quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

DISCERNIMENTO




SESSÃO #88
"Crenças Inerentes a Outras Dimensões "
“precisais acautelar-vos e usar o discernimento”
Domingo, 21 de Abril de 1996
Tradução: Amadeu Duarte


Participantes: Mary (Michael, Vicki (Lawrence), Ron (Olivia), Jene (Rudy), Jim (Yarr), Cecelia (Sari), Charles Sr. (Thomas), e o Charles Jr. (Ti-Le'). Abreviações: CELIA, CHARLES MAIS VELHO, CHARLES MAIS NOVO

Elias chega às 7:27 da tarde

ELIAS: Boa noite! (A olhar para o Charles Sr., a sorrir afectuosamente) Bem-vindo, uma vez mais! Vamos já prosseguir com o debate subordinado aos Eventos da Fonte, esta noite. Estivemos anteriormente a discutir os Eventos da Fonte ou Eventos Principais, em relação aos quais alguns de vós vos sentistes confusos. Abordamos as criações das massas e situações que se prendem com a área das doenças e da criação de padrões atmosféricos. Sobre a área dos Eventos da Fonte dir-vos-ei que podeis obter uma percepção ligeiramente mais ampla deles se passarmos a considerar a área das criações religiosas, por elas abrangerem uma enorme quantidade de tempo, conforme o entendeis, numa área; e também envolve muitos indivíduos por todo o vosso mundo que individualmente podeis ver como ligados a certos sistemas de crenças religiosos. Além disso, vós próprios sois muito afectados por esses tipos de crenças.

Neste Evento da Origem, que tem sede na Área Regional 2, o mito é criado colectivamente no âmbito da consciência. O mito é muito mais vasto do que a interpretação que se manifesta fisicamente. Além disso é afectado pelos Eventos da Origem noutras Áreas Regionais pertencentes a focos de outras dimensões, o que perfaz a acção que podeis encarar como “trespasses” ou influências que discorrem para a vossa dimensão; e que passam a alinhar por crenças do foro religioso, mas sem se focarem propriamente nos conjuntos de crenças convencionados ou oficialmente aceites pelas vossas religiões. Por isso, leva-vos à criação de novas crenças que podem ter cabimento noutras crenças religiosas dos focos de outras dimensões, mas como a consciência se acha toda interligada na totalidade da consciência, (a sorrir) muitas áreas da consciência discorrem dumas para outras.

Alguns indivíduos poderão intersectar esses sistemas de crenças e interpretar erradamente a sua origem, sem terem informação relativa ao Evento da Origem, nem da sua procedência, digamos assim. Consequentemente, incorporais muitos conjuntos de crenças que encaixam numa categoria, por assim dizer. Eles brotam todos de um mito, aquele que haveríeis de perceber como o original; apesar de esse ser um termo ineficaz, por na realidade não existir nenhum “original”, tal como percebeis um objecto ou uma ideia. Essas coisas comportam solidez; ou, na percepção que tendes, apresentam um tipo de solidez; e um Evento da Origem, ou Principal não. Trata-se duma acção que se dá no âmbito da consciência, acção essa altamente criativa e expressiva, duma interacção da consciência colectiva que opera entre essências e a Unidade Criadora Universal e o Todo. Mais tarde iremos explorar, em parte, esses trespasses. Vou-me desviar por breves momentos, para vos transmitir uma outra mensagem. Passo a informar o Lawrence duma correcção a fazer nas nossas transcrições, mas vou sugerir a título de explicação, que isso corresponde a um pedido emitido por uma outra essência. Por continuar a informar-vos, em adição e também repetindo a informação fornecida por uma outra essência, que posso alterar a terminologia com o propósito de não encorajar a criação de sistemas de crenças no vosso íntimo sobre a criação de novas “seitas”. Consequentemente, os termos que emprego poderão, por vezes, apresentar uma ligeira diferença, apesar da definição e o sentido serem o mesmo. Nessa medida, vou-te pedir que te foques nessas Áreas Regionais nas nossas transcrições, e as refiras por algarismos, em vez de siglas; assim como pedir-te que permitas uma distinção dessas áreas da consciência em concordância com o meu pedido para que uses letras maiúsculas, pedido esse que me foi dirigido por essa outra essência.

VICKI: Então, queres que eu passe a utilizar o algarismo 2 em vez de escrever por extenso.

ELIAS: Exacto. Em material anterior, essas áreas foram descritas em termos de Enquadramentos. (No Material do Seth) Podes utilizar isso a título de exemplo. Eu não utilizo o termo enquadramento, por me parecer menos eficiente enquanto área relativa à consciência. Por isso, escolhi a terminologia das Áreas Regionais. Se explorares o sentido literal da definição desses termos, compreenderás porque razão eu terei escolhido estas palavras cuidadosamente.

VICKI: Nesse caso pretendes que eu continue a usar o termo Área Regional, só que com letra maiúscula.

ELIAS: Exacto.

VICKI: De acordo.

ELIAS: Muito bem. Continuemos: no contexto da consciência, na Área Regional 2, naquilo que percebeis como há séculos atrás, vós, no âmbito da energia, criastes um Evento da Fonte. Na vossa percepção e maneira de pensar, percebeis tais eventos de uma forma bastante fragmentada. Percebeis segmentos. Nem sempre reunis os segmentos num todo. No período da vossa história que recordais, (a sorrir) ou que podeis passar a investigar a fim de recordardes, podeis perceber um tipo de mudança global. Isso difere bastante daquilo que presentemente estais a começar a experimentar; mas, no entanto, deu-se um tipo de mudança na consciência aí, ao vos focardes num foco religioso, o qual terá prosseguido até ao presente momento. Foi desenvolvido em muitas expressões diferentes, mas cada expressão constituiu uma interpretação do Evento da Fonte.

Nenhuma dessas expressões representou a totalidade ou o “principal”. Cada uma constituiu uma interpretação de um Evento Principal que ocorreu, uma vez mais, digamos assim, na Área Regional 2. Nessa medida, gerastes sistemas de crenças muito fortes em cada uma dessas interpretações e expressões desse Evento da Fonte. Algumas dessas interpretações e expressões tornaram-se bastante fortes e duradouras. A razão porque nos focamos presentemente neste Evento da Fonte deve-se ao facto de estardes tão habituados a encarar a vossa realidade desse modo que automaticamente vos inclinais para esse tipo de criação. Consequentemente, proporcionais a vós próprios informação, ou entrais em contacto com informação com que estais familiarizados no contexto histórico, e automaticamente “encaixais” essa informação nas vossas crenças religiosas. O que não quer dizer que acrediteis que anjos vos falam ou que tenhais sido visitados por Deus. Quer dizer que tereis facultado a vós próprios informação presentemente, neste instante, que diz respeito à vossa mudança, e que automaticamente interpretais isso no contexto do elemento religioso.

Criastes um novo sistema de crenças religioso, o qual se traduz pela vossa metafísica. A verdadeira interpretação desse termo consiste na exploração do universo e da realidade. A interpretação que fazeis da definição que dais ao termo abrange muitos elementos que constituem... partículas. Reunis informação que vos é estendida, e associais-lhe interpretações do género de mestres, guias, anjos e muitos outros elementos. Proporcionastes a vós próprios, por meio da consciência, uma expansão, a fim de compreenderdes elementos pertinentes à essência e à consciência enquanto vos aproximais da mudança. Não compreendeis que aquilo que percebeis, aquilo que vos é dado conhecer, aquilo que vos é dado perceber, é muito significativo e muito mais vasto do que a interpretação que disso fazeis. Vou sugerir um exemplo, com a vossa permissão. (Olha com um ar inquiridor para a Jene)

JENE: Absolutamente.

ELIAS: Um indivíduo apresenta a si próprio um volume considerável de informação ao estabelecer contacto com a essência. Essa informação é processada. De acordo com as crenças tradicionais convencionadas, não tem cabimento. O “pino quadrado não entra no buraco redondo”; por isso, uma busca é iniciada. No âmbito dessa acção, outros sistemas de crenças são sugeridos. Outros sistemas de crenças, muitas vezes pertencentes ao vosso presente, terão sido sugeridos a título de interpretação de sistemas de crenças que discorrem. Parecerão, superficialmente, responder às indagações, pelo que são aceites e integrados. Na realidade posicionam-se de forma ligeiramente “deslocada”.

Vou dirigir-me a uma interpretação específica. O indivíduo proporcionou a si próprio informação relativa à essência e à ligação que tem com todas as coisas. “Toda a manifestação física se encontra ligada a vós; não se acha separada mas constitui uma parte de vós”. Esta informação é aceite mas resulta confusa. Consequentemente, um sistema de crença é associado em termos de separação, o que constitui uma resposta automática que validais. Para poder perceber todas essas ligações individualmente, o indivíduo expressar uma ligação individual com cada elemento. “Eu já fui um urso. Já fui uma flor. Já fui a tempestade.” Já experimentastes todas essas coisas, e sois presentemente todas essas coisas, só que não individualmente. Elas acham-se todas englobadas na essência.

Portanto, conforme previamente terei explicado, vós não vos voltais a manifestar - naquilo que encarais como uma vida ou um foco de desenvolvimento - com um antílope, ou um cão, ou um cavalo, ou uma árvore. Vós voltais a manifestar-vos no contexto da vossa própria espécie, por terdes escolhido tal coisa; mas incorporais sempre os elementos todos da totalidade da consciência. Daí a base da confusão; porque nestes tempos iniciais da vossa mudança, haveis de descobrir muitos novos – segundo a concepção que fazeis - sistemas de crença que terão o aspecto de explicações relativas a informação que comportais soba a forma de um conhecimento íntimo. O conhecimento íntimo que comportais é preciso. As crenças agregadas a ele, que passastes a incorporar de forma objectiva ao invés de subjectiva, constituem crenças que decorrem dum efeito de trespasse de outros focos dimensionais. Todos os outros focos dimensionais comportam igualmente crenças. Nenhum deles, conforme declarei anteriormente, está a experimentar esta mudança. Vós, nesta dimensão e neste planeta, neste espaço e neste tempo, escolhestes, com base num consenso, dar início à mudança.

Nessa medida, vós abristes a vossa consciência. Permitistes essas formas de trepasse por meio da vossa abertura da consciência. Vós sois, segundo os termos que utilizais, receptores do vosso universo. Os outros focos dimensionais não vos estão a guiar. Eles não vos estão a influenciar directamente. Indirectamente, estais a permitir a influência da sua parte por meio do trespasse de crenças e da integração que fazeis dessas crenças, mas a interacção que exercem não vos é dirigida directamente. Não vos subjugastes a outros focos dimensionais que estejam, conforme designais, “acima” de vós, por não existir nada além. Não existe “acima”. O que existe é uma consciência mais ampla; mas no foco físico, nas manifestações de carácter físico, vós estais em comparação, falando em termos relativos. Há alguns focos dimensionais que detêm tecnologia que pode exceder a vossa. Podeis perceber que sejam, na percepção limitada que tendes, mais inteligentes; apesar de vos dizer que muitos, nas vossas próprias civilizações há muitos séculos, tinham o que encararíeis como uma maior inteligência do que tendes actualmente com toda a vossa vasta tecnologia; por a ligação que tinham com a essência ser maior, e a separação que os caracterizava ser menor. (A sorrir para a Cecelia)

CELIA: Se estivermos mais unidos, se desenvolvemos a união que temos, nesse caso entenderemos e estaremos na mesma posição ou suplantaremos a posição deles, daqueles de que falaste no passado, a inteligência que alcançaram; viremos nesse caso a compreender e a atingir essa inteligência, caso consigamos uma maior ligação?

ELIAS: Eu vou-te explicar, Sari; eu referi que os podeis encarar como mais inteligentes. Vós não sois menos inteligentes do que qualquer outra área de desenvolvimento da vossa expressão física neste planeta em particular. As vossas expressões podem ser diferentes, mas a inteligência que possuís sempre foi a mesma. A união que tendes alcançado tem-se diversificado. Ao vos aproximardes desta mudança, expandistes a consciência que tendes e estendestes a vós próprios a oportunidade de vos posicionardes num elemento de consciência que se encontra numa maior união, digamos assim; por empregardes uma menor separação. À medida que vos aproximais da vossa mudança, cada vez mais a consciência que possuís se expande. Os véus que carregáveis vão caindo por terra.

CELIA: Obrigado por me esclareceres.

ELIAS: Não tens de quê. Essa é a razão porque encontrais indivíduos ao vosso redor, na vossa vida do dia-a-dia, que exibem uma compreensão que podeis constatar, mas que acreditais não corresponder tanto aos factos; E no seu estado de vigília, podem não estabelecer essa união com a essência e compreender exactamente o que estão a empregar; mas esta é uma mudança global. Vós estais todos a avançar em termos de consciência. Alguns de vós avançam com uma maior rapidez, se preferirdes encarar a coisa nesses termos, e na percepção que tendes, podeis ver como estais a fazer um uso mais claro das conexões que tendes, mas haveis de vos abeirar todos e de intersectar esta mudança da consciência ao mesmo tempo, como quem diz. Esse é o consenso que estabelecestes.

Também te vou dizer, para utilizar uma vez mais essa afinidade, (refere-se à Jene) que esse indivíduo também incorpora uma compreensão desta mudança um pouco mais clara em determinados elementos, por estares certa quanto ao facto de na percepção consciente também poderdes influenciar e auxiliar à realização e à revogação do trauma; essa é a razão para a interacção que tenho com esses indivíduos.

Ainda não abordamos essa área da explicação, por ser importante que antes de mais que cada um de vós, enquanto indivíduo, compreenda as ligações que estabelece consigo mesmo; compreenda em primeiro lugar a importância individual e o poder que tem; e confie e aceite em primeiro lugar. Então podereis compreender a influência que causais nos outros, e a influência que podeis provocar no vosso foco no âmbito da ajuda que prestais à realização desta mudança; porque já vos referi previamente que se apresentará ocasião para a experiência de trauma.

Vós não integrastes este Evento da Fonte inerente a este enorme elemento religioso, para de bom grado, na vossa consciência de vigília, permitir que simplesmente se distancie! Esta constitui uma enorme criação da imaginação. Vós agarrastes-vos com muito carinho a ele, e durante muitos séculos, não só no desenvolvimento do vosso foco religioso Cristão, como para além dele. Criastes muitos focos religiosos, por todos constituírem expressões de um Evento da Fonte.

Agora incorporais um outro Evento da Fonte que se revelará igualmente poderoso e abrangente; mas além disso, com a expansão e o abandono do anterior Evento da Fonte, vós ocasionais confusão e distracção. Por isso, eu, assim como muitos outros, damos lugar a uma interacção destinada a prestar auxílio e alguma orientação. Esclareçamos o que queremos dizer com auxílio - a possibilidade de provocardes um menor conflito e uma menor confusão e uma menor distorção. (Pausa) Desejais colocar perguntas?

RON: Eu tenho uma pergunta. Após a nossa última sessão em que abordamos o mesmo assunto, o Michael o Lawrence e eu suscitamos o que pensamos poder constituir um exemplo de um Evento da Fonte, com a simples tentativa de compreensão em termos exactos do que isso comportou. O exemplo evocado teve que ver com a revolução tecnológica. Considerando o facto de que na história que registamos no foco físico se deu uma revolução tecnológica, quero dizer, deram-se outras revoluções do mesmo cunho, que foram produzidas desde os começos do nosso tempo, conforme nos inclinamos a considerar as coisas. Isso poderia ser considerado como pertencente ao mesmo Evento da Fonte? Estarei a explicar a coisa suficientemente bem?

ELIAS: (A sorrir) Eu estou a entender a pergunta que colocaste. Sim. A terminologia que usais da “tecnologia” constitui uma interpretação desse Evento da Fonte ou da Origem; mas tens razão quando referes que ao longo do vosso desenvolvimento e da vossa história, incorporastes esse Evento da Origem na descoberta de muitos elementos distintos na manifestação física. Todas as vossas ciências brotam e brotaram igualmente disso.

Vós não dispondes apenas de um evento da Origem numa determinada altura mas de muitos. Além disso eles também se sobrepõem uns aos outros; e conforme declarei, eles trespassam de diferentes focos dimensionais, influenciando desse modo outras dimensões. Não são as outras dimensões as únicas a influenciar a vossa dimensão. Vós, com as expressões que adoptais também influenciais as outras. No caso de certas dimensões, as realizações que alcançais em meio aos elementos das vossas ciências influenciaram a progressão do desenvolvimento de outras dimensões. Os sistemas de crença que comportais nesta dimensão transferem-se às outras.

Havíeis de manifestar o maior interesse se percebêsseis a situação paralela em que, nesta dimensão, incorporais um sistema de crença que seres de outros sistemas galácticos ou celestiais fazem atravessar ou usam na interacção convosco nesta dimensão. Noutra dimensão, eles percebem criaturas estranhas em relação às quais acreditam influenciar de modo indelével elementos do seu sistema planetário, e que vós encararíeis como Índios perfeitamente vulgares. Isso são trespasses; ligações. Crenças e influências profundamente enraizadas. Muitas delas acham-se bastante ligadas à realidade. Por isso, numa dimensão, elas trespassam; por o poder e a força que contêm, em termos de energia, serem bastante intensos. E serem bem capazes de influenciar um outro foco dimensional.

Eu mencionei-vos o caso da Área Regional 3 na qual incorporamos a nossa “Biblioteca da Visão do Mundo”; coisa que engloba a energia depositada que é passível de ser acedida pela vossa parte, assim com por outras dimensões, para obtenção de informação. Indivíduos que têm uma grande energia e poder de pensamento, coisa que é uma realidade, (a sorrir) depositam energia nessa “biblioteca”, digamos assim, a qual é passível de ser acedida. A própria essência não ocupa essa área, mas a energia dos pensamentos e das ideias e da criatividade ocupa. Nessa medida, isso pode atravessar para a vossa dimensão, e proporcionar-vos o que parecerá ser uma informação bastante “extemporânea”. O vosso Einstein ou Platão usaram uma grande quantidade de informação que as pessoas percebem como ultrapassando de longe o seu tempo. Essa informação foi obtida por meio do acesso a essa área da consciência que foi experimentada anteriormente, ou no que percebeis como previamente, não neste foco dimensional; porque neste foco dimensional, mais ninguém dispôs da informação que o Sr. Einstein obteve; mas numa outra dimensão, essa informação já tinha sida recordada. Ao ser depositada nessa área da consciência e ao se ter tornado acessível, foi acedida.

Portanto, podeis igualmente ver que a vossa realidade é bastante influenciada por outras realidades, e entrelaça-se, e revela-se bastante paralela e semelhante a outras realidades. Podeis não ter o mesmo aspecto, podeis optar por incorporar expressões físicas diferentes; mas o intelecto que tendes no foco físico é o que podíeis ver como basicamente o mesmo. Consequentemente, no campo da expressão podeis não dizer “Eu era uma criatura, ou uma árvore, ou o vento”, mas “Eu sou.”

JENE: Obrigado por esclareceres isso.

ELIAS: Na essência, vós sois todas essas coisas. (A sorrir) Não existe separação. Também sois uma pedra!

VICKI: Bom, eu tenho uma pergunta. A Mudança que estamos a sofrer constitui a expressão de um Evento da Fonte, certo?

ELIAS: Exacto.

VICKI: Tratar-se-á de um Evento da Fonte diferente daquele de que os nossos sistemas de crença religiosos será uma expressão?

ELIAS: Exacto.

VICKI: Nesse caso parece que se dá uma sobreposição entre ambos esses Eventos da Fonte.

ELIAS: Absolutamente.

VICKI: E será por isso, que podemos encontrar interpretações acerca da Mudança nos nossos sistemas de crença religiosos?

ELIAS: Em parte. Nas vossas crenças religiosas, no começo do emprego da expressão que destes a este Evento da Fonte, também tínheis consciência de que cada Evento da Origem assim como as interpretações de que eram alvo no âmbito das manifestações físicas eram temporárias. Estás a compreender?

VICKI: Penso que sim.

ELIAS:.... O Evento da Fonte não é temporário. A manifestação da interpretação é, em termos físicos, temporário. A vossa temporalidade, na expressão de anos porque se traduz, pode ser bastante alongada, mas no contexto da ausência de tempo, pode não compreender tempo absolutamente nenhum! Nessa medida, as interpretações e a manifestação que fazeis com base no Evento da Origem inclui informação duma descontinuidade, admitindo desse modo um sistema aberto; por não existirem sistemas fechados. Vós, à medida que vos aproximais agora da vossa Mudança, empregais a acção de ajuda, no âmbito da consciência, no sentido de evitardes o trauma que expressastes através da vossa interpretação do que se manifestará como o término do período deste Evento da Origem. Por isso, comportais agora a responsabilidade de mudardes o “desfecho” que quiserdes.

CELIA: Ah! (De notar que aqui outros indivíduos presentes fizeram um conglomerado significativo de ruídos em resposta a esta declaração)

ELIAS: Não desejais experimentar trauma. Não desejais experimentar devastações. Estais a compreender que a energia não é aniquilada. A energia jamais é destruída. A energia jamais fenece. (Pausa, e em seguida, suavemente) Apenas pode sofrer alterações. (Outra pausa) Consequentemente, podeis permitir que essas crenças que criastes acerca desses Eventos da Origem sejam alteradas; permitindo desse modo a incorporação do vosso novo Evento da Fonte, e dando continuidade ao vosso ciclo, e facultando-vos os vossos sistemas abertos. (Pausa) Vamos fazer um intervalo.

INTERVALO

ELIAS: Desejais fazer perguntas?

JENE: Elias, eu tenho uma pergunta. Recentemente ouvi falar do Cinturão de Fotões. Isso terá algum valor informativo para nós, em termos de expansão do foco?

ELIAS: Vou-te dizer que de modo apropriado a esta noite e ao nosso presente assunto, isso também incorpora um trespasse de outros sistemas de crença. Haveis de vos deparar com muitos desses. Eu apresentei-vos uma razão para tal acção, assente no facto de que a percepção que tendes, na vossa consciência actual, sofreu uma ampliação. Por isso encontrais-vos receptivos ao acolhimento de grande parte da informação que cruza as dimensões. Muitos indivíduos na percepção que têm, podem aceder à informação assim como interpretá-la mal de uma forma genuína; sendo esse igualmente o caso que tive ocasião de expressar anteriormente junto da Dimin, em relação à pergunta que colocou quanto à “Origem Estelar” do seu foco. Isso é uma realidade nos sistemas de crença de outras dimensões.

Não interpreteis que isso não seja uma realidade, porque é. Apenas não se faz parte deste foco dimensional. No contacto que estabelecem com esses trespasses, as pessoas entram em contacto com uma informação exacta. Só que não tem relevância para a vossa presente Mudança; sendo por isso que vos previno quanto à informação que possais receber. Esses indivíduos são genuínos e a informação que obtêm constitui uma realidade. Consequentemente, na percepção que abrigais, precisais acautelar-vos e confiar em vós a fim de discernirdes o que pode afectar a vossa presente realidade neste foco dimensional; porque haveis de vos deparar com muita informação. E não vos será tão fácil assim interpretar a informação que seja pertinente; conforme referi, vós aceitais automaticamente essa informação proveniente de outras dimensões por ser diferente, e a vossa consciência ter noção de que a mudança que estais a sofrer venha a comportar uma diferença. Por isso, nestes estágios iniciais da vossa mudança, torna-se-vos mais difícil interpretar. É por tal razão que vos falo sobre a percepção que tendes e das ligações que tendes com a essência. Se confiardes em vós e vos aceitardes, melhor equipados estareis para compreender a informação que se vos depara. Já vos tinha dito previamente que haveis de identificar a verdade. Ela há-de soar verdadeira no vosso íntimo.

JENE: Obrigado.

JIM: Eu gostava de agradecer a tua presença e o auxílio que prestas assim como a ajuda prestada ao Yarr e ao Michael hoje, na experiência por que passamos na auto-estrada com o problema eléctrico no tanque de combustível. Essa foi uma experiência ampla, e eu gostava de o certificar. Obrigado.

ELIAS: Obrigado!

CELIA: Eu também gostaria de o confirmar. A última coisa que acabaste de dizer foi que essas coisas soam como verdade, razão porque eu retorno uma e outra vez, por comportar uma sensação de esclarecimento que obtenho da tua parte, Elias. Quero-te agradecer e prestar o meu reconhecimento por isso.

ELIAS: Não tens de quê. Eu vou-vos dizer a cada um de vós, como já disse à Dimin, que na percepção e conexões que estabeleceis - e para aqueles de entre vós que estabeleceis conexões mais estreitas com outros focos dimensionais, ou o que percebeis como mais conscientes do que outros - certos elementos da informação poderão soar-vos a verdade, tal como soou à Dimin. Nessa medida, precisais ter ainda mais consciência, por precisardes de empregar a capacidade de compreender a que dimensão a vossa informação se aplica. Podeis empregar uma informação que para vós, neste foco físico, pareça nova, mas em relação à qual também possais sentir uma forte atracção íntima, como se estivésseis a ser informados de um elemento de que já tivésseis conhecimento, e para o qual já tivésseis sido atraídos anteriormente. Isso em parte, por vezes, pode representar um indicador de que essa informação pode ser usada numa outra dimensão.

Quando vos falo, falo-vos deste foco dimensional. Falo-vos desta integração da essência, deste período de tempo, deste mundo, desta dimensão; de vós, conforme vos encarais no presente. Por isso não vos sentis confusos. Quando passais a investigar e atraís a vós informação, o esclarecimento que obtendes pode não resultar tão preciso. Outros poderão dirigir-se a vós, em termos conceptuais generalizados, sobre movimentos de energia, sobre ideias que também podem soar verdade em certos elementos do vosso ser, digamos assim. É por isso que vos digo que se trata – sublinhai-o - de realidades. Só que são uma realidade noutras dimensões.

Recordai as vossas directrizes. Esta mudança envolve esta dimensão, este foco planetário, este período de tempo. Outros “seres”, se quisermos, não interagem convosco a partir de outras dimensões. Eles podem trespassar ou cruzar. Na compreensão que tendes, eles podem “acidentalmente” intersectar-vos, apesar de não existirem acidentes; (a sorrir) mas na compreensão que tendes da operação da energia e da consciência poderá parecer-vos que interceptais outros focos dimensionais de forma não intencional; mas vós não estais directamente a ser influenciados nem a ser “conduzidos” por outros focos dimensionais. Vós já existis neles. Por isso, não estais a “conduzir-vos” a lugar nenhum. Estais a experimentar em todas essas dimensões em simultâneo.

JIM: Então isso encaixará na categoria dos exercícios da Tensegridade, (integridade tensional) da reunião de energias. Isso teria cabimento no que estás a falar? O Carlos Castaneda...

ELIAS: Não propriamente. Vós não “acumulais energia”. Não é necessário. Vós dispondes duma energia infinita; por isso, não é necessário atrair ou forçar a energia para fora. Podeis redistribui-la, se o preferirdes, mas isso também não é necessário porque a vossa energia é automaticamente direccionada seja em que foco for em que vos concentrardes. Acha-se continuamente em movimento, e não existem sistemas estanques. Não existem limites.

JIM: Compreendido. Obrigado.

ELIAS: Podeis focar-vos e direccionar-vos no âmbito da energia, se o preferirdes, por uma questão de eficácia; mas não a congregais, e não a pressionais. Estais apenas a dirigir o movimento, acção essa que não envolve qualquer esforço. Porque, do mesmo modo que podeis concentrar-vos, ou sois capazes de ter um pensamento, isso torna-se numa realidade.

JIM: Como no caso do pónei com que estive envolvida.

ELIAS: Todos vós empregais muito mais esforço do que o necessário, por acreditardes que podeis não influenciar se não exercerdes esforço. Aquilo em que não acreditais é que o pensamento constitui uma realidade e é energia, e que a energia é uma realidade, e que se encontra em constante movimento. Por isso, como empregais a realidade do pensamento, criais de imediato, instantaneamente... sem o menor esforço. Por isso, o esforço que empregais subsequentemente é para vosso próprio benefício. A realização já terá ocorrido. (Pausa) Sim, Lawrence?

VICKI: Estará o Evento da Fonte que está a ter expressão e a ser  interpretado no contexto desta mudança, do mito de que falas, presentemente a ser criado?

ELIAS: Ele foi criado; apesar de todas as coisas do âmbito da consciência se encontrarem num contínuo estado de transformação.

VICKI: Então, na realidade o mito sempre existiu.

ELIAS: Ele não tinha sido actualizado.

VICKI: Está bem... (Suspira)

ELIAS: (A sorrir) Ou talvez tenha sido... no âmbito da vossa simultaneidade de tempo! Eu dirijo-me a vós dentro dos limites dos elementos do tempo, por ser isso o que entendeis. Não entendeis nem aceitais a simultaneidade do tempo. Podeis dizer a vós próprios e aos outros que compreendeis e que aceitais a simultaneidade do tempo, ou a inexistência de tempo, mas não entendeis. Trata-se dum conceito. No vosso foco não constitui uma realidade, por empregardes o tempo! Por isso, continua a ser um conceito, e não uma realidade. Estais a começar, muito, muito suavemente a dar lugar a um pequeno movimento de expansão da consciência que tendes, a fim de abarcardes a ideia do tempo simultâneo. Consequentemente, podereis dizer: “Acredito ter experimentado! Sei que é uma realidade!” (A rir) Não traduz uma realidade para vós, quanto ao presente!

CHARLES MAIS NOVO: É simultâneo (o Charles dobra a língua diversas vezes numa tentativa bem humorada e mal sucedida de dizer o termo simultâneo) mas não o consigo dizer! Equivalerá isso a referir que no quadro das possibilidades todas as coisas sejam idênticas? Ou num dado momento... que qualquer coisa possa suceder nesse determinado momento? Equivalerá isso a dizer... deixa-me ver... (Obviamente desesperado com ele próprio)

ELIAS: (A sorrir) No quadro das probabilidades, todas as coisas são possíveis. Depende unicamente da opção que tomardes de escolher uma probabilidade para esse foco particular, a cada instante deste foco. Na realidade, todas as probabilidades são actualizadas algures, digamos assim. Todas as escolhas têm lugar. Vós escolheis a cada instante actualizar uma escolha nesta dimensão e neste foco temporal.

Quanto ao tempo simultâneo, o significado disso assenta no facto de todas as coisas estarem a acontecer agora; em todas as dimensões, em todos os focos, na totalidade da consciência. Tudo acontece agora, no momento. Toda a consciência se acha num estado de transformação. Não existe passado. Não existe futuro. Não existiu qualquer início. Não virá a acontecer qualquer fim. (Pausa) (A esta altura o Elias começa a tossir sem parar e a Mary salta para a ribalta de forma completamente inesperada! Ela estava a tentar aproximar-se o suficiente para fazer uma pergunta. Continuamos alguns minutos mais tarde)

ELIAS: Vamos prosseguir, desta vez, espero, sem interrupções! Vamos dar continuidade às vossas perguntas?

VICKI: Bom, talvez devesse colocar a pergunta que a Mary fez, que foi o que instigou tudo isto!

ELIAS: Impaciência! (Riso)

VICKI: O Michael deseja saber se a experiência e a interacção de ontem à noite terá causado alguma afectação. (Referindo-se à regressão que a Mary fez a uma vida em que experimentou na pele de um feiticeiro) (1)

ELIAS: (Acede) Estás a perguntar se a tua acção presente afectará o que percebes como passado?

VICKI: Ora bem, penso que seja em parte a pergunta que faz, mas nós já sabemos que afecta.

ELIAS: Sabeis? (A sorrir)

VICKI: Não. (A rir) Só teoricamente.

ELIAS: Afecta. De cada vez que interagis, seja em que momento for, vós afectais os outros focos. Eu já referi isso anteriormente. Cada acção directa que incorporais, seja com um outro indivíduo ou foco, afecta directamente. Por isso, alterais essa realidade.

VICKI: Nesse caso, penso que a pergunta dela seja a de saber se na nossa experiência específica alteraremos essa realidade.

ELIAS: Correcto. Cada acção resultante duma projecção fora do corpo que a Rudy aplica, que envolva um outro indivíduo, altera a realidade do outro indivíduo. (Pausa)

CHARLES MAIS NOVO: Nesse caso poderemos voltar atrás e educar-nos numa vida passada? Ou antes, educar-nos nesta vida? Voltarmos aos cinco anos de idade e influenciarmos aquele que “fomos”, de forma a isso vir a afectar aquele que somos agora?

ELIAS: Correcto.

CHARLES MAIS NOVO: O tempo é uma coisa assustadora! (Riso)

CELIA: Isso constitui uma revelação!

ELIAS: Se preferirdes, podeis empregar esse acto se fordes capazes de expandir suficientemente a percepção para compreenderdes aquilo que escolhestes, e a forma de o implementardes. (Pausa prolongada) Quantos carretos a girar esta noite! (Riso)

CELIA: Bom, isto leva-nos precisamente de volta ao que estavas a dizer. O que tinhas estado a ensinar-nos é que podemos afectar as nossas realidades.

ELIAS: Vós criais as vossas realidades por inteiro, a cada instante!

CELIA: Por favor, desculpa-nos por sermos tão cabeça dura em relação a isso. Estamos sempre a voltar a isto.

ELIAS: (Sorri) Sem necessidade de desculpar. Eu hei-de repetir esses conceitos até que eles deixem de ser conceitos e se tornem, no estado de transformação que sofrem, numa realidade para vós.

VICKI: Então, a experiência que o Michael fez com esse exercício, de sentir medo num foco de desenvolvimento, nós podíamos entrar em contacto com esse foco, alterá-lo, e remover-lhe esse medo?

ELIAS: Se o preferirdes. O Michael precisa passar pelos problemas actuais que tem para provocar uma afectação dessas. Vós não afectais unicamente numa direcção. Nas crenças que ele tem, ele não aceita muito a afectação que provoca ou a capacidade que tem. Contudo, podeis estender-lhes esta informação, que ele poderá responder com mais confiança com o conhecimento de poder influenciar igualmente no sentido da alteração de probabilidades deste foco que provocam temor. Fica ao critério da escolha dele.

VICKI: Ele simplesmente continua a sentir-se cativo disso.

ELIAS: E também chegará a compreender as razões. (Pausa) Vamos passar a jogar o nosso jogo?

RON: Porque não?!

ELIAS: Estamos a começar a perder o nosso iniciador! (Riso)

VICKI: Para a Shynla; ela gostava de posicionar o Elias na categoria dos oceanos e dos mares, neste caso no Oceano Árctico.

ELIAS: Um ponto.

VICKI: Ordin, qualidades das tonalidades vibratórias - movimento do corpo físico.

ELIAS: Um ponto. Podeis expressar-lhe o prazer que sinto pelo que a Shynla expressou e a minha confirmação disso.

VICKI: Rosa, animal, elefante.

ELIAS: Um ponto.

VICKI: Tomkin, guerras - a Guerra Civil.

ELIAS: (Avalia) Errado.

VICKI: Compositores, azul - Beethoven.

ELIAS: Um ponto.

VICKI: Para o Michael; compositores, Tomkin - Rachmaninoff.

ELIAS: Um ponto.

VICKI: Compositores, Rosa - Bach.

ELIAS: Um ponto.

VICKI: Na mesma categoria, Brahms.

ELIAS: (Acena com a cabeça) Hua fuas! (Riso)

VICKI: Na categoria do foco físico que liga as essências...

ELIAS: Essa é algo difícil! (Riso)

VICKI: ... e as intersecta com o sexo, ele gostava de se ligar e a mim com o masculino.

ELIAS: Um ponto.

VICKI: Para mim; azul, ocupações - feiticeiro.

ELIAS: Muito bem ligado, Lawrence. Um ponto.

VICKI: Negro, guerras - a Guerra do Vietname.

ELIAS: Um ponto.

VICKI: Ligada à Rosa, na categoria das ocorrências da natureza - o arco-íris. (Elias acena com a cabeça) E ligado ao negro, na categoria de um elemento - oxigénio.

ELIAS: Muito bem. Um ponto.

VICKI: É tudo da minha parte. Oh, desculpa! Para o Samuel; Rosa, sexo - masculino.

ELIAS: (Risada) Um ponto.

JIM: Muito bem. Twylah, categoria ligada às guerras. (Riso) Cá vamos de novo!

ELIAS: Nós continuamos!

JIM: Continuamos, sim! Os Incas e a guerra com Espanha.

ELIAS: Um ponto. Ainda continuamos! (A sorrir)

JIM: Na categoria dos passatempos, ligado ao índigo, ligação mágica.

ELIAS: Aceitável.

JIM: Mas há mais. Vou continuar a pesquisar.

ELIAS: Faz isso!

JIM: É tudo por hora, obrigado.

ELIAS: Continua a pesquisar também em relação aos teus Índios. Poderás receber um outro ponto.

JIM: Caramba! Está bem.

RON: Gostava de acrescentar umas quantas categorias novas, se possível. Minerais?

ELIAS: Ah!

RON: E vegetais?

ELIAS: Aceitável. (Com um olhar do tipo: Deus do céu!)

RON: Está bem. Na categoria das cidades, no caso da Rosa - Palermo.

ELIAS: Um ponto.

RON: Criaturas míticas, para a Ayla - a serpente da bíblia.

ELIAS: (A sorrir) Aceitável.

RON: Ocupações, para a Ayla - pastor.

ELIAS: Estamos a empregar bastante este foco religioso, esta noite! Muito bem... Errado!

RON: Está bem. Acontecimentos ligados à natureza, Rosa - nascimento.

ELIAS: (Sarcasticamente) Ah! Muito criativo! Aceitável.

RON: Muito bem. Locais, Otha - A Montanha.

ELIAS: (A sorrir para a Vicki) Um ponto!

RON: Obrigado.

ELIAS: Nenhum sexo para a essência da Rosa? (Riso)

RON: Ainda não obtive percepção disso.

ELIAS: Ah! (Voltando-se para o Charles mais novo.) Quererás tu tentar, Ti-Le'?

CHARLES MAIS NOVO: Pois claro, eu vou tentar. Na categoria das religiões, para o Ordin - Budismo.

ELIAS: Um ponto.

CHARLES MAIS NOVO: É a minha única tentativa da noite.

ELIAS: (Para a Jene) Não quererás tentar?

JENE: Eu passo.

ELIAS: Aceitável. E a Sari?

CELIA: Bom, eu tenho uma pergunta. É sobre o assunto que abordamos esta noite; o Evento da Fonte. Formará ele uma categoria?

ELIAS: Podes avançar com ele na qualidade duma categoria, se o preferires.

CELIA: Prefiro, sim.

ELIAS: Aceitável.

CELIA: Nesse caso vou dar mais um passo, e ligar o desenvolvimento da energia nuclear a um Evento da Fonte.

ELIAS: Isso seria aplicável ao mesmo tipo de Evento da Fonte que o vosso movimento industrial, o vosso movimento tecnológico, (revolução industrial), assim como as vossas ciências. Isso é uma expressão desse Evento da Fonte.

CELIA: Obrigado.

ELIAS: Não tens de quê. Tereis mais alguma pergunta, esta noite?

VICKI: Eu tenho outra pergunta. Muito bem. O Evento da Fonte de que a nossa Mudança é uma expressão... teremos assistido a um Evento da Fonte desse tipo antes, digamos assim, no nosso foco religioso?

ELIAS: Não. (Pausa)

VICKI: Está bem ...

ELIAS: É diferente. Falais do que percebeis como o período dos Videntes. Essas essências, ao não se estarem de todo focadas no físico, incorporam um elemento diferente da consciência ligado ao foco físico. Estais presentemente a avançar para uma área da consciência mais vasta, mas continuais a centrar-vos no foco físico. Incorporais todos os elementos do vosso foco físico; apenas incorporais igualmente uma consciência mais ampla da essência e das probabilidades. Consequentemente, incorporais uma capacidade mais vasta no foco físico, assim como um “abandono” dos sistemas de crenças ineficazes. (Pausa)

CHARLES MAIS NOVO: Eu tenho uma pergunta, ou não, uma possibilidade de... não tenho a certeza. Se eram somente os prazeres... prazeres físicos podem estar fora de cogitação em relação a isto, mas quanto aos prazeres físicos, no caso da Otha, gostava de os ligar à intimidade.

ELIAS: Aceitável. (A sorrir para a Vicki) Não necessariamente hábitos! (A rir) Apesar de poderes entrar com isso como uma categoria da tua parte.

VICKI: Hábitos? (Elias acena com a cabeça, ainda a dar risadas)

ELIAS: Vou-vos expressar a todos um enorme carinho e um enorme afecto na nossa interacção desta noite. Vou-me embora. Um imenso amor é dispensado a estas essências presentes.

CELIA: O mesmo te é endereçado.

ELIAS: Au revoir!

Elias parte às 10:42 da noite.

(1) Nota da Vicki: Eu empreguei, a pedido do Ron, o termo “encontro transfocal”, em substituição para o termo “Regressão a uma vida passada”, já que o termos “regressão” implica o emprego de tempo, que é coisa que não existe! Consequentemente, em vez de andarmos para trás e para a frente em relação a outros focos de desenvolvimento, transferimos o nosso foco. Também posso utilizar o termo “transfocar”. Qualquer coisa que tenham a acrescentar a isto será acolhido de bom grado.


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