segunda-feira, 20 de junho de 2011

CONSTIPAÇÃO E GRIPE



SESSÃO #83
"Constipação e Gripe"
Quarta-feira, 3 de Abril de 1996
Tradução: Amadeu Duarte
(Excertos)


Participantes: Mary (Michael), Vicki (Lawrence), Ron (Olivia), e uma nova participante, Jene (Rudim; com o apelido de Rudy)


ELIAS: Boa noite! (Sorri para a Jene) Bem-vinda!

JENE: Obrigado.

ELIAS: Esta noite, vamos começar a focar-nos na consciência e nos eventos de massa, coisa que já tinha prometido. Parece presentemente adequado, à luz dos eventos recentes e do facto das pessoas andarem a contrair muitas enfermidades. Dir-vos-ei, tal como já tive ocasião de referir antes, que existe uma consciência colectiva (das massas) que comporta essas acções. Vós perguntastes-me porque razão uma pessoa manifestará uma enfermidade. Explicar-vos-ei que cada indivíduo incorpora as próprias escolhas e considerações em relação à sua manifestação individual, apesar de também aceder a um acordo colectivo, no âmbito da consciência, a fim de manifestar tais acções. Isso tem um alcance mais extenso do que aquele que percebeis propriamente. Vós, no foco físico, criastes movimentos de massa a fim de obterdes benefícios colectivos. Por isso, todos beneficiam com o facto duma enfermidade. Não sois só vós os beneficiários; facto esse que é real. Passo a explicar; (volta-se para a Vicki a sorrir) vós não manifestais nada se isso não vos trouxer um benefício qualquer; mas para além disso, muitos outros colhem benefícios.

Vós incorporais crenças relativas a elementos científicos e a elementos religiosos com os quais entrais em concordância e passais a aceitar colectivamente a vossa realidade. Nesse sentido, isso penetra na área da vossa consciência colectiva ou Área Regional 2. Podeis manifestar sintomas idênticos entre vós devido a poderdes manifestar coisas idênticas dependendo da vossa escolha, por estardes todos ligados por uma consciência colectiva. Essa área da consciência não é a mesma coisa que vos referi em termos da Área Regional 3. Ainda não é agora que vamos debater esse assunto. Dir-vos-ei que no contexto das vossas crenças religiosas, vós encarais esta manifestação física do corpo como um “recipiente”. (Sorri) É-vos incutida a convicção de que esta expressão física seja imperfeita.

VICKI: Posso interromper por um instante?

ELIAS: Podes.

VICKI: Eu volto já. (A Vicki abandona o quarto por um instante a fim de pedir aos garotos que estavam no quarto adjacente para fazerem menos ruído)

ELIAS: O Michael há-de vos referir a mesma coisa! Ainda não se sente muito seguro! (A Mary experimenta consciência de desconforto quando a Vicki deixa o local; e retorna passado um instante)

As vossas religiões referem que o corpo é ineficaz e não passa dum recipiente físico descartável. Serve de habitação para a vossa alma, por assim dizer. Além de ser bastante susceptível a influências objectivas, não só em relação às vossas criações subjectivas, como também sois objectivamente afectados pela influência dos espíritos, ou demónios, ou de deus, ou mesmo pelos pecados dos vossos pais! Por isso, sois ensinados a não confiar nessa manifestação física.

As vossas correntes de crença científicas oferecem-vos muito pouca compensação em relação a essa desconfiança e duplicidade que usais, porque os vossos cientistas acreditam que, apesar do vosso corpo físico constituir uma máquina sumptuosa, por si só não dispõe de consciência, e também se revela bastante susceptível às influências externas; por tal razão dando lugar às vossas “estações” extra, de que falamos anteriormente. Em determinadas estações naturais, também empregais a vossa estação das gripes, e a estação dos resfriados, e a das alergias. Fostes poupados... talvez... ao vosso verão, o qual ainda não foi adoptado como a estação de infecção nenhuma, apesar de poderdes ser susceptíveis a todas as outras estações durante a época de verão! (A rir)

Essas crenças, tal como já declarei, são benéficas, razão porque lhes dais lugar. São benéficas no reforço das crenças inerentes ao vosso elemento religioso. São benéficas para a vossa comunidade científica, por desse modo obter receitas. Não só beneficiam os vossos médicos como muitos indivíduos comuns igualmente. Se não manifestásseis qualquer afectação física, impediríeis os vossos merceeiros de obter rendimentos, os quais dispõem dos alimentos saudáveis e nutricionais de que precisais quando não vos “sentis bem”. As vossas companhias farmacêuticas, que são compostas de indivíduos, beneficiam e dão lugar a postos de trabalho. A vossa indústria do vestuário beneficia porque não usaríeis galochas se não vos preocupásseis por terdes os pés molhados! Muitíssimos são os que beneficiam. E vós, nesta altura nesta nação em particular, muito mais do que noutras alturas, focais-vos no ganho capital. Nesse sentido, sai rentável ficar doente.

O benefício que colheis já é mais subtil. Vós escolheis segundo as vossas próprias razões entrar ou não neste acordo colectivo e alinhar ou deixar de alinhar pelas vossas próprias razões. Podeis sentir, no que designais por subconsciente, apesar de terdes consciência, (a sorrir) precisar dumas férias do emprego, mas tal não vos ser concedido desta vez. Por isso, haveis de dar lugar a uma constipação, ou a uma enfermidade mais grave, e haveis de ficar a descansar. Podeis sentir-vos irritados ou agitados com alguém com quem lideis na base do dia-a-dia e sentir necessidade de vos afastardes da sua presença; razão porque o passareis a fazer! Podeis escolher manifestar esses elementos por sentirdes ter necessidade de cuidar do vosso bem-estar. Não vos terá sido dispensada atenção suficiente; por isso, haveis de incorporar uma acção que leve os demais a focar a sua atenção em vós. Podeis escolher reconhecer não estar a dar muita atenção a vós próprios. Por isso, obtereis a vossa própria atenção ao empregardes uma acção que passe a exigir atenção para convosco próprios. Se vos sentirdes cheios de dores, haveis de prestar atenção! Por isso, também recebeis uma compensação. Alguns empregam outras razões, por assim dizer, mais “significativas”, (a rir) tal como a expressão que o Michael incorporou; um pouco dramática!

Cada um dará lugar à sua expressão pelas próprias razões, mas também escolhe deixar-se levar pela corrente da energia da consciência colectiva. Vós incorporais um alinhamento e um envolvimento com a consciência colectiva, mais do que podeis optar por reconhece-lo como um facto. Muitos, no nosso pequeno grupo, escolhem encarar-se como “diferentes”; como não alinhados com a corrente dominante da sociedade; e desse modo constituem os rebeldes. Mas vós não sois tão rebeldes assim! (A rir) Incorporais muitos elementos no vosso foco que se acham em alinhamento com a consciência colectiva, o que não é o que percebereis como um elemento negativo, porque vós manifestais todas as coisas por uma razão, e manifestais elementos para vos chamar à atenção e em vosso benefício.

Muitas vezes é mais fácil incorporar certas acções deixando-vos levar junto com a onda da consciência colectiva, por isso não exigir tanta energia da vossa parte. O Michael pode ter optado por experimentar os mesmos elementos que experimentou esta semana que passou, mas ele empregou apenas a sua energia e certos passos isolados, por assim dizer. É mais fácil mover-se junto com uma onda de energia, a qual se torna útil por vos “carregar nela”. Por isso, podeis empregar acções bastante idênticas às dos outros, a fim de alcançardes aquilo que escolheis. (A rir para a Vicki) Sim, Lawrence?

VICKI: Não seria mais fácil simplesmente deixar completamente de usar isso?

ELIAS: (A rir) Mas pensa em todas essas almas desafortunadas que deixariam de beneficiar com todos os empregos uma vez destituídos da vossa ajuda! Vós incentivastes a criação dessas expressões! Elas são uma criação vossa, e quão imaginativa! (A rir)

Já expressei previamente não ser sempre esse o caso. Estamos a falar em termos gerais, e em relação ao período recente, apesar desse fenómeno ter sido incorporado ao longo da vossa história pela mesma razão; mas eu referi-vos igualmente previamente que na consciência colectiva, podeis igualmente optar por manifestar determinadas doenças epidémicas a fim de dar lugar a um manifesto colectivo, a fim de despertar a atenção das massas duma população. Empregais diferentes razões em diferentes alturas. As gripes não constituem uma declaração de massas motivada por razões políticas!

VICKI: Se formos do tipo de pessoa que não utiliza fármacos ou coisas do género quando nos sentimos doentes, aí onde residirá o acordo com a consciência das massas?

ELIAS: Ah! Mas o Lawrence fica constipado, e não passa a usar igualmente uma série de “verdades”? (Referindo-se aos lenços de papel, enquanto o Ron se parte todo a rir)

VICKI: Isso é muito correcto! Só que parece demasiado simplista.

ELIAS: Nem todo o universo e o “cosmos incomensurável” são tão absolutamente complicados... apesar de o serem! (Ri, enquanto todos o acompanhamos)

VICKI: Bom, nesse caso, penso que precisaremos ter um pouco mais de controlo quando eles desejarem que essas coisas acabem.

ELIAS: Mas já tendes! (A sorrir) Eu vou-te dizer que vós não vos admitis a vós próprios. Admitis o que criais e o modo estupendo como o tereis criado, e o quão irritados... (olha para o Ron)

RON: Vinte e cinco cêntimos! (Riso)

ELIAS: ...podeis permanecer em meio ao que criais, só que concentrais-vos nisso e perpetuai-lo! Não vos focais no que pretendeis alcançar por meio de elementos naturais. O Lawrence dá lugar a uma constipação e em poucos dias reverte aquilo que criou! E ficas irritada por não reverteres esse estado no espaço duma hora, (riso) apesar de, para começo de conversa o teres criado por uma razão! O Michael, ao sair porta fora e ao empregar a visualização que emprega reverte a doença numa questão de horas! Portanto, vós empregais controlo. Já vos declarei previamente que só precisais reconhecer o vosso estado natural. Cada instante em que deixais de incorporar as “verdades” que retirais do vosso “baú das verdades”, podeis expressar para convosco uma confirmação, só que não fazeis isso! Porque de cada vez que puxais por uma verdade dessas, perpetuais a situação, por vos estardes a concentrar nela.

Além disso, muitas vezes concentrais-vos numa criação por estardes a tentar expressar algo a vós próprios, e continuais até terdes compreendido aquilo que estiverdes a expressar a vós próprios. Podeis nem sempre estar o que encarais como conscientes da resposta, mas quando tiverdes realizado o que tiverdes escolhido realizar, tornar-se-vos-á desnecessário continuar, por terdes recebido a vossa recompensa. Enquanto vacilardes na confusão, haveis de continuar. Por vezes dais prosseguimento a partir duma questão de total teimosia! Podeis perpetuar uma determinada acção com consciência de a estardes a perpetuar. E podeis expressar verbalmente desejardes pôr-lhe fim, enquanto no vosso íntimo podeis ter suficiente consciência de não terdes absoluta certeza de lhe desejardes pôr fim! Pode não ser tão mau assim. (Sorri, ao que se segue uma pausa) Mas ainda te interrogas com respeito à Sophia?

VICKI: Interrogo. (Ele está de novo a ler-me os pensamentos!)

ELIAS: Tu és capaz de entender a situação por ti própria. Vê o caso da Sophia. Ela experimenta uma enorme confusão e conflito. A consciência dela vacila. E ela duplica isso no que manifesta fisicamente. Actualmente ela dá lugar a um extremo, que nós duplicaremos no caso do emprego, a andar para a frente e para trás; nos relacionamentos com as pessoas, para a frente e para trás - a ponto de se sentir exaurida! Por isso emprega a opção de cavalgar a onda. É fácil e dá lugar a várias formas de recompensa. Ela pode repousar e dar lugar à atenção e ao auxílio, cuidar-se e encontrar apoio; elementos em relação aos quais ela sente estar carente; e pode deixar de sentir responsabilidade.

VICKI: Pois é, isso faz todo o sentido. (Pausa)

ELIAS: A Elizabeth incorpora uma acção similar. Ela deseja descansar. Também sente um desejo de solidão. Outros indivíduos associados à Elizabeth neste foco físico desejarão afastar-se no caso dela contrair alguma infecção, porque segundo a crença que sustentam, eles podem igualmente ficar contagiados. Por isso, ela permite-se ficar só; a observar, todavia, e vós podeis interrogar-vos porque a nossa pequena Rose não é contagiada estando a Elizabeth infectada. As crenças são um tema muito interessante! São bastante reais, só que somente para vós! (Faz uma pausa prolongada a sorrir)

RON: Vou colocar a minha pergunta.

ELIAS: Vou dar lugar a um breve intervalo e logo poderás empregar a tua questão... apesar de poderes não compreender a resposta que te der! (Riso)

RON: Tudo bem. Eu nem sequer entendo a pergunta!

ELIAS: E passaremos todos a jogar o nosso jogo, se o desejardes.

INTERVALO

ELIAS: Vamos continuar. (Para o Ron) Podes colocar a tua pergunta.

RON: Muito bem, se for capaz. Na sessão passada estávamos a falar sobre a doença do Michael, e da possibilidade dele sair porta fora e pôr cobro ao foco físico dele. Aquilo sobre o que estava a interrogar-me é, se uma essência optar por pôr cobro ao foco físico, que acontecerá a todos os outros focos que estão a decorrer ao mesmo tempo, aqueles que não terão estabelecido a própria essência e não se tiverem fragmentado?

ELIAS: Trata-se dum assunto difícil. É difícil de vos explicar adequadamente o processo, por causa dos limites da vossa compreensão. Vou tentar dar-te uma explicação imbuída da menor distorção, que sejas capaz de compreender de modo parcial.

Depende do desejo do foco individual. Cada manifestação constitui um foco. Alguns incorporam um tipo de consciência que alinha pelo que reconheceis como o tom vibratório que reconheceis como pessoal. Outros elementos da vossa essência incorporam outros tons vibratórios. Todos eles se acham incorporados na vossa essência individual, mas alguns alinham pelo tom vibratório que vós, nesta manifestação física, identificais e reconheceis. Já declarei que incorporais um enorme número de facetas, de divisões (ao nível da essência, subentenda-se) e de contrapartes. É muito complicado, nos vossos termos, estar aqui a expressar a diferença existente entre diferentes tons.

Passarei a empregar a analogia com que podereis identificar-vos, das notas musicais. Algumas notas musicais harmonizam-se e complementam-se umas às outras. Na percepção que tendes do som, elas parecem encaixar umas nas outras e pertencer umas às outras. Outras já parecerão estar em desarmonia e não parecem misturar-se tão bem com determinadas notas. Todas constituem tons musicais e todas incorporam a mesma qualidade, só que algumas distanciam-se pelas ondas vibratórias que emitem, por assim dizer.

As tonalidades sonoras que se identificam umas com as outras nas vossas facetas... vou utilizar este termo presentemente, por falta de outro melhor... são absorvidas umas pelas outras. Futuramente corrigirei o termo, mas por ora, podereis entendê-lo, por ser bastante simples! Por isso, algumas facetas deixarão de incorporar um enfoque físico com a vossa deliberação de deixardes de voltar a manifestar-vos. Lembrem-se de que isso é escolha pertinente à essência, e não ao foco individual. Por isso, toda a essência está implicada, em termos de energia.

Ao não vos manifestardes mais, moveis-vos para uma área da consciência do foco não físico. Com incorporais o elemento da percepção do tempo, não me é possível dizer-vos o modo simultâneo como podereis manifestar ramificações ou eus alternados ou contrapartes no foco físico sem estardes fisicamente a manifestar-vos. Referirei o conceito de que, assim que tiverdes dado início ao movimento no sentido do foco não físico, todas as facetas retornam ao não físico. Os elementos da essência que ainda se achem no que encarais como o foco físico tornam-se como que “aspectos fantasmas”. É apresentada a opção de fragmentação. Pode não ser posta em prática inicialmente, mas a opção fica ao dispor. A vossa essência, ao remover o seu foco do físico para o imaterial, remove a energia física desses aspectos que permanecem no físico. Por isso eles tornam-se aspectos fantasmas. Se estudardes as vossas ciências da física, haveis de ouvir falar de partículas fantasmas. Aqui, a vossa essência cria uma acção bastante semelhante.

O que não quer dizer que aqueles que estão a manifestar-se fisicamente “desapareçam”, porque tal não acontece; mas a vossa personalidade individual na essência, o vosso tom vibratório passa a ser removido. Por isso, ainda haveis de interagir com esses aspectos da essência; mas enquanto essência, vós não vos manifestais no físico. Recordai agora a ilustração que dei do Seven, (Nota do tradutor: Personagem duma obra ficcional de Jane Roberts, médium da entidade Seth) que é capaz de interagir com os focos físicos e de incorporar a sua consciência nesses aspectos da essência, e de se tornar em qualquer desses aspectos em qualquer altura, se o desejar; sem ser nenhum deles de forma activa. No foco imaterial, tal como já referi, as associações levadas a cabo são duma abrangência vasta, tal como no foco físico vós estabeleceis grandes ligações com outros indivíduos para além das expressões físicas que assumis. Vós admitis associações no âmbito da consciência; as vossas “almas gémeas”, tal como as designais. Nesse sentido, isso é uma imagem física que reflecte associações não físicas. Tudo aquilo que manifestais no foco físico constitui uma imagem reflectida do que já conheceis e empregais (ao nível) da essência. Trata-se simplesmente dum outro aspecto da experiência.

Por isso, questionas um “interesse adquirido”! (A sorrir) Eu expressei uma associação profunda e duradoura com esta essência. Subsiste um enorme afecto, segundo o que designais por afecto. Esses são termos bastante limitados, por precisarem ser usados na vossa linguagem para poderdes compreender. No foco físico, a expressão da essência vai incomensuravelmente além da vossa imaginação física.

Bem entendo ser esta uma resposta insuficiente para a tua pergunta, mas na tua actual compreensão é suficiente, porque não haverias de compreender a explicação que te desse. Eu posso expressar conceitos que nem os vossos físicos entenderiam, ou apenas de um modo parcial, ou em que não acreditam, mas vós nem sequer compreenderíeis isto. Por isso ofereço-vos presentemente a resposta mais eficiente, a qual vos levará a colocar imensas perguntas! (Ri, e nós acompanhámo-lo) Tal como já tomastes consciência, à medida que a vossa compreensão se expandir, e passardes a incorporar maior número de experiências e de informação e aprenderdes a conceptualizar de modo mais eficiente, eu estender-vos-ei mais informação. Por isso, haveis de chegar a uma altura em que poderei oferecer-vos uma reposta cabal. Praticai a vossa conceptualização. (Pausa)

VICKI: Então no exemplo que deste do Seven, a essência do Seven já não está a manifestar-se mais no físico?

ELIAS: Exacto, mas interage. Ele sempre poderá interagir. O “turbilhão” que experimentastes durante o tempo que durou a nossa sessão, pelo qual estáveis a compreender as outras energias e as outras essências incorporadas num tom vibratório, consiste numa interacção dessas convosco. Todos os focos estão ligados porque todos estão incorporados uns nos outros. Como não existe separação, torna-se difícil expressar-vos tais conceitos quando incorporais tal separação!

VICKI: Mas, se não existe separação, então porque deverá subsistir um “interesse adquirido”? Que diferença fará?

ELIAS: Eu vou-te dizer que, conforme já estás ciente, podeis alcançar diferentes elementos no foco físico. A associação que mantenho com o foco físico e a interacção que mantenho convosco é bastante diferente daquela que poderia ser usada no foco não físico. Não haveria qualquer interacção por meio duma “densidade” destas, pelo que resultaria na experiência dum curso mais livre de energia. Além disso na interacção não física eu emprego um foco destituído de esforço. No foco físico requer-se um enorme esforço em termos de energia. (Pausa)

...

Notas do tradutor:

Excerto da sessão 258:

Vós avançais em ciclos, assim como vos moveis por ondas. Permitis-vos precipitar-vos e permitis-vos igualmente recuar. Tal como as vossas marés, em que as vossas ondas esparramam-se de encontro à margem para a seguir recuarem com suavidade, vós nos vossos movimentos também realizais do mesmo modo. É um fluxo equilibrado e natural que não deve ser percebido como uma forma de desencorajamento nem uma coisa prejudicial, ou pela percepção de vos encontrardes “bloqueados”. Estais apenas a fluír num ciclo natural.

Vós produzistes os elementos desta dimensão, tal como as vossas marés, a fim de que isso vos reflicta a vós. Olhai para os elementos que criastes e para os seus ciclos. Vós criastes tudo isso como um reflexo de vós próprios. Isso fornece-vos muita informação respeitante à vossa realidade e à vossa existência nesta dimensão física. Vós permitis essas alturas de recuo a fim de reflectirdes e assimilardes, e a fim de vos preparardes para vos moverdes no que encarais como sendo “para a frente”. Todos vós experimentais isso.

Também desenvolveis todos crenças nessa área. Criais crenças com base em vós próprios e uns nos outros. Percebeis estar nesta altura a retirar-vos e a reflectir e percebeis sentir-vos improdutivos ou que algo se ache “errado” convosco. Não estais a alcançar resultados nem estais a avançar, razão porque não aceitais quando vos digo que ESTAIS a alcançar resultados, e percebeis-vos num estado de CARÊNCIA de resultados. Percebeis-vos como estagnados ou bloqueados e sem conseguirdes avançar.

Nestas alturas, muitas vezes tenho dito a muitos de vós ESTARDES a alcançar e ESTARDES a avançar, mas nas vossas pequenas cabecinhas - não que mo expresseis verbalmente, mas nos pensamentos que emitis – berrais comigo: “Pois sim, Elias! Que bem que estou a alcançar resultados! Quer-me antes parecer que não!” Mas estais! O período de recuo não é menos importante, por corresponder a um tempo de assimilação...


Excerto da sessão 304:

Estendi-vos anteriormente a analogia das estações e de outras ondas que criais de modo sazonal por intermédio da consciência. Todos os anos criais colectivamente, por meio daquilo a que dais expressão, a vossa estação das enfermidades, a estação da constipação e da gripe, o que perfaz uma outra estação que podeis adicionar ao vosso calendário, por estar ciente de apenas incluirdes o inverno, o Outono, a primavera e o verão e terdes eliminado ou esquecido de adicionardes e essas as estações da constipação e da gripe! Cada indivíduo opta por participar na expressão dessas ondas que criais colectivamente a cada ano, em termos de consciência.

Bom; aquilo que expressam individualmente brota da sua opção. Podem escolher alinhar inteiramente pela criação dessa onda na consciência e passarem a dar lugar à produção duma enfermidade física. Podem não escolher criar enfermidade física nenhuma e optarem por deixar-se conduzir por aqueles que ESTEJAM a dar lugar a uma enfermidade física assim como podem escolher criar uma expressão que alinhe por certos aspectos físicos, tais como os vossos fármacos ou outros produtos físicos que também reforçam essa onda particular.

Foi-me previamente apresentado um indivíduo – o Lawrence, o qual também alinha pela família Ilda – que me disse: “Eu não alinho por esta onda que a consciência atravessa relativa a esta estação. Por isso, porque razão haveria de dar lugar à expressão de enfermidade física? Além disso NÃO apoio essa acção em termos concretos e não toma parte da ingestão de fármacos.” E eu disse-lhe: “Ah, mas PARTICIPAS sim, ao abrigares baús repletos de verdades!”

(A título de aparte) Aquilo que lhe disse foi que aquilo a que ele dava expressão é aos lenços de papel. Podeis interrogar o Michael sobre isso. É apenas uma expressão humorística da minha parte pela qual tenho um enorme apreço!

Por isso, ao adquirirdes esses lenços, dá-se uma participação concreta e efectiva de participação nessa onda particular da consciência. Isso serve de exemplo para verdes com, em termos físicos, objectivos e externos, por assim dizer, tomais parte. Eu estendo-vos informação relativa a outras ondas da consciência em que participais igualmente mas cuja participação não parece tão óbvia nem objectiva, por vos ser muito mais fácil deixar de reconhecer tais ondas da consciência e consigná-las simplesmente à vossa própria experiência, sem reconhecerdes que muitíssimos outros tomam parte nessa mesma acção em que vós participais. Isso simplesmente não é reconhecido com tal objectividade. Mas também vos proporciona informação relativa à atenção que dispensareis a esta onda da consciência e concede-vos uma maior capacidade de atravessardes a onda que está em decurso com uma menor possibilidade de conflito e de trauma se fordes capazes de identificar o facto de estardes a tomar parte nela e se vos permitirdes identificar certos elementos que a componham.

Por isso, no âmbito da presente onda também te tornas mais agudamente consciente do que percebes ser as diferenças objectivas patentes entre tu própria e o teu companheiro e aquilo que expressas. AGORA faculta a ti própria uma oportunidade de perceberes as semelhanças patentes nas vossas expressões que são simplesmente criadas de um modo diferente, enquanto subjacentemente permanecem idênticas.


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