terça-feira, 15 de novembro de 2011

PSICOLOGIA E DUPLICIDADE



"os sistemas de crença da psicologia e da duplicidade"
sábado, 18 de abril de 1998  © (Privada)
Tradução: Amadeu Duarte

Participantes:  Mary (Michael) e Diane (Juan).

Elias chega às 9:34 da manhã. (Tempo de chegada é de 24 segundos)

ELIAS:  Bom dia.  (A sorrir)

DIANE:  Olá!

ELIAS:  Cá nos encontramos de novo!  Tens perguntas neste dia?

DIANE:  Sim, tenho cerca de oito perguntas. Importas-te por onde comece?

ELIAS:  Isso é aceitável.

DIANE:  Eu gostava de saber em relação à minha amiga Dale, que vive na Florida. Ela é um canal de transe, e nos últimos anos ela tem vindo a ter montes de problemas com sintomas físicos, e não está a passar muito bem, e sinto-me preocupada com ela.

ELIAS:  Deixa que te diga que no caso de certos tipos de troca de energias, sempre se dá uma afectação física. O acto da troca de energias com uma outra essência, caso o indivíduo focado no físico se envolver no intercâmbio de energia de um modo que designais por inconsciente – o qual não é inconsciente – a acção que ocorre é que o indivíduo remove a comunicação e a interacção subjectivas que tem com a consciência do seu corpo. Numa acção dessas, a consciência do corpo sai afectada, por deixar de receber comunicação da parte do indivíduo.

A troca de energias cria uma situação em que ma outra essência estabelece contacto com a consciência do vosso corpo. A consciência do vosso corpo reconhece a vossa energia. Isso prevalece como uma verdade no caso de todos vós. Vós criais a vossa forma física. Ela conhece-vos. Ela não reconhece a energia de outra essência. Consequentemente, ela passa a rejeitar em parte a energia que se apresenta nesse intercâmbio de energias. Isso causa afectação física. Em certa medida, no caso da opção de dar continuidade à troca de energias com uma outra essência que não se encontre focada no físico por essa via, tal afectação é inevitável.

DIANE:  Ela sente esse problema mesmo quando não se encontra a canalizar. Agora revela-se permanente.

ELIAS:  Absolutamente. As pessoas tendem nas crenças que abrigam a pensar que a afectação corresponde ao período em que deverá dar-se a troca de energias. Isso está errado, do mesmo modo que podeis cometer uma acção e magoar fisicamente o vosso corpo físico. Podeis cortar um dedo, que a afectação provocada no dedo não se dissipará de imediato.

Por outro lado, dir-te-ei que existe um elemento desse tipo de troca de energias que é sistémico. É a afectação contínua. A energia que é trocada entre o foco e a essência move-se de um modo contínuo. Parece ocorrer em casos em que objectivamente o percebeis, mas a energia encontra-se continuamente presente e consequentemente, em permanente intercâmbio. É por tal razão que se gera um efeito sistémico.

DIANE:  Haverá alguma coisa que ela possa fazer para se proteger? Ela não está a passar bem. Ela precisa fazer alguma coisa, mas não sei o que seja.

ELIAS:  Algumas pessoas experimentam essa afectação mais do que outras. Isso também traduz uma situação que estão a ser influenciadas pelas próprias crenças que mantêm. Acreditam que o intercâmbio de energias possa ser mais danoso do que na actualidade é. Por isso perpetuam a afectação do próprio intercâmbio, e com essa acção contribuem para prolongar o efeito e aquilo que designaríeis por “qualidades prejudiciais”. Isso brota não somente das crenças que mantêm, mas igualmente de certos elementos inerentes ao medo, assim como do desejo que o indivíduo que admite a troca de energias em conexão com as crenças que mantém. Permite que passe a esclarecer.

Muitos indivíduos que optam por encetar um acordo no sentido de estabelecerem um intercâmbio de energias deste tipo têm a crença que tal intercâmbio constitua um dom. Ao exercitarem esse dom – segundo a maneira em que acreditam – também acreditam de que venham a empregá-lo temporariamente. Bom, a temporalidade tanto pode assentar numa base do que acreditais ser cinco anos como de vinte anos, porque se trata duma mesma situação de temporalidade.

O sistema de crenças que tem peso nisso é o de que, se a troca de energia se perpetuar no sentido de causar prejuízo físico, isso dê azo ao desenlace. Faculta ao indivíduo uma explicação que se revela aceitável aos olhos das crenças das massas, o facto de estar a empregar uma actividade que propicia a afectação física que eventualmente o conduzirá ao falecimento. Digo-te com toda a honestidade que se dá uma afectação física, que é sistémica, e que se prolongará por todo o tempo em que o indivíduo der continuidade a tal tipo de intercâmbio, mas que não é necessariamente por afectar desse modo que o indivíduo focado no físico possa vir a desprender-se do foco físico. Isso é uma crença.

DIANA:  A um nível inconsciente.

ELIAS:  Exacto. Não é objectivamente sustentada, apesar de haver aspectos dessa crença que sejam sustentados de forma objectiva.

DIANE:  Que recomendas que ela faça? (Pausa)

ELIAS:  No caso de cada indivíduo que se envolve neste tipo de intercâmbio de energias, a essência que se acha envolvida com ele procura ser útil, e facultar informação e abordar as dificuldades que o indivíduo apresenta, de modo a que ele possa abordar os seus próprios sistemas de crença e não deixar que eles o afectem em termos físicos. Mas cada essência envolvida neste tipo de troca de energias também reconhece que é intromissão entrar em áreas que vão além da sugestão. Muitos indivíduos perpetuam sistemas de crença de que tal intercâmbio de energia seja prejudicial e mau, por verem que a essência não focada no físico se revele indiferente e não ajude. Isso está errado. Do ponto de vista, por assim dizer, não físico, é reconhecido que cada escolha consiste numa escolha, e que não é melhor gozar do que percebeis como saúde do que o que percebeis como contrair uma doença. Isso consta unicamente da escolha referente a uma experiência. È somente o vosso sistema de crença que estabelece a distinção, mas vós mantendes os sistemas de crença, os quais se traduzem pela vossa realidade. Por isso, isso é real.

Nessa medida, tal como no caso da essência com que esse indivíduo entre em contacto, posso unicamente oferecer a sugestão de que o indivíduo aborde os próprios sistemas de crença e reconheça os próprios desafios e problemas que tem, e que é desnecessário criar tal situação. A essência não física não é quem está a criar tal situação. Ela está a ser perpetuada pelo indivíduo focado no físico. A aceitação da sua própria criação disso constitui o ponto de partida da permissão para o desmantelamento da situação, mas como o indivíduo escolhe dar continuidade ao sistema de crenças e projectar a responsabilidade fora dele próprio, também perpetua a situação.

DIANE:  Muito bem, obrigado.

ELIAS:  Não tens de quê.

DIANE:  Desde Outubro de 1996, de vez em quando, eu contraí urticária, e jamais tinha contraído isso anteriormente, pelo que me interrogo, sobre o que isso quererá dizer, no meu caso?

ELIAS:  Ah. Cada manifestação física que um indivíduo contrai representa uma escolha. Trata-se de energia projectada para a afectação física, de modo a poderdes estender uma informação a vós próprios. Aquilo que estais a estender a vós próprios (numa situação dessas) é a oportunidade de notardes essas alturas em que expressais a vós próprios: “Chega.”

Quando vos direccionais no sentido dum sentimento de opressão ou de constrição, criais a manifestação duma barreira física. Podeis criar a barreira, digamos assim, simplesmente pela aceitação da vossa própria energia e do vosso próprio desejo por limitação e expressar isso. Isso deverá aliviar a criação da vossa limitação física.

Essencialmente, o que estais a criar é um acto do tipo: “Pára. Basta! Vou provocar uma erupção, e isso deverá expressar a coisa não só a mim próprio como aos demais: Aplico a minha barreira, a minha advertência de “basta”. Podeis aplicar a vossa barreira ao vosso campo de energia. Não é preciso criar os sinais de aviso concretos que criais com tal tom de rubor.

DIANE:  Bom, isso leva-nos à próxima pergunta, a qual é: eu mudei para Brattleboro há dois anos, do norte do Maine, e isto aqui agrada-me. Penso que tenha sido uma excelente mudança. O problema assenta no meu emprego. Eu coordeno um programa de crise em que sou perita, só que não gosto do que faço. Não corresponde ao que eu gosto de fazer. Aquilo que adoro e creio que quero fazer, que já fiz no passado, é exercer uma especialidade privada na qualidade de terapeuta, e creio de um tipo menos tradicionalista. Mas isso não está a suceder com a rapidez que eu gostaria que acontecesse, e preocupo-me com a possibilidade de não ocorrer por esta área de Brattleboro se achar repleta de terapeutas. Torna-se bastante competitivo, e não sei se vou conseguir criar o que pretendo aqui a nível profissional. Sei que a função que exerço de coordenador de crise me está a deixar doida.

ELIAS:  Mas proporciona-te o que acreditas corresponder a uma segurança objectiva.

DIANE:  Proporciona.

ELIAS:  Proporciona-te confiança. Também te proporciona alívio. Requer muito pouco esforço da tua parte manter um emprego que não sejas tu a criar. Vós criais em conjunção com outros. Numa situação dessas, cada um de vós delega energia aos outros a fim de criar bem-estar. Na ideia que tendes, já se torna mais oneroso criardes o vosso emprego sozinhos, por não terdes essa cooperação de energias que possa valer-vos.

Não importa o que percebas em termos de competição. O que conta é que te expresses na área da confiança em ti própria e instaures a tua própria criatividade, a qual é passível de se estender aos outros em moldes diferentes dos da competição que percebes. Ao permitir-te ter confiança no conhecimento das tuas próprias capacidades e do que és capaz de proporcionar em termos criativos aos outros, sem entrares em conflito com a dúvida, tornar-se-te-á bastante possível que cries o que desejas. Apenas te voltas no sentido de aceitares o conflito e o desconforto e de encarares isso como mais fácil do que confiar em ti, mas se confiares em ti e expressares a tua criatividade, perceberás que a confiança permite libertação. Isso instaura uma ausência de esforço que permite um maior à-vontade do que o conforto do conflito.

As pessoas permanecem na criação de conflito por não confiarem nas suas próprias capacidades. Não confiam no seu próprio esplendor, do qual tu tens conhecimento! (A esta altura, o Elias faz uma pausa e fixa a Diane, que dá um profundo suspiro)

Podes envolver-te na criação dum tipo qualquer de actividade que um número exorbitante de indivíduos possa estar a ter. Isso não tem importância, por cada expressão ser única, e se projectares a tua própria criatividade por meio da confiança em ti, também projectas energia que te atrairá o próprio elemento que buscas.

DIANE:  Eu compreendo o que estás a dizer e concordo com isso, mas não estou certa se isso será algo que deva ocorrer noutros níveis ou se haverá alguma coisa de concreto que eu precise fazer a fim de me convencer de que estou bem e de que realmente consigo fazer isso.

ELIAS:  Mas tu não serás consumada no que fazes? És. E não serás exímia na projecção de energia? És. E não te terás conduzido a um local físico que deva estar no alinhamento do desejo que nutres? Conduziste. No nosso último encontro, não te terei dito que criaste um centro de energia nessa localidade física? Tu conduziste-te a esse centro de energia. Projectas a tua energia na criação desse centro de energia, e com tal acto também atrais outros indivíduos para esse centro, que deverão interagir contigo. Mas como continuas a permitir-te retirar conforto do conflito que vives, limitas o risco que tal criatividade implica.

DIANE:  Mas há uma parte de mim que não se sente confortável com o conflito que sinto. Não me sinto verdadeiramente feliz no trabalho.

ELIAS:  Precisamente.  Isso é por te forçares.

DIANE:  A fazer o quê? Não sei o que fazer exactamente. Estou a dar algumas consultas privadas, e se conseguir obter mais clientes poderei dar mais, mas não estou a conseguir ter gente. Não sei o que fazer.

ELIAS:  Vou-te dizer que te estou a propor sugestões. Mas tem consciência de que isso são opções! Eu não formulo opções por vós. Também não faço uso de nenhuma bola de cristal! (Às risadas)

DIANE:  Não utilizas o quê?

ELIAS:  Bolas de cristal!

DIANE:  Ah!  (A rir)

ELIAS:  Mas na área das probabilidades e na área daquilo que criais, eu estendo-vos uma sugestão. Nessa medida, se te permitires fazer uso da própria confiança em ti na capacidade única que tens e da expressão dessa capacidade, não somente nas limitações das tuas acções convencionais mas por uma permissão para expandires a tua própria capacidade no campo da acção convencional e unires isso a um retrocesso do envolvimento na actividade que tens nessa área que produz conflito, poderás permitir-te ver um crescimento da tua clientela.

Mais especificamente, se optares por avançar num espaço menor de tempo e adoptares o emprego que te causa conflito e mais tempo a concentrar-te na tua criatividade, deverás projectar uma energia que permitirá um florescimento daquilo que desejas. Se continuares a refrear, também limitas o que desejas criar. Manténs um conflito. Percebes o conflito como causa de desconforto, mas mantém-no. Ele capta-te a atenção!

DIANE:  Dizes que eu o mantenho.  Queres dizer em termos energéticos?

ELIAS:  Sim.

DIANE:  Por outras palavras, num nível qualquer energético eu não acredito na coisa e mantenho o conflito. Preciso render-me e abrir mão do conflito.

ELIAS:  Sim.

DIANE:  Isso é difícil para mim!

ELIAS:  Manténs o conflito, e como impões a ti própria esse conflito a tua criatividade vacila. Se permitires soltá-lo, voltar-te-ás para a criatividade, e passarás a assumi-la.

DIANE:  Uma das razões porque penso que pareço adoptar esta fixação, sabes, deve-se ao facto de assumir aquilo que faço com seriedade, e as coisas me perturbarem de verdade, e eu ficar zangada com elas, pelo que se torna difícil eu passar a aceitar o:“É a maneira de ser da realidade” e simplesmente deixar para lá.

ELIAS:  Precisamente. Mas ao te fixares, olha para ti própria e para aquilo que crias. Manténs-te nesse conflito e provocas esse rubor, que consiste de um sinal de aviso. É a tua expressão para o exterior – “Basta!”

DIANE:  Então quando dizes para despender menos tempo com o emprego quando estou no emprego e mais tempo com o que quero manifestar, referes-te a isso em termos energéticos, ou nos termos literais das horas, que eu devo despender menos tempo a trabalhar aqui e mais tempo ali?

ELIAS:  A ambos os casos.

DIANE:  Não sei se em termos financeiros me poderei dar ao luxo de fazer isso. Quem me dera!

ELIAS:  Mas isso tem que ver com a área da tua confiança. Eu já te disse que tu te agarras à segurança, a qual não traduz segurança nenhuma, por a segurança ter assento dentro de ti. Mas como te agarras ao que encaras como segurança, também limitas aquilo que desejas. Limitas a criação disso. Isso subentende o ato da confiança que podes assumir, abrir mão do conflito e dar lugar à ausência de esforço. Mas na área do medo, torna-se mais aceitável manter o conflito do que aventurar-se pelos domínios da confiança, a qual vos é estranha.

DIANE:  Sinto esta sensação esquiva intuitivamente, e não sei se terá alguma substância. Tenho vontade de seguir numa direcção particular não tradicional, só que não sei o que seja. Sinto como se não a tivesse descoberto, e como se estivesse simplesmente prostrada. Estou simplesmente prostrada num limbo á espera, e não tenho ideia do que seja. Terás ideia daquilo a que me refiro?

ELIAS:  Positivamente.

DIANE:  De que é que estou à espera?

ELIAS:  Daquilo que estivemos a debater. Estás à espera de te permitires a tua própria aceitação. A tua especialização direcciona-se no sentido de instruir os outros quanto à aceitação.

DIANE:  Isso é verdade!

ELIAS:  Mas não sentes aceitação no teu íntimo!

DIANE:  Isso é verdade, mas também há esta sensação de... por outras palavras, virei a fazer regressão a vidas passadas com as pessoas? Qual será a modalidade de ponta não tradicional que virei a utilizar no meu trabalho? Sinto que ainda não a descobri. Será isso verdade?

ELIAS:  Situa-se bem na tua frente. Simplesmente não estás a prestar atenção. (Inclina-se para a frente de modo intencional) Onde assenta o elemento do teu desejo? Onde situas a tua atenção? Que é que te atrai?

DIANE:  O conflito que sinto!

ELIAS:  Para além do teu conflito.  Olha para o que encaras com positivo, e o que envolve criatividade.  Que é que te atrai?  ISTO é o que te atrai.

DIANE:  Ah, absolutamente!  É a minha paixão!

ELIAS:  Justamente, e podes igualmente empregar os teus conhecimentos e as tuas capacidades no treino dos outros com essa paixão. Funde ambas as coisas. Tens a capacidade de empregares a paixão que sentes com a perícia que obtiveste, e desse modo realizar o teu desejo e conseguires também ajudar os outros.

Existem muitos no que designas por teu “campo profissional” que estão em consonância, mas não existe muita gente nesse campo que expanda as suas capacidades e conhecimentos profissionais e o conhecimento da realidade que têm de maneira a incorporarem mais aspectos da realidade do que os simples sistemas de crença psicológicos e a perpetuação deles.

Os sistemas de crença da psicologia perpetuam a duplicidade. Possuis suficiente consciência para empregares o conhecimento profissional em que foste treinada e para o conjugares com uma maior consciência que tens; e ao avançares nesta acção da mudança na consciência, podes conferir uma nova dimensão, digamos assim, a essa ciência da psicologia. As pessoas acorrerão a ti ao perceberem que possuis consciência.

No âmbito desta mudança na consciência, as pessoas estão automaticamente a capacitar-se cada vez mais da realidade delas e da expansão que sofrem e que tudo o que as afecta não pertence ao âmbito deste foco único, mas também sentem confusão e não sabem objectivamente como aceder à sua própria informação. Consequentemente, há outros indivíduos que podem prestar auxílio em termos de cooperação, de modo a facilitar-lhes o aceso a informação que lhes diz respeito.

Tu já possuis consciência. Nem tudo o que os vossos sistemas psicológicos de crença subscrevem é inteiramente correcto. Nem tudo o que experimentais neste foco está limitado a este foco. Outros focos atravessam este e causam influências. Mas muitos no acto desta mudança, a qual continua e ganha impulso, experimentam isso, mas também se conduzem no sentido de acreditar estar a passar por um estado de loucura, por não compreenderem. Tu podes proporcionar a compreensão. Estás a ver?

DIANE:  Penso que sim.

ELIAS:  Mesmo o que designais como desordens de carácter mental, isso não corresponde ao que as vossas crenças vos dizem ser. A vossa psicologia instaurou novas crenças a título de explicação daquilo que não entende, e tu tens consciência disso. Por isso possuis uma capacidade mais eficaz de abordares essas situações e de prestares auxílio, porque aqueles que provocam situações dessas – opções que designais por doenças mentais – também adoptam e aceitam os sistemas de crença das massas e integram-nos em si próprios, provocando com isso um tremendo conflito e tumulto.

DIANE:  E eu posso ajudar a mudar essa perspectiva.

ELIAS:  Precisamente!

DIANE:  Já fiz isso.  Já vi isso, e é miraculoso quanto acontece.

ELIAS:  Afecta bastante.  Aí reside o teu propósito, e o desejo que sentes e a manifestação da tua criatividade.

DIANE:  Sinto como se necessitasse dum guia espiritual, gostava de ter um conselheiro, apesar de algo que descobri que tem lugar – não o utilizo tanto quanto o deveria – se cinja a simplesmente pedir... pedir ao universo?

ELIAS:  Pede a ti própria, que és infinitamente vasta!

DIANE:  Mas quando dizes para pedir a mim própria, sem ser ao nível intelectual, mas mais ao estilo da expansão... Eu creio que isso venha do universo. Tu estás a sugerir que isso de facto provém de mim?

ELIAS:  Sim, da tua essência.

DIANE:  Aah!  Então é quem deve passar a ser o meu mentor.

ELIAS:  Justamente, a qual comporta uma informação infinita, e tu possuis a capacidade de aceder a ela.

DIANE:  Todos terão?

ELIAS:  Têm.

DIANE:  Muito bem.

ELIAS:  Vamos fazer um intervalo e logo permitirei que continues com as tuas perguntas.

DIANE:  Obrigado.

ELIAS:  Não tens do quê.

INTERVALO  

ELIAS:  Prossigamos.

DIANE:  A minha mãe! O nome dela é Marie e ela vive na Virginia. O meu meio-irmão encontra-se com ela. Não sei... Tenho vindo a entreter a ideia de talvez a trazer para aqui, não para viver comigo mas para viver numa situação de vida independente, por o meu irmão ter levado o pai para a Virginia, e agora ter que lidar com dois progenitores. A minha mãe encontra-se na casa dos oitenta; o pai dele está na dos noventa. Sinto-me um tanto culpada em relação a isso. Não creio que fosse bom para mim ter a minha mãe aqui. Não penso que fosse bom para MIM. Podia ser bom para ela. E não sei o que fazer com a situação.

ELIAS:  Ah, o que fazer com a situação! Reconhece que o conflito que sentes brota da duplicidade; da obrigação do que deves empreender, e do puxão do que te é conhecido no teu íntimo.

No âmbito da expressão da duplicidade que abrigas, assim como os outros, e de acordo com os sistemas de crença das massas, voltas-te no sentido da obrigação e do desejo de aliviar a “carga” dos outros no sentido de prestares auxílio, sem te lembrares que cada um cria a sua realidade. Cada um escolhe o que deve ou não deve aceitar. Por isso, não é responsabilidade tua passar a sentir que deves alterar a escolha do outro. Apenas tens responsabilidade por ti própria e pelas tuas próprias escolhas, o que já basta. Já tens a teu cargo suficiente responsabilidade para não precisares assumir responsabilidade por mais ninguém. Eles criam a sua própria escolha.

DIANE:  Estás a referir-te tanto às escolhas da minha mãe como as do meu irmão?

ELIAS:  Exacto.

DIANE:  E deve ser permitido que outorgue a mim própria o reconhecimento da verdade que albergo, a qual consiste no facto de sentir amor pela minha mãe, e dela me deixar doida, e eu não a poder ter aqui.

ELIAS:  Mas isso é admissível.

DIANE:  Essa é difícil.

ELIAS:  Mas o indivíduo (também) não expressa desejo de estar neste local.

DIANE:  Para ler nas entrelinhas.

ELIAS:  Ah!

DIANE:  Ela costumava expressar, mas deixou-se disso. Mas aquilo que noto nas entrelinhas é que ela está muito zangada. Penso que por não estar aqui e eu não estar a cuidar dela.

ELIAS:  Mas isso não é responsabilidade tua.

DIANE:  Olhar por ela?  (Elias acena)  Será do meu irmão?

ELIAS:  Não, mas é opção dele aceitar isso. Não é responsabilidade que lhe caiba, mas opção.

DIANE:  Ele está a optar por isso?  Ele quererá tomar conta dela?

ELIAS:  Ele ESTÁ a optar por isso, porque caso ele escolhesse o contrário, tal acção não teria lugar.

DIANE:  Vê bem, a mulher dele, a Alice preferiria que não optasse por isso. Ela deseja que eu aceite tal responsabilidade.

ELIAS:  A responsabilidade é aceite. A escolha é definida em resposta às crenças e à questão da responsabilidade pessoal, a qual é suportada por ele. NÃO é responsabilidade dele, mas ele aceita isso no âmbito das crenças inerentes à duplicidade. O que não quer dizer que também o devas fazer. A tua responsabilidade está em dares ouvidos a ti própria e em te aceitares, que desse modo poderás ser de mais-valia para os outros, apesar de poderem não entender a coisa assim. Mas na realidade, poderás servir de mais-valia se te aceitares do que se te negares a ti própria e voltar-te para áreas que as tuas crenças ditam como nobres ou aceitáveis, e expressam uma falsa humildade.

DIANE:  Hmm. Existe uma parte de mim que sente que eu podia tomar melhor conta da minha mãe. Eu podia assegurar mais que ela receba os cuidados aqui do que lá.

ELIAS:  E a tua pequenina voz interior expressa o quê?

DIANE:  Não, não faças isso! Ela brada: “Não faças isso, ou isso irá matar-te!”

ELIAS:  E eu digo-te para dares ouvidos a essa vozinha interior.

DIANE:  Muito bem. Já o entendi.

ELIAS:  No âmbito da tua própria questão de duplicidade e da falta de confiança em ti, tu já estabeleceste conflito que chegue, não? Irás acrescentar mais a esse conflito e empilhar mais conflito sobre esse?

DIANE:  Obrigado! (A rir) Sim, estás absolutamente certo! Obrigado. Eu pretendo adquirir uma casa e já descobri várias, mas não deu certo, e eu gostava de saber se haverá algum erro, por detrás da razão porque não terei descoberto a casa. Ou se isso se deverá unicamente à impaciência que sinto.

ELIAS:  No âmbito das probabilidades, é uma questão de tempo.

DIANE:  Então isso já aconteceu?

ELIAS:  Por razões perfeitamente definidas! Estás a tentar voltar-te em direcções novas na aceitação de ti própria, e na medida em que te permites voltar-te para essas áreas que subentendem o abandono do controlo que exerces, também te abrirás às probabilidades de aceitação daquelas coisas que virão a ti. Mas no presente momento, não confias no facto de elementos físicos relacionados com as áreas monetárias poderem vir ao teu encontro por os estares a criar. Por isso também refreias a probabilidade da habitação. Ao te voltares no sentido de procurares forçar a probabilidade da habitação, estás a tentar acertar à sorte.

DIANE:  A confiança precisa surgir em primeiro lugar, e então a casa resultará sem esforço. Acabará por surgir.

ELIAS:  Precisamente. Podes forçar a probabilidade, mas com tal pressão também aumentarás o conflito que vives.

DIANE:  Sim, dou-te razão. Nesse caso, basta que relaxe, trabalhe a confiança... apesar de soar a paradoxo, porque na realidade a confiança devia ocorrer sem esforço, mas tu entendes o que quero dizer.

ELIAS:  Absolutamente.

DIANE:  Mas há-de acontecer!

ELIAS:  Exacto. Tu não estás a “trabalhar” a confiança. Estás a abordar problemas e crenças que causam limitação, e ISSO deverá permitir a ausência de esforço própria da confiança. Estás a reconhecer a perpetuação que fazes da duplicidade, e com isso, á medida que abres mão do controlo, admites a ausência de esforço e o florescimento da confiança.

DIANE:  Então teremos plantado a semente, pelo menos com o reconhecimento das crenças que comporto; a perpetuação da duplicidade que faço e a necessidade de controlo.

ELIAS:  Exacto.

DIANE:  E isso representará um ponto de partida.

ELIAS:  Exacto, e agora podes dar atenção a isso.

DIANE:  É tipo não acreditar nisso. Não me envolver nisso. É ver isso, e procurar abrir mão disso.

ELIAS:  Exacto.

DIANE:  Difícil.  É mais fácil dizer do que fazer.

ELIAS:  Perfeitamente! Isso é uma simplificação da expressão da aceitação de uma crença, conforme dissemos no nosso último encontro (veja-se sessão #270). É bastante fácil expressar tal coisa. Já se torna muito mais difícil implementá-la. Reconheço bastante esta situação que as pessoas enfrentam no foco físico.

DIANE:  Tenho uma última pergunta. É uma questão importante que tem que ver com o amor romântico na minha vida. Noto dois lados. Há o lado que deseja ter alguém especial na minha vida – ao nível da intimidade e do companheirismo – e o outro lado que se sente bastante independente e bastante autónomo e que precisa de espaço, e tenho que estar constante mente a negociar entre ambos esses lados. Não manifestei ninguém nem sei se virei a manifestar, se será o meu destino ter um companheiro para a vida, digamos assim.

ELIAS:  Ah!  Não existe destino!

DIANE:  Nesse caso, se eu pretender criar isso, isso deverá ser criação minha.

ELIAS:  Absolutamente. Isso consiste numa escolha. TUDO é uma escolha. Não existe sorte. Não existe destino.

DIANE:  Bom, nesse caso poderás dizer-me especificamente em que ponto me situo com isso, por não estar a criar... Creio sentir-me ambivalente.

ELIAS:  Antes de mais, devo dizer-te que, ao vacilares entre os dois pólos, conforme encaras a questão, bloqueias a criação disso. Emperras a manifestação. Não existem dois pólos. Não sacrificas um em prole do outro.

DIANE:  Posso dispor de ambos.

ELIAS:  Absolutamente.

DIANE:  Mas há uma parte de mim que não acredita nisso.

ELIAS:  Perfeitamente. Consequentemente, emperras a manifestação disso. Posso-te dizer que nesse aspecto apresentas uma semelhança com o Michael, porque a em relação a isso, ele está a criar a realidade dele de modo bastante semelhante.

DIANE:  Michael?  Quem é o Michael?

ELIAS:  Esta essência que tem esta troca de energias comigo.  (Pausa)  Ah, a Mary.

DIANE:  Ah, a Mary!  Peço desculpa.

ELIAS:  Nessa medida, tu acalentas uma perspectiva semelhante em ti própria, em relação à qual te passarei a dizer o seguinte: tu, Juan, ocupas-te deste foco físico. Encaras-te como independente, um indivíduo auto-suficiente neste foco sem precisar de ninguém que te satisfaça, por teres a capacidade de realizares isso em ti própria. Mas aceitas a possibilidade de, caso outro indivíduo que se te adeqúe na perfeição e que também apresente a intenção de não interferir no teu propósito te “caia dos céus”, tu passares a aceitar tal situação e te permitas uma relação que vejas como satisfatória e uma companhia aceitável. Ninguém virá a cair dos céus que corresponda ao que pretendes a menos que projectes a tua própria energia e manifestes fisicamente um outro aspecto de ti próprio diante de ti! (A rir) Cada um é único e diferente dos demais, mas isso não deve constituir ameaça para ti. Tu tens a tua própria integridade, e ninguém te diminui pela diferença, à excepção do grau em que permitas que isso ocorra como alternativa e criação da tua parte.

DIANE:  Concordo. Concordarias com o facto de eu ainda não ter encontrado o perfeito equilíbrio, a pessoa correcta, ou que eu esteja a discriminar demasiado e a deixar de discernir o facto de estar a ser perfeccionista? (Pausa)

ELIAS:  A questão reside no equilíbrio. Podes discriminar se o preferires. Mas se discriminares, limitas as tuas escolhas. Mas se reconheceres uma atracção por outro indivíduo, também poderás permitir-te aceitar-te a ti, o que criará a tua própria segurança, digamos assim, dentro de ti.

Não é necessário que projectes fora tal força pela convicção de não “precisares”. Tens razão; tu não precisas! Ninguém precisa de ninguém, em si mesmo. Mas vós também criastes esta realidade na sua qualidade oficialmente aceite, e nessa medida deixais-vos atrair para os outros e para relações pela experiência emocional e sexual. Isso faz parte da vossa criação nesta dimensão. O que não quer dizer que “preciseis” envolver-vos com alguém em termos românticos para vos sentirdes realizados. Vós possuís tudo dentro de vós. Também não quer dizer que seja mais perfeito, ou melhor, ou mais satisfatório, ou mais ajustado deixar de se envolver numa relação; Coisa que também, à semelhança de tudo o que debatemos neste dia, consiste na perpetuação de crenças adquiridas da área da vossa psicologia, a qual incorporou uma nova crença na realidade das vossas massas oposta à realidade e à crença anteriormente sustentada.

A crença prévia era a de vos envolverdes uns com os outros em relacionamentos românticos por isso ser aceitável e corresponder ao que julgáveis ser a norma oficial aceite, e por vos aperfeiçoardes uns aos outros ao vos juntardes como dois indivíduos que compõem um só. Agora criastes a nova crença de que sois indivíduos apartados e de que vos vedes completos na vossa identidade e de que não precisais de ninguém para tal compleição ou para alcançardes a perfeição. Eu afirmo-te que ambos esses aspectos da crença apresentam aspectos da verdade. Vós atraís-vos uns para os outros de acordo com a experiência que escolhestes nesta dimensão. Por isso, é propositado. Mas também estais parcialmente correctos na vossa nova crença de não “precisardes”. Mas possuís tudo aquilo de que necessitais ao nível da essência. Manifestais-vos no foco físico a fim de criardes aquilo que quereis, aquilo que escolhestes experimentar.

DIANE:  Poderei confiar na intuição se sentir que uma relação particular simplesmente não seja indicada caso não me faça sentir bem? O que corresponde ao que tem ocorrido ao longo dos anos. Parece acertada durante um tempo, e a seguir deixa de parecer acertada, e eu termino-a. Isso será uma desculpa, ou poderei confiar nisso que sinto?

ELIAS:  Podes confiar nisso.

DIANE:  Muito bem.

ELIAS:  Contudo, reconhece que isso não representa um fracasso. Estás unicamente a operar dentro dos limites das crenças que te sugerem que hás-de criar uma relação e que ela deverá estender-se, por o objectivo que tens nessa relação ser o de te juntar. Nessa medida, também encaras as relações que não se circunscrevem nesse quadro como um fracasso! Mas não é assim! Estás unicamente a experimentar e a atravessar uma experiência que te conduz a outra. Também te devo dizer que quando encontrares um outro indivíduo que atraias a ti que apresente as qualidades que requeres deverás ter conhecimento disso na tua intuição e na tua voz interior.

DIANE:  E tu vês isso acontecer no meu caso, no âmbito das probabilidades?

ELIAS:  Das probabilidades, sim; mas eu devo dizer-te que todas as probabilidades constituem uma escolha. Por isso, possuis a capacidade de escolher outra. Nessa medida, não te vou apresentar um absoluto; mas sim, no âmbito das probabilidades.

DIANE:  Posso colocar uma pergunta em relação a um indivíduo em particular? O nome dela é Kim. Não sei bem o que me atrai nela exactamente, mas eu gosto realmente dela. Gosto daquela que vejo nela, mas penso que ela se encontre numa situação bastante diferente da minha, e não estou segura se isso alguma vez irá passar além duma amizade.

ELIAS:  Hmm.  Tu sentes-te atraída por esse indivíduo em reconhecimento duma acção de congénere.

DIANE:  Pelo facto dela me reflectir?  Não sei o que queres dizer.

ELIAS:  Vós comportais muitas partes congéneres ou complementares e contrárias no foco físico, coisa que, se vos permitirdes a oportunidade de abordardes objectivamente uma dessas partes homólogas se dará um reconhecimento quer duma atracção ou duma repulsa. As partes contrárias deverão provocar repulsa à semelhança de magnetos, mas outros tipos de contrapartes deixam-se atrair umas pelas outras.

Isto não quer dizer que uma parte congénere deva necessariamente ser um outro aspecto da vossa essência. Pode não ser, mas tu envolves uma acção que é designada por acção congénere. Isso, em poucas palavras, corresponde a uma acção de partilha de propósitos semelhantes com que os focos individuais se manifestam, e com que no âmbito da acção de contraparte partilham experiências a fim de proporcionarem experiências não escolhidas.

Já vos estendi muita informação relacionada com essa área das partes congéneres à qual poderás aceder se o preferires, mas dir-te-ei por poucas palavras que se escolherdes um certo propósito, ou direcção num foco particular – neste foco em particular – devereis ter um número incontável de partes congéneres que também experimentam outros aspectos do propósito semelhante que vós não experimentais, e essas experiências contribuem para a totalidade da vossa própria experiência.

Tal como poderás escolher num foco ser o que és neste foco. Podes direccionar-te no sentido de manifestares uma carreira que se enquadre nas áreas da psicologia. Podes ter uma contraparte que escolha manifestar um outro aspecto disso através da exibição do que designais por doença mental. São tudo aspectos duma mesma questão, mas que compreendem experiências inteiramente vastas, elementos distintos da mesma questão.

Para poderdes criar cada experiência ligada a cada aspecto de cada tema que escolhêsseis explorar no foco físico, precisaríeis criar milhões e milhões de focos numa dimensão particular! Portanto, isso não se revelaria eficaz. É muito mais eficiente que todos contribuais uns para os outros através da experiência objectiva ao escolherdes experimentar diferentes aspectos de um mesmo tema.

DIANE:  Prevês que eu venha a juntar-me ao nível romântico?

ELIAS:  Essa é uma possibilidade, no quadro das probabilidades. Mas como sempre, afirmo que isso é uma escolha, não apenas de ti como do outro. Lembra-te de que tu estás a abordar questões no teu íntimo que afectam TODAS o que crias em TODAS as presentes direcções. Por isso, o que podes ver numa área, também poderás ver como uma acção espelhada noutras áreas, porque essas questões que presentemente estás a abordar afectam todas as áreas.

DIANE:  Muito bem.

ELIAS:  Isto também representa a questão de tentar acertar ao calhas!

DIANE:  Logo, ter confiança em mim.

ELIAS:  Exacto. Podes contornar e tentar acertar à sorte, mas no vosso elemento da oportunidade, podes necessariamente não produzir alegria, mas conflito. Dirige-te em primeiro lugar a essas crenças e questões e permite-te a nova liberdade, e dessa nova liberdade deverá resultar a ausência de esforço dessas outras áreas.

DIANE:  Obrigado.

ELIAS:  Dirijo-te um enorme carinho e encorajamento nos esforços que empreendes, e reconhecimento da tua dignidade e do facto de dispores da capacidade de conseguires. Acredita NISTO, por uma nova maneira de acreditar! Estendo-te o meu afecto e fico na antecipação do nosso próximo encontro.

Elias parte às 11:14 da noite.

© 1998  Vicki Pendley/Mary Ennis, Todos os Direitos Reservados

Sem comentários:

Enviar um comentário

Nota: só um membro deste blogue pode publicar um comentário.

O MATERIAL ELIAS