terça-feira, 2 de agosto de 2011

DIFICULDADE EM ACEITAR


Sessão 301
”O Sistema de Crenças dos Relacionamentos” (1)
“A dificuldade inerente à aceitação”
Sábado, 25 de Julho de 1998 (Grupo/Nova York)
Tradução: Amadeu Duarte

Participantes:  Mary (Michael), Frank (Christian/X-tian), Rodney (Zacharie), Monica (Bridget), Tom (Thomas), e 12 novos participantes: Rob, Edward, Ben, Christien, Jane, Kelli, Dan, Tony, Julie, Richard, e duas outras pessoas de quem não se conhece o nome.

Elias chega às 7:40 da tarde. (O tempo de chegada é de 30 segundos)  

ELIAS:  Boa noite!  (A sorrir)  Christian! 

Esta noite vamos abordar a presente onda que está a ter lugar na consciência, que vos está a afectar em massa, e no debate disso iremos ficar pelo conjunto de crenças que mais vos está a afectar e no qual esta presente onda particular da consciência se centra.

Permiti que comece por vos dizer que, quanto mais avançais na expressão desta mudança da consciência, mais estas ondas tenderão a tornar-se mais frequentes e mais intensas, trazendo por isso à superfície da vossa consciência objectiva aqueles conjuntos de preceitos ou crenças a que as massas se dirigem e que deverão tornar-se mais proveitosas para vós, tanto em sociedade como individualmente. No presente momento, o conjunto de crenças que move a onda na consciência e no qual vos focais é o dos relacionamentos.

Ora bem, permiti que vos diga também que vós separais as ideias que tendes dos relacionamentos em vários segmentos distintos. Também vos recordarei de que este constitui um conjunto de crenças (apenas). E cada conjunto de crenças que abraçais, conforme declarei anteriormente, comporta muitíssimos aspectos.

Por isso, vou reiterar, com a analogia que emprego para comparar os conjuntos de crenças, que o próprio conjunto representa como que um “pássaro na gaiola”, enquanto os aspectos desses conjuntos de crenças representam todos os “pássaros” que a gaiola comporta. Essas “gaiolas”, os conjuntos de crenças, contêm muitos, muitos, muitíssimos “pássaros” desses. Existem centenas de aspectos para cada conjunto de crenças.

Por isso, como vos dirigis ao conjunto de crenças das relações, isso também comporta muitíssimos aspectos. Vós separais esses aspectos em diferentes compartimentos, por assim dizer. Criais ideias individuais a fim de diferenciardes um tipo de relacionamento de outro tipo de relacionamento. Pensais de modo muito diferente no relacionamento que tendes com o vosso empregador do que aquele que empregais ao considerardes uma relação como a que tendes com um filho vosso. Encarais os relacionamentos românticos que envolvam outros indivíduos de um modo muito diferente das relações que tendes nas amizades ou das relações que tendes com os vossos pais. Existem muitos tipos de relações diferentes com que vos identificais.
 
Também tendes relacionamentos com as vossas comunidades, com os vossos governos, com o vosso mundo. Tendes relações com o que o que acreditais ser o vosso Eu Superior, ou outros aspectos da vossa consciência. Tendes relações com aquilo que podeis designar por Deus ou outros seres que tais, por assim dizer. Esta mudança que se está a gerar na consciência traz esses conjuntos de crenças á vossa consciência objectiva, de modo a poderdes dar atenção aos conjuntos de crenças e a todos os aspectos que se acham ligados a esses sistemas de crenças, de forma a conseguirdes proporcionar a vós próprios uma oportunidade de aceitardes esses conjuntos de crenças.

Nessa medida, passemos a examinar estes conjuntos de premissas e de preceitos e este conjunto das crenças dos relacionamentos em particular, por atribuirdes demasiado juízo a esse sistema de crenças em particular, o que vos poderá servir de exemplo para todos os outros conjuntos de crenças, por todos comportarem formas de julgamento. Seja pelo que designais por positivo ou negativo, bom ou mau, são tudo formas de julgamento. As avaliações positivas que fazeis do “bom” em relação a um elemento qualquer que tenha existência no vosso foco constitui igualmente uma forma de julgamento. A realização da aceitação dos conjuntos de crenças representa a realização da anulação do juízo crítico de qualquer aspecto inerente ao conjunto de premissas.

No conjunto de crenças dos relacionamentos gera-se uma enorme afectação, uma enorme inquietação. Essa é a razão por que terá sido aleito por todos vós, ao “nível” da essência e da vossa consciência subjectiva no foco físico, e vos dirigis a ele desse modo criando uma onda na consciência que pode ceder energia á realização da concentração que podeis plasmar nesse conjunto de crenças em particular. Isso não quer dizer que devais focar-vos nas áreas negativas desse conjunto de crenças, por poderdes focar a vossa atenção no sistema de crenças dos relacionamentos e proporcionar a vós próprios informação naquilo que podereis designar como sentidos positivos. Permiti igualmente que traga à vossa atenção as limitações desse sistema de crenças, por vos ESTARDES a deslocar em direcções duma ENORME separação nesse conjunto particular de crenças. Não haveis de interagir nem de abordar um pequeno – uma criança – da mesma maneira que abordareis aqueles a quem designais como adultos. Não abordais aqueles a quem chamais amigos da mesma maneira que abordais ou interagis com um agente da autoridade. Quando contemplais as vossas sociedades e os vossos governos, não interagis com o vosso corpo da polícia da mesma maneira com que abordais um indivíduo por quem sentis uma inclinação romântica. E porque razão será que abordais esses indivíduos de modo tão diferente? Isso diz respeito aos aspectos que os sistemas de crenças circunscrevem.

Permiti que vos diga que os relacionamentos são relacionamentos. São formas de interacção com os outros no foco físico. Com a aceitação pessoal de recurso – Aceitação 102 – e com a aceitação dos outros – Aceitação 101, matéria em que eu sou mestre (a sorrir) – abordais os outros predispostos a acolher a expressão e a energia deles, reconhecendo que eles filtram a sua expressão por meio dos seus próprios sistemas de crenças.
Nota da Vicki: Algo de estranho está acontecer aqui come estas referências à Aceitação 101 e à Aceitação 102. Quando esta informação foi originalmente dispensada, o Elias definiu a Aceitação 101 como a aceitação pessoal, e a Aceitação 102 como a aceitação dos outros indivíduos. Nets passagem ele define isso ao contrário. Será dislexia? Boa! Em referência às seguintes sessões:

Aceitação 102: sessão 217,de 09/14/97

Aceitação 101: sessão 236, de 11/08/97

ELIAS:  Vós não sois melhores do que eles, nem eles são melhores do que vós, e também não sois piores do que eles, nem eles são piores do que vós! Sois unicamente diferentes. Aquilo que expressais difere. Escolheis mover-vos em diferentes direcções, por a vossa atenção se mover em direcções diferentes com o fito de obterdes diferentes experiências, mas não existe nenhuma coisa má ou errada nem certa nem boa em nenhuma dessas expressões.

Esta onda particular da energia que está presentemente a operar no âmbito da consciência permite-vos a oportunidade, se confrontardes os sistemas de crença do relacionamento e todos os seus aspectos, de descartardes muitos dos vossos factores de separação que vos causam restrições a vós próprios, às vossas sociedades, tanto individualmente como em massa, porque com tais factores, vós também promoveis formas de julgamento, não somente em relação a vós próprios... coisa que fazeis!

Se não estiverdes a ser bem sucedidos numa relação particular, apostarei a que inicialmente voltareis a vossa atenção para vós e vos questionareis sobre o que tiverdes criado mal, atribuindo um julgamento a vós próprios. Após terdes começado por vos voltar para vós e dito: “Que foi que eu criei erradamente ou de forma ineficaz?”, voltais-vos no sentido de expressar, com bastante justiça: “Eu não disse nada. Foi uma falta do outro indivíduo! (Riso) Foi O OUTRO que criou este massivo tumulto que me está a afectar, pelo que me sinto justamente indignado/a em relação à expressão que ele usou!” (A sorrir, seguido de mais riso) Errado!

Este é um excelente exemplo... Estou ciente de não qualquer bom! Mas, nos vossos termos, no foco físico, este exemplo serve bem para vos ilustrar a forma como criais julgamentos, e que esta questão do relacionamento comporta uma muito maior afectação do que vos permitis perceber. Passemos a focar-nos em alguns dos tipos de expressão das relações.

Inicialmente, vós penetrais no foco físico como uma criança. Tendes uma relação com outros indivíduos no foco físico que designais como pais, de quem passais a ser filhos. O relacionamento que eles terão convosco acha-se prenhe de aspectos inerentes a esse conjunto de crenças.

As mães julgam ser, em última análise, responsáveis pelo vosso crescimento e nutrição, pelo que se exprimem demasiado com base nesse conjunto de crenças e nos muitos dos aspectos que esse conjunto de crenças subscreve.

Os pais utilizam esse conjunto de crenças ao assumirem responsabilidade pela vossa orientação e também ao lhes bloquearem os impulsos, por estardes todos bastante cientes de que os vossos impulsos não são naturais e são bastante maus, (riso) pelo que deveis bloquear essas expressões animalistas em que em pequenos penetrais, e ser guiados no caminho... um dos meus termos favoritos: caminho! Não tendes qualquer caminho! Mas deveis ser guiados no vosso caminho, (riso) de modo a adoptardes condutas apropriadas, na vossa realidade oficial aceite convencional das vossas sociedades estabelecidas, as quais também comportam muitas regras e aspectos, o que constitui tudo elementos desse mesmo sistema de crenças do relacionamento!

Vós, tal como qualquer criança, também vos envolveis com o sistema de crenças do relacionamento, por voltardes a vossa atenção para aqueles indivíduos a quem designais por pais e haveis de procurar que eles vos criem a realidade por vós, por estarmos todos bem cientes de que não criais a vossa realidade! Outro indivíduo deverá criá-la por vós! Completamente errado! VÓS criais a vossa realidade desde o instante em que entrais no foco físico e atraís a vós TODAS as experiências por que passais.

(De modo ardente)  Mesmo enquanto bebé, vós atraís a vós as experiências por que escolheis passar nos estertores do vosso foco físico. Os vossos pais não são quem cria a realidade por vós!

Mas na idade tenra, vós já tereis adoptado essa crença e voltado na direcção da expectativa; outro termo bastante poderoso relativo às crenças, porque quando empregais crenças vós não só comportais julgamento como expectativa também, e uma das vossas primeiras expectativas é a de que outros se mostrem responsáveis por vós, tratem de vós e passem a dirigir a vossa realidade. Em resultado disso, não precisais responsabilizar-vos pela vossa realidade, por outro indivíduo assumir a responsabilidade por vós! (A rir)

À medida que prosseguis no vosso foco começais a contactar com outros indivíduos, outros pequenos, e uma vez mais as crenças entram plenamente em jogo, por agora penetrardes no aspecto inerente a esse sistema de crenças que lida com o comportamento. Precisais adoptar um comportamento adequado! (Riso) Existe comportamente adequado assim como existe comportamento desadequado! Não podeis chegar junto do vosso pequeno companheiro e pisar-lhe o pé! Ele não vai gostar dessa acção e pode dar-vos uma pancada na cabeça, e isso acabar por causar conflito físico!

Bom; deixai que vos diga que numa acção dessas, fora do contexto das crenças e dos ditames da conduta, podeis sentir um impulso e o outro garoto também expressar um impulso, e assim que o expressardes a emoção dissipa-se e deixais de a sentir.

Mas já vos terão incutido a noção desses impulsos serem prejudiciais e que não deveis acreditar neles, e que uma conduta dessas não é adequada nem aceitável. Por isso, gera-se uma perpétua reacção emocional por passardes a entrar na área do julgamento: “Tu calcaste-me o pé! És mau! Devia dar-te para a cabeça! Eu sou bom! Tu vês-me como mau!” Não tem importância. “Eu estou zangado contigo, por não me fazeres a vontade! Tu estás zangado, por eu não te obedecer!”

Agora penetramos na área do controlo da energia e de não permitir que o impulso seja expressado e se dissipe. Agora estamos a entrar nas áreas da aprendizagem do controlo da vossa energia, da criação de juízos críticos, de alimentar expectativas, e de proceder a separações.

Certos indivíduos não vos deverão agredir fisicamente – os vossos pais - a menos que escolhais envolver-vos numa acção dessas. De preferência nas vossas sociedades eles não vos baterão, mas o vosso companheiro sim! Isso fornece-vos uma informação objectiva no sentido de criardes uma separação. Representa o começo da separação que definis em diferentes tipos de relacionamento, e o que poderá ser aceite num tipo de relacionamento e não aceite num tipo de relacionamento diferente.

Como sois adultos, podeis ter relacionamentos com outros indivíduos do tipo de amizade e podeis permitir-vos expressar-vos no contexto desses relacionamentos. Podeis igualmente voltar-vos para a área do vosso emprego e não vos sentirdes tão livres quanto isso na expressão que tiverdes com o vosso empregador, por traduzir um comportamento inaceitável. Não podeis permitir expressar-vos com liberdade. As vossas sociedades ditam isso como inaceitável. O vosso comportamento não é aceitável. Por isso, VÓS não sois aceitáveis, e se não fordes aceitáveis, os outros não são aceitáveis.

E à medida que vos dirigirdes a esse sistema de crenças e começardes a reconhecer os diferentes aspectos que ele apresenta, também podereis oferecer a vós próprios uma perspectiva das separações e das limitações que se geram nessas separações. As vossas separações são criadas simplesmente em reconhecimento de diferenças e da falta de aceitação das diferenças.

Na área do relacionamento, podeis optar por vos voltardes para as áreas que designais como românticas. Na vossa sociedade – nesta sociedade particular – existem muitos sistemas de crenças nessa área. Existem muitos, muitos aspectos no sistema de crenças do relacionamento que assentam nessa área particular. O que na vossa sociedade se convenciona em termos aceitáveis é juntar-vos macho com fêmea, com a intenção da procriação, ser responsáveis, e formar um casal pela vossa cerimónia do matrimónio. Isso é a área oficialmente aceite das crenças que tendes quanto a esse tipo de relacionamento.

Bom; permiti que vos recorde que isso constitui unicamente o aspecto físico disso. Esta “gaiola” comporta muitíssimos “pássaros” a interagir uns com os outros em relação à acção do vosso relacionamento e à EXPRESSÃO do relacionamento que tendes nessa área particular, e muitos, muitos MAIS aspectos da expressão do que seja aceitável e do que não seja aceitável nas expressões que gerais nesse tipo de relacionamento, mas agora movemo-nos para as áreas perigosas dos relacionamentos que não são aceitáveis. E para vós é completamente inaceitável envolver-vos num relacionamento entre uma mulher e outra mulher. Deverá tornar-se-vos inaceitável envolver-vos em relacionamentos entre dois homens. E deus nos livre só de pensar em qualquer outra possibilidade! (Riso geral) Esta noite não vamos abordar esses tipos de relações! Já nos sentimos suficientemente horrorizados com as relações não oficiais que não são aceites pela realidade oficial das sociedades!

Mas considerai agora as vossas sociedades e as ondas e o movimento. No início desta mudança de consciência, qualquer desvio da realidade oficial aceite pelas vossas sociedades era não só desaprovado, como era severamente condenado. Na vossa presente actualidade, à medida que vos aproximais do ponto de viragem do vosso novo século e vos moveis com uma maior rapidez na acção desta mudança de consciência, também experimentais uma maior aceitação. Por isso, digo-vos que apesar de por vezes poderdes ver que tendes uma maneira de pensar negativa, e expressardes a vós próprios e aos outros que avançais muito devagar e que a consciência não está a evoluir na direcção da aceitação de um modo eficiente, considerai a evolução que vós próprios conseguistes com as realizações deste século. Porque, no espaço de tempo que compreende, que constitui uma simples flutuação ou vibração no vosso tempo linear, vós alcançastes um enorme movimento na direcção dessa mudança da consciência e do propósito que apresenta, digamos assim, da aceitação. Aquilo que na actualidade expressais com liberdade, podíeis ter na conta duma maldição por altura do virar do vosso século passado.

Portanto, reconhecei o avanço que obtivestes, mas reconhecei igualmente que tendes que evoluir muito mais, e nesse sentido recordai-vos da Aceitação 101, que subentende a aceitação dos outros, e recordai-vos da Aceitação 102, a versão correctiva. Vós não avançastes só na área da Aceitação 102. Isso achais vós muito mais difícil de alcançar – a aceitação pessoal – do que a aceitação dos outros. É muito mais divertido não se aceitar a si próprio! Torna-se demasiado fácil voltar-se para a ofensa pessoal, e vós podeis conseguir isso com toda a eficiência por poderdes voltar-vos para a área da acção silenciosa. Podeis deixar de vos aceitar duma forma perfeitamente muda! (Riso) Torna-se mais difícil permanecer em tal mutismo no que diz respeito à aceitação dos outros, mas sois bastante eficazes a fazer isso em relação a vós próprios! Por isso, ainda não vos afastastes da versão correctiva da Aceitação 102! (A sorrir) Deixai que vos diga que TODAS as relações comportam TODOS os aspectos inerente a TODAS as outras relações, por se cruzarem todas umas com as outras, e por as comportardes em vós. Por isso, TODO o relacionamento em que vos envolveis com QUALQUER outro indivíduo, E CONVOSCO TAMBÉM, comporta TODOS os aspectos desse sistema de crenças em TODO O TIPO de relacionamento que possais encetar no foco físico, por isso englobar aspectos da vossa experiência e os aplicardes de um ou de outro modo a CADA relacionamento que mantendes, e não somente aqueles imbuídos dum carácter romântico.

Devemos estremecer só de pensar que uma mãe que dá de mamar ao bebé possa experimentar afinidade romântica ou de carácter sexual pela criança? Ah, não! Não se pode afirmar tal coisa, por ser inadmissível! É natural, na vossa expressão física. Conforme já declarei muitas vezes anteriormente, vós criastes esta dimensão expressamente para explorardes as experiências na direcção da sexualidade e da emoção. Por isso, porque havereis de DEIXAR de experimentar ambas essas expressões ligadas a TODO o aspecto das vossas criações? Haveis de experimentá-los em todas as experiências inerentes ao foco físico! Apenas não reconheceis tudo isso duma forma objectiva, por abrigardes o sistema de crenças que vos limita e bloqueia a percepção das expressões que assumis em determinadas áreas, devido ao facto de certas formas de percepção também não serem aceitáveis.

Não vos permitireis explorar, ainda que duma forma rodeada de secretismo, todos os aspectos desse sistema de crenças que mantendes junto do vosso empregador! Ai de mim! Deus nos livre! (Dito de forma bem-humorada) Ele não é um indivíduo. Vós não mantendes propriamente um relacionamento com esse indivíduo. Isso constitui uma representação sintética (artificial) do indivíduo que vos dá ordens, mas que não tem qualquer realidade própria, como é evidente! (Riso)Por não se tratar dum indivíduo, e vós não terdes um relacionamento com essa representação sintética. Mas eu afirmo-vos que lá isso é que tendes! (Às risadas) Vós apenas não vos permitis perceber a interacção que tendes com esse tipo de indivíduo e com todos os aspectos dessa interacção.

Também não vos atrevereis a meter pé na área da percepção de manter uma relação de negócios qualquer com a vossa filha ou filho se eles tiverem uns cinco anos de idade. Eles são vossos filhos. Não passam de crianças. Que conhecimentos terão eles desse tipo de situação de negócios? Mas envolveis-vos em aspectos de negociação com esses pequenos continuamente. Fazeis permutas com eles, (riso) e eles revelam-se bastante eficazes a fazer permutas convosco! (Todos se desfazem a rir)

Vós tornais-vos aprendizes nesses sistemas de crenças e aclimatais-vos com toda a eficiência a eles, por serdes todos bastante eficientes na assimilação de informação rápida e num curto espaço de tempo. Ao entrardes no foco físico, aclimatais-vos rapidamente a essas crenças e passais a implementá-las com toda a rapidez, e aceitais as suas expressões e o facto de as virdes a empregar muito rapidamente.

Agora estais a passar para a área da aceitação da crença, o que não irá acontecer com tanta rapidez, porque primeiro precisais considerar o sistema de crenças e identificar todos esses “pássaros” que a “gaiola” comporta, e espantosamente, a “gaiola” parece avolumar-se assim que vos dirigis a esses aspectos. Quantos mais “pássaros” virdes, mais ampla a “gaiola” se tornará e mais “pássaros” conseguirá comportar, devido ao facto de cada “pássaro” que virdes se tornar dez, por a percepção que tiverdes se intensificar. Abris-vos à periferia, e ao começardes a ver essa “gaiola” deste modo (mantém as mãos afastadas uma polegada), começais agora a vê-la assim (estendendo os braços para os lados). Por isso, o parco número de “pássaros” que inicialmente tiverdes percebido como fazendo parte das crenças dessa “gaiola” (mãos juntas) torna-se agora nas massas de “pássaros” que podeis ver (estende os braços).

Não penseis neste conceito como uma coisa negativa, porque à medida que vos abrir à periferia também ofereceis a vós próprios a oportunidade de dar atenção a esses aspectos e de alterar isso e de o aceitar. Como podereis aceitar uma crença se não lhe perceberdes a existência? Podeis envolver-vos com uma crença e não ter noção objectiva de SER uma crença.

Podeis escolher por adoptar fisicamente o hábito de calçar o vosso sapato direito primeiro, todos os dias, por acreditardes que assim seja melhor, e por isso vos poder conferir uma certa lisura ao dia, por terdes conseguido calçar o sapato direito ao começo de cada dia. E podeis percorrer a vida toda sem perceber que isso seja uma crença!

Podeis olhar para essa acção e dizer lá para convosco: “Trata-se duma mera acção. Não é crença nenhuma. É somente aquilo que eu faço. É o meu modo de agir.” É uma crença! Mas, como podereis alterar essa crença se não conseguirdes perceber tratar-se duma crença? E não perceberdes a influência que provoca, nesse caso como podereis afectá-la?

Se a influência da crença que tiverdes de calçar o sapato direito antes do esquerdo for percebida podereis inicialmente passar a calçar o sapato esquerdo, e a seguir o direito, e no desenrolar do vosso dia terdes acidentes ou azares ou conflitos, e tudo isso será produzido pela razão de terdes calçado o sapato esquerdo antes do direito.

Vós tereis criado tal situação em alinhamento com a crença, pelo que podereis passar a ver as limitações que impondes a vós próprios e a ausência de liberdade que impondes à vossa própria expressão numa expressão tão diminuta quanto a de calçar os sapatos. E quão maior não será essa influência, se limitardes e deixardes de dar expressão à vossa criatividade, nas áreas que tanto vos influenciam como as dos relacionamentos?

Eu afirmo-vos que todos os relacionamentos constam do envolvimento dos indivíduos uns com os outros, e da oportunidade de exercerdes a vossa aceitação pessoal e a aceitação do outro. Tudo o mais se traduz pela atribuição de crenças às situações.

Por isso, eu incentivo-vos a todos gratuitamente – a envolver-vos em todo o tipo de relacionamentos (riso geral) e a explorardes essa “gaiola” e todos os vossos diferentes aspectos ligados ao relacionamento, TODOS os seus elementos, sem ajuizardes nem abrigardes expectativas, e a habilitar-vos a escolher a direcção particular que puderdes evocar na vossa imaginação para esse fim!

Mas recordai igualmente que qualquer expressão que o outro tenha é igualmente aceitável, por corresponder à escolha da direcção que ele toma. Só se diferencia na sua expressão. É tudo.

Vamos fazer um intervalo e logo voltarei, e a seguir podereis colocar as perguntas desta noite.

INTERVALO 

ELIAS:  Continuemos, podeis colocar perguntas, se preferirdes.

VOZ FEMININA:  Elias, eu tinha uma interpretação dum sonho para um amigo do Michael. O nome dele é Kevin. Por isso, vou passar a descrever-te o sonho, está bem? (Elias acena afirmativamente)

“Eu vou a passear por este campo verde cheio de flores, que é tudo quanto consigo perceber ao longo de milhas. De repente, o chão abre-se e eu caio num buraco arredondado de que me vejo incapaz de sair. A seguir, as paredes de terra lisa transformam-se numa multiplicidade de portas que se abrem e das quais saem cobras de um tamanho pequeno. Devo estar rodeado de centenas e centenas de pequenas cobras ao meu redor. Acordo exactamente quando uma cobra extremamente grande abre a boca, suficientemente larga para eu caber nela, e se direcciona no meu encalço. Acordo a gritar e a suar profusamente.”

ELIAS:  Muito bem. O imaginário desse sonho começa duma forma confortável, e isso representa a familiaridade do foco; a aceitação daquilo que é conhecido, que é o foco físico. No imaginário onírico isso é representado nos termos do campo e arredores gratificantes.

A seguir gera-se um movimento abrupto de queda nessa fenda ou buraco, que apresenta as paredes lisas, ou a qualidade do que é escorregadio, imaginário que representa a acção – não um local mas a acção – de passares a comunicar com a essência. A lisura das paredes consiste numa representação da suavidade em que tal acção pode assentar, quase como vós no foco físico percebeis que seja cair num buraco. É uma acção destituída de esforço, uma acção que também não requer controlo.

Na realidade, percebeis estar em meio a uma acção do tipo de falta de controlo, que é precisamente a acção com que é necessário estar em total cooperação e em plena comunicação com a essência, porque ao controlares - ou exerceres aquilo que percebes como controlo - também bloqueias a energia e bloqueias a comunicação com a essência, mantendo a tua atenção mais intensamente na consciência objectiva. Daí, a imagem da suavidade que o buraco apresenta.

As portas que são apresentadas são a representação de todos os focos que tens nesta dimensão da essência no enfoque que tem nesta dimensão particular. Essas portas parecem abrir-se sozinhas e apresentar-se por mote próprio. Isso consta da apresentação de todos os distintos focos que este indivíduo tem nesta dimensão particular, proporcionando uma oportunidade de ver todos os focos diferentes que comporta. Mas aquilo que ele percebe ao olhar para dentro dessas portas abertas é o surgimento dessas serpentes, essas cobras que parecem emergir das portas a atirar-se freneticamente a ele. Essa imagem representa a condição de estranhesa.

A visão de outros focos num foco particular consiste numa acção estranha, apesar de a acção desta mudança isso se tornar lugar-comum, por estardes todos a abrir a vossa consciência e a permitir-vos soltar a garra que exerceis na atenção objectiva e a descartar os véus do vosso foco particular em relação a todos os vossos outros focos, e a reconhecer que todos esses focos ocorrem em simultâneo e vos oferecem mais informação relativa ao vosso presente foco. Por isso, essas serpentes ou cobras são a representação de elementos, ou acções, e dos indivíduos que ocupam esses outros focos nesta dimensão, mas que permanecem estranhos ao indivíduo. Por isso o imaginário é apresentado duma forma ameaçadora, porque todo o elemento que percebeis como estranho também encarais como ameaçador ou atemorizante. Por isso, no imaginário onírico podeis apresentar isso de muitos modos diferentes, e esse indivíduo escolheu na sua criatividade apresentar a imagem duma criatura que lhe desperta pavor e que age no sentido de o ameaçar.

Bom; deixai também que expresse que um outro aspecto deste imaginário consta do envolvimento que o indivíduo tem com outros focos desta dimensão, mesmo na acção desta mudança que se opera na consciência, por estardes a mover-vos inicialmente no sentido de envolverdes outros focos que tendes, e poderdes, se o fizerdes com demasiada intensidade, ameaçar temporariamente a própria identidade que assumis neste foco particular; não duma forma permanente, nem contínua, mas de que poderá resultar uma afectação temporária se abordardes os outros focos com demasiada intensidade, e isso ameaçar-vos a vossa identidade pessoal neste foco. Por isso, este sonho também comporta imagens em reconhecimento da possibilidade dessa acção.
 
A porta final, que é representada pela serpente maior a emergir da forma mais ameaçadora é o imaginário que ele apresenta ele próprio do movimento actual da criação de um movimento provável de passar por uma acção dessas, e começar a perceber outros focos e o facto de comportarem essa estranheza, mas no envolvimento com essa acção, as imagens também representam o indivíduo a ser consumido. Isso apresenta-se à consciência objectiva dele como assustador. Daí, a resposta objectiva tida ao acordar.

Na realidade, essa serpente final que parece tentar consumir o indivíduo consiste apresentação dele próprio que tenta absorver a atenção individual do foco físico de forma que esse indivíduo possa permitir-se mover-se no sentido de abrir a própria consciência e a permitir-se perceber mais a ele próprio ao contemplar outros focos, e o reconhecimento dessa acção não comportar nocividade alguma e de que na realidade pode revelar-se proveitoso para o indivíduo.

VOZ FEMININA:  Obrigado.

ELIAS:  Não tens o que agradecer.

VOZ MASCULINA:  Posso colocar uma pergunta?  Serás capaz de me revelar mais sobre a minha essência?

ELIAS:  E que é que inquires em relação à tua essência?  (A sorrir)

VOZ MASCULINA:  Qualquer coisa que queiras partilhar comigo.

VOZ FEMININA:  Qual a essência a que ele pertence, talvez?

ELIAS:  Família da essência, Sumafi; alinhamento neste foco, Sumari. Nome da essência, Leonard.

VOZ MASCULINA:  Obrigado.

ELIAS:  Não tens o que agradecer.

VOZ MASCULINA:  Posso também perguntar se existirá possibilidade de te tocar?

ELIAS:  Podes abordar-me em termos físicos se o preferires. Não tem importância. Eu não me vou evaporar com o teu toque!

VOZ MASCULINA:  Importas-te que o faça?

ELIAS:  Para mim não tem importância.  (Ele toca no Elias)

VOZ MASCULINA:  Obrigado.

ELIAS:  Não tens o que agradecer.

VOZ MASCULINA:  Elias....
 
ELIAS:  (Com bom-humor) E eu posso-vos abordar em termos físicos a todos? (Toda a gente desata a rir) Vou-me deslocar pela sala e sentir a vossa energia física... apesar de poderdes evaporar-vos! (O resto do que o Elias diz é sufocado pelo nosso riso)

VOZ MASCULINA:  Eu tenho uma pergunta.

ELIAS:  Sim?

VOZ MASCULINA:  Eu li algumas das coisas que declaraste com respeito à doença do Alzheimer, e sobre o facto da esquizofrenia não ser uma doença.

ELIAS:  Absolutamente.

VOZ MASCULINA:  Eu passei pela experiência duma grande proximidade com uma filha que era esquizofrénica, e foi muito difícil. Eu não (inaudível), nem mais ninguém, por perceber o que se estava a passar. Quase consigo compreender (aceitar) a condição do Alzheimer. Mas não entendo porque alguém se predisporia a criar esquizofrenia e gostava de saber se poderias abordar a temática, especificamente no relacionamento que tive com a minha filha.

ELIAS:  Absolutamente. Eu compreendo que em qualquer foco indidivual... um momento.

(Para outra pessoa)  Podes vir sentar-te para este sítio próximo. Vem cá! (Parece que alguém se senta directamente em frente ao Elias) Ora bem, podes tocar-me fisicamente! (A sorrir, seguido de riso) (Para o indivíduo que colocou a pergunta) Obrigado. Continuemos. Num foco individual, torna-se bastante difícil para os indivíduos ter uma compreensão objectiva desse tipo de criação e escolha inerente ao foco físico, mas permite que me dirija no sentido de te recordar que cada indivíduo no foco físico comporta muitíssimos focos físicos. Por isso, também passam por muitas experiências, e cada um no foco físico tem muitas partes congéneres e cada uma delas contribui para a experiência de cada uma das outras partes congéneres. Nessa medida, produz-se uma muitiplicidade de acções que têm lugar na escolha de se manifestar fisicamente nesta dimensão em particular.

Por um lado, ao não dispordes de informação respeitante às escolhas que os indivíduos elegem meramente com base na experiência e ao alinharem pela realidade oficialmente aceite nas vossas sociedades, torna-se perfeitamente compreensível que vos interrogueis da razão que levará um outro indivíduo a escolher experimentar desse modo, mas para além disso reconhecei o que estais a criar com tal elaboração mental.
 
Como nos estamos a dirigir no sentido dos relacionamentos....

(A esta altura, o Elias volta-se para o indivíduo sentado directamente em frente dele)  Estaremos presentemente a ter uma relação?

VOZ MASCULINA:  Estamos, estamos sim!

ELIAS:  Muito bem!

Nos relacionamentos, os aspectos inerentes ao sistema de crenças dos relacionamentos rezam que deveis criar quer em termos positivos ou negativos. Mas e quem serão aqueles que determinam o que seja positivo e negativo? Ah, os infames “eles”! Mas, quem serão “eles”? Sois vós! VÓS sois “eles”, ou seja, quem cria a realidade oficial convencional das vossas sociedades, e VÓS determinais o que seja aceitável e o que não seja aceitável em termos de comportamento, e o que seja um bom comportamento e o que seja um mau comportamento, e o que sejam experiências boas e más.

(Para o homem à frente dele)  Estarás a experimentar algo “bom”?’

VOZ MASCULINA:  Eu estou somente a experimentar.

ELIAS:  Muito bem! 
(Riso generalizado)  Tenho uma imensa consideração por essa resposta!

Não existem experiências boas nem experiências más. O que existe são intensidades de experiência diferentes. Existe preferência e aversão em relação às experiências, conforme determinado pelas crenças que subscreveis. Há experiências boas e experiências más conforme ditado pelas vossas crenças, mas em si mesmas elas são neutras. Constituem uma escolha. Por isso, VÓS atribuís um julgamento à experiência que um outro indivíduo escolha, mas a escolha que ele elege pode não se enquadrar no julgamento que dela fazeis.

Uma pessoa pode criar um certo tipo de experiência, e essa experiência contribuir para o cumprimento do seu sentido de valor, e pode proporcionar a ele próprio muito mais informação em determinadas direcções do que o faria se tivesse necessariamente criado uma escolha diferente, dependendo da escolha que fizesse com relação às probabilidades num foco particular qualquer. Nessa medida, se pisar fora do contexto da realidade oficial aceite, certo será que lhe hão-de atribuir julgamentos. (2)

Uma pessoa que crie uma doença que percebais tão dolorosa assim, porque razão haverá ela de criar um tipo de experiência dessas? Porque se há-de separar do foco físico desse modo? Porque não se separará ela do foco físico simplesmente por intermédio do sonhar?

VOZ MASCULINA:  Do quê?

ELIAS:  Do sonhar, e deslizar, perante os vossos olhos, pacificamente – apesar de não deslizar coisa nenhuma – no sentido da bem aventurança, sem dor. A estima que fazeis da aflição que eles vivenciem pode diferir bastante da experiência actual que eles fazem. A criação que fazem da sua experiência, apesar de poderem escolher experimentar aflição, pode tornar-se imensamente útil para eles, e pode tornar-se proveitosa para vós igualmente pela energia que vos estendem e pela informação apenas com a experiência.

Recordemos a história do nosso rebento novo. A questão não reside em ajuizar o outro por aquilo que ele cria, mas em aceitar, aceitação por intermédio da qual proporcionareis um exemplo da expressão da essência meramente por intermédio da vossa experiência, sem ajuizardes nem instruirdes o outro. Nessa medida, muitos no foco físico optam por diferentes tipos de expressão, diferentes experiências e escolhem mover-se fora da realidade oficial aceite pelas suas sociedades. Também escolhem muitos focos que estão em conformidade com a realidade oficial aceite.

Se vos voltardes para a maneira de pensar somente de um foco, apenas duma escolha referente à experiência, nesse caso podeis confundir-vos na tentativa de compreenderdes a razão de tal experiência, mas dado que dispondes de tantos focos e de tantas experiências, porque havereis de DEIXAR de escolher explorar todos os aspectos do foco físico enquadrados e desenquadrados da realidade oficial aceite? Porque não havereis de escolher experimentar fora da realidade convencional e experimentar a vossa consciência no foco físico? Trata-se duma mera questão de percepção e de tolerância oriunda das crenças das massas oficialmente aceites que afectam e influenciam as vossas maneiras de pensar e as respostas emocionais que dais às escolhas do outro naquilo que estiver a criar.

Por isso a questão vai, não no sentido de: “Porque terá este indivíduo escolhido este tipo de criação?”, mas mais no sentido de: “Porque haverei de ajuizar a opção dele?”

VOZ MASCULINA:  Essas escolhas estão associadas a um imenso conflito no caso daqueles que têm um relacionamento carinhoso com um  pai que contrai Alzheimer ou um filho que cria uma situação de esquizofrenia.

ELIAS:  Mas, e porque razão experimentam eles esse conflito?

VOZ MASCULINA:  Por não saberem como lidar com isso, nem o que fazer.

ELIAS:  Não. Devido ao facto de não aceitarem isso.

VOZ MASCULINA:  É verdade.

ELIAS:  Por isso não ter cabimento na vossa verdade oficial convencionada, e em resultado disso ser influenciado pelas crenças, e não ser aceite, e consequentemente ajuizardes isso. E aí podeis voltar-vos na direcção de exprimirdes o que referi nos começos da nossa sessão desta mesma noite: “Sinto-me magoado. TU estás a provocar-ME ansiedade, angústia, mágoa, conflito.”

VOZ MASCULINA:  Tudo o que acabaste de citar!

ELIAS:  Completamente errado! Ninguém mais no foco físico vos causa O QUE QUER QUE SEJA. Vós criais isso no vosso íntimo em resposta à vossa própria falta de aceitação e às próprias crenças que se prendem com uma dada área qualquer. Nenhum outro indivíduo vos poderá afectar sem participardes e permitirdes que o faça, comprometidos com as vossas próprias crenças, e se não abrigardes essas crenças, não sereis afectados. Se não abrigardes a crença ou o aspecto da crença do relacionamento de que podeis sair magoados – que compõe um desses “pássaros” que se acham na gaiola; um pássaro enorme amarelo chamado “ofensa, vergonha” que reside na “gaiola” do relacionamento, que penetra qualquer tipo de relação que possais conceber no foco físico. Não tem importância. Isso serve como um exemplo dos elementos que se cruzam com TODOS os relacionamentos, seja pai, filho, amizades, relações românticas, empregados ou patrões. QUALQUER tipo de relacionamento que possais criar comporta esse aspecto de poderdes ser ofendidos, e esse “pássaro” amarelo esvoaça vigorosamente nessa gaiola! Isso constitui um aspecto dessas crenças.

Mas em que consiste a ofensa ou a vergonha? Na falta de aceitação, da vossa parte, de vós próprios e do outro. E como é que a ofensa ou a mágoa podem representar falta de aceitação própria? Ah, pois representa! Porque se vos aceitardes a vós próprios, como poderá outro indivíduo causar-vos mágoa? Porque eles não poderão penetrar-vos o vosso campo de energia se não permitirdes que isso ocorra.

Mágoa, ofensa, vergonha, representam a vossa própria falta de aceitação pessoal e a duplicidade de que usais para convosco próprios por não serdes dignos. Constitui a própria expressão do vosso sentido de indignidade a ser-vos reflectida de volta.

O conflito brota da confusão assente na falta de compreensão. A falta de compreensão brota da influência das crenças, que por sua vez propiciam a falta de aceitação. E nesse turbilhão ciclónico composto por centenas de “pássaros” nessa “gaiola”, gera-se muita agonia, muito conflito, e eu declarei desde o início destas reuniões que o elemento que as vossas crenças mais eficientemente criam é o conflito!

VOZ MASCULINA:  Eu sou mestre nisso!

ELIAS:  Tal como sois todos! Não és único na criação disso! Limitação e conflito – essas são as expressões que se revelam mais eficientes na área das crenças e é por essa razão que escolhestes esta mudança da consciência, por não mais vos servir, e vos encontrardes actualmente a mover-vos no sentido de ocupar a vossa atenção com a vossa própria criatividade e as vossas próprias expressões de liberdade e de libertação movendo-vos, desse modo, na direcção da aceitação, de modo a poderdes deixar de continuar a ser afectados pelas limitações dessas crenças e de endereçardes a atenção ao conflito e à confusão. Podeis assimilar esta informação, que subsequentemente vos estenderei uma informação adicional, se a preferirdes abordar.

VOZ MASCULINA:  Obrigado.

ELIAS:  Não tens o que agradecer.  (Para o indivíduo sentado no chão diante dele)  E então, experimentaste?

VOZ MASCULINA:  Experimentei, sim!  (Riso generalizado)

ELIAS:  E actualmente inclinas-te no sentido de te sentires satisfeito com a experiência que fazes?

VOZ MASCULINA:  Não a ajuízo.  Aceito-a por aquilo que ela é!

ELIAS:  Muito bem! Fico-te muito reconhecido por isso, e vou-te atribuir a minha Bênção Omnisciente! (A dar risadas, enquanto toda a gente ri) Podemos agora passar todos a entoar os cânticos! (A sorrir)

VOZ MASCULINA:  Elias, toda a minha vida padeci deste tipo de atracção quase obsessiva pelas figuras religiosas, em especial pelo arquétipo do Cristo. Esses arquétipos de figuras religiosas – o Buda, o Maomé, o Cristo – estarão eles ligados às nossas essências? Estarão ligados a nós, ou tratar-se-á apenas de algo que inventamos, basicamente? Teremos inventado a ideia da divindade?

ELIAS:  Devo dizer-te que esses indivíduos a respeito de quem preservais histórias na realidade ocuparam espaço físico em focos físicos... OCUPAM presentemente focos físicos, por todos os focos terem lugar num contexto de simultaneidade. Por isso, também se enquadram no agora. Eles apenas se acham afastados de vós por uma dimensão de tempo nesta dimensão física particular. Esta dimensão comporta muitas dimensões. Algumas dessas dimensões são dimensões de tempo distintas que se acham afastadas de vós lateralmente mas que estão a decorrer em simultâneo com o presente, por esse ser o carácter da existência do tempo todo, na realidade. É somente a percepção que tendes do vosso tempo se mover de forma linear nesta dimensão particular que responde pelo facto de experimentardes de forma sequencial e lenta em função da obtenção de pureza nas vossas experiências e duma plenitude nas vossas experiências.

Mas relativamente à pergunta que colocas sobre essas figuras religiosas, digamos assim, apesar delas terem ocupado e estarem a ocupar um foco físico, a maioria das histórias que rodeiam esses indivíduos não passam de histórias. Foram criadas por vós todos colectivamente de modo a poderdes mover-vos em determinas direcções, e de modo a poderdes estabelecer determinadas crenças que vos possam impelir duma forma vigorosa em certas direcções.

Isto não quer dizer que essas criações não sejam benéficas, porque são, e serviram-vos na perfeição ao longo da vossa história, mas não constam de eventos reais que certos indivíduos no foco físico tenham criado, no modo em vos inclinais a acreditar. Esses eventos foram criados na realidade, mas não necessariamente por aqueles a quem são atribuídos. Todos os eventos ocorreram, mas foram atribuídos a certos indivíduos como um ponto focal, como um pólo, e esses focos individuais adaptam-se e estão em conformidade com a aceitação desse papel, mas na realidade as ocorrências foram criadas por muitos indivíduos distintos e combinadas pelo efeito que isso criaria na percepção objectiva através da atribuição que faríeis de todas essas ocorrências e eventos e filosofias a determinados indivíduos. Isso, na vossa percepção, detém um maior valor e vigor. Vós prestareis muito mais atenção a uma figura que realiza feitos e histórias espantosas e apresenta uma filosofia impressionante do que a muitos que apresentassem filosofias e ocorrências individuais.

Por isso, as massas criaram colectivamente a combinação de eventos e atribuíram-nos a certos indivíduos, mas isso também perpetuou as crenças em que vos moveis e que mantivestes durante muitíssimos séculos, da autoridade e de perpetuação das crenças da duplicidade, que ditam que apesar de serdes criaturas espantosas, não sois suficientemente bons! Podeis ser bastante criativos, mas não sois, em última análise, criativos! Podeis ser bastante inventivos, mas não sois Deus... mas sois, por terdes criado isto tudo!

As figuras dessas histórias religiosas a que vós atribuístes todas as capacidades de que tendes um conhecimento íntimo, como portadores delas que sois, mas que em vós não aceitais nem confiais, e em relação ao que, contrapondes o baluarte das vossas da duplicidade, vós tendeis a consignar todas essas qualidades a certos indivíduos que se vos afiguram como “especiais” - coisa que vós não sois!

Também tendeis a criar deuses em representação das capacidades que conheceis intimamente, que indiciam omnipotência. Isso sois vós, e a expressão espelhada disso assenta na expressão da projecção externa que fazeis através da criação invisível de um ser que detém todo o poder e responde pela vossa criação. Na realidade, vós sois o ser todo-poderoso e criais à imagem daquilo que referis como sendo Deus, e conforme terei referido anteriormente, uma palavra reduzida que se presta à descrição dum conceito minimalista. Vós sois muito mais vastos que isso!

Também vos forneci muita informação nesse sentido, pelo que podereis interrogar o Michael e pedir-lhe que vos indique essa informação se o preferirdes.

VOZ MASCULINA:  Obrigado.

VOZ FEMININA:  Eu tenho uma pergunta.  Gostava de conhecer a família da minha essência.

ELIAS:  Família da essência, Sumari.  (Dá umas risadas, e a seguir, para o Frank)  Não vamos ouvir a nossa claque animada!?

FRANK:  São duas!  (Riso)

Nota da Vicki: O Frank teve a sua primeira sessão em 21 de Junho de 97,em Elmira. Por essa altura, deram-se vários intercâmbios muito bem-humorados entre ele e o Elias em relação às diferenças entre os Sumaris e os Sumafis.

ELIAS:  Alinhamento, Vold.  Nome da essência, Aloh.

VOZ FEMININA:  Obrigado.

ELIAS:  Não tens o que agradecer.

VOZ FEMININA:  Eu tive vontade de irromper do mutismo e de deixar de permanecer no que toca à falta de aceitação de mim própria, e nos últimos seis anos passei a pesar mais, pelo que creio estar a perguntar se será algo com que esteja a lutar nas crenças que abrigo? Estarei a bloquear alguma coisa? Os meus níveis de energia estão muito por baixo. Parece que não consigo manifestar o que desejo manifestar na minha vida, e que tive um ligeiro...
(inaudível). Eu só queria fazer o que preciso de fazer, ou seja lá o que... (inaudível).

ELIAS:  Isso também consiste numa afectação resultante do alinhamento que tens neste foco em particular, que se move numa direcção bastante comum com aqueles que alinham por esta família particular Milumet nesta dimensão. Aqueles que alinham por essa família particular num foco qualquer particular apresentam um aspecto do seu propósito mais proeminente que se move na direcção do que nas vossas crenças religiosas chamais de espiritualidade. Por isso, gera-se a criação duma luta enorme entre o que percebem como aspectos físicos, que percebem estar também em conflito com o da espiritualidade; um outro elemento de separação enquadrado nos sistemas de crenças. “Se fordes verdadeiramente espirituais, devereis negar a carne!” Muitas religiões movem-se nessa direcção. Isso não traduz expressão espiritual nenhuma! Isso é a expressão das crenças mantidas pelas religiões dos focos físicos, mas essas crenças comportam muita energia, e apesar de poderdes objectivamente não perceber que alinhais por elas, subjaz uma aliança com essas crenças, o que propicia o conflito entre a forma física e a expressão do movimento na área da espiritualidade.

Agora; permiti que vos diga que as vossas crenças da espiritualidade apontam na direcção duma elaboração mental: o modo como percebeis o vosso mundo e o modo como pensais em conjugação com ele. A espiritualidade não são as vossas elaborações mentais. É o reconhecimento e a aceitação da ausência de separação da vossa forma física, da vossa maneira de pensar – que podeis designar como as vossas qualidades mentais – as vossas expressões emocionais, as vossas criações sexuais nesta particular dimensão, e tudo isso sois vós, e é a expressão da essência. Esse é o elemento que mais separais, encarando-o como o vosso Eu Superior, que não sois vós. É um elemento estranho a vós. Não é nada! SOIS vós.

A vossa forma física não constitui recipiente nenhum! A vossa forma física consiste na escolha duma criação, uma expressão espelhada directa da essência. Não é descartada como um mero recipiente, segundo o que vos é ditado pelas vossas crenças religiosas; essa “concha” particular que é descartada por alturas do vosso desenlace. Completa e redondamente errado!

ISTO NÃO É RECIPIENTE NENHUM! (A bater na cadeira a acompanhar a cadência das palavras) É uma expressão da essência plasmada na forma física. As vossas crenças influenciam-vos e movem as vossas sociedades no sentido de que a forma física e escolha que criastes não sejam aceitáveis, coisa que as vossas ciências perpetuam ao vos expressarem que isso vos influencia a saúde física.

Ah, existem tantas crenças entrelaçadas no vosso foco físico! E são tão restritivas, TODAS a perpetuar o sistema de crenças da duplicidade. “Eu sou bom, eu sou mau, eu sou bom, eu sou mau, eu não sou!” Sois! E tudo aquilo que criais consiste numa criação perfeita, e o vosso aspecto corporal não é desadequado, e a vossa forma corporal, no modo como escolheis expressá-la, é expressada na perfeição. Trata-se unicamente da falta de aceitação pessoal que vos dita, em conformidade com a duplicidade, ser inaceitável, pelo que se apresenta como uma oportunidade para vos desculpardes duma forma racional para reterdes a energia e criardes afectação física.

“O meu aspecto corporal não é aceitável. Por isso devo controlar a energia e criar MAIS afectação, e vou projectar isso a toda a gente com que me deparar no foco físico, e eles também hão-de ficar a saber isso e hão-de concordar comigo quanto a isso ser inaceitável, por eu não aceitar isso, e como não aceito esse aspecto tornar-me-ei destrutivo em relação a ele, por vir a criar uma situação de obstrução de energia em diferentes áreas da minha forma corporal que me vão criar desconforto, e conflito, e dor.”

E a razão porque experimentais fadiga assenta no facto de manterdes um controlo forma bem firme sobre a vossa energia, o que pode resultar na criação de demasiado cansaço! Obstruir a energia é algo que requer muita energia, mas se permitirdes que a vossa energia se expresse com naturalidade e liberdade, também deixareis de provocar fadiga com um controle tão intenso.

Por isso, aquilo que vos digo é para que rejubileis de alegria pela maravilhosa criação que gerastes, e não tem importância que qualquer outro pequeno rebento possa apresentar-se retorcido na sua expressão e se permita mostrar complicado porque isso não vos afecta, por terdes criado na perfeição com base na vossa própria expressão da essência.

VOZ FEMININA:  Obrigado.

ELIAS:  Não precisas agradecer. Vou admitir mais uma pergunta, e logo interromperemos por esta noite.

Dois Indivíduos:  Elias, eu tenho uma pergunta!

ELIAS:  Cada um de vocês tem liberdade para perguntar!  (Riso)

VOZ MASCULINA:  Muito bem. Entendo que com a mudança da consciência nós avançaremos até um ponto em que acabaremos por ser capazes de obter um conjunto de experiências menos limitado, e que os sistemas de crenças que criamos durante algum tempo nos tenham sido benéficos mas agora já os teremos mais ou menos superado, não?

ELIAS:  De certo modo, sim, porque vós criastes as vossas experiências anteriores de modo bastante propositado e com o objectivo da pureza das próprias experiências individuais, mas vós já experimentastes a exploração dessa via nas vossas expressões do foco físico. Agora passais para uma área em que vos sentis aborrecidos com tais experiências. Já não mais parecem ser tão novas, e reconheceis que também vos limitam a criatividade e a vossa própria liberdade de expressão. Por isso escolheis alterar a vossa realidade e mover-vos na direcção duma maior expansão, de modo a poderdes experimentar mais plenamente e a ter muito mais experiências do que vos permitistes anteriormente.

Deixai que vos diga que nas situações individuais, certos indivíduos que todos encarais com reverência e referis uma vez mais como indivíduos bastante especiais, eles permitem-se periodicamente ao longo da história experimentar a sua criatividade em pleno no foco físico, mas vós percebeis que isso seja bastante pouco usual! Se um indivíduo agir de forma a desafiar a gravidade e começar a levitar, minha nossa! Isso representa um FEITO e tanto e o indivíduo que conseguir um feito desses deve ser BASTANTE especial, por vós não terdes essa capacidade... mas tendes! Agora, com a acção desta mudança, passais para uma área em que percebereis todas essas maravilhas que atribuístes a determinados indivíduos especiais, detentores de capacidades e poderes especiais, e haveis de os atribuir a vós próprios e eles deverão tornar-se banais, e vós haveis de permitir-vos experimentar  todos esses elementos e acções e de permitir a livre expressão da vossa criatividade sem limites.

VOZ FEMININA:  Eu tenho uma outra pergunta relacionada com a família da essência. Gostava de conhecer a minha, e gostava de saber o que exactamente isso quererá dizer. Que função desempenhará uma família da essência no esquema geral das coisas?

ELIAS:  Família da essência, Sumafi; alinhamento, Gramada. Nome da essência, Listell. Podes perguntar o Michael sobre a informação das famílias da essência e da função que desempenham e dos propósitos que têm nesta dimensão. Devo dizer-te, uma vez mais, conforme já referi anteriormente a outros, que essas nove famílias da essência estão exclusivamente relacionadas com esta dimensão física. Outras dimensões físicas têm outras famílias da essência que criam conjuntamente com a orientação do propósito que têm nessas dimensões físicas em particular. Essas nove famílias da essência constituem grupos de essências, e vós incluídos, porque tu fazes parte dessas famílias da essência. Por isso, não estás separada dessa acção.

Nenhuma essência se encontra no cosmos a criar a vossa realidade e a vossa dimensão por vós! Vós tomais parte ativa nessa acção, e fazeis parte igualmente dessas famílias da essência. Elas são... VÓS sois as essências que estão a criar esta dimensão e a dirigi-la. Por isso, elas acham-se intensamente focadas na sua atenção no sentido desta dimensão, e não necessariamente duma outra dimensão qualquer. Isso não quer dizer que não participeis noutras dimensões físicas e que nessas dimensões físicas não possais pertencer a uma outra família da essência diferente, nessa dimensão, mas nesta dimensão particular, a criação é esta, enquadrada nessas nove famílias da essência. Eu disponibilizei muita informação respeitante a essas famílias da essência, e tu podes aceder a essa informação por intermédio do Michael.

VOZ FEMININA:  Obrigado.

ELIAS:  Não tens do quê. Muito bem! Esta noite vou-vos expressar o meu enorme afecto a todos. Expresso-vos um enorme carinho e encorajamento nos vossos esforços para dirigirdes a atenção às vossas crenças, e um enorme reconhecimento pelo avanço individual e colectivo obtido na acção desta mudança. Fico a encorajar-vos a todos. Também vos estendo um convite para nos encontrarmos novamente. Estendo-vos isso a cada um, nesta noite e continuamente; que se notardes, haveis de notar a interacção que eu emprego junto de vós enquanto continuais no vosso foco independentemente da interacção objectiva que tiverdes comigo. Haveis de perceber a minha energia independentemente disso, e se oferecerdes a vós próprios a percepção dum azul, podeis passar a reconhecer para convosco o facto de a minha presença estar junto de vós. Por isso, por esta noite, despeço-me de vós com um enorme e carinhoso au revoir!

NOTAS Do Tradutor

(1) – A definição que encontro para o termo “sistema de crenças” é a de um conjunto de crenças que se apoiam mutuamente; um conjunto de preceitos em que, por regra, baseamos as nossas condutas.

(2) O Elias revela-se magistral como ninguém e incisivo sem ser mordaz na exposição que faz da problemática da atitude que usamos em relação a nós e ao mundo, e fá-lo com assento justamente no ponto mais corrosivo (e incontornável) que é o da falta de aceitação como cerne de grande parte dos nossos problemas e dificuldades. Não baseia a medida correctiva que propõe em nenhuma acção concorrente para a “construção positiva” dum modelo de resolução separatista ou conduta mas expõe as bases da presunção inerente à acção que mobilizamos com base em toda a acção de voluntariedade que caracteriza o comprometimento com essa separação.




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