sexta-feira, 14 de outubro de 2011

COMUNICAÇÃO COM A ESSÊNCIA




SESSÃO #299
"comunicação com a essência"
"onde assenta o teu desejo?"
Domingo, 19 de Julho de 1998 © (Privada/Telefone)
Tradução: Amadeu Duarte

Participantes:  Mary (Michael) e Mari (Cathdarh).
Elias chega às 12:07 da tarde. (Tempo de chegada é de 16 segundos)   

ELIAS:  Boa tarde!

MARI:  Boa tarde, Elias!  Como estás tu hoje?

ELIAS:  Como sempre!

MARI:  Gostarias que começasse com as perguntas que tenho?

ELIAS:  Podes, se o desejares

MARI:  Está bem. A primeira é pedir-te que descrevas a ligação passada existente entre mim e a Daisy, que é a minha gatinha preta e branca.

ELIAS:  Deixa que te diga que as criatura, apesar de se manifestarem e voltarem a manifestar fisicamente, a sua manifestação difere da manifestação da essência, porque ao escolherem desligar-se do foco físico elas podem reconstruir a sua energia, a qual deverá voltar a manifestar-se no foco físico numa forma diferente, mas nem sempre se manifesta junto dos mesmos indivíduos num foco diferente.

Ora bem; permite que passe a explicar a situação. Se um animal se volta a manifestar e volta a ligar-se a um indivíduo que pertença à mesma essência mas esteja em um foco diferente, a acção que se dá é a e que a energia se divide, e um aspecto dessa energia se move numa direcção enquanto outro aspecto da energia se move numa outra direcção diferente, por todas as vossas manifestações decorrerem em simultâneo. Consequentemente, a mesma criatura que ocupa esse foco não será exactamente a mesma criatura que está ligada a vós num outro foco.

Ora bem, deixa igualmente que refira que, a razão porque sentis e detectais tais elos profundos na ligação que tendes com certas criaturas se deve ao facto de vos sentirdes atraídos por certas criaturas, ou conduzirdes certas criaturas a vós, por assim dizer, e com tal acto atraís determinadas manifestações de criaturas que vos complementarão e que vos acompanharão durante o período em que estiverdes ligados a elas nesse foco particular. Isso consta dum acordo estabelecido no âmbito da consciência, o facto de atrairdes determinadas criaturas a vós que vos sejam úteis através da consciência, tanto objectiva como subjectivamente.

Nessa medida, e para responder à pergunta que me colocaste, essa criatura não tem uma ligação muito forte contigo devido ao facto de vos terdes manifestado juntos noutros focos, mas neste foco alinhais fortemente um pelo outro. Essa criatura escolheu estar em contacto contigo no âmbito da consciência neste foco particular a fim de te ajudar em várias áreas distintas. Estás a compreender?

MARI:  Estou, sim. A pergunta seguinte; trata-se duma pergunta de carácter físico. Os meus olhos lacrimejam constantemente e foi-me diagnosticada uma conjuntivite crónica ou inflamação dos globos oculares. A 22 de Julho, vou submeter-me a uma intervenção cirúrgica para procederem à abertura dos canais lacrimejantes. Isso irá resolver o problema, ou existirá mais alguma coisa de errado? Nesse caso, que mais poderá estar errado?

ELIAS:  Deixa que te diga que nas tuas crenças particulares e no alinhamento que fazes neste foco pelas crenças das  massas ligadas às crenças médicas ocidentais, essa acção ser-te-á útil fisicamente. Mas deixa igualmente que te diga que reténs energia nessa área, e que nessa situação – de retenção de energia nessa área – também poderás subsequentemente, experimentar ocasionalmente um reverso dessa situação particular se não deres atenção às questões com base nas quais reténs a energia nessas áreas.

Agora; deixa também que te diga que nessa condição que tu criaste, digamos assim, tu retiveste energia não só na área da tua visão, a qual é parcialmente afectada por essa retenção da energia, com também na área da emoção, cuja energia retida depositas na área física dos teus olhos.

Bom; nessa medida, deixa que te explique o problema que manténs em relação a  essa manifestação física.

Nesta dimensão em particular, vós manifestais-vos pela experiência da exploração da emoção e da sexualidade. Consequentemente, nessa situação particular tu estás a reter uma certa energia emocional a qual reflectes fisicamente na área dos teus olhos, o que propicia a acção desse lacrimejar.

A qualidade emocional que não admites vem na sequência directa dos próprios impulsos que sentes no sentido de permitires expressar certas emoções, que passariam nesse caso a produzir um efeito “lacrimejante” resultante da expressão das emoções. Mas, como não permites que isso ocorra com a frequência com que os impulsos que tens te impelem, tu passas a controlar a energia, e naquilo que crias no contexto do teu foco, situas essa energia na área que em temos físicos seria naturalmente afectada, caso expressasses essas emoções.

Nessa medida, a energia sempre é expressada. Muitas vezes, no foco físico, as pessoas retêm a energia e expressam essa energia através duma imagem espelhada daquilo que estão a deixar de expressar com naturalidade.

Consequentemente, tu crias uma situação em que a energia opta por se expressar pela acção constante do lacrimejar, por a expressão natural dos impulsos estar a ser bloqueada, no sentido de expressar esse lacrimejar associado à emoção.

MARI:  Disseste que aquilo que estou a bloquear tenha que ver com a sexualidade, e que mais? As emoções?

ELIAS:  Não sexual, mas emocional.

MARI:  Mas devido a quê? Emoções ligadas ao quê? Que será que estou a bloquear?

ELIAS:  Isso refere a situação em que insistes na tua própria energia, ou a impões, nas alturas em que sentes expressões emotivas e o impulso que te assalta te conduz para o acto de chorares, situação em que tu bloqueias tal acto e não te permites expressar nenhuma dessas emoções que te levariam a chorar, e em cuja medida provocas a situação de retenção da energia nos teus olhos, o que provoca a acção lacrimejante.

MARI:  Está bem. Obrigado. A pergunta seguinte: de que planetas ou estrelas serei eu proveniente, e que tipo de extraterrestre serei eu ou terei sido?

ELIAS:  Voltas-te agora mais no sentido da área das vossas crenças modernas. Deixa que te diga que não se trata da situação de “teres uma proveniência” noutro planeta ou estrela, digamos assim. Tu encontras-te focada noutras dimensões em simultâneo com o presente e com esta dimensão. A tua essência comporta focos noutras dimensões que podes designar por manifestações extraterrestres. Também poderás contactar o Michael a seguir a esta sessão particular, que ele te disponibilizará informação relativa a isso, conforme já tive ocasião de dispensar.

Deixa que te diga que isso se transfere para esta dimensão particular e para o vosso foco individual, o que vos propicia o reconhecimento de outros focos dimensionais, e que no alinhamento das crenças que presentemente sustentais, moves-te no sentido de proporcionares a ti própria a explicação de teres tido uma origem ou provires de um outro planeta ou sistema estelar. Isso consiste numa crença metafísica recente, mas na realidade para muita gente actualmente isso brota simplesmente do trespasse de efeitos duma acção por estardes a envolvidos nessa acção da mudança, o facto de terdes focos noutras dimensões e não dispordes de nenhuma explicação ou informação a dar a vós próprios, quanto àquilo com que estais a entrar em contacto ou que estais a experimentar.

Consequentemente, não se trata duma situação de teres vindo duma outra parte. Tu sempre exististe e continuarás a existir, por o tempo existir todo em simultâneo e todos os teus focos estarem a decorrer no presente, nesta dimensão assim com em todas as outras dimensões.

MARI:  Muito bem. Está certo, a próxima pergunta: que coisa poderei fazer para me aperfeiçoar espiritualmente, ou algum outro modo que possas perceber por meio do qual necessite de me melhorar, enquanto permaneço aqui, na Terra?

ELIAS:  Antes de mais, deixa que te diga que não há nenhuma necessidade de vos “melhorardes”!

Mas em relação à pergunta que colocaste, vou reordenar a pergunta por ti e sugerir-te que a indagação seja mais do género: “Em que direcção poderei voltar-me, que se revele mais eficaz e me possibilite um menor número de limitações e uma maior expressão da criatividade?” Isso não engloba nenhum “aperfeiçoamento” nem melhoramento pessoal, mas um alargamento dos teus horizontes e uma expansão da tua criatividade.

Agora; tal como já referi muitas vezes, aquilo que te vou sugerir é que te concentres em ti e te abras a ti própria. Vou sugerir que pratiques a atenção para com as impressões que tens, e te aprofundes em ti e no teu íntimo, e deixes de te preocupar tanto com o exterior, digamos assim... apesar de não existir nada exterior a ti!

Nessa medida, volta a atenção para as tuas próprias crenças, para os teus próprios comportamentos, a tua própria acção, e observa-te a ti própria, permitindo-te exercitar coisas diferentes que te proporcionem um maior esclarecimento pessoal e uma maior consciência de ti, que nessa medida poderás passar a aceitar-te mais, coisa que te deverá conduzir para a área da abordagem mais eficiente das tuas próprias crenças e que, consequentemente, deverá permitir-te aceitar as crenças que manténs, que isso deverá direccionar-te de um modo mais eficiente para aquela área que designas por “espiritualidade”, e que eu deverei designar por realização do teu sentido de valor no teu foco particular.

MARI:  Está bem. Gostava agora de passar para a área que diz respeito ao meu trabalho. Eu estou com 56 anos. Eu tive um óptimo emprego numa boa empresa durante um pouco mais que um ano. O meu director decidiu separar-se da companhia original e começar a dele próprio. A companhia original reúne benefícios maravilhosos, o que corresponde à razão principal porque aceitei o lugar. Deverei ficar junto desse director e seguir para a companhia separada, e nesse caso, virei a obter benefícios equivalentes, incluindo um bom plano de reforma? Ou ficaria melhor financeiramente se ficar na companhia mãe e largar o emprego actual que tenho, de que gosto?

ELIAS:  Mas, eu colocar-te-ia de volta a questão. Que é que desejas?

MARI:  Peço desculpa mas não escutei aquilo que disseste. Poderias repetir?

ELIAS:  A pergunta é-te colocada de volta.  Em que assenta o desejo que sentes?

MARI:  Eu gostava de ficar no emprego em que me encontro junto do meu director, e de obter todos os benefícios, inclusive o plano de reforma. Eu gosto do emprego que tenho, e o meu director é um génio e é uma pessoa para quem se torna excitante trabalhar, e eu gosto dele, e gostava de permanecer lá, mas gostava de saber que quando me reformasse obtinha uma boa contrapartida, assim como todos os benefícios proveitosos.

ELIAS:  Consequentemente, o conflito que sentes brota da falta de confiança em ti própria e no que poderás criar no teu foco físico.

Bom; permite que te diga que não vou entrar contigo na área da profecia. Não te vou estender profecia alguma quanto às probabilidades que possam ocorrer no futuro, pois recorda que todas as acções constituem probabilidades e podem ser alteradas a qualquer momento. Por isso, não existe uma linha de probabilidades que esteja estabelecida e não existe um futuro definido numa direcção ou noutra. Vós sempre dispondes da capacidade de criar probabilidades e acções renovadas. Nessa medida, torna-se perigoso aceder a informação que se mova no sentido de predições em termos absolutos. Vou-te sugerir que desconfies de qualquer essência ou indivíduo que penetre nessas áreas, por isso constituir uma desvalorização do vosso livre arbítrio e da vossa capacidade de alterardes as probabilidades que tendes a cada momento.

Vou-te dizer que fica ao teu critério a direcção em que escolhas mover-te futuramente, mas com respeito a essa escolha, deixa igualmente que te confirme o facto de deteres a capacidade de te voltares para diferentes áreas e continuares na direcção do que percebes como excitante e divertida, e também podes criar o que percebes como as tuas necessidades financeiras.

Deixa igualmente que diga as pessoas no foco físico se preocupam fortemente com as necessidades físicas, digamos assim. Não existe necessidade física que tenhais a que não consigais ser capazes de prover, se apenas confiardes em vós e vos aceitardes, porque se no vosso íntimo tiverdes confiança, também criais situações que vos proverão às vossas necessidades.

Na realidade, não tendes carências, digamos assim. Nessa medida, isso não passa de necessidades físicas, mas necessidades físicas não são prejudiciais! São simplesmente o que são, e nessa medida vós possuís a capacidade de realizar qualquer vontade particular em cuja direcção possais mover-vos.

Podereis mais eficientemente criar aquilo que quereis se isso estiver em alinhamento com a vossa intenção e o vosso desejo. Podeis criar um desejo que não esteja no alinhamento com o vosso desejo e a vossa intenção, mas ele também deverá trazer-vos conflito. Mas se vos moverdes no sentido da intenção e do desejo que tiverdes no vosso foco, podeis criar aquilo que percebeis como as vossas necessidades com toda a facilidade! Trata-se simplesmente duma situação de terdes confiança em vós próprios e nas habilidades que possuís para realizardes QUALQUER COISA no vosso foco.

MARI:  Eu terei conhecido este director antes? Por vezes parece produzir-se um entendimento entre nós que me leva a suspeitar da existência de um intercâmbio ocasional de energia que parece suscitar uma compreensão destituída de palavras.

ELIAS:  Conheceste. Tu estiveste ligada a esse indivíduo em vários focos e em diferentes circunstâncias. Num desses focos situas-te num relacionamento de membros da mesma família. Num outro foco pertencente à antiguidade, na área que actualmente designais por Turquia, tivestes um foco juntos em que ocupas o papel de um criado e esse indivíduo ocupa o papel de dona de casa. Tivestes esses focos juntos e criastes relações mútuas entre vós caracterizadas por uma grande amabilidade, o que contribui com energia para o presente foco.

MARI:  Pois, eu pensei que pudesse ter existido alguma ligação, e penso que ele também sentirá o mesmo. Ele pressentirá a mesma coisa?

ELIAS:  Pressente.

MARI:  Muito bem. Ele está a desenvolver uma nova empresa na Internet. Terás noção que ele venha a obter êxito, conforme estamos esperançados que venha?

ELIAS:  Neste momento presente, a probabilidade mais provável move-se no sentido do que designais por êxito, por muita energia estar a ser cedida nessa direcção. Por isso, as probabilidades movem-se nesse sentido, apesar de uma vez mais eu repetir que isso diz respeito a probabilidades, e dependendo da energia que é projectada nessa área, isso em qualquer altura se  poderá alterar. Mas vou-te encorajar e dizer-te que na mais provável das probabilidades, sim, esse esforço move-se para áreas de sucesso e duma grande positividade, SEGUNDO OS TERMOS QUE USAIS.

MARI:  Muito bem, óptimo. Eu tenho aquilo a que chamo de minha própria fonte, por falta de uma terminologia melhor. Eu canalizo, e essa fonte - a minha própria fonte - fornece-me montes de informação e ajuda-me numa base diária, e parece estar sempre presente toda a vez que a interrogo. Poderás, se fazes o favor, descrever a minha fonte da informação, quem é que fala com tanta frequência através da minha mente?

ELIAS:  Isso é a tua essência a dirigir-se a ti.

Agora; as pessoas empregam diferentes terminologias em relação a essa mesma acção. Podes dizer a ti própria que se trata do teu Eu Superior, o teu Poder mais Elevado. Isso ode ser designado por Deus.; pode ser designado por teu guia; pode se designado por várias expressões diferentes. Mas na realidade, o que ocorre é que te permitiste abrir-te à essência e permitiste que a informação passasse a fluir por intermédio dessa comunicação a fim de te prestar auxílio neste foco particular, ao acederes à própria linguagem que utilizas para contigo própria e dar ouvidos à tua própria essência.

Ora bem; isto NÃO é uma entidade exterior a ti. És tu. Trata-se simplesmente do aspecto mais vasto de ti, o qual na compreensão que tens percebes com um elemento qualquer fora ou além ou superior a ti. Na realidade, é parte de ti e ÉS tu. É simplesmente aquele aspecto de ti que se acha separado no foco físico, por no foco físico vós vos voltardes automaticamente na direcção de manterdes a vossa atenção no singular e como tal de vos separardes da vastidão que a essência subentende. Esse teu aspecto, ou aspecto da essência, estende-te não só informação, como a recordação de ti; a recordação da essência e da vastidão que a caracteriza.

MARI:  Esse mesmo Eu Superior também comunicará com outros aspectos de si próprio, ou de mim, ao mesmo tempo ou em diferentes alturas?

ELIAS:  Absolutamente. Está em contínua comunicação ao nível subjectivo. O que não quer dizer que um qualquer outro foco que esteja centrado fisicamente em qualquer outra dimensão física, possa ter consciência objectiva da comunicação exactamente como tu, porque nem todos os focos se permitem a abertura para aceder objectivamente à informação que lhe é estendida. Mas a essência está continuamente em comunicação com todos os seus focos. Por isso, sim, ela comunica com outros aspectos teus, os quais são outros aspectos dela, por ela seres TU.

MARI:  Por vezes eu endereço amor aos outros aspectos de mim própria, assim como ao meu Eu Superior. Será que outros aspectos o receberão ou perceberão tratar-se duma outra parte deles a enviar-lhes esse amor?

ELIAS:  Por vezes isso é reconhecido e gera-se a noção de tal acto. Noutras vezes não se dá nenhuma compreensão objectiva ou consciência do que lhes esteja a ser projectado, mas sempre é recebido. Jamais DEIXA de ser recebido. Por vezes pode não ser compreendido e pode não suscitar uma consciência objectiva, mas nessas situações a energia é automaticamente recebida e construída sob a forma que se revelar mais benéfica para esse aspecto ou foco particular. Noutras alturas, conforme expressei, gera-se uma consciência da energia projectada que pode ser recebida da forma que tiver sido endereçada, assim como pode ser objectivamente manipulada numa reconstituição da forma que mais eficiente se revelar para esse foco particular. Mas independentemente da forma como for recebida por um outro foco ou aspecto de ti, ela é sempre recebida, e sempre recebida do modo mais eficiente.

MARI:  Excelente. Fico feliz por saber disso. Foi-me pedido pela parte do meu eu interior ou o meu Eu Superior para escrever um livro referente à mudança da quinta dimensão que virá a afectar a Terra, caso venha a acontecer, e já canalizei por volta duma centena de páginas. Esse livro deverá  vir a ser publicado, ou terá isso sido mais em meu próprio proveito?

ELIAS:  Quanto à publicação desse material, isso depende da tua escolha, e não tem importância. Pode ser destinado à publicação, se escolheres direccionar-te nesse sentido, assim como poderá não ser. Não importa o sentido em que te movas nem as opções que cries com relação a essa situação. A informação foi-te estendida em teu proveito e de modo a poderes direccionar-te no sentido de mais facilmente compreenderes esta mudança da consciência.

Agora; permite-me igualmente que te diga que essa informação tem sido filtrada pela tua consciência objectiva, o que contribui para a inserção de elementos de distorção ligados às próprias crenças que sustentas. Mas isso não quer dizer que essa informação não te possa ser benéfica, porque te permite uma abertura para com a tua periferia, o que por sua vez te expande mais a consciência e te permite passar a aceitar mais a informação com respeito à acção desta mudança da consciência.

MARI:  Hmm.  Quando escrevia, ou quando o canalizava, para ser mais correcta, sentia estar como que a escrever acerca do meu próprio futuro, como se estivesse a escrever a minha própria história. Percebes que isso seja verdadeiro?

ELIAS:  É. Não no sentido de um futuro absoluto e literal, mas figurativamente falando e duma forma mais colorida, sim, isso é o que estás a realizar, e a razão porque estás a mover-te nessa direcção e a realizar tal coisa é a de proporcionares a ti própria uma maior informação que te ajude mais, de modo a poderes avançar na direcção duma actualização de muitas dessas acções desta mudança da consciência e a deixares de experimentar trauma e confusão nesse sentido, por já teres oferecido a ti própria a informação e as experiências.

MARI:  Também me foi solicitado, para minha total surpresa, para escrever um guião para televisão a dar continuidade à série Star Trek. Fiquei preocupada quando o Gene Roddenberry faleceu e o Star Trek saiu do ar, e eu estava a assistir a um episódio da série e vi-me envolvida por aquela energia e foi-me dito que eu devia escrever e que eu iria escrever um guião para televisão chamado Dimensões, que estaria relacionado, creio, com uma deslocação para outras dimensões. Eu disse que não tinha vontade de a redigir e que a podia dactilografar. E foi-me dito que viria um computador. O computador acabou por vir, e foi-me dito que não precisaria pagá-lo. Parecia demasiado bom para ser verdade. O computador acabou por vir; eu não precisei pagá-lo por o meu sogro mo ter pago. Pareceu-me uma coisa avassaladora escrever um guião de TV quando não sou uma escritora profissional. Talvez disponha de alguma habilidade no campo da escrita. Poderás fazer o favor de comentares? Para mim foi um tanto atordoante.

ELIAS:  Isso constitui uma validação da parte da essência quanto à capacidade criativa que tens no campo da escrita, e nessa medida podes seguir a informação que recebeste, por consistir num encorajamento para te expressares no âmbito da tua própria criatividade, e que isso deverá seguir no mesmo sentido que tu, se confiares nisso, de se tornar ainda mais válido para ti, objectivamente. Tal como te foi sugerida uma informação e ofereceste a ti própria a oportunidade de te passares a validar, por certos elementos terem surgido no teu foco para enorme surpresa tua, podes agora mover-te na direcção de te surpreenderes a ti própria pela expressão da tua própria capacidade e podes proporcionares a ti própria uma perspectiva objectiva das tuas realizações, não só daqueles elementos espantosos que vêm ao teu encontro, como das produções espantosas que brotam DE TI.

MARI:  Eu tenho uma pergunta acerca do meu marido.  Estás aí?

ELIAS:  Estou.

MARI:  Muito bem. De que modo poderá o meu marido abordar alguns dos problemas físicos que tem, os quais incluem excesso de peso? Outros têm que ver com problemas de circulação sanguínea, inchaço dos pés e da região inferior das pernas, pressão arterial elevada, problemas nos músculos e nas juntas e problemas nos músculos dos pulsos, que se rasgam com facilidade. Ele anseia por uma maneira com que possa viver sem sofrer demasiado ao resolver esses problemas. Poderás fazer o favor de lhe sugerir uma?

ELIAS:  A sugestão que lhe estendo é a de que se permita apreciar a naturalidade do ser (tempo natural) a cada dia. Não precisa ser por demasiado tempo, mas para passar a incluir certos elementos de tempo na ordem natural das coisas através do que não só se permitirá, enquanto indivíduo, adoptar uma expressividade criativa provocada pelos próprios impulsos, como também para que nessa apreciação da ordem natural se permita visualizar por meio do que designais por momentos de descanso tranquilo, e se volte para a área da criação duma visualização relaxada através da qual ele possa entrar na paisagem interior, o que lhe proporcionará informação por meio da qual consiga aliviar em certa medida a afectação física que sente, que isso lhe produzirá uma suavização parcial da expressão que ele causou.

Também podes perguntar ao Michael a respeito do nosso exercício da paisagem interior, o qual poderá revelar-se útil. (1)

MARI:  Muito bem. Quando o meu marido parar de fumar, haverá maneira de restaurar a condição pulmonar dele?

ELIAS:  Qualquer indivíduo pode provocar a regeneração de qualquer aspecto do tecido, se o desejar, mas no foco físico, e em grande medida, as pessoas mantêm fortes crenças relativas a essas áreas e não acreditam deter a capacidade de provocar tal acção.

Deixa igualmente que te diga que este indivíduo em particular gerou várias formas de afectação física a fim de experimentar todos esses aspectos físicos. Entendo que isto constitua um conceito difícil em cujo sentido possais voltar a vossa atenção.

Mas por vezes, certos indivíduos no foco físico não produzem afectação física apenas pela razão de estarem a bloquear a energia ou estarem a lidar com problemas ou crenças. Por vezes, as pessoas geram certas formas de afectação física ou doenças a fim de experimentarem os efeitos que essas doenças provocam no foco físico.

Este indivíduo passou para uma área em que alinha pelas crenças das massas ligadas às questões da saúde física. Por isso, as probabilidades presentes não se voltam - PRESENTEMENTE - na direcção de influenciarem aquilo que ele criou no físico, por aquilo que designas por “danos” ou disfunção.

Agora; isto não quer dizer que isso não possa ser alterado e que o tecido não consiga regenerar-se, porque pode. É apenas uma questão das crenças mantidas e da confiança que tenha nele que permitirá a regeneração do tecido. No âmbito das crenças profundamente mantidas, isso pode apresentar um processo e tanto, para o indivíduo.

MARI:  Está bem. Haverá mais alguma coisa, ou informação geral que me possas dar, que possa ser útil ou constituir uma ajuda nesta altura?

ELIAS:  Permite que te diga que a informação mais útil que te posso estender, assim como ao teu esposo, é a de que vos ligueis à informação que vos permita a cada um abordar as próprias crenças que defendeis fortemente, porque com a acção de abordardes essas crenças proporcionareis a vós próprios uma liberdade muito maior e uma maior criatividade, e haveis de facultar a vós próprios essa validação que designais em termos de espiritualidade, que vos deverá voltar na direcção de novas áreas inerentes às vossas próprias capacidade e ao assombro. Revelar-se-á mais útil dar atenção às crenças que defendes com vigor.

Deixa também que te diga que podes considerar a seguinte informação: não constitui acidente nenhum nem aberração da natureza que as pessoas alterem as situações que tenham criado no foco físico. Lembra-te que nenhum elemento, nenhuma acção, nada vos acontece A VÓS. Vós criais TODAS as acções e todos os aspectos no vosso foco físico e na vossa realidade.

Consequentemente, cada ocorrência é fruto da vossa criação, mas vós também dispondes da capacidade de desfazer qualquer coisa que tiverdes criado, e como estais a percorrer as próprias crenças que mantendes habilitais-vos cada vez mais à capacidade de desfazer qualquer aspecto da vossa realidade em relação ao qual sintais desconforto. Mas também te vou dizer que muitos elementos do vosso foco podem apresentar-se ligeiramente desconfortáveis, mas também tereis criado isso propositadamente, de modo a poderdes proporcionar a vós próprios informação.

Parte da acção de criação de certos elementos físicos do teu companheiro destina-se ao facto dele se mover no sentido de desfazer muitas dessas criações, e ao facto dele poder validar para si próprio o facto de possuirdes a capacidade de realizar isso fora do enquadramento das crenças das massas que vos ditam tal impossibilidade.

MARI:  Obrigado. Tenho uma última pergunta, se me permites. Eu tenho um pai que está com 86 anos e que vive comigo. Eu trouxe-o do Oregon, e tenho um grande carinho por ele, e sei que ele me ama. No que diz respeito à saúde física, ele está a deteriorar-se. Haverá alguma informação que possas dispensar no sentido de o auxiliar, ou algo que eu possa fazer para o ajudar a sentir-se mais confortável, ou o que quer que vejas que seja apropriado?

ELIAS:  Este indivíduo já começou a dar passos no sentido da acção da transição no foco físico. A atenção deste foco particular no presente afasta-se da manutenção do corpo físico e desse modo dá-se aquilo que designais como deterioração do corpo físico, por a comunicação subjectiva se estar a distanciar cada vez mais na interacção com o corpo físico, digamos assim, para o referir no sentido figurado.

Nesse sentido, a remoção da comunicação e interacção subjectiva com o corpo físico provoca uma afectação física. Isso também não é o que podeis designar como mau nem negativo, digamos assim, por a atenção se achar agora focada noutras áreas, e se ocupar com a direcção do movimento rumo à acção da transição, ao se preparar para entrar futuramente na transição não física e numa maior suavização através da transição não física, por ela ser parcialmente realizada no foco físico.

MARI:  Ele não acredita numa vida após a morte, e eu tentei dizer-lhe: “Bom, podes vir a ter uma agradável surpresa, e se cruzares o umbral da morte, fazes o favor de vir despedir-te de mim se fores capaz?” Estou a tentar ajudá-lo facilitando-lhe a coisa, pelo menos do meu ponto de vista, pelo que ele se sente melhor em relação a isso. Isso terá ajudado, ou ele desvaloriza a coisa?

ELIAS:  Em muitos aspectos está a ser descontado. Mas deixa igualmente que te diga que todos tendes um conhecimento subjectivo quanto à inexistência de morte; dá-se simplesmente um emergir duma área da consciência para outra. Portanto, aquilo que expressas é recebido, só que é recebido e assimilado subjectivamente e não necessariamente duma forma objectiva. Mas não tem importância que o indivíduo sustente a crença de que por altura do desenlace não existe continuidade, porque pela altura do desenlace ele deverá recobrar uma recordação parcial da essência, e deverá voltar-se para a acção da transição não física independentemente do resto. Por isso, ele próprio deverá entrar em contacto com essa informação.

Podes estender-lhe apoio simplesmente expressando-lhe aceitação dele e daquilo que expressa, que com isso, isso deverá proporcionar-lhe uma ternura que será aceite, e isso ajudará na suavização rumo à transição não física.

MARI:  Bem, muito obrigado, Elias. Agradeço imenso esta informação, e dirijo-te igualmente carinho; muito obrigado.

ELIAS:  Não tens de quê, e estendo-te um enorme encorajamento para os esforços que deverás empreender futuramente. Confirmo a validação pessoal e a abertura que obténs no âmbito da consciência e a expansão que fazes da tua própria consciência. Aceita o encorajamento que te estendo no sentido de prosseguires com o movimento que empreendes, que isso deverá prevenir a experiência do trauma inerente à acção desta mudança na consciência. E por hoje ofereço-te um enorme carinho e afecto, e expresso-te um afeiçoado au revoir.

Elias parte à 1:05 da tarde.

NOTAS:

(1)  O Exercício da Paisagem Interior, da sessão 228, 10/18/97:

(Nota do tradutor: Estes exercícios, que podem ser encarados como exercícios de visualização ou meditações, destinam-se a activar os canais da imaginação activa duma forma consciente, porque conforme se verá, nós movemo-los inconscientemente o mais das vezes, sem atendermos ao sentido efectivo que tal acção comporta, nem à associação que tem com os resultados.)

Vós estais bastante familiarizados com o estado de consciência de vigília, mas existem outras áreas da consciência que se encontram apenas ligeiramente afastadas da vossa consciência desperta objectiva. Essas são áreas de acesso bastante fácil. Na realidade, vós acedeis a essas áreas com mais frequência do que supondes. Apenas não notais aquilo a que estais a aceder. Um exemplo extremo duma área em que voltais a atenção para o lado enquanto envolveis a consciência objectiva do estado desperto será o estado a que chamais de devaneio. Essa é uma acção mais extremada de mover a atenção para o lado no estado desperto da vossa consciência objectiva. Podeis desviar a atenção ligeiramente enquanto vos mantendes no vosso estado de vigília, sem vos permitir vaguear tão completamente conforme no estado de devaneio, mas igualmente voltando a atenção para o lado e voltando-vos ligeiramente para o lado, e podeis obter uma maior compreensão da vossa realidade.

Nessa medida, estando completamente despertos na consciência objectiva, podeis permitir-vos um ligeiro movimento no sentido de alterardes a percepção com bastante suavidade, permitindo-vos passar para um sentimento ou pensamento ou uma sensação física – não emoção – e para a examinação dessa área. Nessa medida, aquilo que vos estou a dizer pode assemelhar-se à criação duma paisagem de pensamento ou a criação duma paisagem interior destinada a uma emoção ou a criação duma paisagem interior destinada a um sentimento; estando por completo objectivamente conscientes, e inteiramente conscientes conforme designais o que é subentendido por isso, e detectando um pensamento ou uma emoção ou uma sensação física, se isolardes o pensamento ou a sensação ou o sentimento individual e criardes uma paisagem para isso no vosso íntimo; se o fizerdes, podereis perceber outros elementos que se acham ligados a esse pensamento. Desejareis olhar o futuro; desejareis espreitar o futuro. Podeis faze-lo, se examinardes a vossa paisagem interior.

Isolais uma emoção: criais uma paisagem física com base nessa emoção. Podeis proceder à criação de todo um cenário fazendo-o brotar de uma emoção. Permiti-vos avançar para a área da emoção, examiná-la, e daí permiti-vos visualizar o surgimento inicial de cores que podeis identificar com essa emoção. Usai essas cores na criação da paisagem. Pode ser uma floresta; pode ser um lago; pode ser uma praia; pode ser um campo. Pode ser qualquer paisagem à vossa escolha, e à medida que visualizardes essa paisagem e passardes a examiná-la, com consciência de que essa paisagem é criada por uma emoção ou um pensamento ou uma sensação física, podeis permitir-vos interpretar os elementos da paisagem, os quais vos poderão igualmente sugerir uma informação quanto à direcção em que vos estais a encaminhar, coisa que sugerirá uma informação do que estais a criar em termos futuros.

Exemplo: tendes uma sensação física; uma doença ou uma indisposição. Nessa medida, podeis considerar tal indisposição; a área afectada do vosso corpo físico. Podeis olhar os órgãos efectivos que se encontram afectados. Nessa medida, encolheis-vos dentro de vós, criais uma imagem de vós diminuta e situai-la no vosso interior. Vamos usar o exemplo duma paisagem formada por um prado com árvores alinhadas.

Numa paisagem dessas, à medida que vós – enquanto essa amostra diminuta a que vos achais reduzidos – vos deslocais pela paisagem, podereis olhar cada elemento inerente a essa paisagem – cada flor, cada folha de relva, cada árvore – como um elemento vosso e da doença física. À medida que avançais por essa paisagem, podeis alterar a paisagem. Podeis reorganizá-la. Podeis colocar as vossas árvores em áreas diferentes e à medida que moveis os objectos dentro da vossa paisagem também alterais acções inerentes à intenção que tendes na forma física, por estardes a alterar a vossa acção. Podeis facultar pistas a vós próprios. Se perceberdes flores novas a brotar na vossa paisagem, também podereis interpretar isso como elementos novos em desenvolvimento na paisagem da vossa doença. Se perceberdes que alguns elementos estão a desaparecer na vossa paisagem, também podereis interpretar isso como elementos e aspectos da vossa doença a desaparecer. Se optardes por apagar elementos da vossa paisagem, também podereis oferecer a vós próprios o reconhecimento de estardes activamente a começar a desfazer a doença.

Podeis utilizar esse processo de vos moverdes ligeiramente de lado no âmbito da consciência, enquanto inteiramente despertos, completa e objectivamente conscientes, em muitos aspectos diferentes do vosso foco. Podeis isolar um pensamento e podeis criar a mesma paisagem. Podeis isolar uma emoção e criar uma paisagem interior que vos permitirá que vejais aspectos desse pensamento ou emoção, E podeis ver aquilo que antecipais no futuro, porque à medida que inseris mais elementos na vossa paisagem, também podeis estar garantidos de estardes a criar mais aspectos ligados a esse pensamento ou emoção. Ao eliminardes elementos da vossa paisagem, também podereis ficar seguros de estardes a libertar-vos de certos elementos do pensamento ou da emoção que estais a optar por eliminar.

Podeis igualmente empregar esse processo uns com os outros. Podeis voltar a vossa atenção para o lado, uns com os outros, no âmbito do desejo de causar influência ou ajudar um outro indivíduo. Nessa medida, podeis criar uma representação minúscula de vós e entrar no outro indivíduo e visualizar a paisagem interior dele. Ao entrardes na paisagem interior de um outro indivíduo, não estais a criar-lhe a paisagem, mas podeis ver a paisagem dele. Nesse sentido podeis ajudar o indivíduo ao lhe reportardes aquilo que visualizais na sua paisagem, transmitindo-lhe também, desse modo, mais informação, por ele poder estar a bloquear parte da capacidade que tem de alcançar a sua paisagem, e como tal podeis estender o vosso auxílio desse modo. Também podeis interceptar um outro aspecto vosso, um outro foco, e podeis entrar em sintonia com a sua paisagem interior.

Agora, avançando para a área da responsabilidade. Ao afectardes as vossas paisagens interiores, tendes a responsabilidade para convosco próprios e para com a totalidade da consciência de a afectar num sentido benéfico. Ao pordes o pé nas áreas que causam influência noutros indivíduos ou noutros focos, ou mesmo em vós próprios, já tendes mais responsabilidade, por estardes agora a afectar um outro foco. Por isso detendes a responsabilidade de usar duma expressão da essência.
 
Isso é muito importante! É importante que percebais que TENDES uma responsabilidade para com a consciência. Eu não vos digo que toda a vossa existência se baseia numa mera experiência destituída de responsabilidade! Vós experimentais pela própria experiência, mas também detendes uma enorme responsabilidade no sentido de vos expressardes a partir da essência.

(Com firmeza) Uma expressão da essência não passa pela preocupação pessoal para com toda a gente e com aquilo que criam na sua realidade, e com a criação de juízo crítico no vosso íntimo quanto à criação da realidade dos outros. A responsabilidade que vos cabe aponta no sentido de vos aceitardes intimamente assim como a todos os demais! Não posso acentuar o suficiente a importância disto! É muito importante!

Recordai que nesse sentido, com cada acto que criais, também estareis a afectar no âmbito da consciência. Com cada acção que moveis, vós afectais a totalidade da consciência. Assim, já podeis entender melhor a responsabilidade que vos cabe em relação a tais acções.

Contudo, digo-vos que é mais fácil do que percebeis voltar a atenção para o lado no âmbito da consciência e proporcionar a vós próprios uma informação muito maior do que a que presentemente proporcionais. É bastante fácil proceder à criação dessas paisagens interiores, e proporcionar a vós próprios e aos demais  uma maior informação.
 
© 1998  Vicki Pendley/Mary Ennis, Todos os Direitos Reservados

Sem comentários:

Enviar um comentário

Nota: só um membro deste blogue pode publicar um comentário.

O MATERIAL ELIAS