domingo, 24 de julho de 2011

ACEITAÇÃO PESSOAL


  
SESSÃO #236
"Aceitação pessoal  (101)/A Versão correctiva"
SáBADO, 8 de Novembro de 1997 © (Pública/Angel's Corner)
Tradução: Amadeu Duarte

Participantes: Mary (Michael), Vicki (Lawrence), Cathy (Shynla), Drew (Matthew), Bobbi (Jale), Stella (Cindel), Letty (Castille), Linda (Mareau), Gail (William), e o Tom (James).

Nota da Vicki: Tenham presente que a forma como o Elias dispensou a Aceitação 101 foi muito bem-humorada e cheia de ironia, tal como foi a anterior Aceitação 102. (Sessão 217 datada de 9/14/97) Que comediante!
Elias chega às 3:12 da tarde. (O tempo de chegada é de dez segundos)
ELIAS: Boa tarde! (A sorrir para todos)
Hoje vamos abordar, junto com a nossa classe, a forma de lidar com o tema da “Aceitação 101, (pessoal) a Versão de Emergência.” Para aqueles que estiveram presentes na aula de Aceitação 102, (dos outros) e que estão a deparar-se com dificuldade na implementação desses passos no sentido da aceitação, deveremos voltar á 101 (pessoal) de modo a permitir uma oportunidade de começarem de novo!
Bom; o primeiro ponto na Aceitação 101 (pessoal) é – tomai cuidadosamente nota disto – reconhecer que vos encontrais no foco físico. Efectivamente todos podereis verificar a verdade dessa afirmação. (Elias dá uma palmada na perna várias vezes) Encontrais-vos aqui, certo? Este é o vosso primeiro requisito. (Riso)
Após terdes firmado a noção de vos encontrardes aqui, e estiverdes certos de vos encontrardes aqui e não num outro foco nem num plano não físico, podereis dar início ao vosso passo seguinte. E o vosso próximo passo deve ser no sentido de perceber que no vosso foco físico, vós comportais conjuntos de crenças. Agora, depois disto, anotai: Reconhecer que abrigo sistemas de crenças. Eles são aceitáveis. Não são prejudiciais. Não são inadmissíveis. Eles constituem a vossa realidade. Isto terá ficado claro?
GRUPO: Ficou.
ELIAS: Têm a certeza? (De forma bem-humorda)
GRUPO: Temos.
ELIAS: Primeiro, reconhecei que pertenceis aqui, ESTAIS aqui, o facto de serdes físicos. A seguir reconhecei que abrigais crenças. Até agora ainda só indiquei dois pontos.
A seguir passais para o vosso passo seguinte: Examinar-vos a cada instante, e reconhecer que abrigais uma enorme duplicidade e que não vos reconheceis devidamente de forma contínua, ao longo do vosso dia. Acompanhem esse passo! Ao avançardes para o passo seguinte, haveis de NOTAR – escrevei NOTAR com maiúsculas! – NOTAI toda a vez que se desacreditam. Achamo-nos na área pessoal (101) neste momento, e não na básica (102), pelo que não precisais preocupar-vos com os outros; apenas convosco. Isso deverá tornar-se mais fácil para vós, por serdes todos tão abrangentes e aceitardes tão bem as vossas crenças e a vós próprios, e vos conhecerdes tão bem! (A sorrir, enquanto rimos todos)
Lembrai-vos de que estamos a interessar-nos por este foco. Não é preciso preocupar-vos com os outros focos, porque eles preocupar-se-ão por eles próprios. Podeis não aceitar um outro foco se não aceitardes ESTE foco! Por isso, em todas as alturas do vosso dia deveis notar e dar atenção a vós próprios, toda a vez em que vos desacreditardes a vós próprios.
A seguir passamos para os passos mais complicados, por envolverem impressões e impulsos, coisa em cujo reconhecimento sois tão versados e identificardes com tanta facilidade, por vos encontrardes TÃO versados nisso actualmente e terdes praticado tanto! Por isso deverá apresentar-se-vos como demasiado fácil.
Portanto, de cada vez que fordes acometidos por uma impressão, em vez de dizerdes a vós próprios: “Ah, aquilo não era uma impressão”, direis a vós próprios - no âmbito duma atitude de aceitação e de reconhecimento – que sois seres gloriosos. Inseri isso no vosso primeiro passo: Sois seres gloriosos! Podeis repetir pelo menos umas quarenta ou cinquenta vezes ao dia em reconhecimento pessoal, porque se o repetirdes, eventualmente acabareis por acreditar nisso - por ser verdade. (A sorrir)
Ao acolherdes uma impressão, passareis a reconhecer essa impressão. Ao identificardes um impulso, passareis a obedecer a esse impulso, e não vos preocupareis com os outros – por isto envolver a área 101 (pessoal), e não a 102 (dos outros) – nem aquilo que eles possam perceber em vós. Consequentemente, não vos deverá preocupar que possais dar ares de quem esteja em estado de loucura. Haveis de seguir as vossas directrizes de qualquer maneira! (A sorrir)
Se obedecerdes aos vossos impulsos e às vossas impressões e os aceitardes no vosso íntimo, também haveis de notar a linguagem que empregais, porque por meio da linguagem que empregais vós dais expressão ao reforço do vosso próprio descrédito. Deixarão de continuar a ouvir mais gente a dizer, “Eu sou estúpido!” (Riso) Deixarão de ouvir gente a dizer, “Não consigo alcançar,” por conseguirdes! Ou, “Todos estes elementos são demasiado difíceis para este indivíduo em particular, por não ser tão bom nem se achar tão habilitado quanto os outros.” A comparação não tem cabimento na Aceitação Pessoal (101) Não precisais comparar-vos com ninguém. Apenas precisais concentrar-vos em vós.
Nota da Vicki: Quem dera que fossem capazes de perceber o tom de comédia aqui empregue!
Ao passarmos para o passo seguinte, podereis igualmente notar as respostas que dais aos outros. O vosso sobrinho telefona-vos e diz-vos que o tio Harold faleceu. A resposta imediata que lhe dais não deve ser, “Ah, lamento muito.” Que será que lamentais? Isso reforça-vos a crença de que toda a passagem que se opera no âmbito da consciência seja má, e não é. Por isso, também vos estais a reduzir e a reforçar as próprias crenças que albergais nessa área. Notar a linguagem que empregais ajudar-vos-á bastante, por vos proporcionar exemplos relativos ao modo como deixais de vos aceitar a vós próprios. Podeis passar o dia todo a exprimir o quanto sois gloriosos e o quanto sois adoráveis, por serdes dignos disso. Este será o vosso primeiro passo na realização da aceitação pessoal.
Também podeis dar ouvidos aos “fantasmas”, (riso) que se acham continuamente em comunicação convosco, e reconhecer isso assim como uma ajuda que vos dispensam. E também vos podeis considerar fantasmas, (às risadas) por a vossa essência - essa parte de vós que se encontra “sem vida” também vir a entrar em comunicação convosco. Por isso, podeis voltar-vos para vós e reconhecer que todos tendes pequenos fantasmas a acompanhar-vos ao longo de toda a vossa jornada pelo foco físico, a interagir convosco o tempo todo, o que consta da vossa essência. (Faz uma pausa, durante a qual parece que o Elias se sente bastante agradado consigo próprio)
Bom; como já assimilastes toda esta informação, passarei a antecipar-vos a todos para colocardes em prática duma forma árdua, de futuro, a Aceitação (pessoal) 101, o que vos será útil na repetição da Aceitação (dos outros) 102. Nós prosseguiremos com este debate da aceitação, e mais aceitação... até passardes a aceitar! (Finalmente o Elias começa a rir) A Aceitação 101, (ou pessoal) é mais fácil do que a aceitação 102, (dos outros) (por esta altura ri-se duma forma matreira, em resultado do que desatamos todos a rir) mas eu estou a recordar-vos a Aceitação 102!
CATHY: Tenho a certeza de que estás!
ELIAS: Podeis colocar as vossas perguntas. (Pausa) Não têm perguntas a colocar?!
STELLA: Eu começo! Já que sou uma pessoa tão gloriosa... Vou começar pela tua lição. Sendo uma pessoa tão gloriosa assim, eu queria dizer-te que, independentemente de ser tão gloriosa, eu dramatizei o envio da informação de que precisava mandar para o meu irmão.
ELIAS: Tsk, tsk, tsk!
STELLA: Não, não, não fui tão dramática quanto deveria ter sido! Por isso dramatizei um pouco menos.
ELIAS: Ah, Cindel!
STELLA: Eu sei. Não é horrível? Mas eu sou tão gloriosa. Tão gloriosa! De qualquer modo...
ELIAS: Também vamos repetir a Aceitação dos outros futuramente, em teu proveito!
STELLA: Está bem. De qualquer modo, penso que daquele lado já me estão a odiar.
ELIAS: Eu estava a dizer-te para teres cautela e não fazeres drama!
STELLA: Eu sei, eu sei. Bem o tentei, eu tentei de verdade; a sério! Mas sabes o que me aconteceu ontem? Eu ia no autocarro e deparei-me com aquele rosto da Carla na minha face, da minha cunhada, e o rosto dela estava mesmo estampado no meu rosto, e eu pensei: “Bom, isto é interessante a valer!” Despertei daquilo e pus-me a pensar, “Deus do céu, ela estava mesmo reflectida no meu rosto!”Não sei que tipo de troca terá ocorrido, mas de certo modo pensei que provavelmente eles terão ficado um tanto perturbados com o que mencionei. (Suspira) Eu não tinha vontade de lhes suscitar um tipo de desconforto destes nem de mencionar estas coisas, mas ao mesmo tempo sentia-me felicíssima por causa do Emilio, o meu sobrinho, por pensar que ele seja bastante feliz. Eu senti isso. Ele respondeu: “Sou, sou!” Porque razão escolheria ele tal coisa? Por ter consciência de o ter escolhido. Ele tomou parte nisso tudo. Agora, porque razão terá escolhido um acontecimento assim?
ELIAS: De modo a deixar que a atenção seja conduzida para a situação.
STELLA: Ah, está bem. Estou a entender. Também pensei a mesma coisa. De modo que agora retrocedi. Falei com a mulher, devido ao facto da Carla, a minha cunhada me ter dito que podia falar com ela, e eu falei. E não há a menor diferença, sabes? Que será que vou conseguir? Seja o que for que ela faça agora, é lá...
ELIAS: Escolha.
STELLA: Sim. Por isso, vou-me chegar para trás. Para mim também tem sido uma experiência e tanto. Tem sido incrível. Mas estou a confiar mais em mim, não?
ELIAS: Em parte. (A sorrir)
STELLA: Em parte? Que quererás dizer com isso de “em parte”?
ELIAS: Tu continuas a questionar-te e a interrogar-te quinhentas e três vezes quanto à direcção deverás tomar, e onde é que o Vincent está. (A sorrir)
STELLA: É que o Vincent está sempre presente na minha ideia! Eu tenho que descobrir esse tipo. Preciso dar com ele! Tu vais-me ajudar, não vais?
ELIAS: Aceita-te TU a Ti própria e às capacidades que possuis! Podes fazer uma entrada também para isto: Reconhecei as capacidades de que dispondes. É inconsistente expressar que sois seres gloriosos enquanto sois ineficientes e não conseguis alcançar a realização!
STELLA: Nesse caso devo fazer um acrescento à anotação? Estava só a brincar! Não, eu vou fazer. Vou continuar, mas não vou deixar de te importunar! (Riso)
ELIAS: Já estou mesmo a antecipar isso!
STELLA: Ai sim? E não te importas?
ELIAS: Esta essência do Elias aceita aquilo que expressares.
STELLA: A sério? Ah, muito obrigado! Isso serve de grande ajuda, na minha glória! (Riso) Elias, agora que me vou afastar disto tudo como o meu sobrinho e tudo o mais, haverá alguma ciosa que precise fazer? Quero dizer, ainda não me afastei! Deverei fazer mais alguma coisa, ou devo somente deixar isso em paz e não fazer mais nada?
ELIAS: Exacto.
STELLA: É isso?
ELIAS: Exacto.
STELLA: Está bem. Sou capaz disso!
ELIAS: É o que vamos ver! (A sorrir)
STELLA: Não, vou fazer isso. Vou fazer! Não te vou prometer, mas vou! Muito bem, obrigado, Elias.
VICKI: Voltando ao exemplo que deste do sobrinho e do tio Harold que faleceu, se o sobrinho estiver à espera de escutar: “Lamento muito”, nesse caso tal expressão não seria apropriada, no âmbito da aceitação dessa pessoa e das crenças que abriga e daquilo que está à espera de ouvir da nossa parte?
ELIAS: Presta atenção à linguagem que utilizas! Ao contrário de dizeres, “Lamento muito”, podes alterar a expressão para, “Lamento que estejas a sentir tanto em meio ao que estás a expressar.”
VICKI: Está bem, penso que entendo.
ELIAS: Isso representa a consideração de não estares a expressar esse mesmo pesar por ti nem pelo outro nem pela essência, mas também representa uma forma de consideração pelo outro e por aquilo que ele está a sentir.
LINDA: Eu tenho uma pergunta. Tenho vindo fortemente a sentir que está na altura de arranjar um outro emprego, em parte devido à imensidão de personalidades e aos mecanismos a que estão a obedecer lá no emprego. Terei alguma lição a aprender antes de poder sentir-me livre para partir, ou nesta altura, estará a energia a dirigir-se para um ponto em que me veja capaz de partir sem precisar repetir qualquer lição?
ELIAS: Naquilo que estás a expressar, estás a avançar no sentido de isso se revelar aceitável.
LINDA: Está bem, porque esta semana fiz uma incursão numa outra companhia, e pareceu-me que ao nível energético a pessoa que me entrevistou se revelou bastante coesa e bastante consistente em relação ao lugar em que me encontro. Poderás fornecer-me alguma percepção adicional?
ELIAS: Reconhece-te a ti própria! Aceita aquilo que criares e as escolhas que elegeres.
LINDA: Está bem.
ELIAS: Nessa medida, e no âmbito da aceitação pessoal, reconhece estares a criar no enquadramento da confiança que tens em ti. Consequentemente, a direcção para que te estás a encaminhar não é errada, e tu encontras-te perfeitamente onde é suposto estares.
LINDA: Bem, compreendo que isso não subentenda certo nem errado, só que há um lado agradável e outro menos agradável.
ELIAS: Mas tu podes reconhecer isso e automaticamente passares-te para uma área agradável, por isso constituir uma expressão natural da essência. Ela busca, através do sentido de valor, avançar continuamente para a área do prazer.
LINDA: Então esta mudança que estou a experimentar está realmente a tentar arrancar-me da área desagradável, de modo que eventualmente acabe por descobrir um lugar confortável? (Elias acena com a cabeça) Este curso de meditação e de formação que completei também não irão afectar positivamente o meu ambiente de trabalho, dado que a minha atitude sofreu uma alteração ligeira?
ELIAS: Se o preferires! (A sorrir)
LINDA: (A rir) Está bem!
ELIAS: Está tudo sujeito a uma permissão da tua parte. Por isso, se desejares que essa meditação passe a influenciar duma forma positiva, nos vossos termos, então assim será.
LINDA: Está bem. O meu propósito está aí pelos nove décimos do jogo, não?
ELIAS: Exacto.
LINDA: Está bem.
LETTY: Eu tenho uma pergunta, Elias. Olá! Obrigado por teres estado a meu lado sempre que precisei de ti.
ELIAS: Reconhecido.
LETTY: Reconhecido! Eu sabia que não estava a sonhar e senti-me muito, muito melhor. Isto tem que ver mesmo com o Marta. Ele teve um sonho em que entravam dois crocodilos. Penso que no início se sentia assustado, mas depois já não sentia qualquer medo. Ele transmitiu-mo por termos este caso com outros indivíduos com quem trabalhamos, mas eu imediatamente interpretei aquilo, mas gostava de saber se o terei interpretado correctamente, segundo creio. Os dois indivíduos – um deles é o meu patrão e o outro é alguém com quem ele faz supervisão – estão ambos a nadar junto dele, à espera que ele caia ou algo do género. Eu tenho consciência de talvez eu ser mais... não pessimista, mas estar mais assustada por ele do que ele estava em relação a ele próprio, pelo que creio que isso seja mais em meu próprio benefício do que do dele.
ELIAS: Num nível da interpretação, isso está correcto. Foca-te na Aceitação de ti própria, ou 101 (riso) e não te preocupes com aquilo nem com as situações que os outros criarem! Podes-te preocupar com esses elementos quando passares da fase da Aceitação pessoal! (A sorrir)
LINDA: Vais-nos passar certificados de aprovação assim que tivermos passado?
ELIAS: Eu vou-vos dar umas pancadinhas na cabeça a todos vós, (riso) em reconhecimento pela realização conseguida. Sois capazes de conseguir isso!
(Para a Cathy) Vamos atribuir um trabalho especial à Shynla; expressares para ti própria dez vezes ao dia que és capaz de o conseguir. (A sorrir) E que não és estúpida! (Riso)
DREW: Terei entendido bem, ao teres dito que o prazer consiste numa expressão de realização de sentido de valor?
ELIAS: Exacto.
DREW: Então, essas coisas que achamos prazenteiras ou agradáveis, podemos interpretar isso como estando no alinhamento do cumprimento de sentido de valor?
ELIAS: Exacto.
DREW: Então essas coisas que percebemos como prazenteiras ou agradáveis, percebemo-las dessa forma em resultado das crenças? Não será isso verdade?
ELIAS: É.
DREW: Será possível acreditar que algo seja agradável ou prazenteiro sem que alinhe pelo sentido de valor?
ELIAS: Não.
DREW: A sério!? (Riso) Poderás definir prazenteiro ou não prazenteiro, para mim? Quero ter a certeza de que estamos a falar da mesma coisa.
ELIAS: Estamos a falar da mesma coisa. Aquilo que encaras, nas crenças que abrigas, como prazenteiro ou alegre contribui para a realização do sentido de valor que obténs em alinhamento com o teu propósito. O prazer é uma emoção que é filtrada por meio das crenças que abrigais, mas também a vossa realidade é TODA filtrada por intermédio dos sistemas de crenças que defendeis. Vós moveis-vos automática e naturalmente no sentido do prazer. Bloqueais o movimento que empreendeis nessa área com o uso de outras crenças, mas uma vez entregues aos cuidados dos vossos impulsos naturais e inclinações, vós automaticamente deixais-vos atrair para aquilo que comporta prazer.
DREW: Então, se alguém seguisse uma vida repleta unicamente de prazer físico, isso estaria em alinhamento com o seu sentido de valor?
ELIAS: Correcto.
DREW: Ainda que conduza à sua derradeira – aquilo que consideraríamos – desgraça ou destruição, nos termos das nossas crenças?
ELIAS: Isso depende da escolha do foco individual, passar ao desenlace após ter realizado o seu sentido de valor.
DREW: Consigo evocar casos em que a busca do prazer - e os impulsos que consideraríamos agradáveis ou prazenteiros – acabariam numa vida ou em resultados que passaríamos a considerar como não agradáveis ou prazenteiros.
ELIAS: De acordo com as crenças que defendeis!
DREW: Bom, se aquilo que for agradável ou prazenteiro consistir numa expressão do sentido de valor, o que não for prazenteiro nem agradável deixará de estar em alinhamento com o sentido de valor?
ELIAS: Não necessariamente; mas o prazer está sempre em alinhamento com a realização de valor... para o foco individual. (Enfatizado)
Vós estais a passar a empregar lugares comuns, e a criar crenças em que as pessoas possam, nos vossos termos, na ideia que fazeis, dar em doidos, mas isso não é admissível; mas cada foco focaliza-se na realidade física a fim de experimentar o seu propósito e de realizar o seu próprio sentido de valor no seu foco individual. Por isso, todos aqueles elementos para que se deixam conduzir no enquadramento do prazer, num dado foco, CONSISTEM numa expressão da realização de sentido de valor, independentemente da opção que tomar de produzir actos desagradáveis, também.
DREW: Então, se aplicarmos disciplina, digamos, em resultado das crenças que tivermos, quer sejam de cariz religiosos ou cultural ou legal ou o que forem, que nos impeçam de fazer certas experiências prazenteiras pelo resultado a que isso pode conduzir ou por as crenças que depreendermos se imiscuírem no terreno do certo e do errado, isso inibir-nos-á a capacidade de experimentarmos em profundidade o nosso sentido de valor?
ELIAS: Por vezes. (Pausa)
DREW: Hmm! Então, fora do âmbito de um mundo de crenças de certo e errado, deixar-se descontrolar será mais apropriado.
ELIAS: Exacto. Trata-se apenas da escolha de experimentar no enquadramento dum foco individual, mas no foco físico vós tendes crenças de certo e de errado e mantendes fortes crenças ligadas às áreas das vossas realidades convencionais. Por isso, vendais-vos a vós próprios com essas directrizes. (Pausa)
VICKI: E se aquilo que nos trouxer prazer também consistir em algo por que alinhamos no âmbito das crenças das massas, em relação ao facto de também nos causar prejuízo? Por exemplo, se eu alinhar por crenças que expressem digamos, que se eu ingerir demasiadas drogas ou álcool eu estarei a prejudicar-me, mas ainda assim aos meus olhos isso se revelar prazenteiro e eu der continuidade a isso, aí não estarei a satisfazer o meu sentido de valor no enquadramento disso?
ELIAS: Estás.
VICKI: A sério!?
CATHY: Isso não parece especial? (Riso)
VICKI: É verdadeiramente confuso!
ELIAS: Estás a deixar-te entrar em conflito com as crenças que abraças, mas o acto de satisfação do teu prazer e do teu desejo contribui para o teu sentido de valor.
VICKI: Bom, deus do céu, agora tenho um monte de coisas diferentes em que pensar! (Riso)
ELIAS: E talvez permitir-te passares a exercitar mais o prazer!
VICKI: Bem, e em relação à parte de sermos prejudiciais para nós próprios? Já declaraste umas quantas vezes que causamos todos muito mais dano a nós próprios do que aquele que causamos aos outros.
ELIAS: No enquadramento das crenças que abrigais e da direcção que assumis, podeis consumir substâncias com liberdade – tal como o Yarr (a rir) – se o preferirdes, e haveis de sentir prazer e contribuir para a satisfação do vosso sentido de valor, e onde haveis de experimentar conflito é em dardes ouvidos ou ao assumirdes as crenças dos outros ou os sistemas de crenças das massas e permitirdes que entrem em conflito com as vossas.
VICKI: Então podemos evidentemente pôr termo a isso de nos prejudicarmos a nós próprios ao experimentarmos o que quer que nos traga prazer, e focar-nos na aceitação das crenças que provocam prejuízo.
ELIAS: Absolutamente.
LINDA: Nesse caso, estás a dizer que se alguém consumir drogas, digamos, já que estamos a falar disso, por uma questão de prazer, que caso aceite a crença de que as drogas sejam prejudiciais, aí as drogas não actuarão de forma prejudicial nele?
ELIAS: Exacto. Elas permitir-vos-ão unicamente uma experiência agradável. A única razão porque elas vos são prejudiciais assenta no facto de acreditardes que os sejam prejudiciais. Os vossos Nativos Americanos constituem um excelente exemplo, juntamente com muitas outras culturas, do facto de poderem envolver-se em práticas do que designais por consumo de substâncias prejudiciais; mas se passardes a consumir essas substâncias, certo será que haveis de causar dano a vós próprios, quando no caso deles nenhum dano advém da sua ingestão ou prática. (Pausa)
DREW: Será necessário experimentar prazer ou agrado para satisfazermos o nosso valor?
ELIAS: Não.
DREW: Mas o prazer é uma expressão disso?
ELIAS: Exacto.
DREW: Está certo. E satisfação do sentido de valor e objectivo ou propósito, não são a mesma coisa?
ELIAS: Não. Permite que te diga que podeis criar seja em que direcção for. Não é necessário que vos encaminheis para as áreas do prazer para satisfazerdes o vosso sentido de valor, mas causa uma “densidade” mais reduzida. Mas já vos estareis a conduzir a uma área de maior densidade se, ao longo do vosso foco, não escolherdes envolver o prazer no cumprimento do vosso sentido de valor.
DREW: Ser-nos-á possível acreditar estarmos a obter prazer de algo quando de facto isso nos está a causar dor, mas as crenças que abrigamos nos conduzirem à crença de se tratar duma experiência agradável? Por outras palavras, tal como estavas a falar... o que está a acontecer comigo é o sentido de que, quanto mais próximo da alegria andarmos, mais próximo estaremos do cumprimento do valor. Dizê-lo assim seria exacto?
ELIAS: Constitui um elemento.
DREW: Será possível que as coisas que percebemos como agradáveis só o sejam devido às crenças que abrigamos - tal como uma experiência qualquer desagradável que só o parecerá em função dessas mesmas crenças?
ELIAS: Exacto.
DREW: Pelo que, se estivermos em busca do prazer, isso pode não nos aproximar necessariamente da alegria, por poder de facto apenas constituir uma crença relativa ao que seja prazenteiro. Por outras palavras, será possível que acreditemos que algo seja prazenteiro quando de facto nos pode causar dor?
ELIAS: Vós podeis manter ambas as crenças em simultâneo.
DREW: Claro. Isto é complicado. Terminei! (Riso)
ELIAS: Depende do indivíduo e da crença que mantém com maior intensidade e do facto de estar ou não a envolver conflito ao opor-se ao que perceba como agradável. Aquilo que acreditardes que traduza prazer, traduzirá.
DREW: Bom, para empregar o exemplo que a Vicki referiu, consideremos o hábito das drogas. Por exemplo, se alguém for um viciado nas drogas e achar que o êxtase que o vício propicia é agradável quando na verdade está a viver uma vida de dor em resultado da busca ininterrupta dessas drogas, ele estará realmente a satisfazer o sentido de valor ao ingerir essas drogas e ao experimentar esse prazer...
ELIAS: Está.
DREW: Está. Mesmo nas situações em que....
ELIAS: Ele também está a expressar o seu sistema de valores enraizado no alinhamento com as crenças das massas de isso lhes ser prejudicial, e desse modo a gerar uma reacção a esse sistema de crenças; mas continua a cumprir ou satisfazer o sentido de valor dele.
LINDA: Nesse caso teríamos mais do que uma coisa a operar ao mesmo tempo?
ELIAS: Exacto; nisso reside a intenção da aceitação pessoal (101); porque se vos passardes a aceitar a vós próprios e às vossas criações e confiardes em vós e naquilo que expressais, aquilo que expressardes será destituído de importância e podereis mais facilmente voltar-vos para uma área que vos traga prazer, sem que a direcção que tomeis nessa área do prazer tenha importância. Um indivíduo pode optar por descobrir prazer em manter a mão sobre brasas quentes que, se não acreditar que isso lhe prejudique a forma física, isso não prejudicará, e ele poderá prosseguir com a experiência de a manter sobre as brasas quentes. VÓS podereis não experimentar prazer por uma via dessas, mas outro indivíduo poderá. É uma coisa completamente individual e dependente das escolhas que elegerdes.
STELLA: Então isso soa como o caso das cenouras, o prazer que sinto em comer cenouras, por eu não estar tão amarelada quanto estava desde que me disseste que isso se devia a uma crença das massas, e é claro que eu aceitei isso.
ELIAS: Exacto.
STELLA: E a seguir decidi mandar para o diabo todas as crenças e que ia continuar a comer as minhas cenouras, sem que importasse fosse o que fosse. Durante algum tempo parei, mas não fiquei satisfeita por ter parado, pelo que continuei a comer as minhas cenouras. Estou a comer a mesma quantidade. Eu adoro comê-las, eu adoro-as, tudo. É estilo: “deus do céu”; havias de pensar que eu ande a beber sabe-se lá o quê! Mas eu digo-te que é mesmo espantoso! De qualquer modo, não estou tão amarelada quanto costumava andar antes quando fazia a mesma coisa, mas eu estava realmente a ficar doente. Eu andava a apresentar uma transpiração amarelada!
ELIAS: Certamente.
STELLA: Já não ando mais a apresentar aquela transpiração amarelada. Ainda é um pouco amarela mas não tão amarelada. Eu disse: “Que se lixem as crenças das massas!” Foi o que eu disse e isso está a funcionar! (Riso)
DREW: Supõe que comer cenouras fosse contrário à lei ...
STELLA: Ah meu deus! Não, por favor! (Riso)
DREW: ... ela obtém tanto prazer com o consumo de cenouras que não se importa, e terminou na cadeia em resultado disso. Foi-lhe negado o suprimento de cenouras, e teve que viver na cadeia durante vinte anos a sentir-me infeliz. Não me sinto tão... O problema que estou a sentir relaciona-se com a observância do cumprimento do valor e dizer: “Para o diabo com as crenças”, por isso me trazer prazer e se enquadrar no cumprimento que faço do meu sentido de valor, quando isso acarreta consequências.
ELIAS: Mas hás-de proceder à escolha de passares a lidar com essas consequências ou não, que isso também deverá contribuir para o cumprimento do teu sentido de valor. Todas as acções que exerceis no foco físico CONTRIBUEM para a vossa realização de valor, sejam ou não agradáveis. Se não contribuíssem, vós havíeis de vos desprender do foco e passar a ocupar uma outra área (da consciência). (Pausa)
LINDA: Por desprender-se referes-te a abandonar este corpo físico e passar para outro nível da energia? Não estou certa que compreender o que queres dizer.
ELIAS: Morte física; aquilo que designais por morte física. Se não estiverdes a realizar o vosso sentido de valor haveis de morrer.
LINDA: Mas, e que dizer daqueles que se encontram constantemente com dores?
ELIAS: Eles também estão a realizar o seu sentido de valor.
LINDA: Mas não é de modo agradável.
ELIAS: Não. Não é necessário experimentar prazer para satisfazerdes o sentido de valor. Ele apenas adquire uma menor densidade.
LINDA: Está certo. Nesse caso, ele terá uma menor densidade se o fizermos mais por intermédio do prazer e da satisfação do que através da dor?
ELIAS: Exacto. É mais fácil. Até mesmo na área dos vossos assassínios em massa que obtêm prazer com os actos que praticam e que podem ser confrontados com as consequências no âmbito das vossas crenças de massas e da realidade que convencionstes como oficial, mas nos seus actos e em conformidade com a essência, eles movem-se mais facilmente na área do prazer que obtêm do que numa área de ausência de prazer. Todos vós vos moveis com uma maior facilidade no sentido do prazer, por ser natural.
LINDA: Isso quererá dizer que se estivermos a rumar no sentido da ausência de prazer estejamos a operar no sentido contrário ao da direcção que devíamos tomar?
ELIAS: Não necessariamente. Muitas vezes vós provocais ocorrências ou acções desagradáveis a fim de os experimentardes, ou de passardes para áreas de probabilidades que venhais a criar futuramente, que vos possam criar experiências agradáveis.
LINDA: Então, por exemplo, se eu tiver uma discussão com alguém no trabalho e isso me levar a abandonar aquele ambiente, isso podia ter sido algo necessário, passar por uma circunstância negativa dessas a fim de me afastar dali e passar para uma outra experiência que fosse mais positiva?
ELIAS: Para ti, sim. Para o foco individual; sim, por te atrair a atenção.
VICKI: Penso que parte da confusão que sinto quanto a isto assente numa definição básica da realização do valor. Penso que provavelmente albergo crenças associadas à definição pessoal que dou á realização de valor. Não quererás propor uma definição?
ELIAS: Cumprimento de valor consiste na exploração e realização obtida em cada foco, no sentido do propósito que possuís e que são expressadas por meio dos desejos que tendes; na medida que prosseguis na exploração e mantendes interesse na vossa expressão física seja em que direcção for que escolhais expressá-lo, estareis a dar continuidade à criação do vosso valor.
DREW: Hmm.
VICKI: Obrigado.
ELIAS: Não tens de quê. Vamos fazer um intervalo e logo podereis dar continuidade às vossas perguntas.
INTERVALO
ELIAS: Continuemos.
GAIL: Eu tenho uma pergunta subordinada à conceptualização, e se estou a começar a entender bem esse sentido interior e a usá-lo.
ELIAS: Tu não sintonizaste muito bem com a conceptualização. Estás a continuar a mover-te para áreas dos teus sentidos interiores. A Conceptualização consiste no acto de passar a uma acção.
GAIL: Será isso o que o Mylo faz quando anota os apontamentos dele?
ELIAS: Não. Vós podeis aceder aos vossos sentidos interiores e permitir que a informação venha ao vosso encontro, mas a conceptualização consiste num sentido interior bastante específico. Ele faculta-vos a capacidade de passardes a mover-vos pela acção de um determinado conceito.
GAIL: Poderias explicar isso um pouco mais? Sinto-me confusa em relação a isso, porque ao escrever pareço aceder a uma energia que possui uma fluência própria. Não será isso uma acção de... Não entendo.
ELIAS: A acção do conceito, não uma acção que estejais a empreender.
GAIL: Está bem....
ELIAS: Passas a assumir a acção do próprio conceito.
GAIL: Poderias dar-me um exemplo?
ELIAS: Vós avaliais um conceito. O “Vós criais a vossa realidade” representa uma conceito para vós. Se passardes para a conceptualização desse conceito, permitis-vos TORNAR-VOS nesse conceito. (Pausa)
GAIL: Então, seguir uma intuição, será isso uma acção de dar seguimento...
ELIAS: A intuição não é conceptualização.
GAIL: Claro, eu ainda não estou a entender.
ELIAS: Conceptualização significa TORNAR-SE num conceito; colocar-vos na acção do conceito como uma realidade; SER o conceito.
LINDA: Nesse caso, estarás a dizer que a crença de que criamos a nossa própria realidade, se o conceptualizarmos, aí começaremos a materializar o que desejamos na nossa realidade?
ELIAS: Pode ser útil.
LINDA: Mas nesse caso estaríamos realmente a fazê-lo, a criar a nossa própria realidade, se passássemos a conceptualizar o conceito?
ELIAS: A conceptualização do conceito deverá oferecer-vos informação para passardes a criar mais a realidade inerente ao conceito, por passardes a compreender o conceito duma forma mais eficiente; mas haveis de criar a vossa realidade com mais informação subsequentemente á conceptualização, por passardes a compreender o conceito mais a fundo, por vos TORNARDES temporariamente no conceito.
Podeis conceptualizar em relação a um pensamento qualquer, a um conceito qualquer, mas no acto de conceptualizardes, TORNAIS-VOS nesse conceito; tal como com o vosso sentido empático, vós fundis-vos e tornais-vos no outro indivíduo. Vós mantendes-vos, mas também vos fundis com o outro individuo ou o objecto e experimentais esse objecto ou a experiência porque o indivíduo passa. Do mesmo modo, se conceptualizardes, estareis a ocupar um conceito e a TORNAR-VOS nesse conceito.
GAIL: Está certo, isso ajuda. Obrigado.
STELLA: Elias, quando referes um objecto, que exemplo de objecto darias?
ELIAS: Qualquer objecto.
STELLA: Queres dizer, como tornar-se numa rocha?
ELIAS: Exacto.
STELLA: Ah! Talvez eu tente isso da próxima vez. Fundir-me com uma rocha?
ELIAS: Exacto. Podias fundir-te com a tua cadeira.
STELLA: Podia? Mas, com que propósito?
ELIAS: Com o propósito de experimentares. (Riso)
STELLA: Isso não se assemelharia a coisa nenhuma.
ELIAS: Não necessariamente.
LINDA: Uma pedra possui consciência.
STELLA: À excepção do caso de um ser humano, por envolver mais emoção.
ELIAS: Exacto, mas isso depende da vossa escolha. Podeis deixar-vos fascinar bastante pela consciência duma pedra!
STELLA: Ena. Jamais pensei nisso. Está bem, posso tornar-me numa pedra sempre que quiser? Isso seria excelente, sabes, quando estamos a sentir dor. É como se quiséssemos tornar-nos nesta pedra de modo a de repente deixarmos de sentir.
ELIAS: Se o preferirdes!
STELLA: Ah, está bem. Eu tenho uma pergunta. Uma vez que a Letty e eu temos vindo a ter muita coisa a acontecer em conjunto, ultimamente – eu consigo fundir-me com ela com toda a facilidade e todo o tipo de coisa, e ela parece fazer o mesmo – onde será que nos encontraríamos quando não tínhamos consciência de onde estávamos? (Riso)
LETTY: Na parte inicial do nosso foco. É o que estamos a tentar perguntar!
STELLA: Neste foco! (A rir) Porque, teremos entrado em contacto numa altura qualquer sem que ela o soubesse nem eu o soubesse?
ELIAS: Na consciência.
STELLA: Então estávamos sempre em contacto?
ELIAS: Exacto.
LETTY: Eu tenho uma pergunta, Elias. Na semana passada, quando me encontrava doente, dormi bastante, mas tive sensações muito estranhas. Foi um tipo diferente de sono por causa da curta duração que tinha, mas não se tratava de um sonho efectivo, mas ainda assim pude sentir que algo estaria a acontecer. Uma dessas alturas foi quando me apercebi que aparecias e me dizias para confiar em mim. Mas assemelhava-se a um local enevoado em que eu me encontrava. Isso terá sido significativo? Terá sido algo ou terá sido a minha imaginação?
ELIAS: Era meramente um outro estado; o que designais por estado alterado da consciência.
LETTY: Era muito diferente. Isso jamais me tinha acontecido antes. Não era um sonho que pudesse definir. Desses que são muito claros, tenho eu muitos. Será esse estado alterado bom? Isso será bom?
ELIAS: Era meramente um outro estado. Eles são todos “bons”, nos vossos termos. Nos meus termos, eles são o que são.
LETTY: Entendido. Obrigado.
BOBBI: Elias, eu tive uma série de sonhos em que uma mulher de cabelo curto, negro me aparece. Tenho uma enorme dificuldade em recordar as interacções que tive com essa mulher nos sonhos. Eu gostava saber se estarei a bloquear alguma coisa aí, ou a resistir? Ou será apenas a falta de habilidade que tenho em manipular os sonhos, que resulta na dificuldade de os recordar? Que será que se estará a passar?
ELIAS: Nenhuma dessas coisas. Isso consta da interacção com outro foco futuro, e não é necessário que passes a recordá-lo de forma objectiva. Está-te a ser oferecida uma informação subjectiva, mas não te está a alterar a realidade por via dessa acção.
BOBBI: Não me seria útil recordá-la de forma objectiva?
ELIAS: Não necessariamente. Eu expressei essa situação recentemente. Um foco futuro não se intrometerá convosco, por possuir mais informação, e no reconhecimento da responsabilidade que tem em relação à informação que possui, ele passará a interagir convosco pelo modo menos conflituoso e menos passível de provocar alterações; oferecendo informação para vós próprios e para a vossa realização enquadrada no propósito que abrigais e à direcção que a vossa atenção toma, mas sem alterar a vossa realidade nem o vosso foco.
BOBBI: Nesse caso, ela está a tentar transmitir-me uma mensagem a que aparentemente não estou a responder?
ELIAS: Tu estás!
BOBBI: Ah, estou! Ah, óptimo! (Riso) Está certo. Então, nessa mesma linha de raciocínio, eu tive uns sonhos em que acordo no sonho e anoto o sonho que tive e dou continuidade ao sonho, e a seguir acordo, a pensar em termos objectivos: “Não preciso anotar isso. Já o fiz.” E na manhã seguinte, não tenho nada anotado no papel! Isso representará a mensagem, o facto de estar a obter a mensagem no sonho, ainda que isso não se chegue a processar duma forma objectiva?
ELIAS: Exacto; mas também uma permissão pessoal para encarares o estado do sonhar duma forma mais realista como menos afastado do estado de vigília do que acreditas.
BOBBI: Então haverá algum benefício em... Eu sinto interesse pelo sonhar lúcido, em relação ao que ainda não obtive um verdadeiro sucesso. Deve haver um benefício, em definitivo, nesse caso...
ELIAS: Exacto.
BOBBI: ... em prosseguir com isso.
ELIAS: Absolutamente. O vosso estado do sonhar consiste igualmente numa realidade, e proporciona-vos muita informação. Não é diferente do vosso estado de vigília. Consiste unicamente numa maior permissão de uma interacção subjectiva em associação com a consciência objectiva.
BOBBI: Mas desde que não consegui alcançar tantos resultados quantos os que gostaria por meio do sonhar lúcido...
ELIAS: Aceitação (10) pessoal! (Riso)
BOBBI: Bom, foi por isso que compensei a coisa com um: “Tanto quanto gostaria!”
ELIAS: Aceitação (101) pessoal! (Riso)
BOBBI: Portanto, já tive sonhos em que desejei que isso tivesse seguido outro curso. Ao não ser capaz de aceder a isso nessa altura ou de voltar a isso, visualizei um regresso aos sonhos, visualizando tanto quanto possível, e acabei por alterar o resultado. Isso será útil?
ELIAS: Proporciona-te prática na área da manipulação no teu estado de sonhar, o que te proporciona uma maior eficiência do mesmo modo que praticas uma acção qualquer no teu estado de vigília, de modo a poderes tornar-te mais eficiente e eficaz e realizada com essa acção.
BOBBI: Nem sequer imagino que possas propor um método! (Riso)
ELIAS: (A sorrir) podes dar continuidade à prática que já iniciaste, e proporcionar a ti própria ideias criativas novas para manipulares no teu estado do sonhar. Se não sugerires a ti própria que tens a capacidade de avançares, não avançarás.
Exemplo: No começo destas sessões, o nosso pequeno Michael entrava noutra área da consciência à medida que o Elias começava a fornecer informação. A visualização que o Michael fazia da área que ocupava era um pequeno quarto em que se sentava e ficava a olhar para um prisma. Não lhe ocorreu a ideia, por ele não admitir que pudesse ocorrer-lhe, que ele podia mover-se pelo quarto ou podia passar para outro quarto ou mover-se para uma outra área, por pensar que só podia sentar-se neste pequeno quarto a olhar o prisma. Outro indivíduo sugeriu-lhe que ele podia tentar mover-se, e em face dessa sugestão, ele fez isso. Vós também podeis dar a vós próprios sugestões enquanto vos encontrais no vosso estado do sonhar como a de conseguirdes deslocar-vos ou manipular em novas direcções.
BOBBI: Se eu estiver a sonhar e oferecer a mim própria um tipo de sugestão desses, eu não iria situar-me lá? Não estaria já a passar por um sonhar lúcido? Parece que tenho consciência de estar a sonhar, e imediatamente acordo.
ELIAS: Propõe a ti própria a sugestão de não ser necessário que acordes, e de poderes prosseguir. Essa será uma sugestão nova.
BOBBI: É verdade. Está bem, vou tentar isso esta noite. Obrigado.
ELIAS: Não tens o que agradecer.
LINDA: Elias, eu terminei um curso intensivo de meditação e de aprendizagem de técnicas de cura, e senti uma forte ligação em relação a uma pessoa em especial. Não poderias explicar-me que ligação será essa? Pareceu-me que nos posicionássemos em termos energéticos lado a lado o tempo todo, e até mesmo o instrutor do curso comentou que parecíamos duas ervilhas numa vagem o tempo todo. Equivalerá isso a algum tipo de relação, ou vida passada ou o quê, entre nós? Ou será somente que nós nesse meio particular estabelecemos esse nosso laço?
ELIAS: Vós experimentais um laço de energia na mesma direcção que te dei conta previamente, antes das tuas viagens.
LINDA: Então, esta é uma ligação do tipo de alma gémea?
ELIAS: Eu disse-te que vários indivíduos ligados a ti se juntariam nesta experiência, e isso é um outro exemplo para ti própria a reforçar-te a própria acção e o movimento que empreendes nessa área do que designais por espiritualidade. (A sorrir)
LINDA: Será uma ligação a que deva dar continuidade? Será algo que devamos ajudar-nos mutuamente a crescer, ou ter-se-á devido unicamente às circunstâncias o facto de nos termos ligado?
ELIAS: Se o preferires! (Riso)
LINDA: Essa foi uma resposta vaga! Então parece-me que éramos três, especialmente três no grupo, parecia que estávamos fortemente unidas e a ser impelidas para levar adiante o trabalho da entidade Jaupu para os Estados Unidos. Percebes que sejamos capazes de o fazermos juntas em grupo?
ELIAS: Sois capazes. Isso também depende da vossa opção. Aceitação pessoal (101)! Vós detendes a capacidade! (A dar risadas)
LINDA: (A rir) Obrigado.
ELIAS: Não tens de quê.
CATHY: Eu tenho uma pergunta da parte da Linda. Ela estava a conversar com alguém, deve ter sido ela própria, não estou certa, mas de qualquer modo ela disse: “Eu perguntei pelo nome da essência da minha mãe e obtive Shelayan através das cartas, mas Shaylan por intermédio das palavras. O Elias teria a generosidade de me confirmar isso, ou de me mandar investigar mais? A ideia que tenho é a de que por vezes acerto e outras vezes não. Não tenho a certeza se isso terá sido alguma forma de concurso (popular) ou não. Talvez fosse suposto que determinasse através do tom da resposta, mas ainda preciso conhecer o nível de exactidão.” (Riso)
ELIAS: (A rir) Muito bem. Shaylan. (Com acento na segunda sílaba)
CATHY: Nesse caso esse foi o primeiro, certo?
ELIAS: Não é Shelayan.
CATHY: Não é o S-H-A-Y-L-A.
ELIAS: Certo.
CATHY: Está bem, nesse caso ela tem uma outra pergunta: “Eu perguntei se eu e ela estaríamos ligadas ao nível da essência pelo tom, e “ele” respondeu que sim. A seguir obtive mais informação sobre o facto de todas as crianças terem um tom semelhante aos das mães, o que se torna necessário para facilitar o nascimento. Agora, posso estar completamente à margem. Poderias colocar esta pergunta por mim, se fazes o favor?”
ELIAS: Esse não é necessariamente o caso. A criança não comporta necessariamente uma semelhança de tom com o da mãe. Conforme expressei, o foco que se manifesta escolhe a família. O foco na qualidade de mãe apenas consente em dar à luz. É tudo. Por isso, o foco que está a entrar não comporta necessariamente semelhança de tom em relação à mãe, apesar de muitas vezes poder comportar, só que não é caso obrigatório.
CATHY: Está bem. Tenho uma outra pergunta acerca do sonho que a Vicki teve em que a minha cadela entrava. Nesse sonho estávamos a ter uma sessão, e um tipo qualquer chamado Elias disse a toda a gente para olhar para determinada área do compartimento, e subitamente, puf! – lá estava a minha cadela. A seguir creio que me pediste para fazer com que a cadela ladrasse, e eu pedi-lhe que ladrasse, e a seguir veio a mim e eu mandei-a sentar-se e, puf! Ela desapareceu. Eu só gostava de saber que é que o imaginário do sonho está a... porque os “caras mortos” não pregam partidas!
ELIAS: Truques numa outra realidade! (Riso)
CATHY: Ah!
ELIAS: Isso não é um imaginário onírico. Isso foi a percepção visual duma realidade alternada. Aquelas áreas que não são usadas nesta realidade são passíveis de alcançar expressão numa outra realidade, porque todas as probabilidades são actualizadas.
LINDA: Então, o Elias prega truques de salão noutras realidades!
ELIAS: (A rir) Confesso-me culpado! (Riso)
LINDA: Eu tenho uma pergunta. Quando te encontras aqui nas sessões, parece que a tua energia nos afecta um pouco. Parecemos sair beneficiados pelo simples facto de estarmos na tua presença, e não tanto pelas palavras que empregas. Não quererás tentar explicar isso um pouco mais?
ELIAS: Nestas sessões decorre muito mais interacção ao nível subjectivo do que ao objectivo. É isso o que reconheceis. Eu estou a interagir convosco em duas áreas em simultâneo; uma, por meio da linguagem objectiva que podeis escutar e assimilar, mas eu interajo convosco de forma muito mais extensa e intensa subjectivamente.
LINDA: Hoje sou realmente capaz de sentir a fluência dessa energia, mas não tinha noção se era por ter saído dum grande curso de meditação ou se era pelo facto de ser sensível a ela.
ELIAS: Se vos permitirdes abrir-vos, haveis de passar a experimentar mais o intercâmbio de energia que é criado entre mim e todos os outros. Esse intercâmbio de energias não é muito diferente daquilo a que podeis assistir no caso do Michael. Eu troco com o Michael no contexto duma acção subjectiva, o que a seguir se objectiva no vosso foco físico na acção duma troca de energias que podeis ver e escutar na vossa língua, mas a acção dá-se muito mais no contexto da troca subjectiva, Mas além disso, à medida que vos abrirdes, também passais a experimentar esse mesmo elemento de troca subjectiva.
LETTY: Será por isso que ouço tanto a tua voz quando estou para tomar uma decisão ou estou a debater alguma coisa? Assemelhar-se-á isso a parte das palestras que aqui temos?
ELIAS: É verdade.
LINDA: Parece que é diferente da realidade, e não somente uma troca de palavras, por isso também estar a operar ao nível objectivo.
ELIAS: Certo. Mas é muito mais extenso e intenso ao nível subjectivo. Isso é o que sentis...
LINDA: Por eu sentir um inegável aumento na energia, mais do que o habitual, hoje.
ELIAS: ...e aquilo que pressentis e aquilo a que a consciência do vosso corpo também responde. A consciência do vosso corpo não procede a qualquer elaboração mental. Não reage à linguagem mas responde à energia; e vós, ao pressentirdes interior e exteriormente e através dos sentimentos, obtendes um reconhecimento deste intercâmbio de energia.
LINDA: Esse intercâmbio de energia aumentar-nos-á o nível vibratório? Não compreendo muito bem aquilo que estamos a realizar. No geral, penso que sim, mas a troca de energia parece estar a provocar um incremento efectivo no nosso nível de... não sei se vibrações seja o termo adequado, mas...
ELIAS: É uma abertura para com a vossa consciência; a energia que vos projecto representa aquilo que podeis designar como uma  infusão de energia, que então passa a permitir-vos uma maior capacidade de vos expandirdes e vos proporciona uma maior compreensão, por deterdes uma compreensão maior como na resposta a essa infusão.
LINDA: Está bem. Obrigado.
ELIAS: Não tens o que agradecer.
LETTY: Tenho uma última pergunta. Não sei se terá sido um sonho, foi mais como um lampejo que tive. Eu encontrava-me numa dança de salão e estava toda aperaltada. Não sei em que era ou período terá sido, mas a primeira sensação que obtive foi a de que se tratava de ti ou de algum modo ligado a ti.
ELIAS: Na realidade, és TU ...
LETTY: Sou eu?
ELIAS: ...e a permissão que objectivas dum maior apreço por ti própria.
LETTY: Ah! Nós dançávamos na perfeição! (Riso) Obrigado.
ELIAS: (A rir) Não tens o que agradecer.
STELLA: Elias, eu só queria confirmar uma coisa. A mulher gorda – ela situar-se-á em Ankara, na Turquia?
ELIAS: Situar-se-á?? (A rir)
STELLA: Penso que sim.
ELIAS: Aceitação pessoal (101)!
STELLA: Sim, mas ainda necessito duma validação da tua parte! Ainda estou a mendigar, não é? Por isso preciso da tua validação! (Elias está a rir) Por isso obrigado! Com que então ela situa-se em Ankara! Está bem, mais uma. Eu ando a tentar descobrir este foco em que a Castille, de facto se encontra toda a gente no trabalho, como o Bruce e toda essa gente, como se estivéssemos de algum modo todos juntos nalgum foco. E portanto, isso foi o que pude apurar. Era um lugar na Itália, e onde a Canstance, a presidente da empresa em que trabalho... Surgiu-me o nome Constance. Portanto, penso que a Constance se encontrava lá, junto com a Letty, e lá estivéssemos todos. A única coisa que consigo apurar é que éramos como irmãos, não irmãos mas primos, só que se passava na Itália. Será alguma coisa? Estarei a chegar perto de alguma coisa?
ELIAS: Exacto.
STELLA: Ah, óptimo! Também disponho de nomes. Não os evoquei, mas disponho de nomes para os personagens. Portanto...
LETTY: Annabelle!
STELLA: Claro, o da Annabelle.
LETTY: Encontrar-se-á a Annabelle lá?
STELLA: Penso que a Annabelle seja a Gregoria. (Elias acena) É! Impecável! Fabuloso! (Elias dá uma risada) Só mais uma e calo-me. Gosto de me dirigir às pessoas pelo seu nome da essência actualmente. A Castille e eu, nós e o Marcos costumamos mais ou menos fazer isso, e eu gosto de o fazer. Poderias possivelmente revelar-me o nome da essência do meu marido – Dick? E também podes avançar com a família se quiseres! (Riso)
ELIAS: Vou deixar que tu investigues as famílias. Tu tens essa capacidade e dispões dessa informação!
STELLA: Está bem.
ELIAS: Lupette.
STELLA: Lupette?
ELIAS: Sim.
STELLA: Lupette! Ah, agora vou passar a chamar-lhe Lupette! Está bem, isso agrada-me! (Elias ri) É impecável, porque eu chamo-lhe Joseph, como ao meu filho Joseph. Por vezes brincamos com isso do Joseph.
ELIAS: O (pobre) indivíduo deve ficar completamente confuso! (Riso)
STELLA: Mas não sente nada, sabes! Ele entende mais ou menos! De qualquer maneira acaba por entender. É muito mais aberto que o comum. É espantoso, verdadeiramente espantoso que ele seja tão aberto! Lupette! Está certo, é simplesmente formidável! Mas eu vou descobrir... não me vais conceder nenhum bónus? (Riso)
ELIAS: Não. (A rir)
STELLA: Eu vou descobrir. Na próxima semana já te digo.
ELIAS: Muito bem! (A rir)
CATHY: Eu tenho uma pergunta da parte do Howard. Espero não me enganar. “As nove beatitudes (também conhecidas por musas de Apolo) estarão relacionadas com as nove famílias da consciência?”
ELIAS: Estão; e podeis utilizar isso como uma posição no nosso jogo, se o preferirdes.
CATHY: Bom, penso que vou descobrir quais são. A Mary disse-me, mas não me lembro.
ELIAS: (A rir) Outra área a ser investigada!
VICKI: Eu tenho uma pergunta acerca dos sistemas de crenças. Penso que numa perspectiva geral dos sistemas de crenças, muitos de nós... bom, eu própria; vou falar no meu caso. Por vezes dou por mim a entrar em áreas em que possivelmente desculpo a minha conduta, por saber, digamos, que não é admissível que outra pessoa diga: “Ah bem, é somente uma crença.” Eu não sei. Está a tornar-se numa questão confusa para mim. Já tive muitos casos de pessoas que me escrevem no computador acerca disso também: “Ah bom, é só uma crença.” Porque as crenças também consistem numa realidade, certo?
ELIAS: Ah, bom, só que uma crença traduz-se por uma realidade!
VICKI: Certo. Não sei bem. Nem sequer sei bem qual é a pergunta que pretendo colocar, á excepção de parecer estar a revelar-se e de me deixar confusa sobre a forma como devo pensar nisso.
ELIAS: (Com firmeza) As vossas crenças criam-vos a realidade. Vós possuís informação com respeito a estas sessões neste grupo que também gera a responsabilidade de vos exprimirdes a partir da essência. Não existe desculpa do estilo: “Ah, bom, é somente uma crença.” As vossas crenças criam-vos a realidade.
VICKI: Então nesse caso isso funciona basicamente como uma declaração de capitulação, de descrédito...
ELIAS: Absolutamente.
VICKI: ...especialmente no caso da criação da realidade de outra pessoa.
ELIAS: Absolutamente. É bastante semelhante à discussão que tivemos anteriormente nos seguintes termos: “Ah, bom, é somente uma experiência.”
VICKI: Claro. Está certo.
ELIAS: Desejareis colocar mais alguma pergunta?
BOBBI: Eu tenho uma rápida... estava só a querer saber se existirá alguma coisa que possa investigar, por o Oscar Wilde estar continuamente a saltar para a minha realidade na TV, nos jornais... e nos catálogos que recebo por correio!
ELIAS: É somente um cumprimento... um lembrete! (A rir)
BOBBI: Um lembrete. Está bem, obrigado. Eu estava à espera de o ver a entrar pela minha sala de estar adentro, depois de tudo isto! (Risada)
ELIAS: Mas, e pode ser que isso se acabe por acontecer! (A rir)
Muito bem. Por hoje vamos dar por terminado. Podeis passar a ver mais o Oscar no futuro! Mas devo dizer-vos a todos – pausa – com excepção do Mylo, que se concentra demasiado no Oscar! (Riso) Presta atenção a isso, Mylo! Essa era a área da advertência mencionada na nossa última sessão!
Conforme estava a dizer, vou passar a dirigir-vos a todos um enorme afecto, e um carinhoso au revoir!
Elias parte às 5:04 da tarde.
© 1997 Vicki Pendley/Mary Ennis, Todos os Direitos Reservados


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O MATERIAL ELIAS