domingo, 24 de julho de 2011

ACEITAÇÃO DOS OUTROS



Sessão 217
"Aceitação dos outros (102) em Nove Passos Fáceis (Versão Básica, ou introdutória)
Domingo, 14 de Setembro de 1997 © (Grupo)
Tradução: Amadeu Duarte

Participantes: Mary (Michael), Vicki (Lawrence), Ron (Olivia), Cathy (Shynla), David (Mylo), Gail (William), Bob (Siman), Drew (Matthew), Norm (Stephen), Reta (Dehl), Bobbi (Jale), Stella (Cindel), Marcos (Marta), e a Norma (Paul).

Elias estava definitivamente “em cima esta noite! Esta foi uma sessão divertida!
Elias chega às 6:43 da tarde. (O tempo de chegada foi de dez segundos)
ELIAS: Boa noite! (A sorrir) Vamos dar início a esta noite com o nosso jogo. (Pausa)
...
ELIAS: Esta noite vamos começar, enquanto estudantes do Grande e Onisciente Mestre Elias, pela aula da Aceitação dos outros! (Desatamos todos a rir. O Elias estava muito bem-humorado esta noite! Tenham em mente que a forma como dispensou o material que se segue foi extremamente cómica e jocosa)
RETA: Isto agrada-me!
ELIAS: Como o pré-requisito assenta na Aceitação Pessoal, 101, a Aceitação 102 é a continuação da aceitação dos outros indivíduos e dos conjuntos de premissas e crenças e do modo de abordar e de se dirigirem aos outros, por esta questão ter sido colocada muitas vezes. Por isso, o professor passará agora a instruí-los por meio de “métodos” tipo passo-a-passo... (A sorrir para a Reta, enquanto desatamos de novo a rir)
RETA: Bom, penso que já não é sem tempo!
ELIAS: ...relativos ao modo de vos dirigirdes àqueles que vos abordam com relação ás experiências que empreendem na presente mudança, assim como aos sistemas de crenças que sustentam. A seguir passarei a responder às perguntas que colocarem, após a nossa breve palestra. (Riso)
Começamos pelo cenário dum indivíduo que vos possa abordar – a vós estudantes muito dotados – (desatamos todos a rir de novo) e os possa inquirir sobre informação relativa às suas experiências e relativa às crenças que defende, as quais, é claro que não tem consciência de defender. Mas vós, na vossa incomensurável sabedoria, reconheceis que ele abriga crenças, ao contrário de vós! (A sorrir) À medida que o indivíduo os abordar e inquirir acerca da vossa incomensurável sabedoria, a resposta que lhe dareis, como um Segundo Passo, deverá inicialmente ser deixar de responder. Esse será o vosso Segundo Passo. O Primeiro Passo consiste na abordagem do outro indivíduo. Estás a anotar tudo, Dehl? (Desatamos de novo a rir)
RETA: Bom, eu fracassei na 101, estás a ver?! (Riso estrondoso) Talvez não devesse participar na 102!
ELIAS: (A rir) Vamos deixar o que disseste em branco! Vou avançar devagar, de modo a poderdes anotar todos estes passos cuidadosamente como o vosso método e a não perderdes pitada! Podeis também adquirir uma gravação, se preferirdes, para vos lembrardes! Encontram-se à venda agora, no vosso fórum local! (Riso geral)
O Segundo Passo, conforme anunciei, consiste em não responderdes.
O Terceiro Passo – (Para a Reta) anota com cuidado! – prestar uma atenção cuidadosa ao que o outro estiver a expressar e avaliar no vosso íntimo, por meio dos vossos sentidos interiores, a situação e a posição que ele ocupa; avaliando em vós, tendo em conta – (Para a Reta) tu não estás a escrever! (Riso) as fortes crenças que ele abriga, de que não tem consciência, por ainda não ser um iluminado, e ainda não ter passado pela Aceitação 101!
O Quarto Passo será o de responder de modo intuitivo ao outro indivíduo.
O Quinto Passo será o de ordenardes as falas para vos acomodardes e aceitardes as crenças que o outro indivíduo abriga.
O Sexto Passo consiste em vos recordardes que a questão não assenta em alterardes a percepção nem as crenças do outro indivíduo.
O Sétimo Passo consiste em vos recordardes que a intenção que tendes é de prestar informação de um modo que sirva de auxílio, sem vos preocupardes em assumir responsabilidade pela realidade do outro indivíduo.
O Oitavo Passo consiste em vos recordardes que a realidade do outro diz respeito a ele, e É REAL! (Faz uma pausa, a fixar o olhar na Reta)
RETA: Está bem!
ELIAS: Já tens oito passos até agora? (A sorrir para a Reta)
RETA: Já! (Alguém responde, "Ela tem!" o que inspira riso generalizado)
ELIAS: Muito bem! O Nono Passo deve ser colocado antes do Primeiro Passo... (para a Reta) Podes desenhar uma seta acima do Primeiro Passo! (Com um sorriso rasgado)
RETA: Está bem!
ELIAS: ... para ser actualmente utilizado!
RETA: Actualmente utilizado??
ELIAS: Exacto, com todos com quem estás em contacto.
RETA: Eu já dei início a isso!
ELIAS: Ah! Ela observou o Nono Passo antes do Primeiro! (Riso generalizado) Estendo-te o meu reconhecimento pela enorme façanha que conseguiste!
RETA: Leva um certo tempo, mas eu estou a consegui-lo!
ELIAS: Muito bem! Este é o término da palestra do Grande Mestre Elias, Doutor em Aceitação 102, pelo que podeis passar todos a colocar as vossas perguntas, as quais passarei seriamente a considerar responder!
DREW: Bom, eu tenho uma pergunta. A Dehl podia dizer-me melhor a que passo corresponde, mas um deles proporciona ajuda depois de escutarmos duma forma intuitiva, numa tentativa de compreendermos. Se não procurarmos alterar a percepção do indivíduo ou as crenças que tiver, que direcção se espera que essa ajuda possa tomar?
ELIAS: Poderdes dispensar-lhe uma informação no contexto das próprias crenças que abriga, de forma a ajudá-lo a reconhecer para si próprio não estar a experimentar nada de estranho nem loucura alguma.
DREW: Nesse caso estás a referir aquelas situações em que as pessoas nos abordam com perguntas ou experiências directamente relacionadas com a mudança, ao contrário de alguma mundana ou do dia-a-dia... (Elias está a sorrir para a Drew) Bom, está certo!
ELIAS: Quero-te dizer... (Para a Reta) Anota por baixo do Oitavo Passo!
RETA: Está bem! (A Reta também esteve muito engraçada nessa noite!)
ELIAS: ...que as pessoas deverão passar, na sua vida mundana do dia-a-dia, por experiências nos moldes desta mudança. (Para a Reta) Coloca um asterisco após esta nota, para que possais recordar esta informação! Podereis chamar-lhe uma nota de rodapé. (A sorrir)
DREW: Só por uma questão de esclarecimento, sinto-me um tanto confusa em relação a esse Nono Passo, sobre o que compreenda e como poderá anteceder o Primeiro. Poderias explicar isso só mais uma vez?
ELIAS: Isso representa a vossa actividade neste processo; abordar os outros...
DREW: Então trata do envolvimento...
ELIAS: ... não necessariamente FICAR apenas SEMPRE à espera que os outros vos abordem! Tomai a iniciativa! (Para a Reta) coloca outro asterisco ao lado dessa declaração! (Riso)
RETA: Tomar a iniciativa. O que se passou comigo, nos últimos meses, em vez de hesitar em meio a uma conversa qualquer – por me encontrar no meio de muita gente – eu forcei-me a ir junto de muitas delas e perguntar-lhes quais eram as crenças que elas tinham em diversas áreas. E por termos vindo a trabalhar demais ultimamente, havia uma pessoa com quem tive que trabalhar, e quando fizemos um intervalo em privado e tivemos que fazer uma paragem e esperar pelas máquinas e tudo o mais, passamos a dispor de tempo para conversar. E em vez de conversarmos sobre os negócios ou coisas assim, eu comecei a falar das crenças que tínhamos e de como podem ser comparadas. E isso revelou-se numa forma de abordagem formidável, e que funciona! E aquela pessoa com quem converso bastante por fim abriu-se comigo e disse-me quantos livros tinha lido. Ora bem, eu não faria ideia disso se não tivesse metido conversa com ela, é claro, e a seguir revelei-lhe muita coisa. E actualmente tenho mais cinco pessoas, por causa dela, que vêem ao meu encontro e me colocam perguntas. Por isso, não resta dúvida sobre isso. Precisamos abordá-los.
ELIAS: Muito bem, Dehl! (Riso)
STELLA: Eu tenho uma pergunta. Bom, na realidade não é uma pergunta. Eu faço coisas dessas, abordar as pessoas, mas não lhes pergunto necessariamente coisa nenhuma. Por exemplo, eu tenho doces gelatinosos na minha secretária, e a razão porque tenho doces gelatinosos na minha secretária não é tanto por causa dos doces, mas por isso levar as pessoas a parar junto da minha secretária. E tenho umas cartas pequeninas também, e as pessoas por vezes fazem uma pausa só para relaxar durante uns instantes, e são capazes de fazer perguntas, ou de começar a dizer como se sentem. Geralmente é isso que acontece. Eles dizem, “Ah, eu sinto-me terrivelmente mal, ou horrível, ou na maior!” ou algo do género, e geralmente escuto aquilo que dizem. Sabe bem, e eles voltam para o que estavam a fazer e tomam uma atitude diferente em relação àquilo que estavam a fazer... até ao momento. Assim, eu abordo muito as pessoas, dessa forma. Por exemplo, da última vez que trouxe este tipo – foi o meu ex-patrão, o Mário, penso que te recordarás dele – ele não é do tipo de vir a uma coisa destas. Mas aí ele chamou-me no dia seguinte para me fazer mais perguntas sobre isto, só que duma forma que eu sabia que não revelava interesse, conforme consegui intuir. E o que lhe disse foi, “Olha. Experimenta apenas aquilo que estás a experimentar. Tudo bem. Não precisas preocupares-te com isto. Procede como quiseres.” Por ter consciência do que o motivava a perguntar, e ser capaz de... sabes bem... fosse o que fosse. Não sei bem. Não sei como é a experiência dele, e de certo modo não me interessa, sabes? Não me interessa mesmo. É quase como se, eu abro-me e faço qualquer coisa, e se aceitarem isso, tudo bem. Se não aceitarem, também está bem. Faço aquilo que preciso fazer pelo lado que me toca, na maioria das vezes.
ELIAS: Nota A nos resultados de exame pela abordagem perfeita de todos estes passos! (Aplausos e riso)
BOB: Menina da mamá!
STELLA: Eu sempre quis ser mimada! Jamais fui capaz de falar, mas agora faço-o! (Riso generalizado)
ELIAS: (A rir) Mas agora podemos começar a aplicar restrições, por ela ser... shh... caluda! (Riso) Apesar de poderem expressar-se...
STELLA: Lamento muito! Ninguém me vai impedir de falar! Lamento!
ELIAS: Não precisas lamentar! Podes expressar-te tanto quanto desejares!
STELLA: Eu sei disso! (Elias ri)
CATHY: Bem, eu penso ter-me saído muito bem na noite passada, até ao Sexto Passo! (Riso) Não terei?
VICKI: Que aconteceu no Sexto Passo? (A Vicki desata a rir)
CATHY: Quando cheguei ao Sexto Passo, comecei a pensar cá com os meus botões, “Caramba! Estas crenças! C’um caraças!” (Riso)
ELIAS: (A rir) Fico-te reconhecido, Shynla, por te teres saído tão bem, ontem à noite. Agora podes aplicar o Nono Passo, e colocá-lo antes do Primeiro, e dar-lhe início!
CATHY: Conversa com o Ron! Ele é o iniciador! (A Cathy desata a rir)
RON: Ainda estou a tentar ir além do básico (101) da Abordagem dos Sentidos Interiores.
ELIAS: Isso foi o 104. Aquele que recorda apresenta dificuldades no recordar!
RON: É da idade.
ELIAS: Nãooo! ISTO é que é idade avançada! (desatamos todos a rir)
RETA: Contudo, aquilo que descobri – falando do lado religioso, mas se o meu marido interviesse podia pronunciar-se pelo lado científico – até aos últimos anos há certas e determinadas coisas de que não falaste sobre certas religiões, mas actualmente as pessoas estão mais informadas e começa a surgir mais informação nas livrarias e na TV e tudo o mais. E desse modo, quando abordas as pessoas, elas acham-se mais bem informadas e inquiridoras e sentem querer saber mais, e pensam em mudar e abrir mão de algumas das crenças mais velhas e arraigadas. Mas depois, na vertente científica, que foi sempre uma área que nunca ousaste pisar, nos últimos dois ou três anos os maiores cientistas estão finalmente a vir a público falar sobre “Dever existir algo diferente”. Por isso, penso que não precisaríamos restringir-nos no que toca a pisar calos e passar a penetrar nas áreas em que as pessoas se encontram bem informadas. Penso que actualmente toda a gente anda a falar numa mudança.
ELIAS: A mudança da consciência é uma coisa óbvia e que está a ser reconhecida por todo o vosso planeta. As pessoas estão a experimentá-la em toda a parte, por assim dizer. Por isso, torna-se desnecessário sentir apreensão com a partilha de informação... mas verifica a lista de que dispões! Porque a FORMA como abordas os outros é importante! Derrotais-vos a vós próprios e à vossa intenção se adoptardes o acto subordinado às vossas crenças religiosas e científicas de empregardes a abordagem de forçar os outros a aceitar a VOSSA realidade e os VOSSOS pontos de vista.
BOBBI: Esta semana uma amiga minha, uma amiga chegada, passou por uma semana bastante traumática. O filho mais velho dela, que está com 14 anos, foi conduzido e internado pela polícia numa instituição mental, pelo que ela se sente terrivelmente perturbada. É por isso que isto representa uma excelente lição para mim, apesar de ser bastante difícil oferecer ajuda no contexto das crenças que abriga. Ela acha-se bastante enraizada nas crenças médicas científicas actuais. Poderias dar-me algum exemplo? Eu tento confortá-la tanto quanto possível, no contexto do que seja aceitável para ela. Tenho noção dela ser bastante... não opositora, mas preconceituosa em relação a todo o género de abordagem tipo Nova Era.
ELIAS: Nesse caso não a abordes nos termos do pensamento Nova Era.
BOBBI: Bom, não o faço. Todavia, é por isso que sinto ser difícil, faze-lo nos termos das crenças que ela defende no campo da medicina e do futuro do filho, em relação ao qual os médicos estão pouco inclinados duma forma positiva. Penso que talvez o filho dela seja um desses que possivelmente esteja a passar pelos efeitos traumáticos desta mudança. Ele encontra-se extremamente irritado e é violento. E sinto-me insegura sobre como oferecer apoio no contexto das crenças que ela defende. Será que tudo o que posso fazer é escutá-la e manter-me à disposição dela, à luz das ocorrências?
ELIAS: Escuta as crenças do outro. Reconhece que essas crenças constituem uma realidade e que não são erradas. Além disso procura, no enquadramento da linguagem que empregais, manipulá-la duma forma criativa através dos aspectos semelhantes que defenderdes. Podeis usar termos diferentes para conceitos ou crenças bastante similares. Por exemplo, uma pessoa pode dar-vos conta da crença que defende em Deus. Podeis acreditar não crerdes no conceito de Deus, pelo que a linguagem que utilizardes para vós próprios poder diferir, contudo, o conceito será idêntico. Consequentemente, podereis usar isso a título de exemplo em todas as demais áreas, de modo a poderdes constatar os pontos comuns das crenças e reconhecer que a linguagem que usais pode apresentar ligeiras variações, enquanto os conceitos permanecem idênticos.
Vós diferenciais as crenças que defendeis, e dizeis que determinado indivíduo defende uma crença e que outro sustenta uma crença completamente diferente. Os termos que utiliza podem ser diferentes. Este indivíduo tem uma crença na vossa profissão médica. Vós possuís uma crença nas terapias da Nova era. É a mesma coisa. Ambos os tipos de crença constam do facto de outro indivíduo vos poder curar. VÓS curais-vos a vós próprios. Por isso, qual será a diferença? Comportais o mesmo tipo de crenças. Apenas as camuflais de modo diferente; pelo que isto representa os passos no sentido da aceitação das crenças dos outros, ao reconhecerdes não diferirem das vossas. Podes estabelecer comunicação e dar apoio e ajudar no âmbito das experiências por que o outro esteja a passar, por deterdes as mesmas crenças que todos os outros. Apenas as disfarçais de modo diferente.
GAIL: Poderás ajudar-me a considerar a interacção que tenho com o meu filho Matt, hoje? Ele sente-se adoentado por ter ingerido qualquer coisa, e eu tentei sugerir-lhe que devia considerar outras coisas.
ELIAS: Examina a motivação que te assiste. Estás a tentar alterar a percepção do outro indivíduo.
GAIL: Não percebi que tivesse tentado alterá-la. Só tentei que ele considerasse aquilo talvez de uma forma diferente, de modo a...
ELIAS: Isso constitui uma tentativa de alteração da percepção do outro! A percepção que ele tem é a percepção dele, e constitui a sua realidade; e a acção que vos diz respeito, no enquadramento desta informação, consiste em aceitardes a realidade dele.
GAIL: Bom, a intenção que tinha era a de lhe levar algo diferente à consideração, em oposição à forma de pensar dele; não necessariamente no sentido de a alterar, mas de sugerir uma forma diferente de a considerar.
ELIAS: Não será considerá-la de modo diferente uma tentativa de a alterar? É sim!
GAIL: Hmm.
DREW: Nesse caso propor uma ideia nova representa uma tentativa de alteração?
ELIAS: Não necessariamente. Podeis propor aquilo que designais por “ideias novas” caso o outro indivíduo esteja apto a aceitá-las e deseje isso. O que representa o discernimento que vos cabe pelo recurso aos vossos sentidos interiores e à vossa intuição, de modo a poderdes passar a perceber que direcção deveis tomar.
GAIL: Hmm. Bom o que tenho a dizer é que falar com ele é diferente de falar com alguns dos meus colegas de trabalho, com quem é completamente diferente. Preciso prestar atenção a isso. Obrigado.
ELIAS: (Com humor) Esta é uma área bastante traiçoeira! Anota isso, Dehl! (Riso)
BOB: A chave disso não residirá na extensão da indagação do outro?
ELIAS: Não necessariamente. Podeis empregar o uso dos vossos sentidos interiores e deixar que vos sugiram que via mais eficaz podereis adoptar.
BOB: Em relação a uma outra pessoa?
ELIAS: Exacto.
BOB: Penso que o que pretendia esclarecer era que se uma pessoa estiver apenas a experimentar a sua realidade, e fizermos qualquer tentativa de a abordar que não resulte num interesse evidente da parte dela, será uma situação em que - parece-me a mim - nos descobrimos numa posição de nos forçarmos ou à pessoa ou de a alterar. Se o Matt tivesse dito que se sentia doente e pensasse ter sido por causa de algo que tivesse comido mas não tivesse a certeza, isso representaria mais uma abertura do que no caso dele permanecer numa postura de lamento e ela perguntasse, “Que se passa?” ao que ele respondesse que se sentia adoentado, e ela respondesse perguntando sobre a razão para isso; talvez ele dissesse achar que tivesse sido o facto dele ter comido algo, ao que ela responderia, “Bom, talvez não tenha sido isso.” Na medida em que o outro participar no diálogo, passaremos a dispor da oportunidade de debate.
ELIAS: Exacto. Mas também deveis ter consciência da aceitação que o outro revele em relação à participação que tiverdes.
BOB: Exacto.
RETA: Sabes que eles não aceitam o concelho duma mãe do mesmo modo que um concelho dum estranho.
BOB: Com certeza, por vezes.
ELIAS: Mais uma crença excelente! (Riso)
RETA: É! Já anotei as palavras.
BOB: As crenças da tua mãe?
RETA: Sim!
ELIAS: Justamente!
DAVID: Recentemente tenho estado em contacto, mais do que há algum tempo, com muitos amigos de Inglaterra com quem partilhei algumas experiências estupendas no mundo do espectáculo. E são muitos. Sempre mantivemos este contacto através da consciência em termos de amor e de amizade – não o consigo explicar – ainda que os não veja durante muitos anos. Tenho vindo recentemente a partilhar com eles as minhas experiências, e elas tornaram-se todas verdadeiramente interessantes. E sinto-me confuso pelo facto de nenhum deles se ter sentido confuso com elas. Virão eles a tomar parte nisto, futuramente? Que ligação existirá com este grupo de indivíduos conhecidos que preservo como uma família?
ELIAS: (A rir) Eu vou-te dizer, Mylo, para uma vez mais investigares! (Riso) Não devo estar aqui a fornecer-te as respostas que te cabe obter, tal como não estive a fornecer respostas nem a carregar o Michael e o Lawrence durante os estertores iniciais das nossas sessões, por teres a capacidade de investigar e de contactares contigo próprio!
DAVID: Está bem, serão eles... (Rimos todos) Não não não! Isso não é investigar quem eles sejam! Só queria saber, virão eles a fazer parte disto?
ELIAS: Se o escolheres!  (Desatamos todos a rir) Eles fazem parte desta mudança!
DAVID: Bom, toda a gente faz!
ELIAS: Justamente!
DAVID: Eu só pressinto que os meus dias de trabalho conjunto com eles não se esgotaram, e que haverão outras alturas neste mesmo foco. Sinto essa ligação com eles e eles também, mas só gostava de saber se esse será um pressentimento válido.
ELIAS: E eu eventualmente dissuadir-te-ia de veres esta essência como um consultor psíquico! (Riso)
RETA: Muito bem!
DAVID: Bom, eu vou consultar o meu baralho do Tarot e a minha astrologia, e vou tornar-me no meu próprio consultor psíquico!
ELIAS: Excelente ideia! Mas tu podes deparar-te com o Mylo nesse processo! (A rir, enquanto desatamos todos a rir de novo)
VICKI: Eu tenho uma pergunta subordinada ao Nono Passo, conforme creio.
ELIAS: Esse é o passo “anterior ao inicial”!
VICKI: Correcto. Sim, é sobre esse passo. (A rir)
ELIAS: Por eu ser tão aficionado do "antes do começo!" (A rir)
VICKI: Então, se estivermos a interagir com uma pessoa numa base de regularidade, e caso ele expressar o desejo de deixar de manter tal interacção, aí presumo que se aceitar essa expressão, num caso desses não tentaríamos abordar o indivíduo.
ELIAS: Correcto.
VICKI: Isso em si mesmo equivaleria à aceitação da expressão da pessoa.
ELIAS: Exacto. Não procurais alterar o outro. Estais unicamente a tentar estender auxílio no âmbito da aceitação, e a sugerir-lhe relativamente à aceitação que ele revelar.
DREW: Então, qualquer ajuda que se inscreva no quadro da aceitação que revelar em relação às suas próprias crenças, e compreensão de se tratar de crenças ao contrário de as alterar, fará parte duma abordagem bem sucedida caso ele permaneça aberto à sugestão?
ELIAS: CASO o indivíduo se revele aberto a tal abordagem. Haverás de te deparar com indivíduos que ainda não gozam duma perspectiva das crenças enquanto crenças, e que, em conformidade, não estão predispostos a aceitar o conceito de crença. Portanto, isso não deve ser objecto de contestação.
MARCOS: E a razão para isso não assentará no facto desse processo possibilitar o surgimento da mudança de um modo menos traumático?
ELIAS: (Com firmeza) Sim. De cada vez que manifestardes aceitação pessoal, ou aceitação do outro, ou das crenças, ou das situações, estareis a ceder energia para a redução do trauma associado à mudança.
VICKI: E quando alguém nos pede a opinião e nós lha damos e a pessoa fica aborrecida? De que passo estarás a falar, aqui?
ELIAS: Já discutimos esta situação muitas vezes anteriormente numa questão idêntica. Eu respondi-vos que precisais aceitar-vos a vós, e aceitar igualmente a resposta do outro sem a julgardes, e sem assumirdes responsabilidade. Cada um cria a sua própria realidade e as suas próprias respostas. Podeis influenciá-lo nessas respostas dependendo da intenção que tiverdes no acto, mas se não estiverdes intencionalmente a antagonizar o outro indivíduo, e a resposta que ele der for o que encarais como negativa, isso é responsabilidade que lhe diz respeito a ele, e não a vós. Além disso está a operar no contexto das suas próprias crenças, que lhe influenciam a realidade e as respostas que dá.
VICKI: E portanto se aceitarmos a resposta que der, isso significará alguma ajuda para ele?
ELIAS: Exacto. (Com humor) Portanto, proceda-se a uma nova chamada de atenção - coisa que deixo a teu cargo, Dehl!
RETA: Oh céus! Está bem.
ELIAS: Este aviso deve assinalar o termo: “Aceitação”, que passará a ser o nosso novo lema, tal como a divisa inicial era “Notar”. Agora que avançastes para um “escalão superior” – (para a Reta, a rir) “níveis!” – podeis alterar o letreiro para Aceitação, ao contrário de Notar, por irmos dar continuidade à Aceitação por muito mais tempo do que o empregamos no Notar!
BOB: Se te prometer não te perguntar coisa nenhuma acerca disso, dir-me-ás qual será o termo do próximo aviso? (Desatamos todos a rir)
ELIAS: (A rir) Isso representaria um paralelo absoluto com o Lawrence, no exercício de tentar acertar, coisa em que o Lawrence é extremamente bom!
BOB: Isso não é responder á pergunta que fiz!
ELIAS: Estou inteirado disso!
BOB: Nesse caso, não aceitas a minha curiosidade?? (Riso geral)
ELIAS: Eu sugeri ao Lawrence muitas ausências de resposta em relação a essas perguntas do estilo tentar acertar. Por isso, Passo a sugerir ao Siman a mesma coisa: Uma ausência de resposta da parte do Elias! Coisa que me permito a nível pessoal, por ser o Omnisciente Elias! (Riso) Por isso, a Omnisciência tem os seus privilégios!
NORM: Eu tenho uma pergunta respeitante às estupendas analogias que empregas, sendo uma delas por exemplo a da árvore e das raízes por debaixo dela e daquilo que se pode divisar acima. Mas não terás uma analogia como essa para o certo e o errado?
ELIAS: (Bem-humorado) Devo trabalhar nesse grave projecto em conferência, e logo entrarei em contacto contigo.
NORM: Obrigado.
ELIAS: Não tens o que agradecer. Vamos fazer um intervalo. Não receies! Eu arranjo-te uma analogia! (Ver a nota de rodapé (1) sobre a analogia)
NORM: Bom, obrigado!
ELIAS: Muito bem.
INTERVALO
ELIAS: Continuemos. (Pausa) Ou não!
DAVID: Muito bem. Eu tive um sonho, e gostava de te fazer perguntas sobre esse sonho. Tive-o esta manhã. Estava a tentar trabalhar. Encontrava-me num restaurante ou coisa parecida e estava a tentar reunir o meu trabalho, e por uma razão qualquer isso não acontecia. E notei um alvo de dados pendurado na parede, e conseguia escutar aqueles tipos a conversar e a prepararem-se para jogar esses dados, mas não conseguia vê-los. É como se fossem invisíveis. Conseguia escutar-lhes as vozes e ver os dados. Havia três dados espetados no alvo e a cor das extremidades desses dados era amarela. E então os dados começaram a mover-se como se alguém invisível estivesse a arremessá-los, e eu pensei: “Ah, deus meu! Consegues ver isto?” E eu ia ao encontro daqueles que estavam ao meu redor a dizer, “Consegues ver aquilo? Preciso que vejas aquilo que eu estou a ver! De outro modo vou pensar estar tolo!” Mas eles não conseguiam ver, excepto a jovem, e ela disse - segundo creio - uma versão mais nova da Vicki, mas mais pequenina. Ela disse: “Sim, consigo ver aquilo.” E eu disse: “Graças a Deus! Ena! Que pensas daquilo?” E de repente um dos dados saiu do alvo e dirigiu-se na minha direcção, e eu fiquei assustado. Agarrei o dardo, e estava a debater-me com a energia dele e a tentar atirá-lo de volta. Fui contra um muro de tijolos e golpeei-o com a extremidade de aço do dado, que acabou por dobrar. Tive de o dobrar para que não me ferisse, e continuei a dobrá-lo até ficar embotado. E aí acordei.
ELIAS: Muito criativo! Além de vir bastante a propósito, com as imagens que estás a estender a ti próprio. Os dados simbolizam tu próprio e as crenças que abrigas. Os indivíduos invisíveis que atiram esses dados és tu a atirá-los para longe de ti e a não sentires vontade de os jogar. Aquele dado que parece atacar-te simboliza as crenças que estás a conduzir a ti próprio duma forma objectiva, e com que estás a lutar ferozmente para afastares o uso dessas crenças, por perceberes que podem tornar-se fonte de prejuízo para ti se os examinares na sua inteireza.
DAVID: Foi mais ou menos o que eu pensei que simbolizasse. Eu sinto, pois, nesse imaginário a existência de um poder que possuo que é de tal modo forte que sempre pareço vencer aquilo com que estiver a tentar lutar. Eu sei que se perdesse, digamos assim, seria benéfico para mim perder a luta. Mas sinto-me de tal modo poderoso que não sei se alguma vez me irei suplantar, se é que entendes aquilo que estou para aqui a dizer.
ELIAS: Procura tentar desistir da luta.
DAVID: Aquele dado ia mesmo... (A esta altura o David faz uma demonstração dramática de ser apunhalado) Era isso que eu teria acabado por fazer!
ELIAS: (Ri) Ou talvez o dado te tenha trespassado!
DAVID: Se lhe tivesse dado uma oportunidade para tanto.
ELIAS: Precisamente.
DAVID: E as cores amarelas na extremidade dos dados, nas alhetas, esse amarelo representará alguma coisa?
ELIAS: Emoção.
DAVID: Emoção....
ELIAS: Tão pouco característico do Mylo, por se focar no pensamento e não tanto no lado emocional, no lógico, tão sério quanto ele é! (Desatamos todos a rir de novo)
STELLA: Na noite passada a Vicki conduziu-me através duma regressão e eu queria descobrir algo sobre a Lisa, a pequena. Suponho que se trate dum Eu futuro, mas não penso que a Lisa seja um foco futuro. Penso que a Lisa tem muito que ver com o que eu era quando era pequena. Creio mais que ela seja uma divisão ou ramificação de mim própria. Vê bem, antes da sessão eu tinha pedido à Vicki... Eu gostava de saber o que lhe tinha acontecido por sentir fortemente não ser a mesma pessoa. Sinto que essa pequena, de qualquer maneira não se encontra mais presente. Ela deve ter partido para qualquer parte, e eu queria descobrir isso acerca dela, e tudo o que revelei na noite passada tem que ver com uma identificação do presente foco. Ela ainda se sente muito zangada. Ela ainda se encontra emudecida. Ainda está em estado catatónico. Ela não quer falar, e isso sou eu. Isso era eu. Eu quero ajudar nisso... Não sei como chamar a isso, ou o que lhe chamar.
ELIAS: Um outro foco.
STELLA: Ela é um outro foco? Então, não é uma parte de mim, neste foco?
ELIAS: Mas é.
STELLA: Espera lá! Já estou completamente confusa!
BOB: Junta-te ao grupo!
STELLA: Espera!
Nota da Vicki: Este conceito dum outro foco como sendo nós, mas sem sermos nós, é uma dos mais difíceis para mim. Alguém entenderá isto?
ELIAS: Cada foco constitui um elemento da essência. Por isso, eles acham-se misturados. Eles estão todos a ocorrer em simultâneo e encontram-se misturados. Já referi anteriormente que também podeis ver outros focos da essência como outros Eu prováveis, de certa forma. Por isso, apesar de cada foco comportar a sua própria identidade, cada um deles constitui também um elemento da essência, e cada um deles comporta a totalidade da essência em si. Por isso, vós sois todos intercambiáveis e SOIS os outros focos, apesar de, na identidade e na atenção que vos caracteriza, serdes vós. Por isso, cada foco pode influenciar qualquer outro foco e vós podeis identificar um outro foco como sendo vós, porque a diferença na tonalidade de cada foco é de tal modo ligeira que se torna quase irreconhecível. Por isso, podeis identificar os mesmos elementos em vós como sendo vós próprios em determinadas alturas deste foco, ao vos identificardes com as semelhanças do outro foco, o que também representa uma acção de transferência ou trespasse.
STELLA: Então isto consiste numa acção de transferência ou trespasse com a Lisa?
ELIAS: Exacto.
STELLA: Está bem. E em relação ao tipo que a Vicki só queria que morresse rapidamente? Quero dizer, ela conduziu-me por esse processo de forma tão rápida, que eu digo-te, foi verdadeiramente interessante!
ELIAS: Podeis voltar a investigar esse "tipo." (Com humor)
STELLA: Chamar-se-á Zulu? Captei algo do género Zulu, com um  Z. Não consigo pronunciar os Z. Esse tipo estará relacionado com esse nome, ou algo assim?
ELIAS: Está.
STELLA: Ah, mas que formidável! Mas então, espera aí um segundo.... (Riso geral)
ELIAS: Mostra-se complacente! (A fingir que olha para o relógio da Mary) Vós actualmente dispondes de milésimos de segundos!
STELLA: Então esse tipo terá morrido? Eu sei que ele morreu de fome. Ele terá alguma coisa que ver com a anorexia de que sofri a certa altura?
ELIAS: Que pergunta tão interessante! Não quererás fazer uma investigação?
STELLA: Dizes-me sempre a mesma coisa! Dás tantas respostas a toda a gente e só a mim é que não! (Desatamos todos a rir)
BOB: É claro, ele está sempre a responder às minhas!
ELIAS: (Para a Vicki) Anota isso na nossa transcrição, o facto da Cindel estar agora a revelar tal desejo!
STELLA: Mas consegui trazer ao de cima o nome! Consegui trazer extrair o Zulu!
ELIAS: Mas és suficientemente capaz de extrair o resto da informação!
STELLA: Eu sinto-me inclinada a acreditar que tenha que ver com a anorexia de que padeço. Está bem? Muito bem, óptimo! (Riso) Ah, mas isto é de doidos! Ele terá morrido por se recusar a alimentar-se, ou por escassez de alimentos?
ELIAS: Vou-te responder em teu abono - por falta de alimentos.
STELLA: Não havia comida disponível?
ELIAS: Exacto.
STELLA: Mas sabes, (riso) sabes que quando o nome Zulu eclodiu eu não havia comido e comi em demasia. E a seguir pensei no Zulu e disse: “Nunca mais vou comer demais,” apenas por não saber bem! E ocorreu-me pensar nele! Foi espantoso! Por isso, nunca mais vou comer em demasia de novo! Isto é magnífico! Ele transmitiu-me isso! (Desatamos novamente todos a rir. A Stella é... indescritível!)
ELIAS: Isso pode ser uma reacção exagerada! (A rir)
STELLA: Não, é muito interessante! Mas ele faleceu jovem, ele morreu tão novo.... Ah, meu deus....
ELIAS: Oferece uma “verdade” à Stella! (A Vicki estende à Stella um lenço de papel) (2)
STELLA: De qualquer maneira, penso que tenha experimentado uma morte. Foi muito rápido! (Riso, enquanto o Elias dá uma risada) Está bem, é só isso!
ELIAS: Podes escolher voltar a passar por essa actividade e abrandar o movimento do processo efectivo da morte se o preferires! (A rir)
STELLA: Não, porque não tenho vontade de me tornar novamente masoquista! Decidi que o não voltarei a fazer. Não, foi óptimo. Foi óptimo! Era preciso alguma coisa. Eu sei que o senti, e que abandonei isso, e agora está tudo bem. Eu quero ajudá-la. Eu quero ajudar a Lisa.
ELIAS: Tu podes entrar em contacto, no contexto da consciência, com esse outro foco e ceder-lhe uma energia de ajuda.
STELLA: Claro, é o que eu pretendo fazer. Está bem, obrigado.
ELIAS: Estendo-te o meu reconhecimento pela contínua realização no envolvimento que obtiveste por intermédio dos actos de transferência!
RETA: Eu tenho uma pergunta ligeiramente diferente dessa. Ontem tive uma experiência com uma Martha, que provavelmente foi traumática para ela. Que poderei fazer para ajudar essa pequena jovem?
ELIAS: Expõe aos presentes.
RETA: Bom, foi uma coisa do tipo certo e errado. Este indivíduo tinha andado a trabalhar num projecto, e nós perguntámos-lhe repetidamente se ela precisava de assistência e ela respondeu que não. Quando chegou a uma situação de prazo limite, eu fui ter com ela para a ajudar. Estava tudo errado. Por isso, eu peguei naquilo e passei catorze horas a refazer o projecto, e é claro que ela ficou muito aborrecida. Eu senti-me chateada por todo o tempo que tive que lhe dedicar, mas estava muito mais empenhada em conseguir finalizar o trabalho a tempo e não notei que ela se ausentou, pelo que a assistência ficou sem efeito. Agora; como hei-de ajudar essa jovem?
ELIAS: Por meio da aceitação.
RETA: Aceitação do quê?
ELIAS: Do que ela expressou, e pela permissão para, por intermédio do uso dos teus sentidos interiores, acederes a uma compreensão da expressão, da emoção e da criação da realidade desse indivíduo.
RETA: Eu creio ter compreendido a realidade dela devido ao tipo de pessoa que ela é. Para a idade dela, ela é bastante imatura e fraca, mas para a posição que assumiu não demonstrou honestidade, e eu compreendi que tenha funcionado como um método de protecção para ela.
ELIAS: O que te digo, Dehl, é que acabaste de exprimir quatro crenças diferentes numa única frase: que esse indivíduo é imaturo, que ele é fraco, que devido à idade, esse indivíduo é ineficiente, e que esse indivíduo detém uma posição que vai além da capacidade que revela.
RETA: Ena pá, eu realmente toquei nisso, não foi?!
ELIAS: Que “fala barato”! Podes trocar esse apelido pelo de Dehl! (Em referência ao “Fala barato” que é o apelido que atribuímos ao Elias)
RETA: Não contém nada de certo nem errado, não é?
ELIAS: Examina as tuas próprias crenças, por serem elas que projectam o julgamento e a falta de aceitação na direcção do outro. Vamos fazer uma reciclagem do curso da Aceitação 101 pessoal  para refrescar o tema, que poderás atender se o desejares!
RETA: Vou comparecer!
BOB: A Aceitação correctiva.
ELIAS: Justamente! Isso deverá ser oferecido no próximo Outono.
RETA: Tudo bem. A nível privado? Haverá mais alguém a precisar da Aceitação 101?
ELIAS: Absolutamente! (Riso, enquanto o Elias ri novamente)
RETA: Está bem. Primeiro a aceitação, e a aceitação dela – estou a inserir as palavras na mente – aceitação das limitações que apresenta e compreensão da posição que ocupa, em vez de acreditar ser capaz de fazer mais? Aceitação dela, da posição que ocupa?
ELIAS: Cada elemento em que pensas que apresente uma conotação de juízo crítico por qualquer via, examina em primeiro lugar as crenças que albergas nessa área e tenta ultrapassar essas crenças e aceita-as em ti, que isso te há-de habilitar a aceitar os outros.
RETA: Eu diria que na maior parte das nossas vidas, especialmente na vida que levamos no trabalho - mas também pode acontecer nas nossas vidas pessoais - todos nós já teremos passado por isso e cometido erros, e devo lembrar-me de ter passado por isso, certa vez, que desse modo isso me afastaria uma enorme quantidade de juízo crítico.
ELIAS: Se isso te for útil, nesse caso poderás empregar esse processo.
RETA: Posso colocar uma outra pergunta? Vai ocorrer uma conferência médica em La Jolla, na Califórnia, em Outubro, e é a primeira vez que tem lugar. Penso que terei mencionado isso antes, mas não me recordo daquilo que disseste. É uma oportunidade para nós de nos encontrarmos com as pessoas – de um grupo da profissão médica, um pequeno grupo – pela primeira vez, que vai debater os efeitos da oração ou da emissão de energia aos seus pacientes. Bom, eu podia comparecer apenas na qualidade de ouvinte, assim como podia comparecer na de participante. Que pensas? Penso até que o Elias podia participar. Eu era capaz de tratar dos preparativos. Será demasiado cedo?
ELIAS: Isso depende unicamente da vossa opção.
RETA: Não é opção que possa tomar, mas sim tu!
ELIAS: Eu vou acolher seja quem for que se apresente diante desta essência. Por isso, se as pessoas estiverem presentes e quiserem escutar, podeis ter a certeza de que esta essência se pronunciará! (Riso)
RETA: Muito bem. Nesse caso, o primeiro passo que daria seria no sentido de... (Consulta as anotações dela) abordar! Abordar esta essência! (A Reta desata a rir)
ELIAS: Muito bem, Dehl! (A sorrir)
DREW: Eu tenho uma pergunta relacionada com algumas imagens oníricas. Há cerca de um mês, eu estava tirar uma soneca rápida, de uma hora. Não recordo se terei ligado o meu relógio despertador ou não, mas mentalmente sugestionei-me para acordar passado uma hora. Passados uns quarenta e cinco minutos, obtive a imagem de uma mulher, e após o sucedido, fiquei com a impressão daquilo já ter acontecido antes. Ela era-me familiar da cintura para cima, acenou-me, e despertou-me com os acenos que fez. Eu gostava de saber o que é que essa imagem representa. Desde que comecei a frequentar estas sessões e a comparecer às reuniões, as minhas imagens oníricas tornaram-se mais vívidas e mais intensas, a ponto de estas coisas que costumava anotar para te perguntar, se tornaram comuns. E agora é este material que obtém o maior destaque, e este em particular obteve tanto significado que me leva a fazer-te perguntas sobre ele.
ELIAS: Isso também consta da abordagem de um outro foco. Isso deverá tornar-se mais frequente para todos, à medida que fordes passando para uma abertura e uma permissão para acolherdes uma consciência mais vasta. Haveis de vir a permitir a acção de transferência ou trepasse e a defrontar-vos realmente e a intersectar e a abordar outros focos. Este – (para a Reta) também podes anotar! – representa um outro passo inicial no âmbito da acção desta mudança, contactar outros aspectos vossos e da essência. Por isso é que admites – até mesmo a Shynla – a intersecção de outros focos da tua essência, a título de identificação de comportares mais ao nível da essência do que apenas esta atenção (Eu).
DREW:  Tal como recordo o sucedido, acredito que tinha um certo volume de medo associado à visão dessa mulher, mas não consigo recordar se o medo era devido unicamente às imagens serem tão intensas e se seria apenas o género de medo que por vezes nos acompanha, no meu caso, de qualquer maneira, com este tipo de experiência, ou após ter acordado, um pressentimento de não ter a certeza de ela me estar a acenar para eu acordar, e se tivesse seguido os acenos dela eu me teria separado desta vida.
ELIAS: Tu não te separarias. Isso é meramente um movimento duma proximidade maior do que aquela que alguma vez terás permitido, em relação a um outro foco. Inicialmente muitos experimentam temor, associado à intensidade da realidade da experiência. Também podes intersectar um Eu alternado no teu futuro próximo, e podes experimentar uma sensação de apreensão ou de temor.
DREW: Um Eu alterno é um outro Eu situado neste foco e neste período de tempo?
ELIAS: Exacto.
DREW: E quando referes intersectar, referes-te duma forma objectiva, como um encontro físico actual...
ELIAS: Não.
DREW: ah, subjectivamente.
ELIAS: De forma objectiva só que não física.
DREW: Pensei que objectivamente significasse em termos físicos.
ELIAS: Não necessariamente no contexto da matéria.
DREW: Nesse caso poderia ser por um tipo qualquer de comunicação?
ELIAS: Um Eu alternado não é um outro foco material. É um outro aspecto do vosso foco. Por isso, ocupa uma dimensão diferente...
DREW: Ah!
ELIAS: ...nesta dimensão do vosso ser (riso). (A rir)
DREW: Eu vou conseguir esclarecer isso depois, quando alguém felizmente me puder ser útil de forma a não ter de gastar tempo aqui, a menos que seja alguma coisa...
ELIAS: Existem muitas dimensões nesta dimensão física. Por isso, vós possuís um incontável número de Eus alternados que fazem todos parte de vós, e na realidade podeis ver esses Eus alternos e intersectá-los e conversar com eles, apesar deles não se materializarem na matéria física à vossa frente.
DREW: Num devaneio, por exemplo, ou o que poderei posteriormente interpretar como uma alucinação ou algo desse género? É como eu poderia...
ELIAS: Exacto, assim como poderás também apresentar a ti própria uma projecção bastante temporária de um Eu alterno.
DREW: Será que a meditação ao espelho também abriria a porta a algo desse género?
ELIAS: Isso é uma maneira.
DREW: Está bem, eu queria abordar algo mais sobre essa mulher. Esqueci onde foi que começaste a tratar das dimensões inseridas nas dimensões. Se me recordar, eu volto atrás. Obrigado.
ELIAS: Muito bem.
VICKI: Eu gostava de fazer uma pergunta acerca da regressão que a Stella fez a vidas passadas. Obtive uma reacção física da parte daquele indivíduo que estava às portas da morte, e obtive um tipo de resposta dessas antes de ajudar na regressão. De modo que a apressei no processo (a rir) por me estar a afectar em termos físicos. Eu estava a asfixiar. Que outras alternativas terei tido nessa altura? Não me pareceu que tivesse alguma. Não conseguia deter aquela sensação de asfixia.
ELIAS: (Dá uma risada) No teu presente desenvolvimento, para o referir em termos figurados, tu estavas a utilizar a acção mais provável e eficaz. Mas também te posso dizer que futuramente poderás proporcionar a ti própria o conhecimento, por meio duma sugestão objectiva, de apesar de estares a admitir uma ligação de empatia e uma certa fusão, isso não diz respeito a um foco da tua essência, pelo que não se faz necessário que vás tão longe nessa fusão com a experiência da outra essência! (A sorrir abertamente)
VICKI: Eu tentei dizer isso a mim própria, só que não resultou lá muito bem! (Riso)
ELIAS: (Risadas) Por isso, devo dizer-te que a expressão que utilizaste foi eficiente.
VICKI: Bom, eu tenho uma outra pergunta acerca disso com respeito à prática das regressões...
ELIAS: (De forma bem humorada) Entra em contacto com a Shynla, porque ela também possui muito boas bases e acha-se focada e é muito versada nas ligações empáticas sem se apegar a essa experiência da empatia!
VICKI: Vou-me certificar que da próxima vez ela esteja presente!
ELIAS: Muito bem! (Riso)
VICKI: Mas, de qualquer modo, a pergunta que tinha era, quando entramos em sintonia com a Lisa, quando ela estava com dez anos, a expressão verbal dela foi: “Não tenho vontade de falar. Deixa-me em paz.” De forma que foi o que eu fiz. Passamos para uma outra área. Mas a pergunta que quero fazer é se existirá mais alguma coisa, mais alguma acção que possa ter tomado nessa altura que me tivesse podido ajudar?
ELIAS: Não. A aceitação dessa expressão é o que se revela mais útil. Lembra-te de que quando abordais esse novo “jogo”, vós afectais os outros focos e a sua realidade. Por isso, não tendes desejo de vos intrometerdes com esse indivíduo nem com a sua realidade.
VICKI: É à luz disso que faço estas perguntas. Percebo que resulta uma certa afectação, mas só não tenho a certeza sobre o que seja nem quanto ao que fazer em determinadas alturas.
ELIAS: Numa situação dessas, tal como poderias estar a exprimir-te para com um indivíduo concreto diante de ti, não desejarias intrometer-te nem mostrar-te prepotente para com ele, mas tratarias de procurar aceitar o que ele expressasse. Por isso, se uma criança viesse a ti e te dissesse: “Não tenho vontade de conversar,” tu aceitarias o facto. Por isso, também poderás mostrar aceitação em relação ao outro foco no âmbito desse novo “jogo”, por ser a mesma coisa.
VICKI: Nesse caso, basicamente, os nove passos aplicar-se-iam.
ELIAS: Justamente.
VICKI: Está bem.
ELIAS: Estais a abordar um outro foco, que é essencialmente tão real quanto este em que a vossa atenção se centra.
VICKI: Está bem, obrigado.
ELIAS: Não tens o que agradecer.
NORM: Eu tive uns quantos sonhos. Disponho de interpretações alternativas, pelo que gostava de te fazer perguntas acerca delas. Num deles, eu contemplava um cenário tipo um campo aberto, talvez com erva e terra, e aqueles dois personagens tipo banda desenhada, cor-de-rosa, talvez com uns três ou quatro anos de idade, eles andavam à roda no campo relvado, e passaram justamente por debaixo de um cachorro, e subitamente aflorou-se-me a palavra Italiano. Por isso penso que ou tenha sido que isso tenha algo que ver com a Diana e a Teresa ou que tenha que ver comigo e com o foco que tenho do Stephen. Mas estou a esforçar-me por encaixar a palavra Italiano nisso, pelo que acabo confuso.
ELIAS: (Tenta aceder, e em seguida pronunciando-se com um tom de seriedade) Também eu me sinto confuso! (Riso geral) Apenas a brincar! (A sorrir enquanto a Drew solta um suspiro simulado de alívio) Ainda não foi desta que o Sabe Tudo caiu! (A rir)
DREW: Claro! Ena pá, por um momento cheguei a....
ELIAS: (Dá uma risada) Contém esse teu coração palpitante!
A palavra Italiano constitui a imagem que apresentas a ti próprio a simbolizar o elemento religioso e a afectação causada pelas crenças inerentes ao desenlace desses indivíduos. Tu estendeste a ti próprio imagens no teu estado do sonhar desses indivíduos assim como o alcance que o elemento religioso tem que foi inicialmente identificado com a Igreja Católica Romana, de que descendeu a Igreja Anglicana, que também sofre uma afectação com o desenlace desses indivíduos e o alcance da afectação religiosa das massas.
NORM: No outro sonho, eu encontro-me no assento de trás do meu carro, atrás do assento condutor com a porta esquerda aberta, e entretanto um outro carro aproxima-se e pára à direita, com se ambos os carros estivessem alinhados em paralelo. O condutor sai do carro, mas era evidente que a caixa de velocidades se achava engrenada, pelo que o carro começou a avançar. E de repente, - o volante deve ter esbarrado com qualquer coisa – que ele guinou para a esquerda em frente ao meu carro. Eu estava a pensar que ele ia dar a volta, e tentei chegar ao assento da frente do meu carro. Mas de repente, aquela coisa mete-se, aquele carro, aquele outro carro simplesmente mete-se à frente do meu carro, e transforma-se num tijolo.
ELIAS: Esse é um imaginário bastante semelhante ao do Mylo que possui um tema subjacente inerente às crenças que estais a tentar usar, e como tal a pôr em marcha, mas sem desejarem completamente estabelecer contacto com as crenças; daí o desengrenar do movimento, o que vos reflecte com toda a criatividade a transformação num tijolo, conforme a linguagem que empregaste para a acção do que fazes quando não abordas as crenças. Bastante criativo!
DAVID: Irás debater em breve o aspecto religioso que disseste que iríamos abordar em alguma altura futura, com respeito por exemplo às palavras que Jesus emprega na Bíblia, de modo a sermos capazes de as interpretar melhor?
ELIAS: Vamos ter uma série de debates subordinados a essa área. Eu estou somente a aguardar pela altura que as gémeas acharem apropriada.
DAVID: Ah, Está bem. (Pausa)
DREW: Posso dar seguimento à questão daquela mulher, se me deres licença?
ELIAS: Podes.
DREW: Recordo as duas outras perguntas que tinha. Os acenos dela terão representado um encorajamento para investigar, ou terão tido um outro sentido?
ELIAS: Um incentivo para te envolveres.
DREW: Para me envolver. Parece-me que seja bastante agressivo da parte desse outro foco estar a transferir-me pedidos de envolvimento ao contrário do modo como tenha operado no passado, em que tive alguns trespasses ou transferências e obtido algumas imagens em resultado daqueles que tenha investigado. Essa foi a primeira vez na minha experiência que um outro foco se posicionou diante de mim a convidar-me para investigar de uma forma tão evidente.
ELIAS: Tu presumes que por causa da tua atenção se achar focada neste segmento temporal que engloba a mudança, todos os teus outros focos não estejam a envolver a mudança.
DREW: Então isso na realidade envolve uma acção proveniente desse outro foco na direcção do meu, ao contrário do que acontecia no passado em que tomava a outra direcção?
ELIAS: Exacto.
DREW: É interessante. Tu indicaste que eu me achava mais próxima desse foco – penso que tenha sido esse o termo que empregaste, ou a ligação que tinha com o foco ou o trespasse, não consigo recordar as palavras que utilizaste – do que dos outros.
ELIAS: Isso é um erro de interpretação.
DREW: Está bem, que foi que disseste?
ELIAS: Não quis dizer que tivesses uma ligação forte, mas que te permitiste aproximar mais num envolvimento com esse foco do que terás permitido previamente em relação aos outros focos.
DREW: No entanto, os outros focos apresentaram, de longe muito mais imagens e experiências através da regressão da memória e dos sonhos, e eu obtenho mais conhecimento acerca deles e sou mesmo capaz de evocar cenas vívidas e sentir odores e esse tipo de coisa. Tudo o que obtenho acerca dessa mulher consiste basicamente numa visão dela da cintura para cima, um aspecto físico dela, e é tudo. Por isso, como será que eu...
ELIAS: É a mesma coisa, em analogia – (Para o Norm) Eu não esqueci a analogia que me pediste! Só que ainda não conferenciei sobre isso! – que veres os teus focos na vossa televisão, em que podes assistir a muitas cenas e chegares a envolver-te com o outro foco como se se tratasse dum outro indivíduo posicionado bem à tua frente. (Quando o Elias se refere ao “conferenciar”, ele emprega isso em tom de brincadeira)
DREW: Consigo entender. Havia uma dimensionalidade nisso que tinha um aspecto diferente; mais tridimensional, e dotado de profundidade. Então, se eu entendesse dever prosseguir com um laço adicional e provocar algum trespasse da parte de algum dos meus focos, dirias que este em particular seria o mais – desculpa o termo – “benéfico” a dar continuidade nesta altura, em termos de aprendizagem e de informação?
ELIAS: Diria, por se tratar dum foco futuro, nos teus termos.
DREW: Muito bem. Mais alguma informação?
ELIAS: Portanto, esse indivíduo possui informação relativa à mudança. Será isso suficiente para... (A esta altura o Elias utiliza as mãos para indicar um encorajamento)...?
DREW: Se eu dissesse que não, valeria de alguma coisa?
ELIAS: Não. (Riso)
DREW: Também pensei que não. E que tal: “Vou investigar. “ Não soará melhor?
ELIAS: Bastante admissível!
DREW: Vou mesmo. Obrigado. (Elias dá uma risada)
DAVID: Se tomarmos alguns copos antes de nos retirarmos à noite fará alguma diferença aos nossos sonhos? Caso não tomemos nenhuma bebida, será que os sonhos tornar-se-iam mais fáceis de recordar?
ELIAS: Sim, por gerardes uma camada de densidade na ligação entre a actividade objectiva e a subjectiva.
DAVID: Bom, eu não passo sem os meus copos de vinho antes de me deitar!
ELIAS: Nesse caso podes envolver-te numa acção dessas! Mas não te digo que isso seja incorrecto!
Esta noite vou-me retirar, mas fico a estender-vos um grande afecto e muito entretenimento a todos e a ansiar pela nossa próxima reunião, a qual poderá ser a da Aceitação 103 do Envolvimento das Massas... (De novo a dar risadas alegres)... ou talvez não! (Riso) E nesta noite vou-vos dar a todos um carinhoso au revoir, e fica a antecipar o nosso encontro de amanhã. A todos vós, adieu.
Elias parte às 8:39 da noite.
Notas Finais:
(1) Em vez de fornecer ao Norm uma nova analogia, o Elias estendeu-lhe uma que tinha sido proposta em 1/28/na sessão #68. Conforme se segue:
Vós percebeis-vos como um instrumento capaz de tocar um número limitado de notas e de acordes. Percebei-vos antes como a sinfonia. Vós sois todos os instrumentos, e sois o director. A direcção em que a vossa atenção se projecta, representa o tocar o instrumento individual, em cada elemento do vosso foco. Por isso, vós criais todas as experiências.
Se vos focardes num compositor, encarareis esse compositor que tenha composta uma sinfonia como a quinta do vosso Beethoven – vamos utilizar isso em proveito do Michael – rude, composta de sons tempestuosos, muito combativa, trágica, encarareis isso como mau? Não. Não perguntais ao compositor porque razão terá composta uma peça de música tão terrível. Deleitais os vossos ouvidos e os vossos sentidos com a composição. Deleitais-vos na beleza de tonalidade dela. Percebei-la como diferente unicamente em relação à sexta sinfonia desse mesmo compositor, que é ligeira e fácil e etérea e bela e jubilosa! Ambas são composições. E ambas são maravilhosas. São criações, ambas; nenhuma delas é melhor ou pior, mas são ambas vívidas e ambas são oferecidas em função da experiência que envolvem. Do mesmo modo orquestrais vós o vosso foco de desenvolvimento, dando lugar ao trágico e ao jubiloso pela experiência que envolvem.
(2) Há mais de um ano, O Ron pediu ao Elias para ele lhe fornecer uma lista das verdades, altura em que o Elias agarrou numa caixa de lenços e começou a puxá-los um a um, e passou a dá-los a todos. Por isso, no contexto das nossas sessões, verdades representam lenços... ou os lenços representam verdades!
© 1997 Vicki Pendley/Mary Ennis, Todos os Direitos Reservados



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