domingo, 9 de outubro de 2011

PROBABILIDADES - PROFECIAS


SESSÃO #203
"alteração de probabilidades"
“Profecias”
Domingo, 3 de Agosto de 1997 © (grupo)
Tradução: Amadeu Duarte

Participantes: Mary (Michael), Vicki (Lawrence), Ron (Olivia), Cathy (Shynla), David (Mylo), Gail (William), Bob (Siman), Drew (Matthew), Tom (James), Dennis (Gaylord), e dois novos participantes, Don and Bobbi. (Nenhum nome da essência foi revelado)
Elias chega às 6:39 da tarde. (Tempo de chegada: 8 segundos)

ELIAS: Boa noite. Vamos começar com o nosso jogo, e de seguida vamos debater a vossa Mudança e esta onda da aceitação que está a decorrer presentemente na consciência. (Pausa)

GAIL: Eu começo. Vold, flores, floral Glória da Manhã ou Corda-de-Viola.

ELIAS: Aceitável.

DENNIS: Eu gostaria de me alinhar pela família Sumari.

ELIAS: Exacto.

CATHY: É a minha vez. Milumet, locais associados, Kilimanjaro.

ELIAS: Um ponto.

RON: Citações associadas à família Gramada: “Tenho a ambição de descrever resumidamente o que os outros levam um livro inteiro para o fazer.”

ELIAS: Um ponto. (A sorrir)

VICKI: Para a Mary: Bandas de rock associadas à família Zuli, Queen.

ELIAS: Aceitável.

VICKI: Para a Joanne: Autores associados à família Ilda, J.D. Salinger.

ELIAS: Aceitável.

VICKI: Para o Paul: Artistas associados à família Sumari, Stevie Wonder.

ELIAS: Menos provável.

VICKI: Sumafi, autores, Norm Friedman.

ELIAS: Menos provável. (A sorrir)

VICKI: Ilda, citações, "Em Roma, faz como os romanos."

ELIAS: Peço-te para reavaliares a cor.

VICKI: Ilda, personagens ... Penso que ele introduz uma categoria de personagens ... Guinan, do filme Caminho das Estelas, A Próxima Geração.

ELIAS: Aceitável.

VICKI: Para mim: Ilda, animais, dinossáurio.

ELIAS: Um ponto.

DREW: Eu tenho uma, se ainda não existir categoria, para os tipos de actividade física, a corrida associada à Tumold.

ELIAS: Podes circunscrevê-la na categoria dos prazeres físicos.

DREW: Exercício físico, ou especificamente prazeres?

ELIAS: Essa categoria já existe.

DREW: Ah, está bem. A corrida classificar-se-á como pertencente à Tumold nessa categoria?

ELIAS: Aceitável.

DREW: Obrigado.

TOM: Avançamos o apelido e o local do último bebé?

ELIAS: Não.

TOM: Hong Kong.

ELIAS: Menos provável.

TOM: Mongólia? (Riso)

ELIAS: Menos provável.

TOM: Valência!

ELIAS: Adivinhar, adivinhar, adivinhar! (Pausa) Muito bem....

BOB: Eu tenho uma. Será o último bebé da Turquia? 

ELIAS: Menos provável.

BOB: Todavia não estava adivinhar!

ELIAS: (Rindo) Acolhamos as novas essências desta noite com um “bem-vindos”! (A esta altura o Elias assume um ar grave que mantém durante toda a sessão) Presentemente, estais todos a experimentar afectação por parte duma onda massiva que está a ter lugar na consciência, que está associada ao tema da aceitação. Recentemente falei com frequência sobre esta onda que está a ter lugar no âmbito da consciência, apesar de entender perfeitamente que muitos de vós não entenderdes o alcance desta onda que está em decurso e da afectação que causa em cada um de vós, assim como em massa. Estais todos a responder a esta onda da aceitação à vossa maneira individual, mas esta onda da aceitação constitui um reconhecimento directo do movimento e da acção da vossa mudança, e a aceitação ou falta de aceitação dessa mudança. Eu tenho vindo a referir-vos faz tempo que vireis progressivamente a sentir os efeitos da mudança diante de vós, sendo este mais um desses efeitos.

Tenho vindo a falar-vos, recentemente, com toda a seriedade, sobre esta onda da aceitação, pela razão de estar a decorrer uma acção séria no âmbito da mesma. Alguns reagem com uma maior veemência do que outros. Aqueles que se acham ligados às famílias da essência na capacidade de Videntes - e coisas de género, nas outras famílias da essência - deverão passar pela experiência de efeitos dessa onda com uma maior intensidade do que os outros, e deverão experimentar uma maior dificuldade na aceitação dos movimentos. Esses movimentos, conforme já vos disse muitas vezes,  não se situam nas vossas pequenas localidades mas em todo o vosso globo; sendo isso o que estais presentemente a sentir e ao que estais a reagir, apesar de não o trazerdes ao raciocínio. Estão a começar a eclodir transferências (efeitos indesejáveis), e vós estais a começar a associar uma maior consciência objectiva às acções com que vos deparais e aos sentimentos que vos invadem. Além disso, as vossas experiências sofrem um incremento na intensidade.

Conforme declarei, podeis sentir-vos intimamente agitados ou frustrados ou confusos ou impacientes em relação a vós próprios ou aos outros, e podeis sentir-vos confusos em relação ao comportamento que tiverdes. Com isso podeis esperar. Esta onda está a ter início nos vossos continentes e a estender-se adiante. Já vos declarei muitas vezes que vós não gerais acidentes e que o tempo existe todo em simultâneo. Por isso, no âmbito das probabilidades e das acções por que optais e dos elementos inerentes à existência que criais, vós criais tudo de modo intencional, ao ponto do próprio posicionamento que os continentes do vosso planeta adoptam.

Olhai para o vosso globo e vede como os continentes que designais por Américas se encontram afastados dos demais continentes do vosso planeta. Isso foi propositadamente disposto no âmbito da sabedoria que os vossos Caminhantes do Sonho possuíam; porque em reconhecimento da mudança e do movimento da consciência, esse movimento começa nos locais geográficos destes continentes. Outros eventos da fonte e eventos de massas tiveram origem noutras áreas do vosso planeta, noutros continentes, que foram propositadamente colocados na criação em estreita proximidade uns com os outros. Apenas um outro continente se acha afastado, o qual será o próximo a carregar o movimento desta mudança antecipada. Por isso, nesta localidade inerente aos vossos países situados nestes continentes, começais a experimentar e a sentir o movimento inicial desta mudança. Olhais para vós próprios e para esta essência e expressais admiração quanto ao que haveis de fazer, ou ao modo como haveis de proceder. Eu já vos disse que haveis de fazer uso da vossa própria criatividade em tais iniciativas, mas também vos direi, como já o fiz anteriormente, que vós sois precursores. (Pausa) Presentemente, moveis-vos na consciência e contribuís para o movimento que outros posteriormente hão-de envolver.

Vós criastes esta realidade no contexto do tempo linear. Consequentemente, nesta dimensão, o tempo consiste numa realidade para vós. As coisas não se movem todas de uma só vez na vossa consciência, a qual se acha registada nas Áreas Regionais 1 e 2 nesta dimensão. O movimento é gerado de uma forma sequencial. Por isso, na acção desta mudança, o movimento que empreendeis também é gerado por sequências. Se não fosse isso o que vós criais, a vossa mudança achar-se-ia presentemente completada na vossa realidade objectiva. Já vos expressei que nas probabilidades, a vossa mudança deverá ser completada no vosso próximo século – durante o vosso tempo de vida, digamos assim, durante os vossos focos; mas o mais provável é que esteja completada durante o período que compreende os focos dos vossos filhos.

Grande parte da acção da mudança deverá ser alcançada durante o vosso foco, e como estais a começar a dar passos no sentido dessa mudança, torna-se importante que tenhais consciência; porque apesar de vos dizer que detendes grandes capacidades no âmbito da consciência, no sentido de actualizardes probabilidades e de prestardes ajuda no âmbito da mudança, muitos outros indivíduos no vosso planeta ainda não se encontram a conceder energia à acção dessa mudança. Por isso, dou-vos conta de probabilidades que foram aceites ao nível da consciência e da energia, aquelas que foram profetizadas, e digo-vos que precisais conceder energia para a sua não criação. Podeis não conseguir conceder energia no sentido da não criação de probabilidades se não tiverdes consciência, porque a vossa consciência objectiva e subjectiva operam em harmonia. Consequentemente, precisais não só estar subjectivamente cientes para influenciardes, como também precisais estar objectivamente cientes disso.

Vós possuís uma capacidade espantosa, mas também vos restringis e limitais duma forma espantosa. Focais-vos exclusivamente e duma forma estreita nas acções dos vossos eus individuais, e na interacção com as personagens próximas e que vos rodeiam. Não reconheceis deter uma enorme capacidade em termos de consciência e que afectais mais do que o que vos rodeia no imediato. Consequentemente, à medida que continuais a focar-vos nos vossos conflitos individuais e a prender-vos aos vossos problemas individuais, também estais a afectar outros indivíduos, outras partes congéneres, e também estais a aceitar a capacidade de aceitação deles. Se não estiverdes a aceitar, eles também não estarão a aceitar. Eu estendo-vos isto, por terdes vindo a envolver-vos com estes pequenos traumas pelo que posso designar como demasiado tempo! (Riso confuso) Podeis agora considerar de um modo realista a acção da mudança e a acção da aceitação pessoal e de todos os demais, e podeis interromper o vosso combate e as vossas birras íntimas e admitir a vossa própria aceitação. Isto É importante!

CATHY: Eu tenho uma pergunta. Obviamente, isso inclui a aceitação da não-aceitação dos outros.

ELIAS: Precisamente! Eu expressei-vos que o objectivo reside em não julgar a criação que os outros fazem da sua realidade. A intenção reside em vos focardes em vós e em vos aceitardes, sem vos preocupardes com os outros e a criação que eles fazem da sua realidade. Aceitai.

CATHY: Nessa medida, se dermos connosco a concentrar-nos e formos incapazes de aceitar a não-aceitação de alguém, nesse caso será a distracção uma coisa boa?

ELIAS: É, Shynla.

CATHY: Está bem! É nesse sentido que me estou a endereçar! (A rir)

ELIAS: Ao vos concentrardes nesses elementos, vós perpetuai-los. Ao vos concentrardes continuamente no vosso próprio conflito, perpetuais esse conflito. Ao vos concentrardes na vossa não-aceitação da realidade dos outros, vós perpetuai-la! Consequentemente, se não estiverdes a permitir-vos chegar a um termo de aceitação, podeis distrair-vos durante um certo período e a permitir-vos abrir mão do conflito e da confusão, e depois podereis voltar a dirigir a vossa atenção á questão e podereis sugerir a vós próprios uma maior informação e uma compreensão mais clara dos problemas com que estais a lidar.

CATHY: O Michael tem uma pergunta. Ela disse que teve uma revelação acerca da realidade da onda da aceitação e disse: “Esta manhã fui atingida pela compreensão dela, e foi uma coisa desconforme. Não dispomos de muito tempo. Como poderá este pequeno grupo de seis ou quinze pessoas impedir ou alterar essas predições ou profecias massivas que supostamente virão a acontecer nos próximos dois a dez anos?

ELIAS: Essa é também a razão porque realço esta onda da aceitação, porque na medida em que não aceitardes, também não avançais. Eu disse-vos desde o começo destas sessões, que essa é a razão porque as pedistes. Clamastes por auxílio. Estais presentemente a receber esse auxílio, e a acção da mudança constitui o ponto focal destes debates. Corresponde ao que escolhestes como rumo para a vossa atenção e movimento. Por isso, é importante; mas impedis o vosso próprio movimento no sentido dessa mudança ao limitardes as vossas próprias capacidades e a vossa criatividade, e ao deixardes de confiar em vós próprios. Eu já vos disse anteriormente que essa expansão é apenas impedida em relação aos indivíduos que se focam neste grupo. O Michael conteve as rédeas durante muito tempo. Eu digo-vos presentemente, que já não é mais necessário. O movimento é importante. Como podereis afectar as massas de indivíduos se não vos moverdes? Vós detendes a capacidade de vos moverdes em massa num período de tempo bastante curto. Depende unicamente da vossa aceitação e da vossa disposição para realizardes o que escolhestes realizar. Não me dirijo a vós no sentido de vos orientar: “Deveis fazer isto!” Vós escolhestes. Isso é uma escolha que vos diz respeito. Podeis abandonar essa opção a qualquer momento, e deixardes de continuar a assistir a estes debates. Conforme declarei, isso depende da vossa escolha. Não há julgamento a impor às vossas escolhas, por não passarem de escolhas. Mas como continuais nesta reunião e continuais a desejar informação, não faz sentido estar a dispensar-vos informação se não a usardes e não vos moveis no sentido que determinastes na vossa atenção.

TOM: Então, se clamamos por directrizes respeitantes à aceitação dos sistemas de crença, poderíamos receber essas directrizes? Não estou a dizer eu pessoalmente, por não pensar que precise. Mas caso pedíssemos, poderíamos receber orientação no sentido da aceitação dos nossos sistemas de crença?

ELIAS: Foi-vos sugerida orientação. Eu não digo a ninguém que deve voltar-se nesta ou naquela direcção porque isso depende das suas escolhas. Podeis escolher deixar de avançar. Podeis optar por não acolher a informação. Podeis escolher trauma, se o desejardes. É convosco.

Vós possuís, uma vez mais, uma capacidade formidável. Possuís todas as vossas respostas dentro de vós. Por isso, não precisais procurar essa informação ou orientação através de nenhuma essência, nenhum deus, nenhum mestre, ou guia, seja o que for. Vós possuís essa informação dentro de vós. Eu estendi-vos muita informação no sentido de vos prestar auxílio, mas encorajo-os continuamente a focar-vos em vós próprios. O que para vós constitui um acto estranho. Estais acostumados a permitir que os outros vos apontem a orientação que deveis tomar. Sois capazes de a apontar a vós próprios, todavia! Como ao longo de todo um milénio permitistes que os outros vos dirigissem os actos e a maneira de pensar e os sentimentos e toda a vossa existência no quadro da experimentação e da experiência, avançais agora rumo à alteração disso a fim de criardes a vossa realidade de um modo consciente, e de vos dirigirdes na aceitação da grandeza que vos caracteriza, e de que não existe elemento mais elevado do que aquele que evidenciais.

DAVID: Haverá alguma razão neste grupo, digamos, para não nos movermos com rapidez como aquela que pensamos desejar? Falamos de avançar rápido, mas aí estagnamos e deixamos de tentar avançar tão rápido quanto o que pensávamos. Haverá alguma razão no nosso íntimo por detrás disso, para não nos movermos com a rapidez que...?

ELIAS: Vós deixastes-vos prender nos vossos próprios problemas, e ficar cativos na atenção que dais a vós próprios nos problemas e crenças, e estais a esquecer o objectivo.

CATHY: Está bem, tu já declaraste muitas vezes que as pessoas se deixam conduzir para a informação por que sente afinidade.

ELIAS: Justamente.

CATHY: Daí as pessoas, religiosas ou outras quaisquer... Se estamos a passar por todos este conflito em relação ao trato com as nossas próprias crenças e obtivemos a informação e gozamos da oportunidade de estarmos aqui a conversar contigo duas vezes por semana há já dois anos, tenho muita dificuldade em pensar que alguém que se deixa conduzir para a informação por que sente afinidade que se apresenta como uma informação completamente diferente daquela por que nos regemos, ou procuramos orientar-nos, de que modo poderemos... como poderemos fazer com que a mudança resulte?

ELIAS: Estais a continuar a admitir as vossas elaborações mentais em termos bastante exclusivos. Não é necessário alterar as crenças dos outros. É necessário que vos aceiteis, desse modo permitindo também aceitar os outros. A intenção não passa pela mudança e eliminação das crenças mas pela aceitação.

CATHY: Então, com uma aceitação das crenças religiosas seja de quem for, estaremos a contribuir para a mudança, no âmbito da consciência.

ELIAS: Estais.

CATHY: Muito bem.

DAVID: Então, para todos os efeitos, deveremos “acolher o touro pelos chifres” e ir em frente? Sem o temer, mas avançar em frente a ver o que acontece?

ELIAS: Que é que temes?

DAVID: Não sei! Temo um dilúvio, por uma onda de tal modo compacta que nos afogue, digamos assim.

ELIAS: A onda É compacta. Esta mudança é global. Vós haveis de escolher quer avançar com ela ou experimentar trauma. É uma escolha que vos diz respeito.

DENNIS: Sendo novo no grupo, só gostava de esclarecer uma coisa que trago na minha ideia. Que propósito terá a mudança?

ELIAS: Vós escolhestes, nesta dimensão, uma experiência nova no campo da criatividade. Escolhestes, no que designais por vossa história, determinadas acções e experiências durante um período prolongado, para o referir nos vossos termos. Elas foram propositadas. Presentemente estais a afastar-vos da vossa era religiosa, a qual se estendeu por um período de tempo considerável, rumo a uma percepção nova no âmbito da consciência, de modo que vos permita uma criatividade alargada e vos permita utilizar as capacidades que possuís enquanto essências no foco físico. Estais a expandir a vossa realidade a fim de abrangerdes mais da essência e mais das vossas capacidades criativas.

DENNIS: Por outras palavras, quanto mais aceitação investirmos naquilo que fazemos... quanto mais aceitarmos, mais aqueles que nos rodeiam poderão aceitar.

ELIAS: Vós estais a afectar a consciência. Vós estais todos ligados. Consequentemente, o movimento ou a ausência de movimento que instaurais, a aceitação ou incapacidade de aceitação que conseguis, afecta o todo, digamos assim. Por isso, se optardes por continuar a não aceitar, nos vossos termos físicos, também retardais o movimento enquadrado na onda que se espalha globalmente. Por isso, se não aceitardes e mantiverdes a vossa falta de aceitação, não realizareis essa alteração das probabilidades a tempo, digamos assim, e as probabilidades são passíveis de ser actualizadas. É por isso que me dirijo a vós presentemente com seriedade, por as probabilidades que foram projectadas no contexto das vossas profecias poderem ser inseridas nesta realidade se as não desviardes.

Pensai lá convosco próprios em termos físicos na possibilidade de um asteróide em chamas a encaminhar-se na direcção do vosso planeta. Vós possuís instrumentos capazes de deflectir a rota dele e de o afastar e de impedir que embata no vosso planeta. Mas se não prestardes atenção – se vos ocupardes, se não estiverdes a olhar e estiverdes a discutir com o vosso vizinho – esse asteróide deverá colidir com o vosso planeta, por o não teres desviado. Isto é um exemplo. Passa-se a mesma coisa. As probabilidades acham-se presentes e podem ser inseridas na vossa dimensão, e as vossas profecias materializarem-se. Não é necessário, e podeis desviar essas probabilidades de modo a poderem ser actualizadas numa outra dimensão. Mas se não escolherdes inserir essas probabilidades nesta realidade física, também deveis ter noção e conceder energia à possibilidade de não serem inseridas nesta realidade. Todas as probabilidades se acham presentes. É somente uma questão do que escolherdes actualizar nesta realidade e dimensão física.

Vamos fazer um breve intervalo, e logo podereis prosseguir com o vosso questionário.

INTERVALO

ELIAS: Prossigamos. Podeis colocar as vossas perguntas.

BOB: Penso que um dos meus maiores problemas tem que ver com a aceitação. Não sou bom a aceitar. Por isso, preciso dum truque, dum atalho, talvez. (Riso) Para mim, a aceitação significa quase a adopção de qualquer coisa. Se a aceitarmos, adoptámo-la, e tudo fica bem. Haverá alguma forma de aceitarmos algo, sem o adoptarmos?

ELIAS: Há.

BOB: Poderás dar-me uma ajuda com isso?

ELIAS: Permite-te não prender a tua atenção nela.

BOB: Muito bem, então é só o mero acto de dizer: “Tudo bem, eu aceito isso. Não quero fazer parte disso, mas aceito-o.”

ELIAS: Não é preciso que envolvas crenças nem acções do mesmo modo que as pessoas, mas tu podes aceitar o facto disso constituir a sua realidade. Não precisas criar a mesma realidade. Onde pára a individualidade que te caracteriza em meio a isso?

BOB: Essa é uma boa pergunta. Eu sei que é fácil desenvolver raiva em relação a certa gente e as acções que cometem, ou em relação a grupos ou seja lá ao que for, e certamente com base nas crenças aceitamos que isso seja uma coisa boa, digamos assim, e que ser partidário da causa contra o mal seja uma coisa magnífica. Por isso, seremos íntegros se formos partidários disto ou daquilo ou aqueloutro, e isso é uma armadilha em que é fácil cair. Vemos o noticiário das seis, alguém é atingido na auto-estrada, e torna-se um tanto difícil de aceitar isso e dizermos simplesmente: “Ah, bom, é só uma actividade de um gang.” Mas desenvolver um tipo qualquer de metodologia para a aceitação disso, sem no entanto o condenar ou seja o que for, é um acto difícil, pelo menos para mim.

ELIAS: Pratica o conceito – por ainda não constituir propriamente uma realidade – inerente à ideia de que tu crias a tua própria realidade. Portanto, se crias a tua própria realidade, então também todo o indivíduo cria a sua realidade. Não existe excepção; e na criação da vossa realidade, não existe limite de idade.

BOB: Todavia, é bastante difícil evitar julgar.

ELIAS: Por estardes familiarizados com isso. Situastes-vos no vosso elemento religioso durante grande parte do vosso tempo. Podeis também distrair-vos com a ideia da vossa mudança e da admiração que passais a apresentar a vós próprios no novo movimento da consciência.

BOB: Então, quando for invadido pela sensação de estar a resvalar para uma dessas reacções a algo, volto-me no sentido da mudança!

ELIAS: Justamente. Isso pode ajudar.

BOB: Mas, de que modo será isso distinto do facto de alguém orar sempre que tiver um problema em relação a algo?

ELIAS: Não é diferente.

BOB: Óptimo! Então, agora preciso lidar com isso? Obrigado! (Riso) É bastante evidente!

ELIAS: Eu já vos disse que todos vós operais no contexto dos sistemas de crença. Mantendes diferentes crenças, mas todos funcionais dentro da estrutura das crenças.

BOB: Bom, até mesmo isto assume o carácter de uma crença.

ELIAS: Não tem importância. Eu não vos digo para eliminardes crenças. Haveis de continuar a operar no contexto de crenças, coisa que aceitais. Não é necessário eliminar crenças. É importante aceitá-las, desse modo dando azo a uma expansão da consciência pessoal e proporcionando uma oportunidade para expandirdes a vossa criatividade e as vossas capacidades inerentes à consciência, duma forma objectiva.

Todos esses feitos que desejais alcançar, que desejais realizar, podê-los-eis atingir se expandirdes a consciência que tendes e vos permitirdes uma maior liberdade na vossa consciência objectiva; mas isso requer a vossa mudança.

BOB: Bom, será útil procurar essas coisas com que normalmente temos problemas para as podermos confrontar?

ELIAS: Se o preferirdes e se estiverdes preparados. Haveis de apresentar a vós próprios problemas com que escolheis lidar, na altura em que estiverdes preparados para lidar com eles. Por isso, porque havereis de buscar o conflito?

BOB: Bom, estava só a indagar! Muito bem, obrigado.

ELIAS: Não tens de quê.

DAVID: Tenho uma amiga que me veio com uma pergunta no outro dia, a qual pensei que gostaria de te apresentar. Ela visitou este tipo que canaliza (médium) que eu tinha ido visitar há um ano ou isso atrás. Eu já te falei sobre a essência da Maria. Essa essência da Maria, na sessão privada dela, sugeriu-lhe que lesse um livro que se acha publicado no nosso mundo, conforme ela lhe disse, da autoria de Emmet Fox, sobre o Poder do Pensamento Positivo. Todo esse livro é bastante potente quanto aos ensinamentos sobre as orações, tipo: “Pai nosso que estais no céu...” e outras orações, e basicamente transmitiu-lhe informação contrária à informação que essa essência estava a tentar transmitir. Consequentemente, ela ficou confusa por se ver confrontada com essas duas essências a dispensar uma informação completamente díspar.

ELIAS: Isso é uma forma de percepção.

DAVID: Bom, que haverei de lhe dizer para a ajudar na confusão que sente? Porque não soube o que lhe dizer.

ELIAS: É transmitida uma informação que na vossa percepção pode parecer contraditória, apesar de poder não ser. Esta essência não refere a nenhum indivíduo que o que ele escolha praticar seja errado. Não existe nada de errado na acção da oração. Já referi anteriormente que esse pode ser, tanto individualmente como em massa, um instrumento escolhido para focardes energia. Por isso, como poderá ser errado? (1)

DAVID: Mas se por um lado sugerirmos um tipo de informação, enquanto por outro nos deparamos com esta outra informação, e a pessoa lê ambos os tipos de informação, por qual irá optar? Há-de sentir-se confusa quanto ao que seja certo e errado, apesar de termos consciência de não haver nenhum certo nem errado!

ELIAS: Precisamente. Trata-se apenas de diferentes vias. A questão reside nisso, em abrangerdes todas as vias.

DAVID: Nesse caso, uma vez mais, a linha de fundo mantém-se; aquela que ela deverá escolher é a que parecerá a mais verdadeira para ela. (Elias acena com a cabeça)

BOB: Além disso, algo que disseste antes fez-me lembrar da ocasião em que a Cathy estava anteriormente a falar, sobre o modo como chegamos a isto e lutamos com isto a cada semana que passa, e escutamos a informação dispensada e tentamos compreendê-la, e por vezes não pensamos consegui-lo muito bem. E depois há aqueles que frequentam a Igreja Católica e que fazem aquilo que fazem. E se estamos a ter tantos problemas, como é facto que estamos, de que modo serão eles afectados? (Para a Cathy) Não era sobre isso que estavas a perguntar? Ocorreu-me que subjectivamente, eles possam estar a avançar tanto ou mais do que nós em qualquer altura. Nós estamos mais a lutar num nível subjectivo, enquanto eles não se mostram tão confusos nesse nível, por nesse nível estarem simplesmente a seguir no contexto das suas crenças, e não se ocupam com preocupações acerca disso, enquanto nós para aqui estamos às voltas a tentar descobrir tudo em vez de utilizarmos o que nos transmitiste.

ELIAS: Precisamente.

BOB: Isso não andará próximo da verdade?

ELIAS: Justamente.

BOB: Muito bem.

DREW: Mas a consciência objectiva e a subjectiva operam juntas em harmonia, pelo que...

BOB: Em que termos?

DREW: Nos termos que o Elias emprega. Se não estou enganada. Por isso, se a sua consciência subjectiva se move de um modo e a objectiva não alinha por isso, existirá algum ponto em que se reconciliem? Com é que isso opera se de facto ambas operam em conjunto?

ELIAS: Se não estiverdes em harmonia haveis de experimentar conflito. Já vos disse que as preocupações que alimentais em torno dos indivíduos focados no religioso é desnecessária. Elas não alimentam conflito, pelo que é desnecessário alterar-lhes as crenças. Essa não é a intenção. Muitos indivíduos do foco religioso podem gozar duma maior faculdade de aceitação do movimento que empreendeis do que vós em relação ao deles.

VICKI: Eu gostava de dar continuidade à pergunta que o David colocou, por ele ma ter apresentado e eu estar um pouco incerto sobre como eu própria pensaria acerca disso. A questão do David e a minha realmente nada têm que ver com crenças religiosas em si mesmas, mas mais com uma tentativa de interagir com um indivíduo que passe a incorporar a nossa informação pela primeira vez e se sinta confuso quando se deparar com uma informação que é, em termos da expressão utilizada, directamente contrária á informação que o David sugere, e seja recomendada igualmente por um outro “espírito encarnado”, digamos assim. Eu li a carta que foi enviada ao David, e esta fulana citava passagens daquele livro que basicamente a instruía no sentido de que, caso se focasse em si próprio, aí encontraria a sua angústia, a sua inquietação, o seu desapontamento e o seu conflito. Ao passo que, se deixasse de se focar em si e se concentrasse em Deus e se entregasse a Deus e basicamente passasse a desvalorizar-se, isso equivaleria a descobrir a felicidade. Bom, ela leu apenas umas quantas transcrições, mas o suficiente para perceber que elas revelam uma informação completamente contraditória, pelo que se sente confusa; não em relação às crenças de cunho religioso em si mesmo, mas em relação à informação contraditória que tanto tem vindo a ser-lhe sugerida como a que é recomendada pelos... “espíritos que encarnam”.

ELIAS: Esta não é uma informação contraditória!

VICKI: Bom, pelo menos para ela que a leu, parece ser, pelo que a pergunta que tinha a fazer...

ELIAS: (Interrompendo em voz alta) Isso é uma forma de percepção! Ela não é contraditória. Eu disse-vos esta noite para deixardes de vos focardes no vosso conflito objectivo e nas vossas expressões objectivas quando estais temperamentais e a agarrar-vos aos vossos conflitos! Esta é evidentemente a mesma informação. Focai-vos em vós enquanto essências; trata-se apenas de termos diferentes. Os conceitos são os mesmos; é por isso que vos digo que não é necessário – sublinhai isto – alterar as crenças dos outros ou eliminá-las. A questão assenta na aceitação, por ser tudo a mesma coisa. Os termos podem diferir, mas os conceitos são os mesmos. Já vos disse a título da explicação que “Deus” refere a totalidade da consciência, e sois vós igualmente!

Por isso, uma outra essência pode referir termos com que as massas estejam familiarizadas, e expressar termos como “Deus” e “oração”, mas isso não é necessariamente contraditório. Trata-se duma fraseologia com que se acham familiarizados.

VICKI: Bom, eu vou apresentar a explicação que tu deste a este indivíduo, e será opção dele descobrir algum sentido nela.

BOB: O livro foi escrito por uma pessoa, não foi?

DAVID: Foi. Pelo Emmet Fox.

BOB: Então, se a essência recomendou o livro como algo que pode servir de ajuda para a pessoa em termos duma metodologia funcional, ela pode muito simplesmente ter dito que esta ou aquela crença operaria naquele exacto momento... com toda a franqueza. Mas o livro em si mesmo não constituiu nenhuma revelação e não passava das palavras que alguém terá escrito, pelo que tudo o que nele consta não seria tomado literalmente como um evangelho - desculpa a comparação - mas não passaria de um amontoado de coisas que alguém terá escrito que se podiam revelar num auxílio à funcionalidade desta pessoa.

VICKI: Bom, eu concordo, mas não era essa a questão. A questão era sobre como interagir com os outros, por eles virem ao nosso encontro e nos questionarem com perguntas destas indexadas à leitura destas transcrições, pelo que num esforço por apresentar a informação...

BOB: Eu sei, mas tu disseste que a citação no livro se referia a Deus e a não nos focarmos em nós, o que implica que essa citação provenha da essência que terá recomendado a obra, mas não foi. Foi a pessoa que a escreveu.

VICKI: Para a pessoa que a leu, a pergunta dela foi... Bom, eu vou mencionar isso após a sessão, está bem?

BOB: Isso é saltar para a lógica, é tudo o que estou a dizer.

VICKI: Eu falo contigo após a sessão, por estarmos aqui a gastar tempo.

ELIAS: Além disso, este indivíduo em particular estende a ele próprio presentemente a oportunidade de empregar uma terminologia nova. Informação há que  foi estendida em termos familiares. Vós ofereceis a esse indivíduo uma informação externa, e ele poderá permitir-se passar a fazer uso dela a fim de proceder a elaborações mentais mais alargadas, compreendendo que os conceitos não se acham em conflito entre si. Isso também consta como um elemento da expansão da consciência. Se não dispuserdes de informação, não podereis alargar os horizontes do vosso conhecimento. (Pausa)

DON: Sinto-me confusa! Para voltar uma vez mais à pergunta que o David colocou, se tudo não passa duma questão de perspectiva, e tudo consta duma questão do que suscitamos com base na nossa experiência - aquilo que ouvimos da tua parte e da parte de outras essências - nesse caso como haveremos de saber se estaremos a interpretar no sentido correcto?

ELIAS: Não existe sentido correcto. (Nota do tradutor: O que o Elias quer dizer é que o correcto depende do incorrecto, e ambos se apoiam mutuamente, ao passo que a compreensão não tem suporte e vai além da dicotomia da elaboração mental)

DON: Como saberei se a mensagem que pretendes que eu entenda seja o que estou a compreender?

ELIAS: Por adoptares, por assim dizer, aquilo por que sentes afinidade. A questão reside em vos focardes em vós; não em seguirdes ninguém, nem nenhum novo deus, em nenhuma coisa nova, mas em confiardes em vós e em avaliardes aquilo que soa verdade para vós, por conhecerdes a verdade dentro de vós, e a aceitardes. Não é preciso atribuir juízo de valor às crenças nem aos outros, por virdes a conduzir a vós a informação que vos deverá falar, e a informação fala de modo diverso a diferentes indivíduos. Haveis de chegar todos ao mesmo alvo. Apenas devereis escolher diferentes direcções no sentido desse alvo.

DON: Nesse caso estás a dizer que a mensagem seja insignificante? E que só o processo importa?

ELIAS: O movimento é importante. Os termos não carecem de importância. A mensagem que acolheis, a que vos deixais conduzir, é importante para vós por se dirigir a vós, e isso ajudar duma forma mais eficiente o movimento que empreendeis; mas as palavras, a terminologia, não têm importância.

DENNIS: Esta mudança será inevitável? Acontecerá independentemente do que for? Acabará por acontecer, não é verdade? Quero dizer, a pergunta que queria colocar é se toda a gente deverá assumir a sua própria aceitação da mudança. Com alguns deverá ser fácil; com outros, deverá revelar-se mais difícil. Mas a minha pergunta é se toda a gente terá que passar por ela a seu modo, será?

ELIAS: Exacto.

DENNIS: Mas o resultado final deverá ser o de que toda a gente passará pela mudança?

ELIAS: Exacto, dadas as presentes probabilidades.

DENNIS: Muito bem. (Pausa)

ELIAS: Muito a assimilar para esta noite! Vou dar lugar à vossa interacção mútua, por terdes muita coisa a assimilar.

TOM: Vais ficar por perto, não?

ELIAS: Aceitai! (Riso)

Estendo-vos nesta noite a todos um afeiçoado e carinhoso au revoir.

Elias parte às 8:06 da noite.

© 1997 Mary Ennis/Vicki Pendley Todos os Direitos Reservados

Notas do traductor:
(1) Elias refere acerca da oração o seguinte:

Pergunta:  Então nesse caso as orações não têm utilidade. Será isso acertado?


ELIAS: Esse é um assunto complicado. Todas as expressões de comunicação com a vossa essência têm alguma serventia. Além disso, tal como explicamos, as vossas crenças representam tudo para vós neste foco físico. Por isso vós expressais-vos de acordo com essas crenças. Todo o pensamento constitui uma realidade. Portanto, toda a expressão constitui igualmente uma realidade. Nenhuma expressão é alguma vez desperdiçada. O que acontece é apenas que certas expressões levam mais tempo a chegar ao destino!
(A sorrir)”


Sessão 10

 “...Antes de mais, dir-vos-ei uma vez mais que não estamos aqui para dissipar crenças mas para vos instruir sobre como se expandirem; não estamos aqui para eliminar mas para que passeis a adoptar mais. Se passardes a incorporar mais e a expandir-vos mais porque havereis de procurar “fora” se todas as vossas respostas se acham no vosso íntimo? Todas as respostas se acham em vós. A vossa essência possuiu todo o conhecimento. Vós só precisais aproveitá-lo.


Muitos oram. A oração, na sua essência, não passa duma forma de conversação. O que eles não conseguem é escutar! Podeis orar por auxílio ou por uma resposta para um problema qualquer, em relação ao que quer que desejeis. Podeis falar para uma pedra, se o desejardes! Mas a resposta que obtiverdes, essa haverá de proceder de VÓS.



Existindo numa consciência da separação, vós estabelecestes barreiras. Com tais barreiras desenvolvestes crenças que vos sugerem que tudo procede do vosso exterior, razão por que vos voltais para esse exterior. Vós buscais as vossas experiências fora. Vós buscais as vossas respostas fora e quando procurais dentro de vós, tudo o que encarais é um “buraco negro”! (Riso)”


Sessão 21




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