quinta-feira, 30 de junho de 2011

PRESTA ATENÇÃO AOS SINAIS E PERCEBE A MENSAGEM



SESSÃO #854
“Prestar Atenção aos Sinais, e Captar a Sua Mensagem”
Domingo, 17 de Junho de 2001 (Privada)
Tradução: Amadeu Duarte
(Versão resumida)


JENNY: Eu quero saber algo sobre aquilo que me aconteceu no avião quando regressava de Los Angeles para Nova York.

ELIAS: E que impressão tens?

JENNY: Penso que me encontrava fora do meu corpo.

ELIAS: E que é que detectaste?

JENNY: Notei-te a ti!

ELIAS: E de que forma avalias essa experiência?



JENNY: Eu estava… Eu gostei da experiência por que passei. Mas não sei o que dizer.

DAVID: (Para a Jenny) Que é que pensaste com relação a ela?

JENNY: O que é que pensei acerca dela? Que quero ter mais experiências dessas! (Elias ri) Quero ter cada vez mais. (Ri) Eu só gostava de ter a certeza de não ter sido…

ELIAS: Não foi imaginação.

JENNY: Sim. Bom, eu sei que não foi um produto da minha imaginação.

ELIAS: (A sorrir) E tens razão. Podes igualmente criar experiências desse género permitindo tão só relaxar-te e abrir-te à expressão da tua energia, dando lugar a um livre curso de energia com que eu seja capaz de me fundir.

JENNY: Eu tenho vindo a ter experiências do género, mas sempre que alcanço determinado ponto em que pressinto estar a mover-me ou isso, como se estivesse a ir a algum lado, aí sinto receio de não saber para onde possa estar a ser levada ou… E gostava de saber o que poderei fazer ou dizer a mim própria num momento desses de forma a poder dar prosseguimento à experiência e passar ao que se segue.

ELIAS: Permite-te unicamente relaxar e ter conhecimento de que não estás a ser levada a lado nenhum. TU estás a projectar-te e a permitir-te mover-te e explorar ao invés de permaneceres confinada na tua realidade objectiva.

JENNY: Do mesmo modo, no sonho que tive, um sonho lúcido em que um dos meus irmãos estava a falar contigo ao telefone, eu senti como se tivesses vindo e eu te estivesse a canalizar, tal como a Mary está a fazer agora. E essa foi uma experiência bastante intensa para mim.

ELIAS: Na realidade, aqui trata-se duma experiência ligeiramente diferente da mera imagética dos sonhos. Porque posso dizer-te que nos sonhos e com a criação de imagens aquilo que acontece é uma tradução objectiva duma acção subjectiva e essa tradução objectiva cria as imagens que ocorrem naquilo que identificas como um sonho.

Agora; em parte estavas a criar imagens relacionadas com a conversação do garoto comigo a agir em conjunto com o vosso telefone. Essa foi a imagética que inicialmente apresentaste a ti própria por meio dessa criatividade onírica.

Subsequentemente permiti-te mover-te para uma interacção comigo. Isso representou uma projecção da tua consciência que te permitiu fundir-te com a minha energia a fim de experimentares um acto específico, que te permitiu obter um entendimento claro da acção que ocorre numa troca de energias (Mediunidade) e do que é que acontece nela, e em parte, a forma como isso é experimentado por uma pessoa no foco físico.

JENNY: Eu senti isso. Disse: “De algum modo deve ser deste modo que a Mary se deve sentir mas gostava de ter mais experiências dessas.” Penso que seja o género de actividade com que me quero envolver. Isso representa um crescente processo de confiança em mim própria, no meu ser interior.

ELIAS: Exacto. Agora; deixa que te diga igualmente que a permissão para obteres essa experiência te foi bastante benéfica, já que agora te podes permitir apoiar-te nessa experiência e aplicá-la na canalização da tua própria energia, permitindo que o seu volume, a intensidade e o poder da tua própria energia possa irromper através de ti com liberdade e se expresse exteriormente de modo objectivo.

JENNY: Também tive uma experiência através da qual senti como que a caminhar e aí vi um clarão de luz branca e de súbito essa luz assemelhou-se a uma rosa esverdeada, e eu gostava de saber o que é que isso significa. Quer dizer, eu sei tratar-se dum símbolo do meu ser interior dirigido a mim, e que se tratou de algo proveniente de dentro. Vi isso como prosperidade mas penso que pode querer dizer mais do que isso. Não sei.

ELIAS: Posso-te dizer que a simbologia que criaste com essa experiência consta da expressão duma imagética bastante precisa em relação a ti própria. Porque a projecção da luz simboliza para ti a pureza e a glória do vosso universo, mas de forma bastante eficiente, tu também transferes essa imagética numa expressão simbólica de que o universo, na verdade, és tu. Tu és tudo o que ele é, porque ele é todo concepção e criação tua e tu move-lo na totalidade. Ao transferires a imagética para a correspondente a este universo, e ao expressares a mensagem de se tratar de ti, e portanto de representar todo o teu potencial, uma vez mais, expressaste externamente essa flor a partir do reconhecimento interior do teu universo.

A cor esverdeada corresponde ao tom vibratório do centro de energia verde, que está associado ao coração, aquilo que designais como força vital, além de corresponder à cor da cura. Escolheste essa flor em particular como uma expressão estética da beleza e por isso criaste o equilíbrio e a harmonia desse círculo de movimento, da percepção inicial de que tudo o que é maravilhoso e glorioso se situa fora de ti, mas tornando essa percepção num reconhecimento de que na realidade tudo é criado a partir de dentro de ti própria e és tu própria.

JENNY: Também tive uma experiência quando o David estava a fazer aquele exercício a tentar ver as mãos no sonho. Nessa noite eu vi as minhas mãos, mas não se tratava de mim mas dum homem numa determinada localidade ou tempo, e havia igualmente um velho também. E eu tenho a impressão de poder tratar-se dum dos meus focos.

ELIAS: É verdade.

JENNY: E eu era um homem?

ELIAS: Exacto.

JENNY: Mas era o homem que estava a caminhar ou aquele que contemplava?

ELIAS: Ambos. Ambos são projecções da tua atenção no mesmo foco mas em dois períodos diferentes, um ainda novo e o outro já velho. Tu permitiste-te a experiência de te fundires com o foco na altura em que era novo mas viste simultaneamente o mesmo foco já velho.

JENNY: E eu era judeu ou algo relacionado com isso, não sei, uma guerra ou isso?

ELIAS: Eras. É num período que identificarias como pertencendo ao século passado como o da Segunda Grande Guerra. Posso dizer-te, assim como previamente o fiz junto de outros, existem muitos indivíduos espalhados pelo teu planeta actualmente – e de forma crescente – que estão a ter acesso a essa altura em particular e a permitir-se reconhecer focos que detêm nessa faixa temporal.

JENNY: Será esse o foco belga que mencionaste anteriormente? Em que local se situa?

ELIAS: Não. Que impressão tens?

JENNY: Alemanha? Ou relacionado com ela…

ELIAS: Polónia.

JENNY: Polónia… E então eu era um judeu?

ELIAS: Exacto.

JENNY: E quando era novo era repórter ou algo assim?

ELIAS: Jornalista.

JENNY: Haverá algum modo através do qual possa descobrir mais sobre esse indivíduo, através dos livros de registos ou isso?

ELIAS: Possivelmente. Podes investigar e prestar igualmente atenção às tuas comunicações íntimas e às tuas impressões, as quais te guiarão, por assim dizer, nessa exploração.

JENNY: Não me poderás dar uma pista? (Elias sorri) Eu não percebo muito de história!

ELIAS: Tu já ofereceste a ti própria imensas pistas!

JENNY: Eu sei! Eu dei.

ELIAS: Por isso, continua com a tua exploração. Já te ofereceste confirmações, e comportas a capacidade de dar prosseguimento a essas explorações.

JENNY: Mas tu vês, penso existir algo acerca disso que se assemelha a uma mensagem ou isso. Eu vi aquele homem, o jovem eu a ver o velho eu. E existe algo aí que eu preciso saber. Porque, quando vi este velho ele parecia bastante só. Aquele homem achava-se só. Não sei… Eu fiquei verdadeiramente impressionada por me ver desse modo. Haverá aí algo que pretenda transmitir a mim próprio?

ELIAS: De certa forma, sim. Não necessariamente com relação à expressão da solidão, mas muito mais em relação ao valor e à importância que esse foco atribui à família e às relações, e também a forma estreita como tu te relacionas com tais expressões.

JENNY: Tu mencionaste igualmente que eu tinha um foco na Bélgica durante a Segunda Grande Guerra. Será possível que eu tenha vários focos nessa altura?

ELIAS: Nesse período tu tens três focos da tua atenção.

JENNY: Qual era o outro?

ELIAS: Ah! E porque não investigas? (Riso) Continua com a tua aventura e explora!

JENNY: Também tenho a impressão… Estavam a falar sobre pintores, e de algum modo fiquei com a sensação de alguma coisa em relação à Frida Kalo, a pintora mexicana. Ontem senti algo na minha mão, na minha mão esquerda, que foi verdadeiramente forte. Quase me fez mover a mão.

ELIAS: Tens razão.

JENNY: A Frida Kahlo fui eu?

ELIAS: Estás correcta.

JENNY: Sim, mas em que século foi isso, no mesmo? Terá esse sido o meu terceiro foco, por essa altura?

ELIAS: Investiga! Ah, ah, ah!

JENNY: Está bem! (Elias ri) Está bem, então eu fui a Frida Kahlo.

DAVID: Como se chamava o marido dela?

JENNY: Diego Rivera. Terá o David sido o Diego Rivera, ou terá sido o meu ex namorado com que andava na altura?

ELIAS: Nenhum.

JENNY: Será alguém que eu conheça?

ELIAS: Não o direi porque tu o vais descobrir por ti própria e na nossa próxima reunião poderás validar a informação num acto de confirmação daquilo que tiveres descoberto.

JENNY: Está bem! Quando eu era nova eu lia muito acerca dela! Eu estava a conversar com o Albert outro dia e aquilo realmente tocou-me, eu disse-lhe: “É a Frida Kalo!” Ela costumava pintar com a mão esquerda.

DAVID: Está bem; vamos lá ver. Na verdade gostava de oferecer algumas impressões.

ELIAS: Muito bem.

DAVID: O escritor, o foco famoso como escritor: seria ele o do Robert Browning? (Pausa)

ELIAS: Tu participas na qualidade de foco de observação desse foco, mas não na qualidade da essência que dirige.

DAVID: Então a Jenny não era a Elizabeth Browning?

ELIAS: Não.

DAVID: E o Rodin? Eu continuo a sentir esta paixão pelo Rodin. Pensava que ele tenha sido eu próprio, mas penso que foi antes o meu pai. Estarei correcto em alguma dessas posições?

ELIAS: Posso-te dizer que tu não és esse essência nem o é o teu pai, mas tu participas com essa essência naquilo que designas como relacionamento estreito, e sentes uma espantosa admiração e afeição por esse indivíduo durante esse foco.

JENNY: Seria ele outro artista?

ELIAS: Segue as tuas impressões!

DAVID: Que papel desempenharia, o de sua esposa ou…

ELIAS: Diz-me a impressão que tens.

DAVID: Eu era sua companheira nessa altura, outra artista.

ELIAS: Exacto.

JENNY: Qual era o seu nome?

DAVID: Camille Claudel.

ELIAS: É nisso que consiste o jogo, meus amigos! Prestarem atenção às vossas impressões, prestarem atenção à vossa imagética objectiva, aos factores de atracção que sentis, e permitir-vos considerar esses factores de atracção e de fascínio de forma a obterdes acesso e explorardes a vossa própria energia.

Permite-te sentir a tua própria energia, permiti-vos pressentir a energia desses outros indivíduos e procurai reconhecer se essa energia se lhe iguala. Haveis de descobrir sabê-lo porque haveis de sentir hesitação ou dúvida e por vezes a atenção que sentis deverá diminuir se associardes ser determinado indivíduo noutro foco que na realidade não sois.

Além disso também haveis de reconhecer a validade dos indivíduos que sois, porque haveis de pressentir o TEMA da vossa essência. Nos vossos termos, haveis de SENTIR a energia da vossa essência nesses outros focos.

DAVID: Ah! Então o Hermann Hesse – terei eu um foco como Hermann Hesse?

ELIAS: Enquanto essência de observação.

DAVID: Observação? Oh, imensa observação hoje!

ELIAS: Vou-te dizer, mais um vez, que se trata duma acção bastante comum que as essências empreendem. Isso oferece-vos uma outra via de exploração e de experiência por meio da qual na realidade não precisais criar outro foco da atenção ou outra manifestação física mas podeis participar nas experiências que elegeis experimentar. Apenas observais e assimilais a experiência de modo similar ao da acção de homólogo contrário a qual desse modo dá lugar à ausência de necessidade de projectardes centenas de milhar de manifestações duma só essência.

Do mesmo modo, por não existir qualquer expressão de controlo nem de competição nem de comparação na essência fora da vossa dimensão física e da esfera de influência das vossas crenças, as essências permitem-se partilhar as experiências e expressar uma total ausência de necessidade de se tornar o foco directo da atenção. Não tem importância que outra essência possa projectar a atenção e crie uma manifestação física porque não existe qualquer competição ou comparação.

JENNY: Eu tenho uma outra impressão. Ultimamente, apanhei uma cassete com a actriz Clara Bow. E sinto-me atraída por ela, e queria saber se terei alguma relação com ela ou se existirá algo relacionado com ela.

ELIAS: Tu tens um foco nessa altura que se move na expressão da criatividade de um modo similar à tua actual...

JENNY: Uma actriz?

ELIAS: ...Exacto, que sente uma admiração...

JENNY: Pela Clara Bow?

ELIAS:...Exacto, mas não detém a notoriedade dessa actriz. Neste foco reúnes muitas das qualidades desse indivíduo...

JENNY: Eu seria mais nova que ela?

ELIAS:...Exacto, procura aplicar essas expressões e qualidades à tua própria expressão criativa.

JENNY: Ela seria (Ininteligível)?

ELIAS: Não.

JENNY: Quem seria? Terei eu escutado acerca dela?

ELIAS: Não.

JENNY: Ainda não faço a menor ideia sobre ela?

ELIAS: Não.

JENNY: Na America?

ELIAS: Sim.

JENNY: Em Hollywood?

ELIAS: Sim.

JENNY: Preciso duma pista!

ELIAS: Não vale adivinhar! (Riso) Este indivíduo não alcança notoriedade nem aquilo que interpretarias como fama nessa profissão, por assim dizer.

JENNY: Poderei aceder a esse indivíduo a fim de que me ajude com a minha representação actual? Tenho sentido necessidade de fazer isso.

ELIAS: Podes. Mas foi por aí que iniciamos esta manhã - permitir-te abrir-te a ti própria do mesmo modo que te abriste num acto de fusão comigo.

JENNY: Deixá-la...

ELIAS: Exacto, porque ela és TU. Na realidade não existe qualquer separação em termos de tempo nem de espaço. Todos esses focos da atenção se acham presentes em ti. Trata-se unicamente duma questão de voltardes a vossa atenção e de permitirdes o fluxo dessas diferentes formas de atenção.

JENNY: Essa moça andaria pelos teatros ou pelos cinemas? Ou será que jamais o conseguiu, nunca o terá feito? (Pausa)

ELIAS: No cinema não obteve qualquer realização. No teatro dá-se uma participação, mas destituída de notoriedade.

JENNY: Em Nova York?

ELIAS: Na área ocidental da tua nação, aquilo que já conseguiste identificar, sim.

JENNY: Não me darás uma pista?

ELIAS: Ah, ah, ah! Já te dei! (A rir)

JENNY: Oh, meu Deus! Haverá um modo de eu... Tenho de o conseguir por intermédio das minhas percepções internas. Externamente não existe nada...

ELIAS: Exacto.

JENNY: Que me possa fornecer qualquer elemento em relação a ela. Terei mais algum outro foco através do qual poderia... Foco famoso?

ELIAS: Já o identificaste.

JENNY: Eu sei.

ELIAS: Então podes investigar.

JENNY: Esse foi mesmo verdadeiramente fácil. Veio-me à mente subitamente!

ELIAS: As impressões não são difíceis.

JENNY: Bem sei que não!

ELIAS: Aquilo com que crias dificuldade é em atender às impressões que tens e em confiar em que estejam correctas.

DAVID: Eu pressinto ter cinco focos famosos mas quero focar-me no escritor e penso que o escritor terá sido Robert Browning, mas...

ELIAS: Ah, mas esse é! Porque tu não és menos participante nesse foco do que a essência que o dirige.

DAVID: Ah, isso é interessante. Então nesse caso, desejava apenas confirmar se um dos meus propósitos mais significativos – que consiste em saber porque decidi nascer em Nova York – consistirá em proporcionar à minha experiência a diversidade em termos de comunicação, mas acima de tudo para aprender a redireccionar a minha energia do macho ou da agressão física e da insegurança e do ciúme, a fim de redireccionar essa energia. Sinto tratar-se duma das razões mais significativas para me encontrar aqui e agora; esse é um dos meus maiores propósitos.

ELIAS: Exacto, o que vai bastante no alinhamento desta mudança da consciência. Porque eu posso dizer-te que já anteriormente forneci informação respeitante à essência da Rosa e às nove manifestações, que presentemente se acham focadas, em representação de cada uma das nove famílias relacionadas com esta mudança da consciência.

Esses indivíduos são todos homens; e todos eles são bastante pequenos actualmente. Nenhum desses pequenos homens se desloca na probabilidade de virem a criar notoriedade durante os seus focos, apesar de - como sempre acontece - cada um deles escolher a sua própria direcção e poder ou não escolher alterar esse fundo de probabilidades. Mas dentro dos seus próprios fundos de probabilidades e de escolha actuais, eles não se manifestam nesta época para se tornarem líderes ou para se alçarem ao primeiro plano nas vossas sociedades. As suas escolhas consistem em se manifestarem especificamente como um acto de representação da energia de cada uma das nove famílias da essência a título de exemplo em termos de energia, do mesmo modo que a nossa história do Pequeno Rebento, em conjugação com o movimento desta mudança da consciência, por meio da alteração da expressão da masculinidade para a da feminilidade. (1)

É por essa razão que todos os nove são homens, de modo a tornarem-se um exemplo da mudança da energia da sua expressão masculina que tem vindo a ser expressada até ao momento e ao longo da vossa história na sua função de intelecto – o lado racional – para o feminino, o intuitivo, o interior.

A expressão de energia exterior adoptada nesta dimensão física tem sido a masculina. E esta mudança da consciência altera-a para uma expressão feminina, a interior, a intuitiva, a do Eu. E isso representa igualmente um aspecto daquilo que escolhestes explorar especificamente no vosso foco individual, o reconhecimento dessa transformação reconhecendo igualmente desse modo que isso consiste numa mera diferença mas que poderá não se achar necessariamente associada às definições que as vossas crenças expressavam previamente.

Porque vós encarais a energia masculina, aquilo que é projectado no exterior como uma expressão de força e de solidez, de fundação e de construção. A agora explorais a força e a fundação da energia feminina, interior e intuitiva, o Eu, e o poder espantoso que é gerado pelo Eu.

Isso deverá ser o que vos permitirá a todos uma nova liberdade sem limites, porque os vossos limites são criados e expressados ao projectardes a vossa atenção no EXTERIOR. Porque ao projectardes a vossa atenção no exterior também criais expectativas e negais do mesmo modo as vossas escolhas. Outorgais às expressões externas – indivíduos, circunstâncias e até mesmo objectos – a faculdade de vos ditarem as escolhas que deveis assumir, desse modo ditando aquilo que haveis de criar ou deixar de criar na vossa realidade.

Portanto, ao voltardes a vossa atenção para dentro, alterando a vossa expressão para uma que gere uma expressão de energia feminina, vós passais a dirigir e a conduzir o vosso próprio barco. VÓS criais toda a vossa realidade e ditais aquilo que escolheis por vós próprios.

DAVID: Eu escolherei permanecer na frente desse movimento?

ELIAS: Tu escolhes incorporar isso na tua intenção individual, e desse modo concentras a direcção do teu movimento nessa expressão com a exploração que empreendes neste foco.

Qualquer propósito é conduzido pelo desejo e a expressão do propósito consiste na direcção em que o indivíduo escolhe explorar ao longo de todo o seu foco.

DAVID: Tu referiste-te à existência de nove pequenos.

ELIAS: Exacto.

DAVID: Será o Gregory aquele que pertence à família Zuli?

ELIAS: Não. Todos esses nove pequenos já foram identificados, e poderás interrogar o Michael sobre isso, ou o Albert, que eles podem-te oferecer informação respeitante à identificação desses nove pequenos.

Mas também te posso dizer que será desnecessário concentrardes a vossa atenção sobre essas nove manifestações porque elas não constituem o segundo advento. (David ri) Eles não são os vossos guias nem os vossos novos Messias.

DAVID: É por isso que realmente precisamos voltar-nos para dentro em busca disso agora. Quer dizer, na realidade isso faz parte da razão porque nos encontramos aqui. Eu guio-me a mim próprio a fim de me voltar para dentro e escutar a mim próprio.

ELIAS: Exacto.

DAVID: E tu estás a prestar assistência nesse sentido.

ELIAS: E a familiarizar-te contigo próprio, a permitir-te criar um relacionamento íntimo contigo próprio. À medida que estabeleceis essa intimidade convosco próprios, tornais-vos cada vez mais familiarizados com as vossas respostas automáticas, com os vossos comportamentos, com as vossas expressões e tornais-vos mais conscientes das expressões dos outros indivíduos. Na realidade, voltar a vossa atenção para vós próprios e alterar essa energia para a da feminilidade intuitiva, proporciona-vos uma capacidade genuína mais clara e mais acentuada de PRESTARDES atenção aos outros e de os compreenderdes duma forma autêntica prestando simultaneamente atenção a vós próprios, o que elimina igualmente muitos dos vossos juízos e muitas das vossas expectativas e vos volta no sentido da aceitação.

As pessoas muitas vezes interrogam-se “De que forma poderei prestar atenção ao outro se estou a prestar atenção a mim próprio? Se concentrar a minha atenção completamente em mim devo acabar por me tornar distraído e deixar de poder ter a capacidade de prestar atenção ao outro e de interagir com ele.” E aí, meus amigos, é que reside a ilusão! Porque na realidade, quanto mais concentrardes a vossa atenção em vós, mais podereis concentrá-la no outro de modo mais pleno e na acção que empreendeis junto dele, e mais capazes sereis de o reconhecer como vós próprios e de o escutardes a fim de atenderdes àquilo que estiverdes a reflectir a vós próprios, o que perpetuará o movimento de familiaridade convosco próprios e vos incrementará uma maior liberdade.

JENNY: Certo dia eu estava em casa a fumar marijuana, e pensei que estava a atravessar os meus focos todos. Estaria acertada nessa impressão? Estaria eu a sentir isso tudo...

ELIAS: Exacto.

JENNY: Alguma vez terei sido uma freira, como numa igreja ou assim?

ELIAS: Foste.

JENNY: Porquê? (Riso da parte de todos) Está bem! Então nesse dia estava a ter essa experiência de fumar, ao mesmo tempo que lavava os pratos lá em casa, e senti como que se estivesse alguém junto de mim, era como se alguém estivesse ali mesmo ao pé de mim. Será isso uma essência que observa o meu foco ou...?

ELIAS: Não. Na realidade aquilo que ofereceste a ti própria por meio dessa experiência foi um conhecimento momentâneo de outros aspectos teus neste foco.

Tal como referi previamente, possuís um porção incontável de “eus” neste foco individual. Vós não consistis na mera expressão singular dum indivíduo. Existem imensos aspectos de vós. Aquele que conseguis reconhecer consiste no vosso aspecto primário, aquilo que identificais como sendo vós nesta experiência física; mas existe um número incontável de aspectos vossos.

Pudésseis vós presentemente perceber todos esses “eus” que possuís na manifestação física neste momento e ocuparíeis um globo completo – coisa que na realidade já conseguis! (Ri)

JENNY: Gostava de saber que tipo de relacionamento ou de focos, que outros focos, partilho com aquela moça da minha turma, a Janine.

ELIAS: Antes de mais, que impressão tens?

JENNY: Irmãs?

ELIAS: Num foco, exacto. Posso dizer-te que tu dispões de vários focos com esse indivíduo, alguns dos quais serão bastante tumultuosos e outros bastante harmoniosos.

JENNY: Pressenti que poderia haver qualquer coisa, mas não sei. Haverá alguma razão porque tenhamos escolhido estar aqui juntas no momento?

ELIAS: Unicamente a fim de reflectirdes uma à outra movimentos para os quais cada uma de vós se volta neste foco, e com isso oferecerdes energia uma à outra uma concessão de conforto num movimento de consideração do que cada uma de vós está a explorar em si própria bem como das vossas capacidades e expressões de auto-confiança.

JENNY: Quantos focos tenho com ela?

ELIAS: Sete.

JENNY: E qual será o meu favorito?

ELIAS: Ah! Não quererás explorar e identificar-me isso no nosso próximo encontro?

JENNY: Está bem.

ELIAS: (Com humor) Tu tens tanto a explorar, não tens mesmo?

JENNY: Eu sei!

DAVID: Elias, quantos focos terei com o Ben e o Mikey?

ELIAS: Juntos ou individualmente?

DAVID: De ambas as formas.

ELIAS: Juntos, seis; individualmente e com o Mikah 12; com o Albert 16.

DAVID: E com a Mary?

ELIAS: Focos partilhados com o Michael, 16.

DAVID: Tenho a certeza de que um desses focos passado com o Mike é em Shaolin. Éramos bons amigos.

ELIAS: Exacto.

DAVID: E outro em que éramos doutores ou cientistas holandeses?

ELIAS: Exacto.

DAVID: No sonho lúcido que tive há algum tempo em que a energia era dum tipo azulado, eu era um orador. Será esse um foco futuro ou terá sido na Atlântida? (Pausa)

ELIAS: Isso consta dum foco futuro.

DAVID: Em que sou um orador?

ELIAS: Exacto.

DAVID: A cor que vi nele era verdadeiramente fascinante. (Elias ri) Era bonita.

JENNY: E quanto àquela altura em que tive uma experiência do tipo fora do corpo, quando me encontrava na nave enquanto estava a decorrer uma guerra, e eu me assemelhava a um extraterrestre? Seria um foco meu?

ELIAS: Era, trata-se dum outro foco dimensional teu, doutra dimensão.

JENNY: Um foco de outra dimensão?

ELIAS: Exacto.

JENNY: Dessa vez foi bastante interessante, porque me achava desperto nesta realidade e todavia conseguia escutar o ruído que fazia.

ELIAS: Exacto, e isso pode servir igualmente de validação para o rompimento dos véus de separação. Não precisais adoptar um estado alterado de consciência ou penetrar no vosso estado de sonhos a fim de acederdes a outros focos. Podeis permanecer num estado objectivamente consciente e manter a vossa atenção em simultâneo nesta dimensão e neste foco e permitir-vos penetrar uma outra forma de atenção dum outro foco doutra dimensão e ter consciência de ambos.

JENNY: Estaria eu prestes a ser morta nessa altura ou algo assim?

ELIAS: Ainda não! (A rir)

JENNY: Eu sentia-me muito, “Oh, meu Deus! Deixa-me sair daqui!” (Elias ri) E quanto àquela ocasião em que me encontrava na minha cama e achava-me fora do corpo, e senti como que aquela água toda a entrar por debaixo da porta, mas não se tratava de água. Devia assemelhar-se a esperma e parecia que tudo aquilo estava a suceder no meu corpo, toda aquela água ao redor do meu corpo.

ELIAS: Isso é igualmente uma experiência associada a um foco doutra dimensão. A experiência que traduzes na imagética da água acha-se associada com o ser do outro foco dimensional. Na realidade não se trata de água mas isso consiste na tradução que fazes da coisa. Trata-se duma manifestação da consciência da tua essência numa outra dimensão física e...

JENNY: Qual delas será?

ELIAS: Na realidade, posso dizer-te que, na sua grande maioria qualquer dimensão física não detém necessariamente uma identificação de si própria, à semelhança da vossa de resto.

Como identificareis vós esta dimensão física? Que nome terá a vossa dimensão física? Não atribuís um nome nem uma identificação à vossa dimensão física, porque até ao momento e segundo a percepção que tendes desta mudança na consciência, a identificação que atribuís ao vosso universo e à vossa dimensão física foi a de ser a ÚNICA dimensão existente. Por isso, porque haveríeis de a nomear?

JENNY: Por não existir mais nenhuma, claro.

ELIAS: Tal como acontece com outras dimensões físicas, elas não comportam uma identificação de si próprias assim como vós não comportais uma identificação de vós próprios. Elas existem unicamente. Na percepção dos seus habitantes, na sua maioria – mas não todos – eles percebem o seu universo de modo semelhante ao modo como vocês viam o vosso universo anteriormente, como representando tudo o que existe.

JENNY: Então nesse caso terão esses focos consciência de mim?

ELIAS: Não.

JENNY: Todas as vezes que me encontro na minha cama à noite e começo a pensar andar a voar pelo quarto, estarei fora do meu quarto?

ELIAS: Estás a projectar-te.

JENNY: Estou a projectar-me?

ELIAS: Essa é uma experiência bastante comum. Apesar de muitos não se permitirem necessariamente ter uma consciência objectiva ou recordação desse tipo de acção, todos vós criais esse tipo de acção de projecção da consciência para fora da vossa consciência do corpo. Isso permite-vos uma liberdade de movimentos desembaraçada da manifestação física e da concepção do movimento físico.

DAVID: Terei eu um foco na qualidade dum Judeu Hassidico?

ELIAS: Tens, estás certo.

DAVID: E dum xamane Índio Americano?

ELIAS: Tens.

DAVID: Agora; o símbolo da águia com que me apresentei na conferência era estilo dourado esbranquiçado, o que para mim significava a espiritualidade. Seria esse um símbolo do xamane?

ELIAS: Segundo a concepção desse indivíduo, sim.

DAVID: Em que ano... Não poderás dizer-me quando isso ocorreu?

ELIAS: Não quererás investigar?

DAVID: Quero.

JENNY: Eu também fui uma Índia Americana?

ELIAS: Foste.

JENNY: Ao mesmo tempo que ele?

ELIAS: Sim.

JENNY: Seríamos ambos amantes, marido e mulher? (Pausa)

ELIAS: Sim, segundo a tradição e a sociedade dessa cultura.

Dir-vos-ei que vamos fazer um intervalo e em pouco tempo podereis dar prosseguimento às vossas questões.

DAVID: Posso só perguntar mais uma?

ELIAS: Podes.

DAVID: Proprietário de escravos na Carolina do Sul, 1800 e tantos – outro foco meu.

ELIAS: Princípios dos anos 1800s, sim, estás certo.

JENNY: Eu estava lá com ele?

ELIAS: Que impressão tens?

JENNY: Que sim.

ELIAS: E além disso?

JENNY: Era uma escrava?

ELIAS: Eras.

DAVID: Uma escrava amante?

ELIAS: Não.

JENNY: Era um rapaz?

ELIAS: Não.

JENNY: Mulher?

ELIAS: Mulher.

DAVID: E os irmãozitos dela eram meus escravos?

ELIAS: Exacto.

DAVID: E aquele amigo com quem jogo andebol, seria ele um escravo meu?

ELIAS: Exacto.

JENNY: Que tipo de relacionamento teríamos na altura?

ELIAS: Bastante conflituoso, na avaliação que podeis fazer pelas vossas presentes crenças. Lembra-te, na investigação que fizeres em relação a esse foco, de que não existe certo nem errado, e que vós meramente criais escolhas de experiência. Isso pode servir-te de valia porque tenho consciência do vigor das vossas actuais crenças do que toca aos comportamentos aceitáveis e inaceitáveis, e às acções certas e erradas. E a avaliação que fazes deste indivíduo pode não ser tão favorável quanto isso.

DAVID: O quê, nesse foco?

ELIAS: Exacto.

JENNY: Eu disse-lhe isso. Ele era verdadeiramente cruel para mim ou para as pessoas.

ELIAS: Segundo as crenças que comportais.

JENNY: Segundo as minhas crenças, certo. Estaria eu a tentar romper com a escravatura ou assim? Estaria eu a liderar algum tipo de movimento de rebelião ou algo assim?

ELIAS: Bastante rebelde, apesar de não inteiramente bem sucedida nessa rebelião.

JENNY: A minha inclinação era a de romper essas cadeias.

ELIAS: Era. Aquilo que te estou a dizer presentemente é bastante intencional, para que não vos condeneis um ao outro, por meio da avaliação de bom e mau.

DAVID: Inclino-me para esse lado aí por uns cinquenta por cento! (Elias ri)

JENNY: Cinquenta por cento?

DAVID: Cinquenta por cento – Fico-me pela metade. Eu compreendo que me desloco nesse sentido.

ELIAS: Sim, e eu reforço essa impressão, de que não te voltas no sentido da condenação.

JENNY: Mas isso está presentemente a ocorrer no nosso relacionamento. É algo bastante actual, está bem?

ELIAS: Por certo, e expressa-se em todas as outras áreas dos vossos movimentos, presentemente.

DAVID: Em muitos dos nossos focos.

ELIAS: NESTE foco.

DAVID: Oh, sim, certo, neste foco, está correcto.

JENNY: Então eu tento... o quê? Romper ou tornar-me... Elias por vezes penso que estou a batalhar, eu luto com ele por uma questão de afirmação pessoal. Sabes ao que me refiro? Existe esta coisa de eu ser... Bem, tu sabes, sou o que sou e faço este género de coisas, eu quero afirmar isto...

ELIAS: Em qualquer altura em que experimentes isso, permite-te parar e detectar e questiona-te sobre aquilo que estiveres a criar em ti própria que te influencie essa expressão. Que estarás tu a tentar expressar a ti própria? Que motivação te moverá nesse sentido? Que importância terá expressares-te exteriormente de um modo particular a fim de ofereceres informação e convenceres o outro em relação a alguma expressão do teu foro íntimo?

E com isso lembra-te de que o outro indivíduo já te conhece; não precisas tentar convencê-lo. Nesses momentos a motivação que tens é não a de ofereceres informação ao outro mas a de satisfazeres em ti própria aquilo que percebes como uma negação das tuas próprias escolhas.

JENNY: Devido a eu fazer isso a mim própria?

ELIAS: Exacto.

JENNY: De que modo?

ELIAS: Isso move-se bastante de acordo com as crenças que abrigas pelo modo como te associas contigo própria, com a avaliação que fazes de ti própria, o teu mérito, a tua confiança, a tua aceitação, aquilo que te é familiar em relação às tuas crenças, e se estarás a dar atenção a todas as tuas comunicações ou não – se estarás a dar atenção meramente aos SINAIS apresentados pelas tuas comunicações ou se estarás genuinamente a atender às mensagens que esses sinais encerram.

...

JENNY: Recordo-me dum sonho bastante lúcido que tive, um sonho bastante intenso que tive quando começamos a sair, no qual em grande parte... Não sei em que século seria, mas recordo ter visto a tatuagem que ele trazia. Recordo que alguém andava à procura dele e ele andava em fuga, e eu parecia esconde-lo. Penso que eu pertencia à classe abastada, ao contrário dele, mas penso que ele fosse meu amante. Tinha algo a ver com a cultura Árabe ou isso.

ELIAS: Exacto.

JENNY: Seria isso um foco?

ELIAS: Sim, dum ladrão.

DAVID: Oh, é quando eu sou lixado! É o foco em que eu sou lixado! (Elias ri)

JENNY: E eu era amante dele?

ELIAS: Exacto.

JENNY: Eu tentava... Eles andavam à procura dele e vieram ter comigo por saberem que me preparava para partir. Eu desejava ajudá-lo ou algo assim. Terei eu fugido com ele?

ELIAS: Exacto.

JENNY: E de que país se tratava?

ELIAS: Aquele que identificais como a Arábia Saudita.

JENNY: Em que século?

DAVID: Quinze?

ELIAS: (A rir) Vamos continuar com este jogo, não? Ah, ah, ah!

DAVID: No entanto eu sou apanhado nesse foco? Eles apanharam-me.

ELIAS: Exacto. (Ri)

Agora; continuemos com a discussão DESTE foco...

JENNY: É aquilo que eu pretendo, e o motivo pelo qual aqui vim! (Ambos riem)

ELIAS: ...E com a vossa interacção no PRESENTE, e com a vossa familiarização convosco próprios, e com o modo como vos reflectis nos outros e com as interacções que mantendes com eles; exploremos o modo como podereis alterar as vossas percepções ao permitir-vos uma expressão mais significativa de aceitação pessoal bem como dos outros. Lembrai-vos, vós criais literalmente toda a vossa realidade. Não existe momento algum, nem aspecto nenhum que não crieis individualmente, até mesmo enquanto interagis junto com os outros.

Nesse sentido, já anteriormente declarei que vós permitis, de modo bastante familiar, que outros indivíduos ou circunstâncias ou até mesmo objectos vos ditem aquilo em que as vossas escolhas devem ou não consistir – ou se chegais a incorporar escolhas, em absoluto. Até mesmo objectos...

JENNY: O dinheiro?

ELIAS: O dinheiro, exacto. Se perceberdes não estar a receber o suficiente em termos de dinheiro, haveis de permitir que o objecto (dinheiro) vos aponte limitações às vossas escolhas. Mas vós não recebeis dinheiro – vós criai-lo. Por isso, deve ser escolha vossa quanto à abundância ou falta dela quanto a esse objecto que vós criais.

E com isso podeis também criar toda uma afectação num veículo, num objecto, num aparato mecânico, numa máquina. A máquina não é o que cria a afectação, VÓS sois quem a cria.

Podemos dizer que crieis um furo no pneu e ele deixa de ter ar que o insufle e vos permita obter um movimento suave, e vós podeis dar lugar a uma resposta automática em termos de frustração e até mesmo de fúria, dirigida para o veículo. Porque o veículo, na vossa percepção vos passa a ditar as vossas escolhas. Criais uma incapacidade de vos moverdes por o veículo parecer estar encravado. Mas não está encravado, e fostes vós que criastes a afectação.

Mas isso consta da familiaridade de projectardes a vossa atenção fora de vós e de deixardes de reconhecer no momento TERDES criado essa realidade. Vós criastes essa acção. Não é o veículo que vos está a ditar; não é o dinheiro que vos dita. VÓS sois quem nega as vossas escolhas.

Com relação aos outros indivíduos, vós negais a vossa capacidade de criardes aquilo que quereis e consignais esse poder às expressões dos outros. Mas também isso, dir-vos-ei, consiste numa escolha. Só que não tem a aparência de o ser porque não prestais atenção a vós próprios nem reconheceis aquilo que estais a negar em vós próprios nem a forma como isso é expressado.

JENNY: Não poderás dar-me um exemplo pessoal, em relação à minha crença, porque razão terei criado esta expressão exactamente agora, por meio da qual não me encontro a gerar dinheiro por mim própria?

ELIAS: No teu foco individual presente, tu, à semelhança de todos os outros, estabeleceis imensas vias de comunicação a que não prestais atenção. Podeis estar a reconhecer os sinais, porém, não estais a interpretar as mensagens, e as mensagens dizem precisamente respeito ao que está a ocorrer e àquilo que estais a criar a cada momento.

Agora; Estas mensagens são-vos oferecidas através dum imenso número de vias, a fim de vos capacitar a reconhecer as vossas crenças e a avaliação pessoal que fazeis – o que se acha incluído na vossa confiança ou falta de confiança, na vossa aceitação ou falta de aceitação pessoal, e na forma como medis o vosso valor pessoal – o que cria a projecção da percepção, coisa que cria a vossa manifestação pessoal.


Agora; ao voltarmo-nos no sentido do debate deste acto e deste vosso movimento, existem muitos aspectos pelos quais criais a vossa persona, a projecção de vós, o que consta da projecção da percepção que tendes de vós, que, na verdade, é bastante real e sólida.

Com isso, e dirigindo-me individualmente a ti e à tua questão – que estarás a criar em ti e quais serão as influências que assentam na tua percepção que estão a criar essa realidade física por meio da qual deixas de gerar dinheiro – quando olhas para ti própria, podes começar a voltar a tua atenção para dentro e a questionar a tua percepção pessoal e aquilo que te influenciará essa percepção.

Uma das influências consiste numa crença que revela uma direcção nessa tua percepção, de que presentemente te situas no papel de estudante, e os estudantes pagam pela instrução e não geram finanças durante o tempo em que se dedicam à instrução, por ainda não se acharem completos; por estarem a aprender.

JENNY: Sim, é verdade.

ELIAS: E durante o processo de aprendizagem e de serdes instruídos ainda não se tornaram adequados a fim de exercerem a sua habilidade.

JENNY: Sim, tens razão.

ELIAS: Essa é apenas UMA influência que expressa por UMA crença.

Agora; com este exemplo singular que podes permitir-te observar sem te deixares confundir demasiado, vamos explorar tudo o que ocorre em relação a esse aspecto das crenças.

Antes de mais posso-te dizer de forma bastante genuína, tu não és nenhuma estudante – porque nenhum de vós sois estudantes, nem nenhum de vós é mestre. Vós manifestais-vos a fim de explorardes a vossa realidade física e partilhardes experiências com essa exploração de cada um.

Nessa exploração partilhais experiências que proporcionam diferentes vias de exploração de cada um. Um mestre não vos ensina nem vos diz como deveis criar um aspecto da vossa realidade, mas ao invés explora a realidade junto convosco e a partilhar experiências que criadas em conjunto, e vós deixais-vos atrair para essa partilha de experiências a fim de proporcionardes a vós próprios outras vias de exploração no vosso íntimo.

JENNY: Então nesse caso eu não... Tenho vindo a pensar - quase como aquela luzinha - de que não necessito de mais instrução. Mas por vezes sucede-me aquilo de me interrogar se será isso a mensagem ou se isso apenas se tratará da minha...

ELIAS: Isto não significa que não prossigas com a prática de prestares atenção e de explorares as tuas capacidades e a tua criatividade. Mas tu não estás a aprender; apenas te encontras a deslocar a tua atenção para diferentes direcções da expressão.

A tua atenção é aquilo que te direcciona a percepção; ela dirige a tua percepção. A tua atenção não consta necessariamente dos teus processos de pensamento. A tua atenção foca-se no reconhecimento das tuas comunicações e das tuas crenças, e isso é o que te direcciona a percepção.

Agora; nesse aspecto da crença, a tua atenção é igualmente projectada na avaliação de ti própria, e a avaliação de ti própria diz-te que tu és menos do que outros indivíduos que “detêm mais conhecimento”. Mas tu não és, e não existem indivíduo algum no vosso planeta que saiba mais do que tu. Podem explorar diferentes expressões, porém, nenhum de vós “conhece” mais do que qualquer outro, porque todos vós já conheceis tudo o que diz respeito à vossa realidade e forneceis a vós próprios o reconhecimento desse saber de modo bastante eficiente e preciso por meio do reflexo que os outros vos proporcionam. Esse reflexo oferece-te uma via de comunicação. E essa comunicação consiste em te conseguires ver nesse reflexo. Aquilo que este indivíduo me está a apresentar a mim sou eu próprio, bem como a oportunidade de me encarar a mim própria.

A vossa atenção move-se igualmente de forma bastante intensa e familiar para os sinais ao invés das mensagens. Vós criais sinais físicos dirigidos pela vossa consciência subjectiva para a consciência do vosso corpo físico, e experimentais uma afectação física na expressão do vosso corpo físico. Pode tratar-se duma dor; pode tratar-se daquilo que percebeis como uma cãibra num músculo; pode tratar-se dum desconforto. Pode tratar-se duma afectação na vossa cabeça, na vossa visão, nos vossos sentidos exteriores. Pode ser apenas uma sensação que experimenteis de maior densidade na vossa energia, por meio do que possais avaliar que o vosso corpo físico não se move com facilidade e num fluir que normalmente seríeis capazes de imprimir. Pode expressar-se através duma percepção de densidade no peso do vosso corpo físico.

Essas são manifestações da afectação física da consciência do vosso corpo físico que se manifestam por sinais, mas que oferecem uma comunicação. Porque isso consta duma via pela qual a vossa consciência subjectiva comunica com a vossa consciência objectiva e a comunicação subjectiva é sempre precisa no momento da identificação do que estais realmente a criar num dado momento.

Comportais igualmente uma via extremamente eficiente de comunicação através da emoção, tal como discutimos previamente.

JENNY: Então que será que estou a tentar dizer a mim própria com todos estes sinais?

ELIAS: Isso é o que estamos a discutir. Esse é o modo pelo qual vos permitis tornar-vos conscientes das vossas próprias comunicações.

Vós estais continuamente à procura de métodos. Esse é o método, permitir-vos prestar atenção e escutardes, não apenas ao sinal mas do que consta o comunicado nesse sinal. Alia isso ao não deter a tua atenção NUMA via única de comunicação, porque isso volta a tua atenção para o exterior, assim como também para o que é familiar e se acha ligado ao “isto ou aquilo”, preto no branco.

Quando te permites prestar atenção a ti própria e ao que ocorre no momento, observa não só a consciência do teu corpo e aquilo que ele expressa, a sua comunicação. Pode tornar-se tão subtil quanto detectar uma tensão nos teus músculos mas destituída de dor e sem desconforto físico tampouco; porque vós comportais a tensão de forma bastante consistente e isso tornou-se de tal modo familiar que deixais de notar que o corpo incorpora essa tensão.

A somar à detecção da consciência do vosso corpo físico e das expressões que assume, prestai atenção à comunicação emocional que estendeis a vós próprios, e não somente o sinal. Os sinais frequentemente são detectados e descartados, pelo que deixais de receber a mensagem e em resultado do que continuais a criar situações similares, e voltais a dar lugar à criação do sinal a fim de obterdes a vossa atenção até CHEGARDES a prestar atenção à mensagem.

NESTA mensagem, vós criais, a par da das expressões físicas e da tensão, uma comunicação emocional subtil por meio do que, o sinal poderá ser identificado como ansiedade e preocupação. A mensagem que estendeis a vós próprios com essa comunicação emocional é a de estardes a negar as vossas escolhas nesse momento, por vos depreciardes. Estais a tornar-vos vítimas de vós próprios e da vossa própria criação. Não sois adequados na expressão que assumis, sois imperfeitos na vossa criatividade e na apresentação de vós próprios, e desconheceis como haveis de projectar a vossa energia, o que é bastante incorrecto. Não sabeis como. Mas através da depreciação pessoal que exerceis, negais a vossa escolha. E expressais para vós próprios, “Eu não posso.”

JENNY: Sim, ainda não.

ELIAS: A comunicação... (Elias pausa enquanto uma cassete áudio é mudada) A comunicação emocional consiste numa via de comunicação. Existem outras comunicações a decorrer em simultâneo. Mas vós apenas prestais atenção aos sinais.

Também ofereceis a vós próprios impressões e impulsos, que consistem noutras comunicações. Além disso sentis a energia no vosso íntimo, o que consiste numa outra via de comunicação. Mas aquilo que projectais na vossa atenção, e ofereceis à vossa percepção, consiste meramente na identificação dos sinais.

Portanto, a percepção passa a adoptar todos os sinais sem a mensagem e perpetua aquilo em que vos estais a concentrar, e aquilo em que vos estais a concentrar não são os vossos pensamentos mas todos esses sinais que vos referem a depreciação pessoal e a falta de confiança na vossa capacidade. É isso que é comunicado à percepção, e a percepção é o mecanismo que cria a realidade física factual.

Por isso, sem a mensagem e sem a comunicação, tudo o que é oferecido à percepção são os sinais, e os sinais consistem na identificação das crenças e no reforço daquilo em que vos estais a concentrar – aquilo que vos está a negar as escolhas, aquilo que não desejais criar – e como isso é o que é oferecido à vossa percepção, a vossa percepção desse modo cria essa realidade através da qual não conseguireis, não gerareis esse dinheiro, não sereis adequados, de que não incorporareis aquilo que quereis, de terdes de esperar e de vos tornardes melhores. Porque os sinais são esses!

Agora; o método consiste em reconhecerdes os sinais, e não criardes a resposta automática de condenação em relação a vós e à expressão dos sinais, mas em vos deterdes e detectardes que todos esses sinais comportam igualmente mensagens e que essas mensagens são comunicações que ofereceis a vós próprios no momento que identificam precisamente aquilo que estais a criar e aquilo em que a vossa atenção se concentra e aquilo que vos está a proporcionar ao condução do barco da vossa percepção. Está a dirigir esse barco.

E ao vos deterdes e detectardes podeis começar a reconhecer, “Ah! Neste momento estou a negar as minhas escolhas; estou a questionar a minha capacidade de criar aquilo que quero. Estou a expressar para mim próprio que posso não criar aquilo que desejo. Não consigo criar aquilo que quero. Estou a deixar que outros indivíduos ou circunstâncias me ditem as minhas escolhas, e a minha atenção está a dirigir o barco da minha percepção rapidamente de encontro a um glaciar e o meu barco afastar-se-á rapidamente e esbarrar-se-á. Eu não desejo colidir com este glaciar e por isso vou deter-me e voltar-me noutra direcção, voltar a minha atenção e aceitar-me e reconhecer que sou o meu próprio capitão, e que escolherei a direcção a dar ao meu barco.”

E a vossa atenção pode alterar-se e passar a expressar o reconhecimento de terdes a possibilidade da escolha e proporcionar-vos o poder dessa escolha do momento - coisa que, meus amigos, vos posso adiantar sem a menor sombra de dúvida - não necessita de mais nenhum processo.

Porque a vossa atenção pode deslocar-se e voltar-se de imediato unicamente devido ao mero reconhecimento de que detendes o poder de escolher, e isso de imediato vos volta o volante do vosso barco, e este responde e volta-se para outra direcção conducente a mares calmos, evitando colidir com o glaciar, e sendo conduzido para a ilha tropical do vosso prazer! (Ambos riem)

JENNY: Tenho vindo a sentir um impulso para começar a fazer dobragem vocal, por ter andado a escutar vozinha que me diz para o fazer.

ELIAS: E porque razão não hás-de explorar todas as vias da tua criatividade? Porque te hás-de limitar a uma expressão da criatividade? Vós sois seres gloriosamente diversificados e, tal como o disse, incorporais inumeráveis aspectos de vós próprios, aspectos esses que expressam diferentes tipos de criatividade. Porque vos haveis de limitar a apenas um?

JENNY: Desejas colocar mais alguma questão?

DAVID: Obrigado, foi imensamente...

JENNY: Foi verdadeiramente excelente.

ELIAS: Não tens de quê. VÓS, tanto individualmente como juntos ofereceis a vós próprios excelentes oportunidades de prestardes atenção, porque vós juntaste-vos com base na familiaridade e ofereceis a vós próprios reflexos claros por meio um do outro.

Por isso também apresentais a vós próprios excelentes oportunidades de vos explorardes, de firmardes a vossa atenção em vós assim como de criardes uma evidência exterior da eficiência com que influenciais um ao outro quando vos permitis prestar atenção a vós mesmos. Pois reforçais-vos um ao outro na expressão do pequeno rebento – que não instrui, não critica, não condena, não ajuda, não guia mas sendo o que sois. E ao serdes ambos projectais o exemplo um ao outro, o que vos encoraja e confirma mutuamente.

DAVID: Obrigado, gostava primeiro de dizer, muito obrigado.

ELIAS: Não tens de quê, meu amigo.

DAVID: Na verdade, enquanto estavas a falar, estava aqui a pensar que sinto que esta minha vida se assemelha à cereja sobre o bolo, (Elias ri) ao presentear-me com propósitos especiais neste foco. Eu chamo a isso a cereja sobre o bolo.

ELIAS: E actualmente estás a oferecer a ti próprio apreço, e isso é capital: apreço pelas tuas experiências e pela escolha que fizeste em relação à manifestação.

Posso dizer-te de forma genuína que a tradução da verdade sobre o amor na vossa dimensão física consta desse apreço e conhecimento genuínos.

Nesse sentido, ao proporcionardes a vós mesmos, ao longo da história, aquilo que designais como ensinamentos ou informação, ou o que poderei referir como meras lembranças da consciência e da essência, foi expressado ao longo dessa mesma história imensas vezes e de múltiplas formas, que a verdade mais sublime que se pode traduzir em cada dimensão consiste no amor. Porém, não consta da expressão com a qual o traduzis – mas da expressão genuína de apreço e de conhecimento, porquanto isso permite estabelecer toda a comunicação recíproca.

DAVID: Esse é outro propósito significativo deste meu presente foco.

JENNY: Vais perguntar se este é o teu último foco?

DAVID: Bom, será o meu último foco?

ELIAS: Exacto.

JENNY: Mão não é o meu.

ELIAS: Não. Contudo, permite-me que te esclareça.

DAVID: Num certo sentido não será tudo o mesmo?

ELIAS: É, porque todas as vossas manifestações são simultâneas. Por isso não vos reencarnais. Não vos manifestais para depois voltardes a manifestar-vos de novo e de novo. Este foco que presentemente incorporais é único em si mesmo e não pode voltar a ser recreado, pois é único na sua expressão. A identificação de foco final ou daquilo que é interpretado como foco de continuidade ou de iniciação consiste unicamente numa mera designação referente à posição.

Um foco iniciante é aquilo que ocupa a posição que dá início a todas as manifestações numa dimensão. Todas elas ocorrem em simultâneo, a despeito dos vossas estruturas de tempo lineares.

Um foco final é igualmente a designação duma posição, daquele foco que gera o sinal de desprendimento para todos os focos existentes numa dimensão física em particular. Não significa aquilo que podereis designar em termos lineares como o último foco, porque vós possuís focos futuros de vós próprios. Isso não tem importância porque sois designados mais como uma posição, um sinal, do que uma estrutura temporal.

Um foco de continuidade identifica-se a si mesmo como não incluindo a função ou o sinal de ser o foco iniciante nem o foco de desenlace.

JENNY: E eu sou o quê?

ELIAS: Aquilo que poderá ser identificado como um foco de continuidade. Enquanto essência, não és designada como um foco iniciante nem final.

Existem certas qualidades que se expressam em termos objectivos tanto num foco iniciante como num final que são bastante óbvias na expressão desses indivíduos. Dá-se um reconhecimento definitivo da sua designação. Com elas não resta a menor dúvida, apesar das crenças que poderão circundar essa identificação. Podem ser interpretadas com relação à reencarnação, por meio do que o indivíduo poderá expressar, “Sou a última manifestação de mim próprio.” Elas podem ser expressadas através de crenças de que o indivíduo seja a ÚNICA manifestação, para além de cuja existência não haverá mais continuidade nesta realidade. Pode ser expresso em relação ao que podeis perceber como ateísmo, que refere que a consciência não assume qualquer continuidade para além desta manifestação física.

JENNY: Isso é como com o meu pai? Será o meu pai um foco final?

ELIAS: É.

DAVID: É por isso que tudo se liga à razão porque um grande desejo que tenho seja o de me tornar consciente e projectar-me para fora do corpo, e de ser capaz de comunicar isso ao meu Eu consciente, basicamente.

ELIAS: Muitos indivíduos designados como focos finais criam este tipo de associação e dão lugar a uma forte motivação no tipo de direcção que conferem à sua atenção. Muitos dos que são designados como focos finais incorporam aquilo que interpretam como fadiga e ansiedade na expressão física, na interpretação que fazem de “de se estarem a passar para o além.” Todavia, deverei – tal como faço em relação aos outros indivíduos, apesar de não o fazer com tanto vigor contigo – prevenir-te com relação a esse tipo de associação ou criação, porque ao dirigires a tua atenção desse modo, também negas a ti próprio o apreço em relação àquilo que actualmente estás a empreender.

DAVID: Bom, isso é o que estou a começar a tomar consciência actualmente, porque eu passo por estes acessos de depressão, sabes, relativa ao foco final, ou o que quiseres chamar-lhe.

Mas agora percebo a parte mais ampla do meu propósito e o quanto o desejo de alcançá-lo me afecta, quando na realidade antes não lhes dedicava a minha energia. Agora que o faço, vejo que isso torna essa cereja sobre o bolo mais saborosa. Agora posso mesmo saborear o bolo como se na verdade dispusesse de muito mais do que pensar somente no quanto isso tem de aborrecido. Isso foi uma coisa mal aconselhada por que me deixei levar, a fim de tentar entender alguma coisa.

Mas agora estou realmente a entender isso, que se me centrar verdadeiramente na beleza dos meus propósitos e no que se passa, disporei de muito mais liberdade para actuar e apreciar, e eu aprecio mesmo as criações que se apresentam a seguir, tanto quanto fisicamente me dispuser a tal...

ELIAS: Exacto.

DAVID: ...Para o desfrutar e apreciar de verdade.

ELIAS: E SABOREAR...

DAVID: E saborear, essa é a melhor parte.

ELIAS:...As tuas experiências relacionadas com o apreço e com a tua exploração, porque é espantoso o quanto te podes tornar criativo na tua exploração.

DAVID: Sim! Isso é o que tenho estado à espera de ouvir e de oferecer a mim próprio! (Ri)

JENNY: Certa vez tive um sonho de estar a conversar ao telefone com ele, mas ele não se achava mais fisicamente presente, e eu pensei: “Como pude ser capaz de entrar em contacto contigo?” e ele foi do género: “Está tudo bem, não te preocupes, eu sinto-me verdadeiramente feliz,” e no sonho ele morria. Eu permanecia aqui e queria... O que terá sido isso?

ELIAS: Uma simples oferta a ti própria, uma vez mais, do deitar por terra dos véus de separação. Pois, tal como anteriormente referi, uma das acções que se incluem nesta mudança da consciência, ao abrirdes mão desses véus da separação consiste em que vós vos permitireis interagir de modo mais livre com os outros, ou com as essências que não escolhem necessariamente empreender qualquer manifestação na vossa dimensão física.

JENNY: É por isso que íamos ao Instituto Monroe.

DAVID: Por isso facultei a mim próprio um novo caminho.

JENNY: Fico triste quando penso ser este o seu último foco.

DAVID: Mas não é o último.

JENNY: Bem sei, mas é simplesmente a ideia. Provoca-me qualquer coisa no coração.

ELIAS: Isso consiste na incorporação das tuas crenças relativas à tua identificação separativa. Na realidade não existe separação.

DAVID: Bom, isso torna tudo bastante especial. Gosto bastante do apreço; é algo que eu queria mesmo. Mas é onde eu fui levado a... Acredito em mim externamente, mas esqueci de prestar atenção no íntimo – mas é tudo o mesmo.

ELIAS: Exacto.

...

(1) Esta frase foi originalmente referida assim: “A escolha deles consiste em se manifestarem especificamente como representantes da energia de cada uma das nove famílias da essência como uma expressão de exemplo, de forma análoga à da nossa história do pequeno rebento, em conjugação com este movimento desta alteração da consciência e da energia, através da mudança da masculinidade para a da feminilidade.

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