segunda-feira, 20 de junho de 2011

ENCONTRO DE VELHOS AMIGOS



SESSÃO #79
"Encontro de Velhos Amigos"
Domingo, 17 e Março de 1996 (Grupo/Castaic/Revista a pedido do Elias)
Tradução: Amadeu Duarte
(Resumida)

...

ELIAS: ... Esta noite vamos debater a (natureza da) consciência. Isto também envolverá a questão referente ao Todo ou à Unidade Criadora Universal uma vez que isso é consciência. Pensai nas vossas actuais crenças que em larga escala incorporam a vossa tecnologia científica e interrogai-vos de forma intelectualmente lógica e racional como podereis chegar a conclusões sobre um universo impessoal e a elementos portadores de consciência a partir de matéria destituída de consciência.

No enquadramento das vossas presentes crenças vós aceitais a (explicação) da ocorrência duma explosão cósmica que terá originado o vosso universo; de forma completamente aleatória e destituída de consciência. O vosso mundo terá começado sob a forma de gases e rocha; elementos destituídos de consciência, segundo a vossa estimativa; a partir do que, através das vossas crenças na evolução, passastes a acreditar que, de algum modo e duma forma miraculosa, a consciência se tenha agregado à matéria de forma (completamente) acidental. Se me perguntardes, dir-vos-ei que isso não possui lógica nenhuma. A matéria não surgiu de modo "cósmico" por meio dessa explosão para em seguida formar a consciência. A consciência já existia; existe.

Dir-vos-ei que, nos termos com que encarais o tempo – porque vós achais-vos focados no tempo – utilizaremos terminologia referente a "antes", o que é igualmente agora, (a sorrir) mas seremos complacentes para com a terminologia com que possais relacionar-vos.

Por isso, antes da organização e da orquestração do vosso universo tal como o encarais, existia a consciência. Antes da essência, tal como a interpretais, existia o Todo. Podeis utilizar o termo que quiserdes para essa acção. Eu não utilizo o termo "Ser" propositadamente, porque o termo que empregais para designar Deus ou Tudo O Que Existe, ou "A Unidade Criadora Universal e o Todo, o que quer que seja que escolhais chamar-lhe, não é um ser. É a totalidade da consciência e consiste numa acção que incorpora tudo.

Esta experiência do que designais como Deus, comporta muitíssimos elementos. Antes da incorporação da essência, por assim dizer, existiram elementos de consciência. Podeis igualmente chamar a isso de "Unidades" tal como foi expressado previamente por outros. (Seh) Esses elementos da consciência não conhecem limites de tempo nem de espaço. Podeis imaginá-los como buracos negros bastante diminutos. Podeis pensar neles, se preferirdes - em termos físicos - como elementos mais pequenos do que as mais pequenas partículas; mas é isso que cria toda a expressão física. Tudo o que existe, em todos os universos e em todas as dimensões, é criado por esses elementos da consciência, e eles são tudo. São não só a força motriz por detrás da matéria e da acção como são também a própria matéria e a acção; sendo isso a base do que designais como Deus.

Também vos direi, tal como o fiz inúmeras vezes previamente, que vós incluís todas as exactas propriedades que essa acção ou Deus. Sois a mesma coisa; porém ela inclui mais. Constitui mais do que a soma de todas as dimensões, de todos os universos e de todas as partes; todavia, sem vós, não seria coisa nenhuma. Por isso, não existe qualquer separação; porque vós sois uma parte íntima. Adoptais a vossa própria individualidade e o vosso objectivo, os vossos próprios desejos e foco; porém, incorporais tudo o mais, do mesmo modo que a Totalidade vos engloba a todos, por assim dizer. Nenhum elemento - até à mais diminuta unidade de consciência - é menos que outro. Portanto, não existe contradição ao vos referirmos que cada um de vós, na vossa própria individualidade, constitui o centro do universo; pois isso corresponde à verdade.

A Essência consiste no que designaremos como uma porção deste Todo abrangente, apesar de não ser uma porção! (Sorri) Na limitação da vossa linguagem é difícil dar-vos conta da ausência de divisão e de separação; sendo essa a razão porque vos sugiro que conceptualizeis estes conceitos que vos estendo, porque dentro dos padrões de pensamento do vosso foco físico não vos é possível eliminar completamente toda a separação nem compreender tais conceitos. Quando vos digo que a essência incorpora todos os sistemas, e que todos eles se acham abertos e disponíveis a vós, isso é o que é incorporado pela consciência. E vós possuís isso. Cada elemento da consciência incorpora todos os elementos do Todo.

Cada elemento escolhe manifestar-se de acordo com o seu desejo e função. Uma flor manifesta-se na plenitude da sua capacidade. As unidades de consciência que compõe essa flor são idênticas às que vós possuís igualmente. O objectivo e a função da flor consiste em ser o que é – uma flor. O vosso objectivo e função consiste em adoptardes intelecto e intuição, a fim de dirigirdes o vosso universo do mesmo modo que o criastes. Por isso, não se iludam; vós dirigis toda a vossa manifestação física em toda e qualquer área. Já discutimos isso imensas vezes, em sessões prévias. Vós criais a vossa realidade individualmente e colectivamente, criais a realidade das massas. Por isso, vós sois os criadores de tudo aquilo que percebeis... e muito mais. (Pausa)

A consciência afigura-se-vos como uma coisa "traiçoeira" e esquiva; (A sorrir) como um elemento a ponderar, porém, jamais compreendido. Eu digo-vos que não é assim tão difícil compreenderdes a consciência e a sua acção, se ao menos observardes, se mudardes o vosso foco da atenção, tal como referimos desde o nosso primeiro encontro físico, neste foco devolutivo. (Passemos ao) apuramento! (A rir)

Incluímos muitas vezes os elementos da consciência e a vossa habilidade de os detectardes. É divertido que ainda tenhais tanta dificuldade em relação a tais relações. Alterar a percepção é algo muito mais fácil do que a ideia que disso fazeis! Quando vos digo que apenas necessitais de mudar a vossa percepção não quero dizer que vos dêem uma volta completa para outra direcção! Pensai apenas em recorrer à vossa visão periférica.

Referiremos o exemplo do arqueiro (a sorrir para o Charles) e do seu alvo. Se o arqueiro se concentrar no alvo, a flecha voará a direito. Se o arqueiro expressar para consigo uma falta de direcção e do alvo, a flecha irá, "com toda a probabilidade" deixar de acertar no alvo com eficiência. Se der para analisar a velocidade do vento, a temperatura, o ângulo do arco, a forma como coloca os pés, o equilíbrio, deixará de se concentrar no alvo. Por isso a flecha deixará de ser direccionada. Pode posicionar-se de determinada forma, mas dependendo da percepção que tem, a flecha voará de modo diferente.

Se estiverdes continuamente a olhar em frente e jamais notardes elementos que se encontrem ligeiramente deslocados da vossa percepção imediata, negareis a vós próprios imensas escolhas e muitos aspectos do conhecimento da realidade. Depende apenas da percepção que tendes e da mudança dessa percepção, a detecção de que fostes doutrinados numa determinada área do pensamento. Quando vos dais conta de estardes continuamente a retroceder a um foco em particular, é que podeis inclinar-vos para a periferia e detectar uma outra percepção.

As coisas nem sempre são todas aquilo que aparentam ser, mas vós possuís a habilidade de ver a realidade em muitas direcções diferentes; constituindo isso igualmente o vosso "método", por assim dizer, se é que deveis usar um método de todo, (a sorrir) para alterardes a vossa realidade. A acção de mudardes a percepção que tendes pela consciência pode oferecer-vos informação sem nenhum movimento físico, devido a que a compreensão que tendes das situações possa sofrer uma mudança. A visão que tendes das probabilidades pode expandir-se simplesmente devido à alteração da percepção. Por isso vos digo que a consciência não é um conceito esguio nem místico que possais não apreender mas sim um elemento mágico que possuís. (Pausa prolongada)

Que sossego! (A rir) Não têm perguntas? É óbvio que não, pois estamos todos tão em sintonia e a compreender (tão bem) estes conceitos! (A rir, seguido doutra pausa prolongada)

VICKI: Muito bem, tenho uma pergunta a fazer.

ELIAS: Claro, ó Colocadora de Perguntas! (Riso) Continua!

VICKI: Está bem. Mencionaste a visualização de probabilidades. Existirão probabilidades que se nos achem disponíveis por meio da sua visualização?

ELIAS: Isso depende do vosso desejo. Podeis concentrar-vos com bastante intensidade e visualizardes: "Desejo um automóvel novo, cuja materialização desejo obter imediatamente!" Aposto que não o obtereis, apesar de deterdes a possibilidade de realizar tal coisa, porém, não acreditais em tal coisa; Mas tal desejo pode não se achar necessariamente no alinhamento dos vossos verdadeiros desejos. No vosso íntimo e numa verdadeira associação com o Eu, o vosso Eu não vos trairá mas buscará a sua expressão final. Ele sempre se inclina para o vosso benefício.

A vossa consciência sempre se acha ligada àquilo que designaríeis como o vosso mais elevado ou perfeito bem, apesar de... (Olha para a Vicki, que diz não existir qualquer bem ou mal, enquanto Elias ri)

Exacto; mas trata-se de termos que incorporais e crenças a que também vos agarrais com bastante firmeza. Por isso, nesta "sistematização aceite", a vossa consciência está ciente das vossas crenças e do alcance que elas exercem, ou deixam de exercer. E lutará intimamente pelo vosso "melhor interesse". Isso não quer dizer que não possuam a habilidade de contrariar tais esforços, porque possuís, e revelais-vos mesmo bastante eficientes na realização dessa contrariedade! A vossa intuição expressa-vos uma coisa. O vosso intelecto pode muito bem passar por cima dessa expressão e "prosseguir", e mobilizar-vos junto, com a vossa permissão.

Direi ser bastante divertido que o Michael refira que a sua consciência pareça estar a "evadir-se" junto com as suas ideias sem a sua permissão e sem o seu conhecimento. Bastante errado! A vossa intuição fala-vos continuamente. Tendes consciência disso; apenas deixais de escutar. Lembrai-vos da nossa pequena história do pequeno que gritava: "Mãe, mãe, mãe, mãe!" (Bate na mesa) Mas a mãe não está a prestar atenção; isso representa a vossa intuição, a qual se acha continuamente em comunicação convosco. Esforçais-vos para "atingir o ponto", por assim dizer, em que deixará de ter que ser preciso "bater o pé" para conquistardes a atenção; para que escuteis a intuição antes que o conflito se instale. (Nota da Vicki: Um conceito e tanto!)

Criastes o cenário, no foco físico, de alinhardes com tal perfeição pelas crenças científicas que albergais que passais automaticamente a dar atenção ao intelecto. O intelecto, tal como já expressei, consiste num grande trunfo que possuís, porém, que não possui a função de incorporar todas as decisões por si só. Sozinho, não sabe muito bem de que modo funcionar apropriadamente. Por isso cria informação que o reforce a ele próprio. Podeis constatar isto continuamente na vossa expressão física. Haveis de criar elementos que vos reforcem as vossas próprias crenças ao mesmo tempo que a vossa intuição continuará a expressar-vos: "Mãe, mãe, mãe, mãe," e não a escutareis, contudo estais a começar a alterar a vossa percepção.

Referirei igualmente, com toda a justiça e para benefício do Michael, sem querer que incorra em nenhum acesso de fúria por o usar como exemplo, que também ele se desloca no que designais como um movimento em frente, ao adoptar uma maior compreensão da intuição; ao perceber a pequena voz e escutá-la e segui-la.

VICKI: Bom, em relação à definição que ele usa para o que chamou de "bandeiras vermelhas", na noite passada, será isso a voz do intelecto dele ou a voz da intuição? (Elias ri)

ELIAS: Dir-vos-ei tratar-se da voz da intuição, apesar dele fazer uma interpretação errada do que expressou. Ele há-de chegar a uma interpretação correcta dentro de pouco do vosso tempo. Ligar estes elementos da consciência pode por vezes parecer confuso, mas isso deve-se unicamente à razão de vos focardes tão vigorosamente numa direcção. (Pausa)

CHJR: Tenho uma pergunta. Que é que acontece quando o desejo e a função, na sua forma pura - qualquer que seja - que ocorrerá quando ambos entram em conflito entre si?

ELIAS: Ah, o conflito! Quando entrais em conflito opondes-vos ao objectivo. (Uma vez) abandonados às probabilidades de seguirdes a vossa intenção e desejos, havíeis de não incorporar conflito nenhum. Se experimentardes conflito deveis examinar isso e identificar para convosco qual a origem desse conflito, porque desse modo descobrireis tratar-se dum elemento que conflitua com o vosso objectivo e desejo. Os vossos desejos seguirão o vosso objectivo. (Pausa) Não estais a compreender. (Sorri afectuosamente)

CHJR: Qualquer coisa.

ELIAS: É uma questão difícil porque cada um de vós adopta desafios inerentes ao vosso foco físico. Por isso vós também incluís o conflito. Muitos indivíduos já privaram comigo durante imenso tempo físico, por assim dizer – apesar de não ter consumido tempo nenhum (a rir) – e continuam a abrigar conflito, para depois entrarem em conflito por se acharem em conflito! (Riso)

CHSR: Pergunta. Falaste do arqueiro. O alvo permanece o mesmo, assim como a concentração. O arqueiro pode encontrar-se em qualquer posição que o alvo permanecerá o mesmo. Porque será então que, permanecendo a distância a mesma, o arqueiro procurará um arco mais pesado? Não altera a transmissão dum peso maior da flecha rumo ao alvo. Não altera o arremesso, nem altera a... muda o arremesso e muda a direcção e pode até alterar o tempo de chegada da flecha ao alvo mas isso constituirá numa fraqueza ou será um falhanço devido a que o arqueiro se esforce por obter um arco mais pesado, ainda que com o primeiro, os resultados se mantenham? Haverá alguma razão para preferir o mais pesado?

ELIAS: Dir-te-ei, antes de mais, que não existe falhanço. Vós não falhais. Percebeis poder falhar porque associais crenças à vossa percepção. Na realidade não falhais. Vós adoptais diferentes experiências por uma questão de obterdes conhecimento. Também vos direi que o esforço que empreendeis nesta área consiste unicamente numa expressão de "forçar a percepção que tendes", por assim dizer; de testardes as vossas limitações ou falta delas. Isso também estará em conjugação com o vosso alinhamento por famílias específicas da essência.

Já vos expressei um cumprimento de acolhimento, esta noite, porquanto na vossa presente percepção possais não vos recordar, eu recordo-me. (Pausa) Por isso acolhi um velho amigo, associado à família Milumet, e muito ligado ao nosso jogo relacionado com esta família.

(Para a Vicki) Agora passarei a referir, num gesto de oferta endereçado a ti: Podes dizer à Shynla que isto representa a ligação dela ao velho; o que perfaz a contraparte, ao nível da essência, da mesma essência, que este indivíduo; que lhe foi oferecida como uma ligação física, tal como ela tem vindo a expressar, repetidas vezes, desejar conhecer uma ligação no foco físico. Ela ofereceu a ela própria uma ligação física. Este nome de essência deverá ser... Thomas, (Dito com lentidão e enfatizando o "s") fragmentado do nosso Tomkin e igualmente muito ligado ao Amos dela; por isso, um velho amigo, e muito interessante para cada um de vós; Este jovem também se acha muito ligado à Elizabeth (Indicando o Charles Jr.) nessa família da essência; incorporando o nome da essência Ti-Le. (Pausa realçada, durante a qual se pode ouvir a Vicki a rir, à medida que ela começa a perder as estribeiras) Sê bem vindo, Yarr!

JIM: Saudações, Rastin!

ELIAS: Também ofereceremos informação, já que estou debruçado sobre este assunto, à nossa nova essência que se nos juntou; (Indicando o Jeff) ligações e relacionamentos bastante interessantes que foram escolhidos. O seu nome de essência será Katarina. Compreendo o quanto os homens não gostam de comportar nomes femininos! (A rir para o Ron) Dir-vos-ei que ao nível da essência não existe género associado aos nomes. Eles possuem uma qualidade de tom vibratório que escolheis por vos deixardes atrair para isto; sendo isso igualmente uma ligação a uma cultura do oriente, como actualmente percebeis, no vosso mundo físico conhecido, como sendo Russa.

BILL: Muito interessante!

ELIAS: Presentemente poderás compreender as ligações com mais clareza. (Pausa prolongada, de olhos cerrados) Tenho estado à espera desta inclusão.

VICKI: É mesmo muito interessante!

ELIAS: Não será mesmo? (Ri ruidosamente)

VICKI: É mesmo muito! (Ela está quase no ponto de soltar uma gargalhada)

ELIAS: Dir-te-ei que te deves interessar bastante em te fazeres notar pela Elizabeth, porque a visualização que poderá adoptar há-de ser bastante interessante... ao deparar-se com o George! (A Vicki desfaz-se a rir; ela perde-se completamente de riso, neste ponto! Mary, por onde é que andas???)

(Para o Charles Senior) Dir-te-ei não estar a exercer de qualquer rudeza. Estou a brincar com indivíduos que compreendem a informação (que lhes transmito) O nosso pequeno grupo de indivíduos passou a incorporar um pequeno que visualizou e interagiu com uma determinada essência, à qual ela associou o nome de George, quando ele era criança. Presentemente ela não se encontra aqui; mas esta visualização, numa idade tão tenra, desta essência não física do George foi expressada, em termos visuais, como sendo a mesma manifestação física como esta presente em ti; devendo-se isso à razão de vos achardes tão ligados, por meio da fragmentação, a uma essência que se acha incorporado no nosso jogo, tal como tu também estás; (Indicando o Charles Jr.) que expressou, através de barreiras físicas, a partir dum foco não físico. A Shynla (Cathy) também esteve em contacto com esta essência que carrega o nome de Tomkin. Na sua expressão do mesmo fenómeno, foi identificado como Amos. Por isso, as ligações são bastante profundas! (A rir) O Thomas experimentou um foco físico evolutivo e fragmentou-se; de que agora surges tu. Bem vindo! (A sorrir afectuosamente)

CHSR: Obrigado. (Pausa)

ELIAS: Desejais colocar perguntas? (Pausa) Vou dar início a um breve intervalo enquanto podeis ir pensando nas vossas perguntas, e ficarei bastante agradado por puder responder-lhes.

INTERVALO

ELIAS: Vou iniciar dirigindo-me à Katarina e ao seu "cepticismo em relação às coincidências"! Por eu falar estas ligações que possuís noutros focos evolutivos, não interpreteis isso como tão imediato porque elas distanciam-se muito no tempo; apesar de no presente poderdes incorporar um exemplo físico de tais ligações. As vossas ligações íntimas, que já localizei geograficamente, estendem-se muito, nos vossos termos de anos ou séculos este planeta. Podeis investigar civilizações muito antigas e tribos em certas áreas desta nação que ainda se encontram em existência, as quais não formavam esta nação específica, tal como o conheceis, previamente. Com isso foram criadas obras de arte significativas, especialmente em ouro. Nesse sentido possuís uma profunda ligação nesses focos, e alinhais-vos pelo afecto deles; formando isso igualmente uma ligação e um interesse no misticismo antigo do este.

Por isso, a ligação que vos une é muito mais profunda e esplendorosa do que um "encontro nascido da coincidência" como presentemente possuís; perfazendo isso uma ligeira manifestação duma ternura por um alinhamento cultural. Não vos estou a dizer que só alinheis com essa área; só que alinhais com essa área e esse período de tempo de muitos, muitos séculos atrás, com muito apego. Haveis de situar essas obras de arte num tempo de aproximadamente oitocentos anos antes de Cristo, segundo o vosso presente calendário.

Podeis investigar esta informação, pois estou bastante certo de que aparentemente esta informação pode tornar-se conveniente, em relação à percepção que tendes; mas, tal como declarei, estende-se bem para lá do vosso presente encontro. Esta é uma ligeira manifestação, somente um exemplo de ternura. (Pausa) Desejareis colocar mais alguma questão?

BILL: Que relação existirá entre mim e Katarina?

ELIAS: (Dá-se um intervalo de avaliação) Já se deu um encontro prévio, não no elemento formado pela vossa Rússia, um encontro a nível Europeu, adoptado na qualidade duma amizade; Mas não em termos que empregais para uma relação física. Descobrirás que as essências se manifestam muitas vezes, em ligações repetidas entre indivíduos. E isso também não tem nada de coincidente nem de acidental.

Além disso vós não vos voltais a manifestar, para vos encontrardes repetidamente com outros indivíduos, a fim de resgatardes alguma forma de "Carma" ou dívida. Repetis manifestações para obterdes mais experiência; permitindo-vos uma percepção e uma compreensão mais alargadas de vós próprios ao vos encontrardes com indivíduos mais do que uma vez. Contudo, também te direi que vos encontrais em simultâneo. Por isso, aquilo que experimentais nesta dimensão do presente, também experimentais "em termos de relação" nesse enquadramento e dimensão, ao mesmo tempo. Elas encontram-se todas ligadas.

BILL: Estás a referir-te ao encontro prévio?

ELIAS: Exacto. Todos os vossos focos evolutivos se acham presentes. Não existe passado. (Pausa)

CHJR: Poderás dizer-me algo mais sobre Ti-Le, e o meu passado, penso eu?

ELIAS: Ti-Le! (Corrigindo a pronúncia) Direi tratar-se duma manifestação interessante, passada junto destes indivíduos presentes. Neste foco evolutivo de que tens consciência presentemente nesta dimensão, escolheste alinhar por esta família da essência Zuli; porém, incorporas muitas das qualidades da família Milumet, que trocas com as da outra, coisa bastante frequente entre famílias da essência em particular. Determinadas famílias da essência são atraídas umas para as outras por se elogiarem entre si; e estas duas são um exemplo disso. Os Sumafi e os Sumari também fazem isso.

Dir-te-ei que já te manifestaste no enquadramento de ligações alinhando pela família Milumet noutros focos evolutivos e dimensionais. Isso colocará uma aparente contradição porque já referi que essas famílias da essência gozam dum carácter expressamente singular que se reporta a esta dimensão; porém outras dimensões incorporam igualmente famílias da essência similares, para as quais existe uma contraparte nesta família da essência em particular. Já alinhaste bastante por esta família imensas vezes.

A tua "principal" atracção, por assim dizer, na manifestação física, reside nas áreas do oriente; mais a norte, empurrando um pouco na direcção da Katarina, uma área que actualmente encarais como sendo a Mongólia; mas experimentaste igualmente residir em áreas insulares orientais do vosso planeta. Quando refiro "oriental", só pretendo referir um posicionamento relativo à vossa presente posição. Incorporas uma grande espiritualidade, mas igualmente uma grande identificação e alinhamento com a expressão física; representando isso um equilíbrio, (A rir ligeiramente para o Ron) um cumprimento. (Fixa o olhar no Ron, à espera) Não desejas perguntar?

RON: Bom, eu ia perguntar se a nova essência Katarina se alinha pela cor laranja.

ELIAS: Exacto. Por isso, tu incorporas igualmente... (Sopra à Vicki, que se desfaz a rir. Ela já tinha sido soprada anteriormente!)... esta noite! Um encontro muito interessante esta noite! Já vos referi que haveis de vos deparardes com muitos mais indivíduos neste fórum que vos oferecerão muita informação acerca da vossa realidade de vós próprios, do vosso universo... de tudo. (Pausa prolongada)

...

VICKI: Eu tenho uma pergunta, enquanto todos estão a olhar. Está bem. Voltando à categoria dos nomes de focos físicos. Portanto, Ti-Le referirá o nome dum foco físico?

ELIAS: Exacto.

VICKI: Além dum nome da essência.

ELIAS: Exacto.

VICKI: E em que consistirá a ligação entre esses dois aspectos?

ELIAS: Foi escolhido como nome da essência pela qualidade do seu tom vibratório. Existe uma afinidade pelo tom da vibração que ele possui, razão porque foi adoptado na qualidade de nome da essência.

VICKI: Ai eu sinto-me forçada a questionar-me sobre... Deve existir uma ligação muito forte entre Ti-Le e Sophia.

ELIAS: Exacto! (Pausa, enquanto ri)

VICKI: Suponho que tenho que investigar.

ELIAS: Muito bem! (Pausa)

BILL: Bom, é mais difícil do que eu pensava! (Elias ri)

CHJR: Ti-Le é um nome da essência?

ELIAS: Exacto.

CHJR: Mas não é um nome individual. Pertence a essa essência, por isso não pertence a uma personalidade em particular, uma pessoa em particular.

ELIAS: Inexacto.

CHJR: Ti-Le é uma pessoa em particular?

ELIAS: Todos os indivíduos no foco físico, quer os percebais como passados ou futuros, existem em simultâneo. Por isso eles são.

CHJR: Então quer dizer ambas as coisas.

ELIAS: Exacto.

CHJR: Sob qualidades vibratórias sonoras, percebo os nomes Thomas, Amos e Tomkin, e as restantes categorias não têm nada, nenhuma informação em si. Será isso categorias de nomes? (O Elias começa a responder, mas antes mesmo de proferir uma palavra...)

RON: Não, essa categoria é difícil! (O Elias, de boca aberta, irrompe numa forte gargalhada, e nós desfazemo-nos a rir. Finalmente...)

ELIAS: Esta categoria consiste numa identificação de tons vibratórios. Por meio dos vossos sentidos interiores podeis contactar tons vibratórios. Tudo que se situa na vossa percepção incorpora um tom vibratório. A vossa mesa incorpora um tom vibratório. Cada molécula e cada átomo, cada unidade de consciência incorpora um tom vibratório. Por isso, nos vossos sentidos interiores, o vosso "objectivo", por assim dizer, devera ser o de contactardes um cenário individual ligado a tons vibratórios, em relação aos quais existem mais do que sois capazes de contar.

...

VICKI: Em relação à conversa que tive com o Michael na noite passada, a respeito do conflito, estaríamos como que desviados ou estaríamos mais para o centro?

ELIAS: Já referi previamente que estais a concentrar imensa energia numa só direcção, pelo que se continuardes, criareis conflito. Permiti uma maior naturalidade de expressão. O vosso desejo foi estabelecido. As probabilidades foram postas em marcha, pelo que tal concentração se revela desnecessária. Vós criais aquilo em que vos concentrais. Se vos concentrardes na responsabilidade pessoal, haveis de a criar, ao invés de deixardes de a criar! Com mais clareza agora, prestai atenção ao aviso que vos referi previamente. (Pausa)

Dai lugar à ausência de conflito. Além disso lembrem-se: a Energia é uma realidade. O pensamento é energia. Por isso, o pensamento manifesta-se; e apesar de ter referido que o pensamento que se expressa de modo mais audível se manifesta mais rapidamente, todo o pensamento se manifesta. Mesmo que não estejais a manifestar nesta dimensão, estareis a afectar um eu alterno, o qual vos afectará directamente. Por isso, o pensamento é energia. E a energia é uma realidade. (Pausa prolongada) Outro compartimento cheio de ratinhos, tão caladinhos! (Dito num sussurro)

RON: Bom, forneceste-nos bastante o que pensar!

ELIAS: Bastante efectivo, não concordarás? (Ron acena afirmativamente) muito bem. Vou permitir que assimiles a matéria e que roas o teu "queijo" por esta noite! (Para a Vicki) Utiliza o teu pensamento na comunicação com a consciência e reconhece o acto porquanto se trata dum movimento efectivo. (Para o grupo) Voltarei a contactar-vos muito em breve. Estendo-vos uma energia de afecto a cada um por esta noite e ficarei a ansiar pelo próximo encontro. Boa noite e au revoir!

Elias parte às 8:27 da tarde e regressa às 9:07.

Estávamos sentados no exterior a discutir os conceitos da consciência e da essência quando a Mary anunciou, como que do nada, que era melhor voltarmos para dentro se quiséssemos gravar o "súbito regresso". Fomos para entro e o Elias apareceu imediatamente, mesmo antes da Mary ter oportunidade de se sentar. Presentes estavam a Mary, o Ron, a Vicki e o Jim; os demais tinham partido antes.

ELIAS: A minha cadeira, Holmes! (O Ron chega-lhe a cadeira de balanço) Um ponto para o Michael por ter reconhecido impressões! Ele deverá sentir-se excitado por ter juntado um ponto extra! (Riso) Utilizei o vosso enquadramento temporário a título de exemplo e só para compreenderdes melhor, porque não existe qualquer incorporação de tempo. Além disso, a essência não criou a consciência. A consciência é. A consciência cria tudo. Referi a utilização dum enquadramento temporário para que tivésseis percepção de expressar a consciência como estando na origem, e da essência como brotando da consciência. De facto, não existe qualquer enquadramento temporário pois tudo é simultâneo. Tudo se acha num estado de se tornar, tal como a Unidade Criadora Universal e o Todo, o que não é completo e que permanece num contínuo movimento, e o qual se acha sempre, agora.

JIM: Será a Unidade Criadora Universal e o Todo consciência?

ELIAS: E mais.

JIM: E mais. Mais ser?

ELIAS: Já referi que não se trata dum "ser". Vós criais as vossas imagens de Deus à vossa semelhança, porque é assim que compreendeis. É o que podeis associar-lhe. Por isso interpretais Deus como um ser. Por isso contendes a percepção de Deus que possuís em vós. Tal como já referi anteriormente, trata-se dum termo bastante reduzido que empregais para um conceito diminuto! Não existem limites.

VICKI Nesse caso quererá isso dizer que não devíamos sequer perceber a nós próprios como seres?

ELIAS: Não vos seria possível perceber-vos de qualquer outro modo; porque, na percepção que tendes – a qual perfaz a vossa realidade – vós constituís um ser. Em todos os vossos focos vós sois um ser. Já na qualidade de Essência não o sois. Deus é uma experiência. É um movimento; uma acção; que tudo abrange. E toda a consciência brota disso. (Pausa)

É interessante. (A rir) Dou-vos oportunidade de colocarem perguntas e não recebo uma sequer em troca. Permito que façam intervalo para vos distrairdes, e passo a receber imensas. Este assunto deverá ter continuidade. Esta noite apenas o introduzi a breve trecho. Mas será difícil expressar-vos este tema e deverá conter distorção, pois isso é inevitável na vossa linguagem e compreensão, porque podeis não perceber a imensidão relativa à experiência de que vos falo. Torna-se-vos automático conceber nos termos da imagem dum ser incomensurável que referis encontrar-se além da vossa compreensão, todavia anexais uma forma de compreensão a esse ser incomensurável! Esse "ser" não existe! Aquilo que existe é a totalidade da experiência.

VICKI: E toda a consciência procede disso?

ELIAS: Exacto.

JIM: Da experiência? O querer, o desejo de dar lugar a uma experiência?

ELIAS: (A rir) Isso constitui a vossa distorção!

JIM: De facto.

ELIAS: Já referi que vos seria mais vantajoso recorrer à vossa conceptualização; porquanto com a percepção, a compreensão e a linguagem que tendes, não é possível expressar-vos a totalidade "daquilo".

VICKI: Sendo assim, o foco físico é um dos modos pelos quais experimentamos.

ELIAS: Exacto.

VICKI: Mas existe um número infinito de outros modos.

ELIAS: Muito para além da vossa presente imaginação. Vós incorporais manifestações físicas muito para além da vossa imaginação, e para além disso adoptais igualmente experiências; porque vós não estais contidos (como uma parte) na totalidade da essência. Não constituís um sistema fechado.

VICKI: Será a interacção que usas connosco basicamente para tua própria experiência?

ELIAS: Em parte. Já me expressei previamente ao Ron, pela negativa, quando me perguntou se eu aprenderia convosco tal como vós aprendeis comigo. E neste momento repito-o; apesar de, na experiência da essência, e no quadro da interacção da essência e da contínua comunicação e do tornar-se, eu obtenha experiência através de todos os focos e também por intermédio de todas as experiências, tal como o fazem todos os elementos de Tudo O Que É. Não existem secções.

JIM: De onde te encontras, consegues fazer a experiência de Tudo O Que É?

ELIAS: Tal como vós igualmente. (A sorrir)

JIM: No nosso limitado... Devido à nossa percepção limitada, pensamos que sim. Nós limitámo-nos.

ELIAS: Exacto. A percepção que tenho diante de vós pode parecer-vos mais ampla. Eu possuo uma maior compreensão das próprias experiências bem como dos encontros e interacção. Por isso o meu entendimento sobre a comunicação é mais vasto. Isso não quer dizer que não possuam a mesma capacidade. Apenas limitais a percepção que tendes. E fazeis isso por várias razões. Escolhestes esta manifestação física devido às suas experiências únicas. Por isso, nesse sentido limitais intencionalmente a percepção que tendes a fim de realçar as experiências individuais.

JIM: Pior para nós.

ELIAS: (Dirigindo-se à Vicki) Sim?

VICKI: Não consigo formular a minha pergunta.

RON: Eu tenho um pergunta rápida, enquanto ela pensa.

ELIAS: Uma vez mais...

RON: ...É rápido! Talvez possas fazer uma curta dissertação sobre a razão porque a Mary e eu nos sentimos tão atraídos pela nossa "recém-chegada" essência da Katarina?

ELIAS: (A rir) Uma dissertação curta? Muito interessante! Direi que vos encontrais muito ligados. Esse indivíduo possui igualmente ligações de que presentemente não tem consciência, mas que passará brevemente a ter. Ambos possibilitastes imediatamente o reconhecimento disso, por terdes pontos em comum. A analogia do magneto revela-se bastante apropriada, apesar de não entenderdes aquilo para que estais a ser atraídos.

Esse indivíduo possui um grande sentido do profundo e grandes comunicações. O reconhecimento que fizestes disso também é interessante – bastante provável – porém, a identificação que fizestes na consciência de vigília constitui uma expressão duma demonstração a vós próprios dum avançar por entre as comunicações na essência com o vosso amigo. Ele detém igualmente profundas ligações a esse indivíduo. O Michael pode não perceber o quanto detém a capacidade de reconhecer a energia do Paul, todavia a ligação foi instantânea. Portanto, ele pode não pressentir as energias a "pairar no ar", mas identificará imediatamente. (Pausa a sorrir) Um acúmulo interessante de probabilidades nesta sessão do entardecer, no quadro das vossas ligações.

RON: Está a ser em grande.

ELIAS: Estas coisas acham-se todas ligadas. Reconhecei-o! Não existem acidentes! A inclusão deste passo do Michael, que vos envolve de igual modo, acha-se bastante associado a todas essas probabilidades e à sua materialização. Podeis expressar para convosco, e também junto do Michael; as probabilidades avançam e continuam, quer as reconheçais ou não. Elas foram postas em marcha pelos vossos desejos, e também pela incorporação da vossa pirâmide. Existem muito mais "trabalhos" do que aqueles que sois capazes de entender.

VICKI: Bom, eu quero perguntar porque razão, ao achar-me ligada ao Michael e ao Ron, não me dei conta desse indivíduo? (Katarina)

ELIAS: (A sorrir) Porque o Lawrence desliga-se deste fenómeno. (Pausa)

VICKI: Não entendo.

ELIAS: Este é um tipo de ligação e de identificação profundas. O Ron aproxima-se duma inclusão dele e desloca-se muito rente ao Michael por meio da consciência, penetrando áreas da consciência de que o Lawrence se distancia. Com isso dá-se o reconhecimento deste indivíduo em particular e as habilidades e ligações são reconhecidas. Quando te desvias, no enquadramento do teu sonho de comunicação... também passas a incorporar esta imediata identificação. (Pausa) Estás a entender?

VICKI: Penso que sim. (Pausa prolongada)

ELIAS: A suavidade foi aparente, de qualquer modo. Uma inclusão destituída de esforço; uma conexão instantânea.

RON: Bom, tenho mais uma pergunta a fazer, mas antes gostava de mudar a cassete.

ELIAS: Muito bem.

Aqui a questão do Ron perde-se porque passam cinco minutos sem gravação. Por algum motivo, a câmara de filmar não começou a gravar e o Ron não deu por ela. A pergunta que fez foi: "Estará Katarina associado ao Paul (Entidade que o próprio Ron começara recentemente a canalizar) do mesmo modo que o Milus se acha ligado ao Elias?" A resposta foi um "Sim; essa ligação pertence a um foco futuro." A transcrição inicia com o Elias a falar para a Vicki, mas a recordação que tenho para além disso é vaga.

ELIAS: Podes sentir uma sensação de uma enorme expansão no teu íntimo. Podes adoptar uma sensação física real de te tornares muito grande, porque deves expandir-te para poderes incorporar uma grande profundidade de júbilo que és capaz de sentir por meio destas ligações. Por isso, apesar dos demais poderem perceber o teu corpo como permanecendo na mesma, tu conhecerás a diferença; porque aquilo que percebes por intermédio da visão, em parte, consta somente da tua percepção. Aquilo que eu percebo, em termos de energia, é inumerável. (Pausa) Não desejais mais nenhuma informação, esta noite? (Pausa) Sentis-vos esclarecidos quanto à informação oferecida? (Pausa) Muito bem. Despeço-me com uma afectuosa e terna boa noite.

Apêndice do Tradutor

ELIAS: Agora, em associação com a totalidade da consciência, não limitada à realidade expressa nesta dimensão física que incorpora a emoção, posso dizer-vos, em termos figurativos, que estás mais ou menos correctos na avaliação quanto ao facto da totalidade da consciência não ter noção de que modo eclodiu, razão porque se dá uma contínua acção de exploração dessa causa.

Permitam que esclareça. Isso constitui uma distorção, porquanto não existe causa nenhuma. Mas nos termos daquilo com que vos associais nesta dimensão, e ao facto de associardes essa consciência como uma causa, existe um acto contínuo de exploração – tal como já referi anteriormente – um género de desdobramento em que se centra a exploração que dá lugar à expansão. Existe uma expansão contínua. (Pausa longa)

A consciência, tal como tinha referido, referindo-o em termos figurativos, pode não conhecer a causa para a sua eclosão, cujo conceito, eu compreendo possa ser difícil e constituir um desafio em associação com a vossa realidade física, por ser, de certo modo, contrário à forma como vós criais, dentro da vossa dimensão. Porque vós crias manifestações, apesar de criardes tais manifestações a partir de coisa nenhuma, a criais coisas. Essa consiste numa função ou numa forma de exploração da consciência.

De facto não se reporta à questão de como terá eclodido, porque este é um ponto controverso, porque não houve qualquer ponto de partida ou começo. Por isso refere contínuo tornar-se, o que consiste na acção de se explorar continuamente a si própria (consciência). Uma vez mais, isto comporta distorção, pois não se trata de causa nenhuma. Trata-se duma acção.

Não existe qualquer manifestação de facto, por parte da consciência, fora das realidades físicas expressas, e essas consistem em formas de expressão de explorações numa espantosa expressão de criatividade dessa acção, expressando-se em toda e qualquer maneira possível, o que, de certa forma, é um processo infinito.

ELIAS: ... Consciousness itself does not necessarily express emotion outside of physical realities, and there are some physical realities that do not express emotion either. But this is a base element of this particular physical dimension, and therefore there is an automatic association with that expression.

A consciência em si mesma não expressa necessariamente emoção fora das realidades físicas, e existem realidades físicas que não expressam emoção de todo. Mas ela constitui um elemento básico desta dimensão física particular, e por isso estabeleceis uma associação automática com essa expressão.

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