quarta-feira, 29 de junho de 2011

A RELAÇÃO QUE TENDES COM A NATUREZA



SESSÃO #77
“A Relação QUE TENDES com a Natureza”
Domingo, 10 de Março de 1996
Tradução: Amadeu Duarte

Participantes: Mary (Michael), Vicki (Lawrence), Ron (Olivia), e o Jim (Yarr)

Elias chega às 8:10 da tarde.

ELIAS: Boa noite!

GROUP: Boa noite!

ELIAS: (A dar risadas e a bater com as mãos na cadeira) Temos vindo a falar do vosso tempo cultural e do vosso tempo natural; do vosso intelecto e da vossa intuição, a fim de vos continuar a fornecer uma maior informação destinada a uma união convosco próprios e a uma compreensão das ligações que estabeleceis. Também iremos debater a relação que tendes com a natureza. De momento colocar-vos-ia uma pergunta: “Qual é a relação que tendes com a natureza?” (Pausa)

VICKI: Bom, nós criámo-la.

ELIAS: Como é que vos encontrais ligados a ela? (Pausa)

RON: Felizmente, eu penso que fazemos parte dela.

ELIAS: De que modo fazeis parte dela? (Pausa)

JIM: Somos tudo o que constitui a natureza, e vice-versa. (Pausa)

ELIAS: Pensai lá para convosco na forma como encarais a vossa espécie em relação à natureza. Como encarais uma planta em relação à natureza? Com percebeis um antílope ou um alce em relação à natureza? (Pausa) Agora diz-me, que lugar terá o homem na natureza?

JIM: Um não muito bom! (A rir)

ELIAS: Essa é precisamente a resposta de que eu estava à espera! Vós separais-vos duma forma automática. Vedes um animal e, apesar de não terdes a capacidade de expressar por palavras o modo como acreditais que possa estar ligado à natureza, automaticamente inferis isso. Olhais uma flor ou uma árvore, e não vedes qualquer separação em relação à natureza. Olhais o oceano e parece-vos natural que faça parte da natureza. Não podeis distinguir esses elementos da natureza, mas distinguis a vossa espécie, impondo desse modo uma barreira. Fazeis isso, por não perceberdes as ligações que tendes. Não percebeis a influência que recebeis. Não percebeis a interacção que tendes com a natureza. Por isso, como podereis aplicar elementos naturais a vós próprios se não fazeis parte da própria natureza? Como podereis fazer uso do tempo natural, se não sois naturais? (Pausa) Devo dizer-vos para passardes a ver o homem e a ligação que ele tem com a natureza, porque se a vossa espécie não existisse, a natureza não seria aquilo que é. Tal como os restantes elementos contribuem para a natureza, também vós contribuís. Já conversamos antes sobre esses elementos, mas vós não estabelecestes a ligação. Debatemos o vosso tempo, as condições que o vosso planeta apresenta; os terramotos, as inundações, os tornados; que vós criais, e que fazem parte da natureza. Também abordamos a vossa arqueologia; os vossos apetrechos, os vestígios da vossa antiguidade; que se mantêm apenas por meio da realização da vossa lembrança. Isso são tudo contribuições que agregais à natureza.

Através das vossas emoções, vós influenciais as vossas condições planetárias; o vosso tempo, as vossas marés, os elementos ligados aos acontecimentos naturais que se dão no vosso planeta. Por meio dos vossos processos de pensamento, vós detendes clareza de foco. Os vossos animais, as vossas flores, as vossas nuvens, os vossos oceanos, adquirem o aspecto que apresentam, por fazerdes parte deles. Vós detendes a objectividade. Vós detendes a visão. Aquilo que percebeis em termos visuais, o que visualizais, é o que passa a ser criado. Por isso, sois uma parte muito complexa da natureza. Também lhe sentis continuamente o movimento natural, o que corresponde ao vosso tempo natural; que para vós é tão natural como é para os vossos seres vivos.

Mas, não estaremos somente a fazer menção a um pequeno retrato do equilíbrio existente entre o aspecto intelectual e o da intuição? (A rir para a Vicki) Ainda estás a desvalorizá-la!

VICKI: Não creio que esteja a desvalorizá-la! (Elias desata a rir) Estou somente muito surpreendida, mas não compreendo de verdade como operará essa influência, mas percebo-a, pelo que não a desvalorizo!

ELIAS: Também passaremos a explicar que noutras áreas de consciência e da essência todas as coisas são passíveis de ser categorizadas como convenções. Todos os actos que transpiram entre quaisquer indivíduos constituem convenções ou compromissos; não nos moldes em que entendeis os compromissos, porque a definição em que enquadrais esse termo acha-se bastante limitada à compreensão física que tendes. Esses acordos não se expressam nos moldes em que pensais. Cada elemento da vossa existência não é debatido entre as essências, nem debatido de trás para a frente. (Afasta ambas as mãos como se tratasse de duas pessoas a estabelecer um acordo) “Vou passar a fazer isto.” “Muito bem, isso é admissível.” “Não, pressinto que deva agir assim.” “Não estou de acordo.” “Bem , está bem, eu aceito.” “Vamos assumir um compromisso.” “Isto vale como um entendimento.” Errado! Nenhum debate chega a processar-se! As acções nesse elemento dão-se instantaneamente, sem que se recorra a nenhum “elemento de tempo”. Ocorrem espontaneamente.

Também vou acrescentar que, apesar de criardes a vossa própria realidade, conforme o faz cada indivíduo, vós não criais a realidade de mais ninguém; mas interagis, e influenciais. É por isso que os vossos compromissos se traduzem duma forma espontânea, tal como qualquer acordo é geralmente entendido; que se alguém optar por reagir à vossa influência ou à vossa energia, no âmbito da consciência - por nem sempre poderdes causar influência, segundo a definição que atribuís à influência, mas poderdes influenciar através da energia - se o indivíduo reagir a isso, será óbvio que ele terá concordado em reagir-lhe. Isso, conforme terei declarado, não constitui uma conformidade individual, mas envolve um compromisso generalizado, ao nível da essência e de outras áreas da consciência, a fim de passardes a permitir ou a deixar de permitir, reagir na Área 1. Por isso, se perceberdes que alguém pareça estar a reagir aos pensamentos que estiverdes a ter, e a que não dais voz, não o desvalorizeis; por ser exactamente àquilo a que estará a reagir! (A rir para a Vicki) Os pensamentos são energia. E a energia encontra-se sempre em movimento. A energia constitui uma realidade.

VICKI: Só que é verdadeiramente espantoso dispor dum exemplo concreto e específico como esse. Também acho incrível que dois indivíduos completamente diferentes, diante dum mesmo exemplo, possam apresentar duas formas de percepção completamente distintas.

ELIAS: Cada um cria a sua realidade por meio da percepção que tem. Ao expandirdes, estais a começar a incorporar uma maior compreensão e aceitação da realidade; assim como dos modos como operais, naturalmente; vós próprios e a vossa consciência. Se permitirdes que se expresse duma forma natural e equilibrada entre intelecto e intuição, podereis influenciar duma forma bastante específica! Bom, podeis pensar nisso e expressar essa ideia quando vos disser que já estais a influenciar no âmbito da consciência! (Faz uma pausa a sorrir, enquanto tamborila os dedos na cadeira de um modo exagerado)

Isto destina-se ao benefício expresso da Shynla, por ela apreciar bastante o tamborilar dos dedos! (A rir, a seguir ao que se volta para a Vicki) Isso foi um excelente exemplo de detecção e da combinação do intelecto com a intuição, no emprego desta informação, de modo a sedes capazes de perceber a isenção de esforço que vos assiste na realização disto por meio deste método mais natural. Se não pensardes tanto de acordo com as “normas”ou as convenções, haveis de experimentar um fluxo mais natural, o qual também é destituído de esforço. (Faz uma pausa, a sorrir) Desejareis colocar mais alguma pergunta esta noite?

JIM: Sim, eu tenho uma pergunta. Hoje, quando me encontrava sentado no exterior a observar as montanhas, de súbito vi pontinhos luminosos a serpentear energicamente. Estaria eu a ver energias? Era muito... Aquilo cintilava e voltava a surgir e eu esfreguei os olhos, mas era tão visível para mim que eu fiquei a olhar para as montanhas e para o céu e para as nuvens, e era muito interessante.

ELIAS: Reminiscências! (A sorrir para a Vicki)

JIM: Era fascinante ... Desculpa?

ELIAS: Reminiscências dum outro “tempo”, de vento e de luzes, em que também visualizavas a energia. Podes contactar o Lawrence sobre essa experiência. (A rir tanto para o Jim como para a Vicki)

JIM: Está bem. Foi óptimo.

ELIAS: Eu vou dizer que te estás a “sair bem”! (A sorrir)

JIM: Eu vou continuar a fazer o que estou a fazer. Não tenho bem a certeza do que seja, mas vou só...

ELIAS: Lembra-te igualmente que a ligação com os outros é, nesta “fase”, por assim dizer, muito importante. É necessário para a tua compreensão, ligar-te a outros indivíduos que fazem parte deste grupo. Há-de revelar-se bastante útil para a tua própria compreensão... e a deles! (Pausa a sorrir) Vou dar expressão a uma curta intersecção contigo esta noite, por me estar a preparar para um longo cruzamento convosco muito em breve, em que iremos debater a vossa questão da consciência e da essência. Eu não esqueci!

JIM: Bem, eu sabia disso! (A rir)

ELIAS: Se o desejares, e, agora, o jogo!" (Para o Ron) Muito bem!

...

RON: Posso colocar mais uma pergunta, em nome do Michael? (Para a Vicki) Tu só perguntaste três, até aqui.

ELIAS: Muito bem, Ron!

...

VICKI: Está bem. A pergunta dela é se nós criamos a realidade dos animais. Criamos?

ELIAS: De certo modo, em parte, criais; em parte também não. Os animais têm a sua própria consciência, e também criam a sua própria realidade, tal como o faz uma planta. Não depende da essência criar a realidade; porque a consciência toda cria a realidade. Por isso, um animal cria a sua realidade; apesar de alguns animais serem bastante afectados pela vossa consciência. Por isso, num certo sentido, vós ajudais a criar a realidade de alguns animais. Num outro sentido, vós influenciais a criação da realidade de todos os animais; porque nós debatemos, esta noite, que sois parte da natureza, uma parte bastante complexa, que afecta bastante todos os seres vivos. Por isso, com respeito a isso, sim, vós criais a realidade das criaturas; apesar delas criarem as suas experiências, e apesar de influenciardes igualmente muitas das suas experiências.

Vós afectais mais directamente os vossos animais domésticos, com que vos envolveis e a que vos ligais directamente; porque a vossa consciência opera em cooperação com esses animais, e por lhes afectardes mais directamente a realidade. Conforme referi, podeis projectar elementos da vossa própria consciência para um animal a que estejais ligados para ele experimentar; assim como o animal pode captar, por assim dizer, elementos da vossa consciência para os empregar na sua consciência. Isso não é realizável ao “nível de pensamento”, por assim dizer. O animal não procede a uma decisão em que diz a si próprio: “Eu acredito que hoje me vou sentir deprimido, pelo que a ligação humana que tenho pode ser bem sucedida”; apesar de muitas vezes, um animal poder assumir elementos inerentes à consciência que vós projectais, e os expressar, enquanto vós não; como no caso da tua esposa, (a olhar para o Jim) que também estabeleceu um contacto com a vossa criatura, o vosso cão, que estava a passar pela experiência de certas expressões físicas. (Pausa) A Shynla também emprega isso no caso do animal dela, também.

VICKI: Então, quando pressinto que o animal dela está com humores, frequentemente isso quer dizer uma ligação com a Shynla?

ELIAS: Absolutamente. Também hás-de notar expressões físicas. Esse indivíduo, ao optar por não dar expressão ao mal-estar no foco físico, por não fazer parte da sua realidade, e não desejar experimentar a mal-estar, com que a criatura entra em contacto e experimenta por ela; admitindo também expressões de crenças, que também podeis projectar. Podeis não desejar considerar continuamente a vossa profissão médica pessoalmente; pelo que o vosso animal de estimação há-de requerer muita atenção. Recordai igualmente que estes exemplos constituem expressões do que designaríamos por áreas extremadas, áreas que se situam no âmbito da consciência dos indivíduos envolvidos, e que comportam receios enquadrados nos sistemas de crenças, elementos que poderão não se expressar a si próprios com tanta facilidade. Por isso, eles podem encontrar expressão nas criaturas.

VICKI: Então esses são... que foi mesmo que disseste? Exemplos que envolvem extremos?

ELIAS: Exacto.

VICKI: Então a experiência que tenho com os meus próprios animais, o facto de requererem muito poucos cuidados médicos, tal como eu não necessito de muitos cuidados médicos, eles devem estar a ...

ELIAS: A espelhar-te; tal como o Ron, que também necessita muito pouco, o que provoca a criação duma “atmosfera” ao redor dessas criaturas. O indivíduo pode não sentir necessidade de atenção médica pessoalmente, mas numa certa “camada da consciência” carrega a crença que tende fortemente para essa área; em razão do que resulta numa expressão de energia e de consciência, que é captada.

VICKI: Terá sido por isso que o Michael terá querido que eu limpasse os ouvidos do cão dele, e porque terá notado coisas que a Elizabeth não notara?

ELIAS: (A rir) Eu referi a existência dum grande laço de ligação entre o Michael e a Shynla; o qual, no contexto do vosso “elemento do tempo” acabará por se tornar mais óbvio!

VICKI: E o facto do Michael ter notado que o seu cão estava agitado; isso deve-se ao quê?

ELIAS: Isso está igualmente relacionado com a Shynla; além disso podes dizer ao Michael para detectar a “altura” em que ele tenha notado que essa criatura tenha começado a ficar agitada, porque ele há-de notar que durante as horas da manhã ele estava a contactar a criatura com toda a normalidade, mas quando o telefone dele tocou e ele atendeu à Shynla, a inquietação começou! Há mais coisas a associardes. Isso há-de servir de motivação para a trama! (A rir, e em seguida voltado para o Ron) Mas, permite-me que te pergunte, como tem andado a tua visão ultimamente?

RON: Quase na mesma.

ELIAS: A precisar desses óculos! Não tens notado nada de anormal ao veres as coisas, recentemente? (A rir) Iniciador! É somente uma outra coincidência da parte do nosso representante dos iniciadores, ao dar início a um contacto com focos, em relação aos quais outros estão a estabelecer contacto! É apenas uma coincidência! (Faz uma pausa a sorrir para o Ron) Não serão os teus olhos o teu projecto mais recente?

RON: Muito bem, já entendi! (Elias ri)

ELIAS: Ele nem sequer está a estabelecer contacto com ele próprio!

RON: Esta noite sinto-me um pouco desfocado!

ELIAS: Desfocado ... em termos visuais! Ah ah! (Riso, seguido duma pausa)

VICKI: Bem, eu tenho mais uma pergunta da Shynla. Ela quer saber sobre ligações no foco físico entre ela e o Dennis.

ELIAS: Vou temporariamente oferecer uma ligação com que ela voltará agora a estabelecer ligação, no nosso “presente agora”. Diz à Shynla que esse indivíduo também esteve presente no foco de desenvolvimento em que ela anda à procura do castelo, como um excelente... “melhor amigo”. Um foco de desenvolvimento bastante interessante; bastante fulcral. (Pausa) Ela desejará fazer mais alguma pergunta, ou vós?

JIM: Eu tenho uma pergunta sobre os animais. Nós atrairemos os animais a nós? Ao nos abrirmos à aceitação deles, eles não parecerão ser atraídos para nós?

ELIAS: Absolutamente.

JIM: É por isso que temos tantos!

ELIAS: "Atraí-los" a vós.

JIM: Então, quando os animais desejam ir à vida, ou desejam morrer na nossa presença, nós atrairemos igualmente esse animal, para lhe enviar energia positiva, por assim dizer, para o seu percurso?

ELIAS: Se o animal sentir uma forte ligação com o indivíduo, há-de buscar o indivíduo para o ajudar na sua mudança. Isso não é um auxílio nos termos do movimento que podeis conjecturar, porque a criatura não carece de ajuda para interromper um foco individual ou para voltar a manifestar-se; mas no enquadramento da expressão emocional, e ao desejar uma combinação de energias, a criatura pode optar por alinhar desse modo.

JIM: Então, no caso dos animais que morrem e que se encontram ao nosso cuidado, e em que sentimos estar a dar-lhes tudo aquilo de que precisam, e o animal morre à mesma, isso é muito difícil de aceitar, mas será escolha sua?

ELIAS: Absolutamente; tal como na expressão de qualquer indivíduo. Com a vossa tecnologia podeis expressar todos os meios disponíveis no sentido de prestar ajuda e assistência às pessoas e isso não resultar em nada, por ele desejar, como quem diz, pôr termo ao seu foco físico; porque não existe fim algum.

JIM: Está bem. Isso ajuda. Não facilita a coisa, mas ajuda.

ELIAS: Muda a tua percepção, ao compreenderes que cada criatura, cada elemento da natureza, cada expressão, cria a sua própria realidade. Nessa medida, também gera o seu próprio início e término. Isso depende da sua opção. Uma rosa pode optar por florescer mais quatro dias que as demais.

VICKI: Eu tenho uma pergunta acerca da Rosa.

ELIAS: Acha-se em toda a parte! (Dá uma risada)

VICKI: (A rir) Com respeito à ligação com a categoria dos planetas (refere-se ao Jogo) que ela tem com Júpiter, para além de estar ligada à Ayla, dever-se-á isso ao elemento reformador dessa família da essência, ou ao quê?

ELIAS: Existem duas razões distintas para esse planeta se achar incluído em cada uma dessas essências. Outro planeta entrará em alinhamento com a Rosa também, tal como já terás “presumido”. (Sorri)

A razão para a associação de Júpiter com a Rosa deve-se ao facto de ter sido escolhida por essa essência em representação do volume; sendo maior, simboliza a inclusão do todo.

A razão de alinhar pela vossa família da essência amarela, ou a categoria que empregais, deve-se à ligação que tem com esse planeta e as suas manifestações, tal como o nosso outro planeta e as suas manifestações; tratando-se da mesma razão. Não vos esqueçais de que, enquanto espécie nesta dimensão e neste enquadramento temporal, na percepção que tendes, apesar de não perceberdes nenhuma outra forma de vida nos planetas que compõem, por assim dizer, o vosso “sistema solar”, noutros focos dimensionais, eles são igualmente habitados, nos seus próprios enquadramentos temporais.

VICKI: Está bem. Tenho mais uma pergunta. O quando vejo o planeta Vénus, quando vou pela rua fora e percorro uma distância muito curta, porque razão esse planeta se desloca tanto no céu? Consigo alinhá-lo por uma outra estrela, mas ele não permanece na mesma relação com essa estrela.

ELIAS: O que tu vês é um planeta e não uma estrela!

VICKI: Bom, isso sou eu capaz de entender!

ELIAS: Também estás a ver o que poderás visualmente encarar como um elemento nos vossos céus; o seu reflexo físico e rotação actuais. Já o que vês no caso das vossas estrelas não é a mesma coisa. Por isso, elas parecem-te estacionárias, e mudar de posição somente quando o vosso planeta muda de posição; apesar disso estar directamente relacionado com as crenças de serdes o centro do universo! Haveríeis de ficar surpreendidos se vísseis em termos físicos os vossos outros planetas do vosso sistema solar, a forma como andam aos pulos e aos saltos ao redor! Isso também é interessante, por vos desviar ligeiramente – muito ligeiramente – das vossas crenças de serdes o centro de todo o universo físico conhecido; por existir um outro que também se move, e que podereis testemunhar. (Pausa) Esta noite vou-me afastar da vossa companhia, e permitir que entreis em contacto uns com os outros. Voltarei a conversar convosco muito em breve. Au revoir.

Elias parte às 9:19 da noite

© 1996 Vicki Pendley/Mary Ennis, Todos os Direitos Reservados

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