segunda-feira, 27 de junho de 2011

O DINHEIRO ÉS TU! - MANDALAS, RODAS DA VIDA





Sessão 672
“Movimento no Desconhecido”
“Mandalas/Rodas da Vida”
“O Dinheiro És Tu”
Quinta-feira, 3 de Agosto de 2000 (Privada/Telefone)
Participantes:  Mary (Michael) e Debi (Oona).
Tradução: Amadeu Duarte

ELIAS:  Bom dia!

Bom dia!

DEBI:  Bom dia! Olá, Elias! É um verdadeiro prazer conhecer-te finalmente! (ri enquanto o Elias ri para dentro)

Penso que a primeira coisa que queira perguntar-te seja, eu digo “conhecer-te finalmente”, mas nós já nos conhecemos?

ELIAS:  Claro que já nos conhecemos! (a rir)

DEBI:  (a rir) Eu não sei – esta pergunta como que saltou para a minha mente na noite passada quando eu estava a passar revista a determinadas coisas que te queria perguntar; a respeito de sermos tipo velhos amigos, sabes?

ELIAS:  Eu posso-te dizer que já participamos em focos físicos juntos.

DEBI:  Está bem. Existirá alguma informação que me possas disponibilizar acerca disso, ou representará algo que deva descobrir por mim próprio?

ELIAS:  (A rir) Posso-te desafiar a proporcionares a ti própria as impressões que obténs por meio duma investigação disso, que futuramente confirmarei e oferecer-te-ei validação às impressões que obtiveres. Vamos fazer um acordo, por assim dizer? Ah, ah, ah!

DEBI:  Parece fixe! Eu adoro desafios! (a rir) Está bem, aceito-o!

Posso colocar uma pergunta acerca duma impressão que obtive? Tenho vindo a fazer uma série de meditações sobre cores e obtive uma experiência dum tipo verdadeiramente diferente com a cor azul, para espanto meu, a seguir a uma noite em que tinha estado a conversar sobre algo, referentes a uma sensação que sinto em torno do meu tornozelo. Terá sido a tua presença durante a minha meditação?

ELIAS:  Foi.

DEBI:  Foi?! (A rir, enquanto Elias ri para si próprio)

ELIAS:  Terás notado a minha energia como uma introdução dirigida a ti!

DEBI:  Isso foi verdadeiramente perfeito! Foi de tal modo diferente de tudo o que já experimentei que achei que provavelmente fosses tu, por ser tão DISTINTO. Óptimo! Agora já disponho duma IDEIA acerca do modo como te sentes.

ELIAS:  Sim!

DEBI:  Está bem. Poderei questionar-te com relação à minha informação em particular – o meu nome da essência, a família que pertenço, o alinhamento, a orientação, todas essas coisas boas?

ELIAS:  Muito bem. Nome da essência, Oona. Família da essência, Vold; alinhamento neste foco, Milumet; orientação, comum.

DEBI:  Também sinto curiosidade, sabes, em relação a… Serei um foco de continuidade, neste foco? (pausa)

ELIAS:  Não no presente, apesar de te poder dizer que isso depende duma opção de escolha.

DEBI:  Está bem. Esta informação faz-me pensar de verdade!
(a rir)

ELIAS: 
Ah, ah, ah, ah, ah! Mas em parte, essa será a intenção! ( Ri para si mesmo)

DEBI:  (A rir) Pois! Com isso em mente, sabes, seria justo dizer – a família Vold – que eu seja um indivíduo focado no aspecto emocional?

ELIAS:  Não necessariamente, mas posso-te dizer que o teu foco Se foca no aspecto emocional. Mas não associes esta família da essência com a expressão automática da focalização emocional.

Muitos escolhem proceder à criação de enfoques emocionais na sua manifestação física a fim de adoptarem um realce na experiência de um dos elementos básicos da concepção desta realidade física em particular, mas qualquer desses tipos de expressão não se acham necessariamente associados em género, por assim dizer, a nenhuma família da essência.

DEBI:  Penso que compreendo. Bom, isso é verdadeiramente interessante, porque que o alinhamento que forneça bastante discernimento sobre outra questão que te ia colocar, que é a seguinte:

Poderei igualmente obter a informação básica acerca dos meus dois filhos – o Lindsey e a Evelyn – o nome, a família e o alinhamento?

ELIAS:  Muito bem. (pausa) Primeiro indivíduo, nome da essência, Diette. Família da essência, Tumold; alinhamento, Ilda; orientação, comum.

Segundo indivíduo: (pausa de 18 segundos) Rili. (pausa a rir para si mesmo) Esta é uma essência bastante jovial!

DEBI:  Oh meu deus!

ELIAS:  Ah ah ah ah ah!

DEBI:  (A rir) Precisamos conversar sobre essa!

ELIAS:  Ah ah ah ah! Família da essência, Zuli; alinhamento, Sumari; orientação, comum.

DEBI:  Uau! Isso é fascinante! Isso dá-me vontade de rir, o que disseste acerca da Rili, porque ela é uma verdadeira peça! Uma das perguntas que tinha par ate colocar era sobre a curiosidade que sinto em relação a esta criança que absolutamente… Ela e eu chocamos muito, por assim dizer, e eu estava a interrogar-me se será… Bom, aquilo em que tinha cismado é se ela estará a reflectir algo em mim, ou se essa garota é só pura…
Não sei! Que será? Não poderás ajudar-me? (a rir)

ELIAS:  (A rir para si mesmo) existem muitas expressões que estão a ser usadas na interacção que ocorre entre vós as duas neste foco em particular.

Bom; deixa que te diga que terás criado o acordo de facilitares a entrada física para a manifestação dessa essência em particular. Essa outra essência É bastante jovial e terá escolhido de modo bastante específico – tal como o fazem todas as essências – manifestar-se na expressão de membro da tua família bastante de propósito, no alinhamento da expressão desta essência.

O foco particular dessa essência manifestou-se com o objectivo de se expressar – de forma jovial – a fim de desafiar os demais nas expressões das suas crenças… As quais poderão não ser necessariamente encaradas de modo tão óbvio quanto o poderão assumir! (a rir para si)

DEBI:  Oh meu deus!

ELIAS:  Por isso, nisso, não é tanto uma acção de reflector (mirror) que esse indivíduo te apresenta mas mais uma expressão de desafio, por intermédio das escolhas e comportamentos que implementa no seu foco, a sugerir-te que poderás permitir-te reconhecer uma oportunidade de perceberes e de reconheceres as crenças que comportas que estás a permitir que te influenciem a percepção em meio a muitas, muitas situações.

DEBI:  Obrigado. Faz sentido! Isso relacionar-se-á em particular às crenças parentais que albergo?

ELIAS:  Relaciona-se. (a rir para si)

DEBI:  Está bem, porque me sinto preparada para a deixar assumir o comando!

ELIAS:  Ah ah ah ah ah!

DEBI: 
(A rir) Oh meu deus! Isso faz imenso sentido.

ELIAS:  Lembra-te igualmente que existe uma qualidade subjacente de expressão que tem lugar nesse indivíduo, como um elemento da família da essência a que ele pertence, o qual o influencia continuamente nas expressões que assume; ou seja, um apreço pela concepção material, pela exibição e manifestação físicas. Por isso, subsiste toda uma força que é incorporada na sua capacidade de desafiar os outros, no apreço da sua criação pessoal.

DEBI:  Isso faz muito sentido. Agradeço imenso. Vou reavaliar o papel inteiro que desempenho nisso! (a rir, enquanto o Elias ri para si)

Muito bem.  Bom, penso que poderíamos avançar para uma outra coisa.

ELIAS:  Muito bem.

DEBI:  É claro que disponho de toda uma lista de perguntas para te colocar, mas penso que apenas usarei umas duas que têm tido um maior peso na minha mente ultimamente.

Nos últimos meses tenho vindo a passar por um tremendo monte de confusão e de descontentamento basicamente em relação à direcção que a minha vida toma. Voltei à escola durante alguns anos, estou a trabalhar na indústria computorizada e tudo isso, mas de repente, é como se não quisesses fazer nada com isso tudo. Não quero viver onde vivo, não tenho vontade de trabalhar nesse ramo, e não estou muito certa do que esteja a ocorrer.

Também pareço ter… Não sei de que modo o descreva, para além de não estar a conseguir dinheiro com fartura, sem que o quanto sou esperta pese o que quer que seja, nem todo o treino que consegui, ou seja o pressentimento que sempre abriguei, o de não ser suficientemente capaz, ou não me empenhar o suficiente, e a dedicação… Tal como eu disse, sabes – de repente tenho vindo a fazer algo nos últimos anos, e agora não sinto vontade de me direccionar mais nesse sentido.

Aquilo que me revelaste acerca do meu alinhamento com a família Milumet… Ultimamente tenho vindo a interrogar-me sobre a razão porque sentirei esta enorme vontade de me afastar de tudo isso e mais na direcção das plantas e das árvores. Qual será? É que é uma direcção completamente diferente! Vou a passar pelas árvores e falo com elas, sabes? E eu jamais tinha feito tal coisa! (Ri, junto com o Elias)

Sinto como se estivesse a deixar-me conduzir para uma área, mas não faço a menor ideia do que possa fazer com ela. Não sei – isto estará a fazer algum sentido?

ELIAS:  Absolutamente!

DEBI:  Está bem. (Elias ri) Poderás fornecer-me um pequeno esclarecimento em relação ao que se esteja a passar comigo?

ELIAS:  Tu estás a avançar para uma expressão de auto-descoberta. Estás a permitir-te uma abertura na tua consciência em relação à exploração de TI PRÓPRIA, e nesse sentido, estás a permitir-te começar a afastar-te das expressões automáticas da expectativa que presumes por intermédio das expressões das crenças das massas e das vossas sociedades, ou das expectativas que colocas sobre os ombros em relação à tua identificação do certo e do bom e da responsabilidade, e estás a permitir-te abrir a porta um bocadinho para uma nova área de ti, e a permitir-te iniciar um movimento na direcção de te familiarizares CONTIGO PRÓPRIA.

Essa é uma expressão a que te não permitiste durante a maior parte deste foco na tua manifestação actual. Exploraste muitos tipos de actividade e muitos tipos de criação por via de múltiplas expressões. Exploraste a vastidão da duplicidade com bastante sucesso! Ah, ah, ah ah ah!

DEBI:  Bem que o poderás repetir! (a rir)

ELIAS:  Ah ah ah! Pelo menos no que abrange a expressão dos aspectos negativos da duplicidade! (a rir)

DEBI:  Oh meu Deus! Se isso não corresponde à verdade!

ELIAS:  Ah ah ah!

DEBI:  Pelo que, com isso em mente, seria seguro dizer que me terei saido bem com isso?

ELIAS:  Não necessariamente! (a rir de modo forçado)

DEBI:  Ah! (ri)

ELIAS:  Ah ah ah ah ah ah! Mas proporcionaste a ti própria uma oportunidade de te familiarizares com esse sistema de crenças, pelo que terás propiciado a ti própria um maior à-vontade na habilidade de o identificares quando se apresenta, por assim dizer.

Nesse sentido, permitiste-te explorar muitíssimas experiências relacionadas com diferentes expressões das crenças, só que não te permitiste voltar a tua atenção para a exploração nem para a familiarização de TI, pelo que não terás sugerido a ti própria uma identificação genuína do teu fluxo natural de energia nem da tua capacidade de dirigires o teu próprio foco por ti própria, dando lugar à tua própria expressão de diversão e de criatividade nem às capacidades que possuís neste foco.

Nesse sentido, continuaste a expressar-te – em toda a exploração que fizeste dos elementos exteriores ou criações ao longo do teu foco – sob a direcção subliminar, por assim dizer, da família da tua essência e daquela pela qual alinhas, mas não proporcionaste a ti própria um reconhecimento objectivo do modo como isso interage contigo enquanto tu própria, e com a tua energia e com o teu movimento natural.

Por isso, de certa forma, proporcionaste a ti própria uma expressão de exploração das crenças, assim como uma familiaridade com expressões e criações exteriores a ti própria, por assim dizer.

Agora encontras-te a abrir a porta que te dá acesso à tua percepção, e estás a permitir-te familiarizar-te contigo. E isso proporciona-te o movimento duma espantosa expressão de liberdade renovada!

DEBI:  Sim! É o que eu queria escutar!

ELIAS:  Bom; deixa que te diga que procedeste à identificação duma área específica referente à expressão das finanças, ou o que avalias como sendo uma incapacidade de gerar um tipo de expressão financeira que desejarás estabelecer.

Deixa igualmente que te diga que isso é perfeitamente compreensível, por SITUARES a tua atenção fora de ti, e com isso, e nesse sentido, estás a outorgar um imenso poder às tuas crenças, de modo associado à tua percepção, a qual diz respeito a ti própria e ao modo como te avalias.

E nisso, como continuas a dirigir a tua atenção desse modo, também estabeleces obstáculos em admitires a tua capacidade de implementares esse tipo de expressão de materialização de meios financeiros, por assim dizer.

DEBI:  Então, basicamente… Só queria ver se estou a compreender isso de modo correcto. Ao voltar-me para essa nova expressão, colho a sensação de que o que estarás a dizer seja que de qualquer modo tudo se há-de perfazer tal como devia. (Elias ri e começa a responder, mas a Deb interrompe-o) De que forma ia eu colocar isso? Penso que o que esteja a tentar dizer seja que isso basicamente tomará conta de si próprio se eu apenas me harmonizar comigo própria.

ELIAS:  Ah, mas ESSE constitui o movimento de identificação! Sim.

DEBI:  Ah, está bem.

ELIAS:  A expressão de finanças não é para ser alcançada, porque não existe qualquer elemento na vossa realidade que precise ser adquirida. Já possuís tudo o que poderá expressar-se na vossa realidade física. Não se trata duma questão de adquirirdes mas sim de criardes, e de vos situardes na criação.

DEBI:  Está certo, tudo bem. Isso dá bem que pensar. (Elias ri) Mas percorre-me a consciência como uma tremenda boa nova! Sabes ao que me estou a referir? Não sei de que modo o descreva.

ELIAS:  Estou a compreender.

Deixa que te diga, à medida que te permitires relaxar a tua energia e deixar de concentrar a tua atenção na aquisição dessa matéria física, e te permitires voltar a tua atenção para uma familiarização contigo própria, e reconheceres que a manifestação física do dinheiro consiste numa criação tua e és tu igualmente – que tu és o seu criador E assim como a criação. Por isso, a manifestação física real dessa material física, do que identificas como sendo o dinheiro, consiste numa expressão de TI. ÉS tu.

DEBI:  Então basicamente, quando me achar alinhada por mim própria… Mas eu não sei, a sentir abundância interior, isso acabará por se manifestar. É isso basicamente o que estarás a dizer?

ELIAS:  É. Vós criais exteriormente e de modo objective, como um reflexo, por assim dizer, do que estais a criar interiormente.

(Com firmeza) Vós criais aquilo em que vos concentrais.

Não te estou a falar do pensamento. Estou-te a falar da concentração da vossa energia da atenção, e essa concentração move-se em directo alinhamento com as vossas crenças. As vossas crenças influenciam directamente a vossa percepção e a percepção é o instrumento de que dispondes nesta realidade física para criardes a vossa realidade. Portanto, se concentrares a tua energia nas tuas crenças, hás-de criar a manifestação dessas crenças.

Não te deixes confundir com os pensamentos, porque os teus pensamentos não constituem necessariamente um reflexo exacto das tuas crenças.

DEBI:  Está bem. Isso é algo a que preciso dar uma atenção mais cuidada, porque penso ter feito isso.

ELIAS:  Poderás intelectualmente manipular o processo do teu pensamento por uma expressão contrária à das crenças que efectivamente abrigarás interiormente.

Com isso não estarás a instaurar uma aceitação nem a dissipar as tuas crenças apenas por gerares uma ideia contrária ao processo do pensamento das tuas crenças. Poderás expressar para ti própria não alinhares por uma crença particular ou por um determinado aspecto duma crença, mas eu afirmo-te que os teus pensamentos não constituem o indicador disso. As tuas crenças manifestam-se naquilo que crias e no âmbito dos teus comportamentos, e esses é que SÃO os indicadores.

DEBI:  Certo. Penso que agora esteja a compreender.

ELIAS:  As tuas reacções automáticas também constituem um indicador objectivo da influência das tuas crenças, assim como do modo como elas te influenciam a percepção.

DEBI:  Está bem. Muito obrigado por isso.

ELIAS:  Não tens de quê.

DEBI:  Tal com disse, é muito em que pensar, mas é claro que terei que o considerar, por fazer tal sentido.

Penso que no alinhamento com o actual movimento da abertura da minha porta, ou seja lá como for que te tenhas referido a isso, será por isso que tenho vindo a experimentar trauma associado ao sonho ultimamente? Além disso também te queria perguntar acerca da pressão de que padeço na minha cabeça e nos meus ouvidos, os estalidos e coisas assim que acontecem bastante e de forma acidental quando medito sobre o laranja. Mas, será que tudo isso, a cabeça a latejar, as dores de cabeça, a visualização de auras, estará associado à mesma coisa?

ELIAS:  Está. Os aspectos físicos da tua experiência consistem na manifestação da abertura de corredores neuronais, o que traduz a incorporação efectiva duma acção que tem lugar no teu cérebro físico.

DEBI:  Então essas células todas que terei eliminado poderão voltar?

ELIAS:  AH AH AH AH AH!

DEBI:  (A rir) Ou talvez não necessite delas, apesar de tudo!

ELIAS:  Ah, mas isso deverá corresponder mais à coisa! Ah ah ah ah ah!

DEBI:  (A rir) Isso realmente são boas notícias – a sério!

Mas o trauma decorrente do sonho e tudo o mais, oh meu deus, dormir com as luzes acesas! Penso que o que esteja a querer perguntar-te em particular seja o facto de pensar que tenha vindo a trabalhar bastante por uma questão de medo. Penso que tenha sido o medo, mas penso que tenha vindo a dar atenção a isso.

ELIAS:  Sim, tens razão.

DEBI:  Está bem. Então o sonho que tive com o chão e tudo aquilo, pareceu acompanhar a informação de outra transcrição que tinha lido em que falas de ficar sem apoio e esse tipo de coisa, mas isso fez um enorme sentido. Mas só queria verificar isso contigo. Soa como se estivesse a dar atenção a isso, o que é positivo.

ELIAS:  E a permitir-te reconhecer os elementos das expressões de temor que empregas, com o que te permites atender de modo mais eficiente a esse temor.

Ora bem; deixa que te diga também que a abertura da exploração pessoal muitas vezes cria em muitos indivíduos – e em ti também – uma outra associação automática com o medo, por vos ser pouco familiar, e por nessa falta de familiaridade também incorporardes uma incerteza quanto ao facto de manobrardes e manipulardes a vossa energia.

Por isso, ao assumires mais uma expressão de assumires a direcção de ti própria, ao invés da aliança que estabeleces com as crenças das massas e com as expressões da sociedade e com a dependência nas expressões externas a fim de te ditarem o rumo que deves seguir, é um movimento de confiança em ti, o que é bastante pouco familiar em muitas das suas expressões.

DEBI:  Definitivamente!

ELIAS:  Estás a permitir-te criar este movimento de te empenhares nos elementos do temor através da interacção do sonho e das imagens que ele encerra, coisa que te posso dizer, tal como já referi previamente a outros, que muitas vezes isso pode tornar-se bastante benéfico, por vos proporcionar uma oportunidade de perspectivardes e participardes e de acederdes a certas expressões inerentes ao que identificais como segurança do eu, ao invés das experiência do estado de vigília objectivas que associais menos a uma expressão de segurança.

DEBI:  Penso que te estou a compreender…

ELIAS:  Por vezes, o facto de fazerdes face a uma expressão de temor no âmbito das imagens do sonhar pode-se-vos tornar num menor objecto de temor, com o conhecimento subjacente de estardes unicamente a interagir convosco próprios, razão porque detendes um elemento de segurança.

Ao passo que no estado desperto, podeis objectivamente criar expressões de medo e isso tornar-se-vos mais difícil, no vosso foco, dardes atenção a essas expressões de temor, por elas essencialmente estarem a despoletar muitas outras associações em vós, no âmbito da familiaridade com os aspectos da duplicidade… Com os quais estais bem familiarizados! (a rir)

DEBI:  Eu de certeza que estou!

ELIAS:  Isso...

DEBI:  Mas eu desconhecia isso, porque levei um imenso tempo a compreender o significado da duplicidade! (Elias ri) Isso não terá piada? Está bem, isso responde em termos definitivos à minha pergunta. Agradeço muito.

Eu queria conversar contigo, sabes… Não estou muito certa de como conseguirei analisar mas isso acha-se associado a alguns desenhos que eu fiz, e às meditações nas cores. Adquiri este fascínio recentemente pela cor e tenho procedido a estas meditações sobre as cores, e aí de súbito, esses desenhos que tinha iniciado anos atrás, comecei de novo a faze-los.

A pergunta mais significativa que quero colocar é sobre o facto de não saber positivamente o que eles representem. Ocorrem-me algumas ideias, mas algumas das imagens que obtive durante essas meditações… Parece que esteja a obter alguma compreensão súbita sobre a coisa, soo que não estou certa de se achar relacionado ou não. Além disso existe a possibilidade de ter descoberto uma ou duas peças do puzzle, pelo que gostava de conversar contigo um pouco sobre tudo isso.

ELIAS:  Muito bem.

Nesse sentido, posso-te dizer, a identificação que fazes em relação à cor consiste num movimento de exploração de diferentes aspectos de tonalidade, assim como os diferentes tipos de movimento da energia associada aos teus centros de energia.

As pessoas no foco físico têm a tendência a associar esses centros de energia apenas a expressões da manipulação da energia física associada ao corpo físico.

Dir-te-ei que o movimento desses centros de energia incorpora muito mais do que apenas o sustento da consciência do vosso corpo físico.

Esses centros de energia constituem uma expressão de vós neste foco, em tudo o que sois. Eles são reflectidos por meio da expressão da consciência do vosso corpo, mas a sua função não é apenas a sustentação nem a criação do corpo físico.

Bom; tu também te envolveste na actividade de dares a expressão a desenhos, por assim dizer, relacionados com tons e informação que estás a proporcionar a ti própria através da cor, e nesse sentido, e em associação com a expressão ou as qualidades do grupo Milumet, aquilo para que estás a avançar é concederes a ti própria permissão para explorares as associações físicas doo que designais como mandalas pessoais. (pausa)

Tu não...

DEBI:  Não poderás explicar isso?

ELIAS:  São rodas da vida, ou terão estado associadas ao que poderá ser chamado de rodas da vida. São uma representação física do movimento da energia inerente às vibrações ou qualidades da energia, por assim dizer, de cada indivíduo. 

Ora bem; isso, em parte, terá sido adoptado pelo sistema de crenças da psicologia, apesar de também estarem mal representadas na informação que podereis aceder pela vossa ciência da psicologia. Além disso acham-se distorcidas pela informação associada às crenças religiosas.

Mas podes permitir-te reconhecer, nas tuas meditações, que ao longo da adopção da vossa estrutura de tempo linear associada a esta dimensão física, as pessoas se permitiram reconhecer tal símbolo – essa roda, por assim dizer – através de muitos, muitos tipos de formas, mas com a básica configuração dessa esfera, dessa roda.

E nesse sentido, a adopção da cor foi expressada de forma consistente, por constituir uma associação natural relacionada a essa roda.

A simbologia da própria roda consiste na expressão do saber, o qual é permitido ser incorporado na consciência objectiva, relativo ao movimento da energia tal como se acha associado ao indivíduo na manifestação física, e à incorporação do seu relacionamento com a verdade.

DEBI:  Certo. Então, basicamente, isso não tem nada a ver com um monte de outras coisas em que andava a pensar. Acha-se relacionado à verdade. Os desenhos diferentes que eu faço, nesse caso, será… Penso que a única questão que se me aflora em relação a isso seja a de perguntar se tudo isso tudo constitui uma representação da mesma coisa, ou se basicamente cada um constituirá um aspecto completamente diferente. Entendes o que eu estou a dizer ou o que estou a perguntar?

ELIAS:  Entendo. Representam diferentes aspectos da roda.

Por isso, com a expansão da tua consciência da simbologia da roda, se pudesses incorporar um desenho físico real da tua roda individual, e poderias incorporar todos esses planos dos desenhos que criaste como diferentes aspectos dessa roda única.

DEBI:  Está certo. Agora entendo. (o Elias ri) Muito obrigado por isso, pois tenho vindo a com isso a chocalhar na cabeça, e fico sumamente satisfeita por saber o significado disso!

ELIAS:  Não tens de quê!

DEBI:  Estamos quase a ficar sem tempo, e ainda tinha umas coisas a perguntar. Principalmente um par de impressões que penso corresponderem a focos meus mas interrogo-me se poderei expor-tas de passagem e tu poderás dizer-te se estarei no bom caminho de as identificar ou não.

ELIAS:  Podes.

DEBI:  Está bem. A primeira é na realidade um nome que se me aflorou, Rita Riser. (Pausa)

ELIAS:  Sim, tens razão, representa um outro foco teu.

DEBI:  E o nome Janet? (Pausa)

ELIAS:  Também está correcto, sim.

DEBI:  Depois também disponho – isto foi durante uma meditação – dum macho primitivo. Não tenho a certeza quanto à localização nem quanto à época, mas consegui ver um rosto. (Pausa)

ELIAS:  Correcto, mas podes dar prosseguimento à tua investigação relativa a esse indivíduo e proporcionares a ti própria mais informação, se o preferires.

DEBI:  Definitivamente, e de facto esta era outra pergunta que te ia colocar – a qual poderei obter melhor acesso.

Está bem, que tal um foco dum Nativo Americano? (Pausa)

ELIAS: Sim, tens razão, numa localização física correspondente à região do nordeste.

DEBI:  Poderás indicar alguma data para ele? (Pausa)

ELIAS:  Localização temporal, início do século 18.

DEBI:  Está bem, foi o que eu pensei. E no século 11 ou talvez 12, quer na Escócia ou na Irlanda? (Pausa)

ELIAS:  Exacto, apesar de teres que alterar a localização física para o que presentemente identificas como Gales.

DEBI:  Gales, está bem. Eu interrogo-me se nessa terei alguma associação com ou se tocarei harpa? (Pausa)

ELIAS:  (A rir) Como quem diz, sim, apesar de sentires uma grande dificuldade e te esforçares! AH AH AH!

DEBI:  Muito bem. Por outras palavras, sou péssima a tocar harpa mas esforço-me, não é? (Elias desmancha-se de riso) Está bem, porque eu sinto uma afinidade pela harpa, e interrogava-me de onde procederia isso.

DEBI:  E sobre a revolução Americana, ou estará isso ligado ao Nativo na América? (Pausa)

ELIAS: Tu também incorporas um foco nessa faixa de tempo, e na expressão dum soldado.

DEBI:  Está bem. Serei um soldado Britânico? (Pausa)

ELIAS:  Não.

DEBI:  Óptimo. Eu esperava um não, por algum tipo de razão, talvez por não incorporar!

Certo, e na Guerra Civil, ou algo associado a uma plantação. (Pausa)

ELIAS:  Um foco breve na manifestação física, na identificação dessa Guerra; uma participação com um indivíduo que faleceu numa tenra idade.

DEBI:  Muito bem. Isso é formidável!

As imagens materiais que obtive a partir desse sonho que me perseguia e que tive faz anos em Ventura – não sei como o deva descrever, à excepção de ter sido terrível, e eu senti-me como se me encontrasse lá. Eu corria a fugir de alguém. Juro que pensei que me fossem queimar viva! Saberás o que isso terá sido?

ELIAS:  Sei.

Bom; vou-te estender um encorajamento e sugerir-te que te permitas explorar, ainda que por momentos, essas imagens em particular, porque esse é um outro foco em que tomas parte, e presentemente terás conduzido energia para este foco a fim de reforçares com isso certas expressões de depreciação pessoal neste foco, e de certas alturas inerentes a este foco em que tu te terás movido para a expressão de extremos por intermédio da falta de aceitação.

DEBI:  Poderás dizer-me que período de tempo se tratará e localização?

ELIAS:  Sou.

Isso acha-se igualmente incorporado no presente território, por assim dizer, e consiste na expressão dum indivíduo do sexo feminino, com localização física no noroeste desta nação actual, associada às vossas crenças na magia da terra, por assim dizer; época, não é bem no final do século 17 – três quartos da expressão desse século segundo o vosso tempo.

DEBI:  Está bem. Estamos quase sem tempo, sabes’ Poderei perguntar-me muito rapidamente se a Ornah e eu partilharemos um foco na qualidade de sacerdote e duma freira? (pausa)

ELIAS:  Sim.

DEBI:  E eu sou um sacerdote, não é? (Pausa)

ELIAS:  És, mas podes investigar isso igualmente, numa localização física da Bélgica.


DEBI:  Obrigado.

ELIAS:  Não tens de quê.

DEBI:  Bom, posso verificar estarmos sem tempo. Do fundo do meu coração, quero agradecer-te pelo auxílio que me prestaste hoje.

ELIAS:  Não tens de quê. Fico na antecipação duma interacção continuada e estendo-te um enorme encorajamento no teu desafio na interacção com o teu pequeno! Ah, ah, ah, ah!

DEBI:  (A rir) Obrigado!

ELIAS:  (A rir) Para ti neste dia, com um formidável afecto e na antecipação do nosso próximo encontro, au revoir.

DEBI:  Au revoir.





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O MATERIAL ELIAS