensão no âmbito do movimento desta mudança, os indivíduos que se encontram focados nesta dimensão não têm informação nem compreensão quanto ao trespasse com que podem estar a defrontar-se. Por isso, criam sistemas de crença baseados na informação que adquirem como informação que cruza esta dimensão. Parte da informação de que dispõem é exacta, apesar de tentarem encaixar essa informação nos limites dos sistemas de crença desta dimensão. Isso nem sempre funciona. Consequentemente, inventam termos e conceitos que parecem ser viáveis. Aqueles de vós que têm consciência desta mudança que a consciência está a sofrer e avançam na direcção da promoção do seu avanço precisam ter noção de que existe um vasto número de indivíduos que têm focos da essência noutras dimensões que presentemente trespassar, e já têm vindo a trespassar há algum tempo, para a sua consciência objectiva. Isso não é para ser desconsiderado. No âmbito da acção da vossa mudança, haveis de tomar consciência objectiva da actividade de outras dimensões.

Esta Mudança acha-se circunscrita a esta dimensão e a este planeta. A vossa espécie ver-se-á objectivamente menos separada no seu foco físico em relação à essência, o que vos facultará um reconhecimento de outros focos da essência, os quais não se encontram todos inseridos nesta dimensão. Tal com é importante para vós que vos permitais a capacidade de vos relacionardes com as pessoas no âmbito das crenças religiosas e científicas, também é importante que vos permitais a capacidade de vos relacionardes com aqueles que têm crenças respeitantes a outras dimensões. Isso pretende incluir os extra-terrestres; aqueles que designais por alienígenas. (A sorrir) Nem todos os indivíduos fisicamente focados nesta dimensão particular têm um vasto número de focos físicos noutras dimensões. Muitos não se permitem ter uma consciência objectiva de quaisquer ligações com outras dimensões, mas também existem muitos à face do vosso planeta que experimentam uma ligação objectiva com outros focos dimensionais. Mesmo aqueles que não experimentam nenhum efeito de trespasse com outros focos dimensionais são afectados na actualidade por alguns dos seus outros focos dimensionais, à medida que vos aproximais da dissolução do véu existente entre as dimensões, no âmbito da acção desta Mudança. Nessa medida, desejo estender-vos uma informação destinada a diminuir o risco de confusão.

Uma sensação de conotação tonal, em si mesma, difere da emoção a que chamais sentimento. Pensai lá convosco próprios, pois todos já passastes pela experiência semelhante de caminhar e entrar numa situação pouco familiar do vosso espaço e pressentir algo nesse espaço. Imediatamente traduzis esse sentido pelo que identificais como uma emoção e expressais que esse espaço irradia uma sensação de felicidade ou de opressão ou de tolice ou de tristeza. Isso são emoções. Num certo sentido, o reconhecimento que tivestes de imediato constitui uma sensação de conotação tonal. Sois bastante adeptos da tradução, pelo que ela resulta de imediato. Por isso, podeis confundir-vos e interpretar a emoção como a mesma coisa que o sentimento. Os sentimentos nem sempre se equiparam à emoção. Eu emprego este termo sentimento em vez de sensação, por ser uma coisa que sentis na vossa consciência do corpo. Difere de uma simples sensação, como se sentisses o perigo. Num sentimento, a vossa consciência subjectiva e a consciência do vosso corpo operam em harmonia a fim de vos facultar informação. Apenas não reconheceis aquilo que vos está a ser facultado com essa informação. Ela estende-se para além da mera identificação do que podeis encarar como elementos que pressentis, por esta sensação de conotação tonal vos poder ser bastante instrumental e útil nas interacções do vosso dia-a-dia. Se vos permitirdes sintonizar convosco próprios, podereis reconhecer que nos encontros que tendes com outros indivíduos a resposta que dais em termos de sensação tonal, a qual é bastante subtil mas em muitos casos difere bastante das reacções ou respostas que podem ser invocadas por meio dos vossos sistemas de crença.

As vossas elaborações mentais e as vossas emoções são filtradas por intermédio das vossas crenças. Por isso, estão sujeitas a ser obscurecidas; mas da mesma forma que com os impulsos, as sensações de conotação tonal facultam-vos orientações mais precisas. Também podeis compreender que estas sensações de conotação tonal não representam um impulso como os que tendes. São uma sensação com que entrais em sintonia numa atitude de receptividade para com um outro indivíduo, ou local ou coisa. Trata-se duma ressonância interior que sentis.

Bom; ao empregar o termo “ressonância”, as pessoas interpretam-no como uma acção que identificais de imediato duma forma objectiva, sem margem para questão. Um elemento que ressoa dentro de vós. O que significa, obviamente, que se deva dar uma vibração mais significativa dentro de vós que vos deverá evidentemente assinalar. Mas esse não é sempre o caso. Já falamos daquela “pequena voz” e do quão silenciosa pode apresentar-se, e do quão altissonantes as vossas crenças podem mostrar-se na acção de substituição dessa pequenina voz. Nessa medida, muitas vezes essa sensação de conotação tonal também se pode apresentar duma forma bastante subtil. Cada um de vós pode praticar a permissão para reconhecer essas sensações tonais nos indivíduos ao vosso redor. Também podeis praticar isso nos locais que vos circundam. Os objectos também podem invocar sensações de conotação tonal em vós.

Desejo que entendais que, apesar das pessoas nesta dimensão terem crenças relativas à actividade dos extraterrestres, elas também possuem um conhecimento íntimo. Estou bem ao corrente das divisões que comportais, entre aqueles que acreditam duma forma intensa que outros seres, digamos assim, tenham uma existência efectiva noutros sistemas planetários, e aqueles de entre vós que não crêem nisso. Eu afirmo-vos que isso também é uma realidade. Há muitos elementos com que vireis a ser confrontados no âmbito do avanço desta mudança que vos desafiarão as crenças, ou parecerão exteriores à vossa realidade convencional inerente às crenças que mantendes. (Pausa)

Vou expor o fórum às vossas perguntas, se a isso vos dispuserdes neste dia, por perceber uma energia de ansiedade naqueles aqui presentes. (A olhar para o Tom)

RETA: Elias, posso-te pedir para expores a questão da ressonância?

ELIAS: Conforme declarei, isso não é sempre uma acção ou uma sensação que vos pareça muito óbvia, apesar do facto de, quando essa ressonância ocorre, deverdes reconhecer veracidade naquilo com que vos estiverdes a defrontar. Haveis de sentir um saber íntimo inequívoco. Podeis não ter sempre a capacidade de identificar aquilo que estiverdes a reconhecer, mas haveis de sentir um conhecimento íntimo relativo à veracidade que apresenta. Por isso, ao vos verdes confrontados com outras situações... com outros mestres, outros indivíduos, crenças... podeis discernir por vós próprios o que seja verdade, pelo facto disso fazer ressoar uma tonalidade no vosso íntimo; razão porque existem indivíduos entre vós que têm uma crença tão absoluta, definitiva e inabalável noutros focos e na actividade de outras dimensões. Eu classifico isso como crenças cujo tom eles reconhecem, e subsequentemente desenvolvem em sistemas de crença a fim de interpretarem o que identificaram no tom, com conhecimento de não se enquadrar nesta realidade física individual.

Recordai que muitos não dispõem da informação e ainda não se habilitaram a uma oportunidade de obter informação que lhes explique esses tons com que entraram em contacto. O que não quer dizer que a identificação gerada no âmbito das sensações de conotação tonal digam unicamente respeito a outros focos dimensionais. Nesta dimensão, vós comportais sensações de conotação tonal em todas as diferentes áreas. Trata-se duma identificação que se gera dentro de vós, para o referir nos termos que empregais, relativa à “exactidão” ou “justeza”, de um elemento, apesar de não envolver justeza nenhuma. É o mesmo que bater na tecla correspondente à nota Dó numa oitava ao mesmo tempo que bateis na tecla correspondente à nota Dó numa outra oitava. Isso equivale à ressonância que ocorre no vosso íntimo. A vossa consciência subjectiva e a consciência do vosso corpo entram conjuntamente em ressonância em simultâneo, em reconhecimento da “veracidade” de uma certa situação.

RETA: O sistema energético que usamos na recepção desse tom ou dessa sensação ou desse impulso será de natureza electromagnética? Que sistema de energia usaremos numa situação dessas?

ELIAS: É, é electromagnético por natureza.

RETA: O impulso estará relacionado com a sensação? Será essa a descrição que fazes da sensação que temos?

ELIAS: Não. Tal como na linguagem objectiva que presentemente usais, podeis discutir muitos assuntos diferentes, não é? Precisamente. Do mesmo modo, os impulsos constituem um tipo de comunicação procedente da essência e dirigido a vós, no foco objectivo. A sensação com conotação tonal constitui uma outra coisa, digamos assim. Trata-se da identificação de elementos, um reconhecimento de diferentes elementos. Os impulsos são instrutivos; comportam uma qualidade de orientação. Os impulsos orientam-vos no sentido de avançardes para determinadas áreas a fim de realizardes uma certa actividade. Trata-se da vossa própria linguagem procedente da essência, que está em curso durante todo o vosso foco. Ocorrem continuamente. Uma sensação tonal consiste num método de identificação. Esta, apesar de frequente, não se revela tão constante quanto o impulso.

RETA: Obrigado.

TOM: Eu tenho uma pergunta. Li recentemente um livro respeitante à Tora e a um código secreto que contém. Poderias de algum modo validar isso?

ELIAS: Eu falei anteriormente, uma vez, de uma informação que foi codificada e inserida secretamente para a sua própria protecção, num esforço para não distorcer a informação. Essa informação, afirmei eu à altura, encontra-se no vosso planeta. Se bem me lembro... correctamente, porque eu estou sempre certo! (riso)... vós inquiristes-me com relação a uns registos supostamente perdidos e eu disse que eles seriam descobertos na devida altura. No presente momento, isso representa a descoberta de um. Andais à procura de pergaminhos enterrados em cavernas, por isso ser muito místico! Mas na realidade, já possuís a informação, em certa medida. Há certos elementos da informação que neste momento não possuís por ainda os não terdes descoberto, mas muitos já se encontram presentemente na vossa posse. Vós só não sabeis com os interpretar. Estais a descobrir por intermédio de várias línguas, não necessariamente línguas formadas por palavras mas por números, elementos que se acham codificados em termos de informação que já possuís. Tal como estivemos a abordar a questão da vossa genética, existe muita coisa que ainda não reconheceis no presente, apenas por ainda não terdes olhado suficientemente adiante.

TOM: Nesse caso, o que estás a dizer é que, a informação que estão a encontrar na Tora então não é informação.

ELIAS: Antes pelo contrário. É!

TOM: Então nesse caso estarás a validá-la?

ELIAS: Estou.

TOM: Muito bem. Também afirma que toda a pessoa focada no físico irá ser referenciada numa ou noutra altura, na Tora. Se assim for, poderás explicar-nos o que estará escrito na Tora acerca de ti? (Elias sorri) Quanto à actualidade... não em relação do passado para o futuro nem do futuro para o passado, mas agora... em relação ao Elias e às alterações da Mudança.

ELIAS: Isso pode ser igualmente descoberto.

TOM: Está certo... (exasperado)

ELIAS: Se investigares, hás-de descobrir esse nome.

TOM: Eu vou, eu vou investigar, mas queria ouvir isso da tua boca! (Riso) Já sei como é!

ELIAS: Tal com podes descobrir qualquer outro nome nesse código e também descobrir eventos e o significado de cada evento, também hás-de descobrir o significado deste evento em conjunção com esse nome.

TOM: Eu sabia que podia! Será que encontraremos "A Tese da Vida" ligado a isso?
ELIAS: (A rir) O vosso propósito consiste em experimentar a recordação! Também vos direi que como dispondes da capacidade de alterar as probabilidades a cada momento, pelo que procurais, o nome que procurardes deverá ser o de Elias e não de Rastin, por que colectivamente alterastes todos essa probabilidade com a aceitação desta identificação (Elias). (1)

DREW: Com respeito a essa codificação que não conheço muito bem, daquilo que me é dado compreender, dela deriva uma interpretação ou profecia. E eu queria saber como algo poderá profetizar sobre o que ainda não ocorreu, segundo os termos que empregamos, a actualização duma profecia... nos nossos termos.

ELIAS: Muito facilmente, por o tempo existir todo em simultâneo. Por isso, decorre agora; apesar de possuirdes a capacidade de alterar o que designais por probabilidades apontadas no passado.

DREW: O que queria saber é, se as probabilidades são passíveis de sofrer alterações num dado momento, como poderá algo que foi escrito no passado determinar a probabilidade que iremos escolher no futuro, uma vez mais falando nos termos que utilizamos do tempo linear? Ou já se encontrariam escritas, com algum conhecimento subjectivo, fora do contexto do tempo simultâneo?

ELIAS: Isso é uma codificação, tal como existem muitas outras codificações no vosso planeta e em vós próprios, que contêm informação de uma gama vasta no que diz respeito a probabilidades actualizadas no contexto do tempo simultâneo. É como se saísseis desta realidade dimensional particular por um momento e objectivamente vísseis esta realidade dimensional no seu todo, a qual decorre em simultâneo. Por isso, ao contrário de perceberdes por segmentos lineares, perspectivais a totalidade das probabilidades em simultâneo de uma vez só e em seguida projectai-las sob a forma de escrita. Existem muitas probabilidades a decorrer em simultâneo para serem expressadas pela linguagem da vossa escrita. Por isso, foi codificada por um método muito mais eficiente.

Vós achais-vos numa realidade que se situa num contexto de uma estrutura de tempo. Nessa medida, olhais para a frente e para trás. Fora desta manifestação física, isso não é válido. Por isso, podeis aceder a uma informação inerente ao tempo simultâneo. Não estais a expressar predições de eventos futuros. Estais a ver o que está presentemente a ocorrer e as probabilidades que estão presentemente a ser eleitas.

DREW: Então, codificada nesta informação, se pudéssemos compreendê-la, encontram-se todas as probabilidades? Ou aquelas que escolhemos? Sinto-me um tanto confusa por isto incorrer na questão das predições. Se alguma coisa escrita no passado – uma vez mais nos nossos termos – delineia aquelas probabilidades que estamos a escolher agora, é lógico... Quero dizer é essencialmente o mesmo que dizer que no passado tinham conhecimento do que íamos fazer agora, uma vez mais nos nossos termos. E consequentemente, no futuro também. E se essa codificação infere no facto do evento ocorrer no futuro, não equivalerá isso a predizer qual a probabilidade que iremos escolher e actualizar?

ELIAS: Esse é um território perigoso, por no foco físico tenderdes a encarar as previsões como outra coisa que não probabilidades, como absolutos inalteráveis. Por isso, também tendes tendência para a predestinação. Isso está errado. Esses são vislumbres de probabilidades codificadas, mas não existem sistemas estanques. Por isso, apesar de uma probabilidade poder ser acedida e perspectivada, ela também pode ser alterada.

Agora; encaremos as probabilidades não como absolutos nem predestinações. Podeis testemunhar uma predição de um evento no vosso planeta que podeis encarar em termos catastróficos. Nessa medida, ele é apresentado como um absoluto. É uma predição. No contexto do conhecimento das probabilidades, ele situa-se aqui. (Indica o centro) Passa a ser visto. É actualizado no contexto do tempo simultâneo, mas todas as probabilidades são actualizadas no contexto do tempo simultâneo. Por isso, se o preferirdes, a consciência desses indivíduos que desejem alterar essa probabilidade pode deslocar essa probabilidade para uma realidade alternada. (Indica o lado direito) Ela é actualizada. Não é actualizada na vossa realidade.

Todas as probabilidades são actualizadas. Por isso, penetrais numa área perigosa quando olhais as profecias e as predições de qualquer tipo e as considerais como absolutos, por não o serem. Todas as probabilidades podem ser actualizadas a qualquer momento. Podeis voltar a manifestar-vos em 1312 e alterar 2045, por ambas as manifestações decorrerem em simultâneo. Qualquer evento que tenha sido eleito será actualizado no âmbito das probabilidades, mas também um outro evento qualquer pode ser actualizado.

LESLIE: Não estou muito segura quanto a isso ter tido origem no passado nos termos que estás a referir, mas tu estás a dizer que, por exemplo, se alguém... Se cada pessoa que se encontra neste aposento se defrontasse com alguém e dispensasse uma probabilidade quanto ao local onde nos encontrássemos hoje, ela haveria de ser diferente da perspectiva de cada um. Mas por gozarmos dessa capacidade de, conforme dizes, mudar e de escolher no último momento, cada um decide vir aqui em vez disso. Portanto, não é que as probabilidades que tenham sido expressadas tenham sido menos válidas, mas sim o facto de numa altura qualquer particular nós escolhemos ser ou actuar uma outra probabilidade. Será isso o que estás a dizer?

ELIAS: De certa forma, sim.

DREW: Nesse caso, só me faz pensar no valor que um documento como esse que estivemos a debater pode ter, se nele se acharem eventos específicos que seja suposto ocorrerem na nossa realidade, quando na realidade esses eventos podem tanto ocorrer como podem não ocorrer, dependendo do que optarmos por actualizar.

ELIAS: Isso está muito correcto, apesar de no âmbito dos vossos sistemas de crença esta informação tender a contribuir com energia para crenças que mantendes como absolutos. (Pronunciado com intenção) Além disso, vê a forma oportuna como essa informação vos é expressada, em reforço da vossa era religiosa que se encontra à beira do seu término. Estais a avançar na acção da vossa mudança no âmbito da consciência ao nível global, e a sair do foco religioso. Eu disse-vos anteriormente que isso não deverá ser deixado passar com facilidade! Trata-se de crenças de massas, que são vigorosas. E essas crenças suportaram predições que as pessoas aceitam em massa. Por isso, no âmbito da acção da vossa mudança, a tarefa que vos cabe é a de alterardes essas probabilidades que terão sido actualizadas, mas que não precisam sê-lo.

Vamos fazer um intervalo e logo continuaremos.

INTERVALO

ELIAS: Continuemos.

RETA: Eu tenho uma outra pergunta. Vou voltar aos sentimentos. Foi muito interessante, mas há umas quantas coisas que preciso tirar a limpo. Tu estavas a dizer que a tonalidade, o tom de compreensão ou a conotação da sensação, deva ser a mesma em todas as dimensões?

ELIAS: Não, o tom permanece o mesmo nesta dimensão. A sua interpretação pode diferir no caso de diferentes indivíduos, mas o tom em si mesmo permanece o mesmo.

RETA: Muito bem. Então, noutras dimensões podem apresentar a mesma sensação em alturas simultâneas?

ELIAS: Não.  Noutras dimensões, também se pode dar um reconhecimento da troca, caso tenha ocorrido, tal como debatemos anteriormente no caso da Dimin. Se uma essência optar por trocar de foco em diferentes dimensões, ambos os focos deverão ter um reconhecimento de uma diferença no seu respectivo foco, mas não compreendem necessariamente em que consista tal diferença. Por isso, sistemas de crença são desenvolvidos ao redor da ocorrência a fim de facultar uma explicação ao indivíduo.

RETA: Estaremos a considerar esse tom como uma cor?

ELIAS: Não. Isso consiste numa sensação tonal. Tal com acontece com o tom do vosso nome da essência, que vós traduzis por uma palavra, mas que não é  palavra nenhuma. É um tom; coisa que já expressei que não é nem uma cor nem um som, tampouco. Trata-se duma qualidade vibratória.

RETA: Está certo. Só pretendia distinguir isso. Essa qualidade vibratória facultará... (Inaudível) aos outros focos? Ou irá tornar-se mais vibrante ou ressonante em nós por nos ter que ver connosco?

ELIAS: Haveis de reconhecer outros focos, e em certa medida, algumas das vossas partes homólogas (ou contrárias), com tal reconhecimento do tom. Mas aquilo que vos tenho estado a dizer neste dia relaciona-se com os sistemas de crença e um reconhecimento da diferença existente entre esses sistemas de crença, e um conhecimento relativo às ocorrências e aos eventos que se dão ao nível da essência. Nesta dimensão em particular vós manifestais emoção, a qual confundis com sentimento. O sentimento pode sugerir-vos a identificações de outras qualidades da essência que constituem um efeito que cruza a vossa consciência objectiva. As emoções constituem respostas do foro desta dimensão que desenvolvestes como uma qualidade inerente à experiência.

RETA: Se utilizássemos o termo “sentimentos”,  ele haveria de resultar como qualidades da essência que talvez pudéssemos traduzir mas nós não dispomos de uma linguagem para o traduzir, e assim esses sentimentos, essas vibrações, facultam-nos mais ou menos uma linguagem. Teremos um conhecimento mais aprofundado desse sentimento no estado do sonho do que no estado de vigília?

ELIAS: Por vezes, apesar de, nos imaginários oníricos que escolheis optardes por simbolismo que vos pode confundir. Por isso, sugiro-vos que reconheçais a qualidade desse sentimento ou sensação no vosso íntimo durante o estado de vigília a fim de isso vos permitir a capacidade de identificardes o sentimento, o qual também podereis interpretar como uma intuição no vosso estado de consciência objectiva, desse modo habilitando-vos a uma capacidade plena de compreender e comunicar com outros no âmbito da acção desta mudança.

GAIL: Eu tenho uma pergunta acerca das sensações. Eu pressinto e capto sentimentos da parte dos outros, e gostava de saber que enquadramento isso terá na tradução de um sentimento numa emoção.

ELIAS: Isso é passar para uma área diferente daquela que estamos a abordar. Isso é directamente influenciado pela emoção. No âmbito da capacidade empática, podeis estabelecer contacto com um outro indivíduo e podeis acolher emoção por meio dessa empatia, ou sensações físicas da sua parte. Estareis a partilhar da sua experiência. Isso é uma acção que difere da sensação (resultante) da identificação.  Eu compreendo que para muitos uma sensação tonal se torna muito difícil de entender! Essa sensação constitui basicamente uma linguagem da essência dirigida a comunicar convosco com o propósito da identificação da energia. Coisas, locais e pessoas são compostas de energia. Essa sensação tonal permite-vos uma identificação desses elementos no contexto da energia.

GAIL: Bom, se estiver a ler uma revista e observar pratos, e certo jogo de pratos me parecer familiar mas não for capaz de os servir, estarei a capar o reconhecimento de uma sensação de conotação tonal?

ELIAS: Na verdade, estás. Isso serve como um exemplo, por corresponder à interpretação que fazes. Conforme declarei, cada um de vós interpreta de modo diferente, mas inicialmente o que acontecia seria uma ressonância, em termos de identificação. Isso pode constituir a identificação de um outro foco, de uma outra realidade, de uma outra dimensão, de uma contraparte, de um eu alterno, assim como de miríades de outras situações. Inicialmente isso manifesta-se objectivamente como uma identificação, uma tonalidade, uma ressonância, que a seguir traduzis por uma atracção, uma resposta da emoção, uma elaboração mental, uma aversão ou um desdém. Nem sempre aponta no sentido de vos atrair. Podeis proceder ao reconhecimento de uma sensação de conotação tonal que podeis identificar como detestável. Isso também representará uma sensação tonal.

GAIL: Como será que traduzimos isso por uma emoção? Será automaticamente?

ELIAS: É. Aqueles que se acham focados no elemento da emoção traduzem automática e instantaneamente isso numa emoção. Aqueles que se acham focados no elemento do pensamento, podem variar. Por vezes, eles poderão automaticamente traduzir isso por uma emoção. Noutras alturas, podem automaticamente traduzi-lo por uma elaboração mental (pelo pensar).

GAIL: Quando o Matthew e eu estávamos a conversar sobre vendas e vendedores e eu reagi à palavra “vendas”, aquilo a que terei procedido terá sido o reconhecimento do tom, da sensação, e terei automática e emocionalmente reagido a isso?

ELIAS: Sim. É uma tradução.

GAIL: Será isso que viremos a fazer em relação a outros focos dimensionais?

ELIAS: É, apesar de neste momento terdes a sensação de conotação tonal, mas não possuirdes uma identificação. Não compreendeis, por não abarcardes duma forma objectiva a vastidão da vossa consciência. No âmbito da conclusão da vossa Mudança, haveis de ter consciência objectiva dos vossos outros focos.

Agora; conforme declarei anteriormente, apesar de poderdes não recordar, isso não quer dizer que com o cumprimento da vossa mudança venhais a percorrer o vosso planeta completamente confusos sem conseguirdes apurar a vossa identidade por vos estardes a confundir com interferências provenientes de todos os vossos outros focos! Pretende unicamente expressar-vos que a disponibilidade para acederdes aos vossos outros focos se acha presente... com facilidade, à vontade, e de modo intencional, e não o que encarais como um acidente. Apesar de não existirem acidentes!

GAIL: Esta semana que passou tive uma experiência ao fazer uma regressão de memória, só que ao futuro, e a experiência em que experimentei a minha presença naquela cidade e as sensações que tive foram-me traduzidas de volta... Não sei se duma forma necessariamente objectiva ou só consciente. Será esse o tipo de experiência que viremos a ser capazes de experimentar à vontade, ao contrário de passarmos por um processo para lá chegarmos? (2)

ELIAS: É.

VICKI: Eu queria colocar uma pergunta relativa a isso. Nessa experiência em que tentamos ir ao futuro a fim de acedermos a informação que se achava perdida numa das nossas sessões recentes... Eu acredito que isso seja bastante possível... chegamos a um sítio em que pudemos avaliar os registos. Pareceu que aquilo a que realmente acedemos seria informação pertencente talvez a uma realidade alterna? Eu gostava de saber se essa impressão está correcta, mas também queria saber se haverá uma orientação mais eficaz que possamos adoptar, por o planearmos fazer novamente.

ELIAS: Sim, acedestes a uma realidade alternada; porque tal com já referi muitas vezes, podeis atravessar a vossa rua ou ir dar a volta pelo vosso país para retornardes e então atravessares a vossa rua, que é o que tu conseguiste. Escolheste contornar um perímetro extenso a fim de acederes a informação que se situa bem defronte de ti. Se escolheres aceder à informação, poderás muito simplesmente aceder ao que tenhas visto como passado, e podes voltar a prestar atenção.

VICKI: Mas isso seria mais eficaz?

ELIAS: Precisamente. Assim como podeis projectar-vos ligeiramente em frente se optardes por isso, o que é menos eficaz mas que também conseguirás, e te permitirá perceber o produto final, digamos assim.

RETA: Posso também colocar uma pergunta acerca dessa noite? Estou ciente de que te fizeram perguntas acerca dessa noite e que tu disseste que havia um foco que surgiu com uma energia que causou perturbação na fita, razão porque notamos tantos efeitos de estática. Bom, nas últimas semanas eu tinha perguntado sobre como arranjar uma maior associação com a área médica. Sugeri que devido a certos interesses que eu tinha devíamos arranjar um grupo contigo mais vocacionado para a área médica, ou alguém que estivesse disposto a travar conversa contigo. Mas depois, no caminho para casa, comecei a pensar que tinha sido esse foco de energia que tinha surgido que não apresentava uma energia muito focada. Ele não seria mais uma autoridade no campo médico? Seria um comparsa que poderias dizer que tivesse perturbado aquela fita? Ou estarei por fora da questão?

ELIAS: Isso seria uma interpretação, associar o objectivo com a área médica, porque na realidade não se acha necessariamente dirigido para a área médica...

RETA: Médica - científica ...

ELIAS: ... mas para o da cura.

RETA: Muito bem, cura. Essa energia, essa cura, terá permanecido no contexto desse mesmo objectivo? Quero dizer, terá sido por isso que os impulsos eléctricos eram maus? Ou estarei a colocar a coisa de forma errada?

ELIAS: Essa energia estava a perturbar-vos o equipamento eléctrico por não se achar actualmente direccionada e tentar focar-se num alinhamento e numa direcção mais específica. Quando isso ocorre, a energia dispersa-se menos, o que também afecta menos os equipamentos da vossa realidade.

NORM: Essa energia pertenceria a um outro foco aqui desta realidade?

ELIAS: Não.

NORM: Eu tenho algumas perguntas relativas à visão à distância. O Ingo Swan, há cerca de trinta anos atrás desenvolveu a visão à distância no Instituto de Pesquisa de Stanford para um departamento dos serviços secretos do governo Americano. Recentemente isso foi abandonado e um outro indivíduo, um cientista político da Georgia que se dá pelo nome de Richard Courtney assumiu o desafio, digamos assim, e no livro que publicou, que creio intitular-me Viagem Cósmica, ele descreve uma visão remota de Marte e da presença de alienígenas na superfície de Marte. Conforme mencionaste anteriormente, isso podia fazer parte da confusão. Essa é uma pergunta que tenho relativa ao assunto, e a outra é: de que modo serão filtrados os nossos sistemas de crença na aplicação de visão remota por focos aqui nesta realidade?

ELIAS: Cada um de vós possui essa capacidade. Isso não é uma acção que se ache limitada a certos indivíduos. É uma actualização dos sentidos interiores, coisa que podeis desenvolver e que também podeis realizar intimamente. No âmbito da acção da vossa mudança, isso deverá constituir uma ocorrência natural.

Quanto à precisão da informação dispensada e à influência causada pelos sistemas de crença nessa área, isso depende daquele que fizer uso desse sentido interior. Também depende do foco da visão; porque, se estiverdes a ver elementos pertencentes à vossa própria dimensão com que estejais familiarizados, podereis com precisão descrever e veicular a informação relativa ao que tiverdes visto. Se estiverdes a aceder a outras dimensões em que manifestações num planeta do vosso presente sistema solar indicariam uma outra dimensão... porque nesta dimensão estes planetas do vosso sistema solar não comportam vida ou inteligência conforme a reconheceis... isso pode constituir uma visão duma outra dimensão, mas isso acha-se sujeito à interpretação e está a ser filtrado pelos sistemas de crença, por virdes a ver elementos com que não estais familiarizados e que vos serão estranhos. Por isso, para dar uma explicação em termos objectivos quanto a essas visões, precisais reordenar a informação na vossa consciência objectiva de forma a enquadrá-la na vossa linguagem e no vosso imaginário.

LESLIE: (Para o Norm) Isso respondeu à pergunta que tinhas?

NORM: Respondeu.

LESLIE: Foi engraçado que mencionasses justo agora os sentidos interiores, porque enquanto falavas das sensações tonais e das emoções e de todas essas coisas e da mudança que se acha em curso, eu pessoalmente senti como se a minha vida durante os últimos quinze anos tenha sido estúpida e aborrecida enquanto tudo ao meu redor se encontra em mudança, apesar de pensar que nos últimos dois anos se tenham dado profundas alterações. À medida que avançamos nesta mudança, que será suposto que experimentemos em termos de emoções e das experiências psicológicas por que passamos e coisas desse género? Talvez isso explicasse aquilo porque tenho passado nos últimos dois anos. Isto fará sentido?

ELIAS: Absolutamente. Vireis a experimentar muitos efeitos de trespasse para esta realidade objectiva, em termos de informação subjectiva. Nessa medida, permite que refira que a definição que dou à actividade subjectiva é de todo esse tipo de consciência que não faz parte da consciência de vigília. O que inclui todos os estados alterados, segundo a terminologia que empregais, todos os outros focos, todo o imaginário dos sonhos, tudo o que considerais afastado ou subconsciente. Muitos, nas crenças que mantêm, também atribuem isso a uma super consciência ou à consciência cósmica. É tudo a mesma coisa. São percepções subjectivas, as quais consistem no aspecto mais abrangente que tendes enquanto essência, o qual comporta uma informação e imagens espantosas.

Nessa medida, nesta dimensão em particular, vós tendes vindo a  ser extremamente selectivos na vossa manifestação, ao limitardes a percepção que tendes a formas de percepção exclusivamente objectivas, permitindo ligeiros volumes de transferência subjectiva. No âmbito da acção desta mudança, vós abristes as comportas e permitistes que a percepção subjectiva se precipitasse na consciência objectiva. Por isso, no vosso estado de vigília, na consciência em que vos reconheceis pelo que sois e de que estais conscientes, podeis experimentar muitos tipos diferentes de ocorrências. Alguns no vosso presente defrontam-se com o que designam por alienígenas. Isso são focos das suas essências. Alguns experimentam o que designam por entidades que trocam de corpo com um indivíduo (walk-ins). Isso são trocas com focos de outras dimensões. É uma realidade. Alguns indivíduos experimentam transmissão de informação e de imagens pertencentes a focos desta dimensão, ou aquilo que designais por vidas passadas. As pessoas podem experimentar alterações nas imagens que obtêm nas suas experiências diárias no estado desperto. Os objectos inerentes às suas experiências podem sofrer alterações. Podeis ver uma cadeira, e ela tornar-se num outro objecto, para depois voltar à forma de cadeira. Podeis experimentar muitos estados alterados de consciência de forma espontânea, sem esforço, e de forma não intencional. Podeis sofrer um incremento nas experiências de projecção fora do corpo. Isso é tudo natural, elementos normais da essência de que estais objectivamente a permitir-vos tomar consciência.

Nesse contexto também vos defrontareis com muitas das crenças que mantendes, por constituírem elementos de bloqueio. Por isso vêm à superfície de modo a obterem atenção e de modo a poderem ser aceites e a vossa consciência poder expandir-se nessas áreas; porque com a realização da vossa mudança global, não existirá lugar para a não aceitação desses sistemas de crença. O que não representa nenhuma eliminação desses sistemas de crença! Trata-se duma aceitação  com percepção da sua existência e da neutralização do seu poder.

LESLIE: Estou a entender. Poderia colocar uma pergunta muito rápida sobre o meu nome da essência talvez, ou de alguém que não tenha estado presente?

ELIAS: Certamente que podes!

LESLIE: Pois ...

ELIAS: Mas a tua família está correcta!

MJ: Sumafi, não é? (A rir)

ELIAS: É.

LESLIE: Sumari, na realidade.

ELIAS: Não.

LESLIE: Essa era a minha segunda escolha. Diz-me!  Estou aberta seja ao nome que for! (Riso)

ELIAS: A família a que escolhes pertencer não é a Sumari mas a Sumafi.

LESLIE: Hmmm ... Isso é tão estranho!

ELIAS: O nome da essência com que entras em ressonância... (A olhar para a Vicki e a rir) Agora podes escrever com letra maiúscula Gaya!

LESLIE: Gaya! Gaya?

ELIAS: (Ainda a rir) Isso também tu atribuíste objectivamente, no âmbito das vossas crenças, a um nome caracterizado por uma tonalidade terrena.

LESLIE: Tonalidade terrena... Sinto-me confusa. Será Tonalidade Terrena ou Gaya?

ELIAS: O nome é Gaya.

LESLIE: Como é que se soletra?

ELIAS: G-A-Y-A.

LESLIE: Oh, meu deus! (A rir) Ah, caramba! Obrigado!

ELIAS: Não tens o que agradecer.

RON: Elias, devido ao facto de estarmos aqui a lidar com enquadramentos temporais físicos, receio que não venhamos a poder alongar muito isto.

ELIAS: Muito bem. Desejareis colocar mais alguma pergunta? Uma?

CAROLE: Só uma. Felizmente, não se estenderá muito. Alguém falou anteriormente sobre  uma informação codificada existente na Tora. Existe um texto chamado Chaves de Enoch, e eu gostava de saber se existirá alguma relação e se haverá mais alguma informação adicional codificada nesse texto, e se o texto é particularmente votado àqueles que possuem os focos de outras dimensões que eu possuo, e a outros como eu.

ELIAS: Existe também informação codificada nesse texto, apesar de ainda não ter sido acedida até ao presente. Razão porque não tendes acesso a essa informação. Será futuramente acedida num contexto similar ao das matemáticas. Isso deverá facultar uma informação similar respeitante à informação que já foi divulgada, digamos assim, no presente. Apesar de... recordai que essa é uma área perigosa, por não dever ser encarada como um absoluto. Há possibilidades que foram encaradas no que entendeis por anteriormente, que acontece em simultâneo com o agora. Proporciona-vos uma informação que vos permite reconhecer probabilidades, assim como concentrar energia na consciência a fim de alterardes essas probabilidades. Elas não se acham gravadas na pedra! Consequentemente, dispondes da capacidade de alterar essas probabilidades no âmbito da consciência caso dirijais a vossa energia, e podeis escolher dirigi-la num sentido alternado. (Na direcção do Tom) Sim?

TOM: Peço desculpa se abri essa Caixa de Pandora, mas é que eu estava a ser pressionado.

RETA: Terá existido um escritor único da Tora ou terão existido vários?

ELIAS: Vários. Isso na realidade não representa o que encarais como a Tora. Esse seria o caso do texto antigo desses Hebreus do Talmude que faculta o código. Havemos de falar mais sobre isso.

Vou-vos desejar a todos, com uma enorme ternura... a menos que desejeis obter mais nomes da essência, porque o Lawrence acha-se bastante enamorada pelos nomes da essência!

GAIL: Eu gostava de saber qual será o do Ron.

PAULA: Qual será o meu nome da essência?

ELIAS: SELA. Outra como a Shynla!

PAULA: Sela. Obrigado.

ELIAS: (Para a Laura) Não vais perguntar?

LAURA: Eu já sei o meu, mas qual e o dele? (Indicando o bebé dela)

ELIAS (A sorrir) O nome da essência deste pequeno... Tomkin; não se acha em fragmentação presentemente. (A rir, por se tratar de uma essência de que o grupo é conhecedor, por estar associado ao Elias e a esta troca de energias)

TOM: E o do Ron?

ELIAS: Ah,  o do nosso pequeno! (Pausa a avaliar) O Senhor George! Podeis dizer ao Michael que agora tendes um domador de dragões! George.

 (Para a Virgínia) Esse é um outro foco que se aproxima da fragmentação; que presentemente apresenta o nome da essência de Mollney e que está para se fragmentar, depois do que adquirirá um tom diferente. Por isso, nos vossos termos, futuramente deverá alterar este nome ou tom e escolher um novo. Muito bem...

TOM: Podemos debater isso num fórum aparte, que diga respeito à Caixa de Pandora?

ELIAS: Podemos.

TOM: Obrigado.

ELIAS: Não tendes o que agradecer. Por hoje vamos interromper, e resta-me convidar as novas essências para uma participação em experiências futuras. A todos vós, au revoir!

Elias parte às 4:37 da tarde.

Notas:

(1) Quando conhecemos o Elias pela primeira vez, ele identificou-se como Rastin. Uns anos antes, a Mary tinha-se submetido a uma regressão a uma vida passada em que recordou uma vida em que tinha um bom amigo chamado Elias. Além disso, um psíquico tinha-lhe dito que o nome do “guia” dela era Elias. A Mary sente-se mais confortada com esse nome, pelo que é aquele que utilizamos.

(2) Um Encontro Trans-Focal consiste num termo que empregamos para uma vida pregressa. Utilizamos a hipnose para facilitar essa experiência.
© 1997 Mary Ennis/Vicki Pendley, Todos os Direitos Reservados

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