segunda-feira, 27 de junho de 2011

O "MELHOR" E A PERFEIÇÃO - PASSADO E FUTURO



SESSÃO #670
“A Área Regional 2 ou esfera Causal”
“A Expressão do “Melhor”e a Perfeição Efectiva”
“Sobrecarga Resultante da Análise Pelo Pensamento”
“Para o Diabo com o Passado e com o Futuro!”
Segunda-feira, 31 de Julho de 2000 (Privada/Em pessoa)
Tradução: Amadeu Duarte

Participantes:  Mary (Michael) e Jennifer (Liva).
Elias chega às 2:17 da tarde. (O tempo de chegada é de 28 segundos)

ELIAS:  Boa tarde. (A sorrir)

JENNIFER:  Olá, Elias. (Elias dá uma risada e a Jennifer ri) Olá Oscar Wilde dos Vingadores! Certo? (Elias ri)

Muito bem, primeira pergunta. Terá sido uma mensagem da tua parte – Oscar Wilde e os Vingadores – com que me terei deparado na revista Playboy? Ocorreu-me pensar em ti! (A rir)

ELIAS:  (Risada) Não foi bem uma mensagem da minha parte, mas uma permissão da tua parte para estabeleceres a associação de imagens relacionadas comigo, sim. (A rir)

JENNIFER:  Oh, adorei! (A rir) Pensei que era estupendo! (Pausa) Como tens passado?

ELIAS:  Como sempre. (Dá risadas)

JENNIFER:  Bem, tenho estado a trabalhar. Penso que me tenho saído muito bem. Que achas? Hum?

ELIAS:  Tens estado a detectar as áreas que se prendem com a aceitação de ti própria, não?

JENNIFER:  Oh, sim, penso que sim. Tenho vindo a tentar estabelecer certas liberdades. E penso que tenha sido um tanto bem sucedida, não? (Elias acena afirmativamente) Está bem. (A rir) Estou a tentar conquistar uma medalha ou algo do género... ou talvez um certificado! (A rir) Qualquer tipo de informação seria estupendo, qualquer tipo de aconselhamento.

ELIAS:  Que direcção toma a preocupação que sentes presentemente? (Pausa)

JENNIFER:  Eu só quero... hum, não sei. Perecem ser umas quantas.

ELIAS:  Absolutamente. Eu entendo. A tua energia move-se não unicamente pelo que identificas como “umas quantas direcções”, mas por várias ao mesmo tempo! (Dá uma risada, enquanto a Jennifer ri) É por essa razão que te digo para identificares a direcção que desejas abordar.

JENNIFER:  Está certo. Eu estou a tentar aceder ao Sistema ou Estrutura2. Estou a tentar ter acesso à “cidade”. Estou a tentar alcançar estados alterados (de consciência), e estou a fazer isso tudo ao mesmo tempo! Estou a tentar conseguir passar a aceitar rapidamente... qualquer dessas coisas, sabes! Estás a rir-te! (A rir) Sistema 2... Foi o que eu disse. Terei chegado... Penso que tenha... Penso que tenha chegado... Não sei se terei chegado mais perto. Eu tive mais sonhos em relação ao centro comercial, mas eles são um tanto diferentes. Estás a acompanhar-me? (Elias acena afirmativamente) É estupendo, por não precisar de dar muitas explicações. Tive um em que parecia estar numa aula com um indivíduo loiro, com um corte de cabelo curto, uma aula de avaliação de equivalências, do nível 2. Tive outro em que me encontrava num hotel, à procura desse Sistema 2... Não sei. Não era aquilo de que estava à espera, mas não sei. Quero dizer, se nunca lá tiver estado, realmente não... Bom, penso ter assento lá. Mas sabes com é, em termos objectivos, não tenho a certeza. Eu apenas imaginei ao que venha a assemelhar-se... Não sei! De que modo poderei aproximar-me ou , serei mesmo capaz de o alcançar? (Elias ri) Usá-lo em meu próprio benefício?

ELIAS:  Em primeiro lugar, identifiquemos a motivação que te assiste no acesso à informação por meio do que identificas em termos de Sistema ou Estrutura 2. Qual é?

JENNIFER:  Bom, curiosidade e criatividade, para além de prazer. É isso...

ELIAS:  (Riso forçado) Como poderás aceder a essa área da consciência de modo mais eficaz, de modo a poderes colher algum benefício pessoal presentemente? Essa foi a pergunta que colocaste, certo?

JENNIFER:  Foi.

ELIAS:  A identificação que apresentaste para a motivação que te impele assenta no facto de acederes mais a uma expressão de criatividade e de alegria, e de satisfazeres a curiosidade que sentes.

JENNIFER:  Foi.

ELIAS:  Bom; o elemento de curiosidade é perfeitamente compreensível, e enquadra-se bem no alinhamento das qualidades da tua família da essência.

As outras duas expressões que sugeriste, a título de realce da tua alegria ou da criatividade que possuis, constituem factores chave interessantes na identificação da tua motivação.

Ora bem; entende que te estou a encorajar a permitir-te dar passos na Área Regional 2 e estou a reconhecer que isso te possa ser benéfico.

Também estou explicitamente a interrogar-te presentemente, de forma que te possas permitir familiarizar-te mais contigo própria, e que te permitas examinar o movimento e a motivação que geras naquilo para que voltas a tua atenção, por assim dizer.

Presentemente, situas a tua atenção em muitas direcções em simultâneo, duma forma objectiva. Em termos subjectivos, também estás a empregar a tua atenção em várias direcções em simultâneo.

Nós já conversamos anteriormente em relação a permitires-te aceitar-te e à exploração pessoal que fazes, de modo a proporcionares a ti própria o reconhecimento do fluir natural da tua energia e da estimativa que fazes da dignidade que possuis, que te afecta a percepção, e do modo como crias a tua realidade em várias direcções distintas – em relação aos outros, em relação ao movimento que empreendes em meio aos desejos que tens que possam ser objectivados pelo que designas por emprego futuro, na tua escola, em relação ao envolvimento que empreendes nas mais variadas situações. Mas todos esses movimentos brotam, por assim dizer, de ti e da percepção que tens de ti. O sucesso – na estimativa que FAZES – ou a falta de sucesso no movimento que obténs consiste numa projecção da avaliação que fazes de ti própria.

Agora; voltando à tua pergunta relacionada com a Àrea Regional 2.

O desejo para te envolveres com a Área Regional 2, a título de satisfação da curiosidade, move-se bastante de acordo com o fluxo natural da tua energia, por estabeleceres no foco actual uma enorme vaga ou incremento de energia através da curiosidade que sentes pelas mais variadas questões. A identificação de destaque da criatividade ou da alegria constituem direcções que poderás permitir-te notar, e a identificação das crenças que te motivam esse tipo de movimento.

Recorda-te de que não te estou a desencorajar quanto a esse acto, por te poder ser bastante benéfico, mas isso também tem que ver com outras direcções do teu progresso objectivo respeitante a este foco, por subsistir a avaliação implícita de que as capacidades de que dispões actualmente não sejam suficientemente boas. Por isso, se acederes a outras áreas da consciência subordinadas a ti própria, poderás realçar ou alcançar mais capacidades do que aquelas de que já dispões.

Isso estende-se igualmente ao aspecto da alegria. Existem alguns aspectos do teu foco presente que avalias em termos de bons ou de felizes, de prazenteiros, e certas expressões que percebes como não tão aceitáveis quanto isso! (A rir)

Isso fornece-te uma oportunidade objectiva, não no sentido de te desvalorizares a ti própria, mas de te passares a conhecer por estares a permitir-te abrir a fim de te explorares, e no sentido de te proporcionar uma identificação daquelas expressões íntimas em que possas apresentar a incapacidade de aceitação pessoal e da confiança em ti.

Isso constitui a linha base, por assim dizer, da exploração que empreendes – a familiarização que estabeleces em relação àquela e àquilo que és, de modo a reconheceres as capacidades que te assistem e a maravilha do que compõem o teu ser!

Permite que te diga que tu já exibes perfeição e que já és perfeita. Ah, e consigo receber essa energia que projectas! “Eu, perfeita? Nem por isso!” Ah ah ah ah ah! Mas eu digo-te que o que te transmito é genuíno! Tu, nesta manifestação, em todos os aspectos da expressão que assumes, já és perfeita!

Por isso, não podes melhorar essa perfeição, pois que será que poderás alcançar que possas acrescentar a essa perfeição? Já te encontras a expandir a consciência que tens, e a permitir-te objectivamente incorporar mais do que perfaz aquilo que naturalmente és, e não a melhorá-lo.

Isso é significativo, porque um dos elementos da motivação que te impele é o de melhorares, o de te expressares melhor.

O sentido de procurares expressar-te “melhor” difere da expressão de passar a empregar mais a periferia (em termos de percepção) e de te permitires uma maior expansão. O que não é necessariamente passível de ser identificado em termos de “melhor”. Trata-se unicamente duma permissão quanto às capacidades de que já dispões do que, em razão disso, não resulta qualquer associação automática relativa a uma desvalorização pessoal.

Ora bem; quanto a isso, a pergunta que colocas volta-se no sentido de: “Como poderás permitir-te aceder à Área Regional 2?” Tu já estás a aceder à Área Regional 2.

Antes de mais, deixa que te diga que não te deprecies quanto ao facto de procederes á estimativa de que aquilo que estás a admitir nas tuas experiências possa não passar de imaginação. Aquilo a que estás a aceder É uma realidade.

Cada indivíduo cria uma concepção objectiva do próprio movimento na Área Regional 2. Isso é bastante intencional, porque aquilo que reconheceis no vosso estado desperto e esse mesmo aspecto da vossa atenção É de natureza objectiva. Por isso, podes permitir-te traduzir o teu movimento subjectivo num reconhecimento objectivo.

Nessa medida, tu procedeste à criação de uma imagética associada ao que chamais o vosso centro comercial. Isso representa o teu ponto de acesso à Área Regional 2. De certo modo, serve como uma entrada, e permite-te mover num reconhecimento objectivo de estares a utilizar a Área Regional 2.

O imaginário por si só não tem importância. Tu podes criar qualquer tipo de imagens. O que é significativo é que procedas à identificação das imagens que possas consistentemente associar à tua entrada de acesso à consciência da Área Regional 2.

Por isso, como estabeleces associações com esses tipos diferentes de movimento através da imagem do vosso centro comercial e outras áreas inerentes à tua sala de aulas, permites-te aceder a informação.

Agora; a confusão é gerada ao reteres essa informação em termos objectivos ao acordares. Estás a compreender?

JENNIFER:  Estou.

ELIAS:  Muito bem.

A actividade está a decorrer. Obténs um reconhecimento parcial e procedes à identificação de estares a empreender actividade na Área Regional 2. Só que no teu estado desperto, subsistem elementos confusos na interpretação e na tradução do que estás a empreender nessa Área Regional 2, e na tradução que se gera nessa acção para o teu estado desperto da Área Regional 1.

Podes criar imagens e dizer para contigo própria: “Estou a recordar a actividade que tive, só que me sinto confusa quanto ao significado dessa actividade. Por isso, se criar mais actividade nesta Área Regional 2, poderei passar a proporcionar a mim própria uma compreensão objectiva do que estou a fazer na Área Regional 2.”

Agora, há dois elementos que te transmitirei neste instante que te poderão ser úteis nesse sentido.

Antes de mais, vou empregar a direcção de que já falamos anteriormente, a qual se prende com o acalmar da tua energia. Tu apresentas uma certa tensão, e a tensão provoca sempre densidade na tua energia e no movimento que empreendes. (Pausa curta)

Muito bem! Nesta troca em que nos envolvemos presentemente, estás a permitir-te uma maior descontracção. Quando começaste esta conversa, a tua energia estava a ser projectada (ofegante) por intermédio duma exibição de rigidez! (A Jennifer ri, junto com o Elias)

O movimento de descontracção permite-te um maior fluxo de liberdade. Se incorporares tensão na tua energia, passas a restringir os teus movimentos.

O movimento não é apenas identificável por intermédio da actividade que possas empreender na Área Regional 2, porque esse é o segundo factor do que te estou a propor nos termos da informação relativa a este assunto.

No movimento da Área Regional 2, tu estás a criar aquilo que identificamos como movimento subjectivo. Essa é uma área da consciência que é criada – que vós criastes colectivamente – como um campo de consciência, por assim dizer, que é concebido para acomodar a consciência subjectiva. Estás a compreender, até aqui?

JENNIFER:  Eu acedo à Área Regional 2 a fim de criar um campo?

ELIAS:  Esse campo já está criado.  É a Área Regional 2.

A Área Regional 2 constitui um campo de consciência, por assim dizer; uma área de consciência que é concebida para acomodar, de certo modo, a consciência subjectiva.

Agora; vós já vos encontrais permanentemente activos nessa área da consciência.

O que tu procuras é conseguir uma combinação da consciência subjectiva com a objectiva, que te permita proceder a traduções que te resultem compreensíveis em termos objectivos.

A consciência objectiva e a subjectiva movem-se mutuamente em harmonia, continuamente, mas de certo modo, movem-se como que por diferentes formas de linguagem. Por isso, apesar de poderem expressar a mesma energia e de criar o mesmo tipo de movimento, elas criam esse movimento por meio de duas linguagens distintas em simultâneo.

O que tu e muitos outros procuram criar é uma tradução dessa linguagem subjectiva numa linguagem objectiva, que te proporcione uma tradução na consciência objectiva do que estás a criar subjectivamente, ou do movimento e actividade que estás a empreender subjectivamente.

Ora bem; esta equação comporta um elemento-chave. Esse elemento-chave é o de que a linguagem objectiva e a subjectiva se movem em harmonia, e criam em simultâneo as mesmas acções por meio de linguagens distintas.

Agora; conforme retornamos ao debate prévio que tivemos hoje, isso subentende a expressão da tua perfeição e a identificação da falta de obtenção daquilo que ainda não possuis.

Recorda a discussão que tivemos acerca da tua motivação – quanto ao facto de procurares capacidades ou qualidades na tua expressão objectiva que percebes ainda não dispor por completo. Se já possuíres essas qualidades, não as poderás obter.

Deixa que te diga igualmente que não existe qualquer elemento a ser alcançado ou obtido, porque tu já possuis tudo.

Ora bem; se reconheceres isso, a motivação deslocar-se-á da obtenção duma capacidade para o fluxo natural inerente à curiosidade e à exploração da Área Regional 2, de modo a poderes criar o desafio da tradução, e não o da obtenção.

Não se trata do facto da Área Regional 2 comportar um maior volume de informação do que a Área Regional 1.

JENNIFER:  Não?

ELIAS:  Não.

JENNIFER:  Eu encaro (essa área regional) como o mundo de conto de fadas da Cinderela.

ELIAS:  Muitos percebem que a Área Regional 2 e a esfera da sua consciência subjectiva comporte uma maior volume de informação do que o que existe na esfera da vossa consciência objectiva ou Área Regional 1, mas tal não é o caso. Trata-se apenas duma permissão da parte da vossa atenção, e do que incorporais por intermédio da abertura para com a vossa consciência.

A vossa atenção objectiva pode permitir-se aceder a tanta informação, por assim dizer, quanta a que percebeis ou estimais possuir subjectivamente. É apenas uma questão de, na vossa consciência objectiva, vós focardes a vossa atenção no singular (em vós).

Na vossa atenção subjectiva vós permitis que a vossa atenção se mova com uma maior liberdade, e não a focais de forma tão intensa no singular.

Aquilo que se encontra ao vosso dispor, por assim dizer, é uma medida idêntica em ambas as formas de consciência, por elas serem a mesma coisa. Apenas se encontram a criar através de linguagens distintas.

Nessa medida, o significado daquilo que estou a expressar-te é que te podes permitir uma oportunidade de perceber as capacidades de que dispões – e aquilo que és – na tua consciência objectiva.

Os vossos sistemas de crença são comportados duma forma muito mais solta na vossa consciência subjectiva, o que é evidenciado ao acederes a uma expressão qualquer da Área Regional 2 e ao traduzires isso por meio de imagens objectivas. O vosso estado de sonhos constitui um exemplo desse princípio, por assim dizer.

No estado de sonhos, permitis-vos uma maior liberdade de movimentos, liberdade essa na qual a influência das vossas crenças sofre um maior afrouxamento. Fazeis uso das vossas crenças, mas não de um modo focado no singular ou com a mesma intensidade de influência que sofrem em relação á vossa percepção.

Por isso, no vosso estado de sonhos, podeis permitir-vos um movimento de um modo que podeis necessariamente não vos permitir no estado de vigília, e não estabeleceis necessariamente formas de juízo crítico quanto à associação com a vossa actividade.

Reconhece que todo a imagética que recordais do estado de sonhos constitui uma tradução em termos objectivos, porque o movimento da actividade subjectiva não é sólido nem obedece aos padrões da concepção da matéria. A vossa consciência objectiva detém a sua atenção na criação da solidez, o que envolve a tangibilidade da matéria.

Essa é a natureza da existência corpórea desta dimensão física. Mas enquanto essência, vós também incorporais a natureza da consciência fora dos desígnios da consciência corpórea, por assim dizer, e isso traduz a criação do vosso aspecto subjectivo.

Por isso, reconhece antes de mais que já comportas um movimento e uma actividade contínuos na Área Regional 2, por ela constituir a “terra natal” ou a “pátria”, por assim dizer, da vossa consciência subjectiva.

Permite-te igualmente reconhecer que a tua consciência objectiva e o movimento que empreendes consiste numa espécie de espelho. (Pausa)

JENNIFER:  Da Área Regional 2?

ELIAS:  Sim. A tradução difere no formato, mas o movimento que se gera, em termos de energia é o mesmo.

Por isso, aquilo que estás a criar nessa consciência objectiva, tu também estás a criá-lo na tua consciência subjectiva. A intenção desta informação reside no facto de que aquilo que estás a criar na tua consciência objectiva é espelhado pela consciência subjectiva.

Por isso, se te estiveres a perceber como não te estando a expressar o suficiente, ou caso estejas a fazer a estimativa de que precisas criar “melhor” modo, estás igualmente a espelhar isso nos teus movimentos subjectivos.

Isso é chave para ti e para muitos outros indivíduos que experimentam obstáculos e dificuldades no acesso à Área Regional 2  ou aos movimentos que empreendem nessa área.

Podes manifestar reconhecimento pessoal, por estares a realizar e a permitir-te obter uma consciência objectiva do movimento subjectivo que empreendes. ESTÁS a proceder a uma tradução. Estás a PROCEDER a uma identificação. APRESENTASTE a ti própria as tuas imagens de tradução por intermédio de várias expressões.

O teu obstáculo é criado por aquilo que desejas, numa acção de espelhar o que crias em termos objectivos.

Por exemplo: Foquemos a atenção na criatividade. Poderás expressar em termos bastante singulares uma identificação dessa criatividade. Identifiquemos a coisa no âmbito do tema das capacidades artísticas que tens.

Na Área Regional 1, ou consciência de vigília ou estado desperto, podes hipoteticamente expressar para contigo própria: “Eu desejo criar deste modo em relação à habilidade artística que possuo.” Poderás fazer a estimativa no teu íntimo estares a experimentar um desafio, ou desejares experimentar de um modo mais aprofundado ou mais aperfeiçoado a habilidade que apresentares a ti própria.

Bom; numa identificação dessas, voltas a tua atenção para ti própria e dizes para contigo: “Posso aceder a esta informação, e adquirir uma maior expressão das capacidades objectivas em mim própria de forma a poder expressar se estou a aceder à Área Regional 2 e a esse aspecto de mim própria, e voltar a minha atenção para o uso da Área Regional 2 e para a minha consciência subjectiva, o que me poderá proporcionar uma maior habilidade, por passar a aceder a um maior volume de informação relativa a mim própria por intermédio dessa acção contextualizada no movimento na Área Regional 2.

Estás a entender, até aqui?

JENNIFER:  Estou.

ELIAS:  Muito bem.

Agora; superficialmente, subsiste uma camuflagem nessa percepção que tens, por estares a voltar a atenção para ti própria, pelo que estarás a mover-te e a manobrar a tua energia em torno das crenças que abrigas... Ou então a deixar de utilizar de todo as crenças que tens, e a contorná-las por intermédio de outras actividades que não façam uso dessas crenças, absolutamente. (Dá uma risada)

Tu permites-te aquilo que identificas como “manobrar com êxito”, (Dá uma risada, enquanto a Jennifer ri abertamente) e acedes à Área Regional 2 e à actividade subjectiva que empreendes, e apresentas a ti própria movimentos no que identificas como classe de aulas, e dizes para contigo própria estares a obter informação.

Podes alcançar essa acção numa meditação ou no teu estado dos sonhos, e ao acordares poderás permitir-te recordar as imagens da actividade que tiveres empreendido, e em meio a tal acto de recordação poderás dizer a ti própria: “Muito bem, consegui aceder à Área Regional 2 mas não tenho a menor compreensão objectiva do tipo de informação que terei apresentado a mi própria. Parecerá bastante confusa, pelo que estarei agora a experimentar confusão, por não saber o que estarei a expressar a mim própria.”

JENNIFER:  Pois é!

ELIAS:  Precisamente! (Dá uma risada, enquanto a Jennifer ri)

Mas aquilo que te estou a dizer é que a razão porque despertas com tal sentimento de confusão se deve a NÃO ultrapassares as tuas crenças e ESTARES a usar a percepção que tens, que é influenciada pelas crenças que comportas, e essas crenças procederem a uma estimativa da aceitação de ti própria, à medida das capacidades que tens, e a criares a identificação de que, em termos objectivos, elas não se revelam suficientes. Por isso, tu buscas a obtenção de mais numa outra área.

JENNIFER:  Mas, e que deveria fazer? (Expressa frustração)

ELIAS:  (Ri)  Nada!  Deixa que te diga, uma outra vez, e antes de mais, para respirares e descontraíres!

JENNIFER:  (Suspira)  Estou tão farta disto!

ELIAS:  Descontrai. (Pausa)  Qual será ...

JENNIFER:  Estou TÃO farta disto!

ELIAS:  ... o agravo que resulta neste instante?

JENNIFER:  Que queres dizer?

ELIAS:  Que será que está a ocorrer neste exacto instante, neste preciso momento, que possa constituir um agravo ou um prejuízo para ti?

JENNIFER:  É que me sinto de tal modo farta de... Não sei, de pensar deste modo ou apenas de continuar a agir assim. É uma tortura! (Emocionada)

ELIAS:  Mas, que é que representa uma tortura para ti, neste instante?

JENNIFER:  Pensar em... (pausa) Não sei... no passado? Pois, no passado e ...

ELIAS:  Liva!  Olha para mim neste instante.  Fixa-me sem interrupções.

(Com suavidade) Nessa medida, sente a minha energia. Encontras-te presente neste (exacto) momento – não no passado, nem estás a antecipar o futuro, mas encontras-te neste instante – e neste instante, o que é que representa uma tortura no envolvimento que tens comigo? (Pausa)

JENNIFER:  (Num sussurro)  Eu própria.  Aquilo que estou a fazer. (Emocionada)

ELIAS:  (Com suavidade) Mas destituída do passado e do futuro, apenas mantendo a tua atenção em nenhuma outra área ou actividade além do envolvimento que tens neste momento com a minha energia, que é que pode representar uma tortura? Neste instante não existe qualquer expressão disso. Não existe passado; não existe futuro. Existe somente o agora. (Pausa)

Poderás tu oferecer a ti própria permissão para recebere a minha energia neste instante e para te permitires sentir essa energia? Porque não consta da projecção de nenhum sentimento de tortura. (Pausa) Neste instante, nenhum prejuízo, nenhuma tortura está a ter lugar. (Pausa)

Eu entendo o medo que estás a expressar, assim como a preocupação. Permite-te experimentar. Busca a tua alegria na jovialidade. (A Jennifer emociona-se de novo)

Deixa que te passe a identificar uma das formas de agonia que estás presentemente a experimentar. Darás ouvidos (ao que te vou dizer)? (Ausência de qualquer resposta audível)

Eu estou a reconhecer o passo que dás. E faculto-te a informação, por evidenciares uma demanda de tal informação.

A razão porque experimentas a ansiedade que estás presentemente a experimentar reside na manifestação dessa frustração. Recebes uma energia de aceitação da minha parte e procedes à criação duma frustração no teu íntimo por não proporcionares isso a ti própria, mas desejares fazê-lo, (pausa) mas tu podes conseguir isso!

Afirma para contigo que não consegues melhorar aquilo que já assenta na perfeição.

Nessa medida, permite-te relaxar a tua energia. Pratica. Não te desvalorizes, mas trata de te conhecer em meio a tal prática. Estendo-te o meu reconhecimento pela prática que conseguiste no período do que identificarás como a permear a nossa última conversa e a conversa que estamos a ter hoje.

Familiarizaste-te bastante com a tensão e com o acto de te prenderes à tua energia e de a forçares. Em razão disso podes passar a usar uma prática de relaxamento e deixar de forçar, mas podes também permitir-te reconhecer toda a vez que conseguires descontrair-te e interromper o acto de forçar, forçar e forçar.

JENNIFER:  Forçar o quê?

ELIAS:  A ti própria! Tu forças-te de modo intenso, num acto empenhado por te quereres tornar naquilo que já és! (A rir)

Deixa igualmente que te ofereça a seguinte sugestão: não te desvalorizes por estares a mover-te de um modo repetitivo em meio àquilo que estás a criar. (Pausa) Tu crias a ideia que identificas em determinados momentos como de repetição, a repetir, a repetir, o que te provoca ansiedade íntima, por procederes à avaliação de que como repetes todas as acções, também o defines em termos prejudiciais, ou de ausência de movimento, ou de bloqueio, ou de não estares a conseguir avançar, segundo a avaliação que formulas.

Sugerir-te-ia que isso é factor inerente à qualidade da família da essência a que pertences (a Sumafi), pelo que é (perfeitamente) natural. Traduz o modo por que estendes a ti própria a informação, por meio de movimentos repetitivos, o que se revela bastante benéfico, por numa repetição dessas proporcionares a ti própria familiaridade.

Posso dar-te conta duma frustração que repetes de forma continuada num determinado passo que dás: “Porque razão hei-de continuar a repetir este movimento uma e outra vez? Eu faculto a mim própria informação e mesmo assim continuo a repetir o mesmo acto. Deve existir um factor qualquer associado a mim, que esteja errado!” (A rir)

Deixa que te diga que essa repetição gera um acto de familiarização por meio do qual não te permites concentrar no acto que está a ser repetido, mas que permite que a tua atenção se volte para o que estás a facultar a ti própria no instante individual da acção repetida.

Porque, cada vez que repetes uma acção qualquer, tu passas a estender a ti própria uma informação diferente. Superficialmente poderá parecer a mesma, segundo a estimativa que fazes, mas em cada situação dessas estás a facultar a ti própria uma informação diferente.

JENNIFER:  Então, que devia fazer? Quero dizer, eu tenho-me saído com um melhor...

ELIAS:  Faz demasiado tempo!

JENNIFER:  Pois é, pois é!

ELIAS:  E isso tornou-se bastante familiar!

JENNIFER:  Pois é. (Elias dá uma risada) É como se não soubesse o que mais fazer. Bom, eu sei, só que penso...

ELIAS:  Isso é o (resultado) do emprego do relaxamento. De cada vez que identificas o movimento e os pensamentos que tens no sentido de te tornares melhor, permite-te incorporar a descontracção.

Eu digo-te para fazeres uso da diversão... de cada vez que és acometida pela ideia de te tornares “melhor”, tu estás-te a voltar para uma expressão de “seriedade”. (Com humor)

Agora; para contrabalançares essa seriedade – apesar de não ser errada – permite-te desviar a tua atenção temporariamente, e se identificares a coisa nestes termos: “Estou a esforçar-me, estou a tentar criar melhor,” permite-te nem que seja um instante de paragem e reconhece, nota e expressa a ti própria de modo bem humorado – com humor! – “Eu sou perfeita. Porque razão hei-de criar melhor?”

Reconheço que não acreditas nesta declaração, razão porque te digo, para incorporares humor. Cria um jogo contigo própria e experimenta-o! Diz para ti própria: “Eu já sou perfeita, não necessito ser melhor, e irei posicionar a minha atenção neste instante, sem me preocupar com o que tenha ocorrido ou com o que possa acontecer futuramente, mas apenas permitir-me existir, agora, na perfeição.”

Para o diabo com o passado e com o futuro! Isso não passa duma concepção da imaginação. À medida que continuares a concentrar a tua atenção no passado ou no futuro, deixas de prestar atenção ao instante, e isso representa a desvalorização de ti própria, porque a glória situa-se no agora! (Pausa)

JENNIFER:  Tenho vindo a sentir a minha pele a tornar-se quebradiça, e não gosto nada disso. Não vejo em que isso possa ser perfeito!

ELIAS:  Absolutamente!  Mas, que será que isso está a espelhar?

JENNIFER:  Tensão.

ELIAS:  E que mais?

JENNIFER:  Desvalorização.

ELIAS:  Precisamente. É o espelho da tua crença. Não tem que ver com o caso da tua pele estar a gerar esse resultado, subsequentemente ao qual tu passes a avaliar não ser perfeita. Tu encontras-te a espelhar com perfeição aquilo em que acreditas!

JENNIFER:  Bom, eu não sei que faça!

ELIAS:  Ah! Mas isso é factor chave – manter a tua atenção situada no agora, e afirmar para ti própria a tua dignidade e aceitação pessoal que obténs nesse instante.

JENNIFER:  Se não manifestar aceitação em relação à falta de aceitação... isso não irá simplesmente perpetuar a coisa? Se não aceitar o facto de não aceitar... entendes aquilo que estou a querer dizer? Deverei apenas esquecer a coisa? Mas... ou devo simplesmente alterar a atenção?

ELIAS:  A aceitação consiste na ausência de juízo crítico. (Pausa) Portanto, a não aceitação consiste no uso de condenação.

JENNIFER:  Bom, será normal sentirmo-nos esquisitos, sempre que alteramos a direcção que tomamos, ou sentirmo-nos incomuns?

ELIAS:  Precisamente!  É bastante pouco usual! (A rir)

Tu estás a avançar por um território bastante estranho. Por isso, a coisa revela-se um tanto estranha, por assim dizer. (A rir) Ninguém passa para um terreno estranho completamente imbuído de espírito de facilidade. Vós não criastes a concepção desta dimensão física para afazer prestar-se a uma expressão dessas.

JENNIFER:  Nesse caso, encontro-me aqui a fim de experimentar isso?

ELIAS:  (Deixa que te conceda) um ponto! Sim, em meio a tudo aquilo que és! (Pausa) Isso é suficiente, porque tu és infinita. És um ser multidimensional!

JENNIFER:  Está bem. Bom, eu tentei entrar em sintonia com o meu lado sombra. Isto é meio esquisito. Eu encontrava-me estendida na minha cama e estava a pensar nisso, e era como se estivesse a cantar sozinha e a sentir-me descontraída, a seguir ao que, algo caiu escadas abaixo, na minha casa, o que me deixou assustada. Serás capaz de me sugerir uma ideia qualquer relativa ao sucedido? Porque se for eu, pensei que teria que ver com algo que percebesse na minha ideia, ou tivesse um sonho, ou tivesse obtido algumas imagens.

ELIAS:  Não necessariamente.

JENNIFER:  É esquisito sempre que falo contigo, por se assemelhar... não sei bem. É simplesmente diferente (a rir) por ocorrerem várias coisas diferentes. (Elias ri)

Portanto, o vaso caiu e assustou-me. Terei sido eu quem provocou isso?

ELIAS:  Foste.

JENNIFER:  Oh deus do céu, eu sabia! Bom, mas como? Poderias dizer-me, por favor?

ELIAS:  Por intermédio da tua energia....

JENNIFER:  O meu lado sombra terá vindo ao de cima e feito quebrar o vaso?

ELIAS:  Não.  Isso é uma expressão da tua energia.

JENNIFER:  C’os diabos! Aquilo assustou-me! E dizes ter sido uma expressão da minha energia? Eu tê-lo-ei deslocado?

ELIAS:  Absolutamente.

JENNIFER: Na direcção da pia?

ELIAS:  É uma intensidade de energia que provoca uma anomalia física, por assim dizer.

JENNIFER:  Eu desloquei-o!

ELIAS:  Exactamente.

JENNIFER:  Bom, penso que seja estupendo.

ELIAS:  Agora....

JENNIFER:  Contudo, aquilo assustou-me!

ELIAS:  Justamente, por não estares habituada, e não creditares a ti própria a imensa capacidade de que dispões no sentido de exibires a tua energia, a qual é bastante poderosa e incorpora a habilidade de criar muito mais coisas do que te terás permitido até aqui.

Permite-te recordar e usar essa experiência futuramente e expressar a ti própria - caso vires de novo a criar um movimento por meio da energia, uma onda no teu ambiente físico a afectar um objecto físico e faze-lo derrubar - que a tua energia é bastante poderosa! Mas, e que mais poderás realizar no sentido do teu desejo? (A rir)

JENNIFER:  Penso que seja por isso que aprecio tanto o livro intitulado “Matilda”, do escritor Roald Dahl. Por representar uma coisa envolta na imaginação! Trata-se dum mero livro, mas ela conseguia fazer tudo aquilo, e eu adorei! Devo-me ter identificado com ele.

ELIAS:  Isso não envolve a imaginação, mas uma realidade. (A rir)

JENNIFER:  O quê?  O livro?

ELIAS:  Podes realizar tudo isso! O livro consiste numa história apresentada nos moldes do que identificas em termos de imaginação, e o que te estou a dizer é que tal exibição não representa imaginação nenhuma, mas sim uma realidade! Vós na vossa realidade física COMPORTAIS tal capacidade.

JENNIFER:  Toda a gente?

ELIAS:  Sim.

JENNIFER:  Mas, no meu caso eu permito-me tal coisa por ser tão curiosa, e gostar de me envolver nisso?

ELIAS:  Esse é o aspecto divertido do que te estou a dar conta. “Que hás-de fazer?...”Brinca com a coisa!

JENNIFER:  Por vezes faço-o.

ELIAS:  Estou ciente disso.

JENNIFER:  E isso funciona, sabes, por meio da movimentação de coisas!

ELIAS:  Muito bem. Por hoje vou terminar, por já dispores de muito o que assimilar e com que te entreteres!

JENNIFER:  (A rir)  Oh, óptimo!

ELIAS:  (A rir) Continuarei a estar ao teu dispor, e continuarei a estender-te a minha energia.

JENNIFER:  Como é que vou saber? Não, a sério, como é que poderei ter conhecimento disso? Terei tido, das outras vezes? Penso que tenha tido um pouco.

ELIAS:  Tiveste.

JENNIFER:  Só que não tinha a certeza.

ELIAS:  Permitindo-te permanecer aberta, e não desvalorizar o que experimentas.

JENNIFER:  Revelar-se-á isso tão útil assim, quando eu gosto de adivinhar?

ELIAS:  Sim. Nesse sentido, hás-de ter consciência disso. Hás-de sentir a minha presença.

JENNIFER:  Posso colocar mais uma pergunta?

ELIAS:  Podes.

JENNIFER:  Está bem. Eu experimento o tabuleiro Ouija, faço umas experiências. Usei-o com o meu amigo Paul, e aquilo assemelhou-se mais a uma coisa legítima... bom, mais a uma coisa honesta... o que quer que estivesse a interagir connosco. Podia ter sido entre nós, mas seja o que tiver sido, pareceu-me mais legítimo. Mas experimentei-o junto com o meu amigo Jerry, no outro dia, e saiu BM e DM, um turbilhão, e a seguir perguntei pelo meu número, que na altura era o 427 que tinha em mente, e ele surgiu. Poderás oferecer-me alguma informação quanto a isso? Podes usar o domínio do Sumafi! (A rir, enquanto o Elias dá uma risada)

ELIAS:  Deixa-me dizer-te que poderás aceder a outras energias por meio do uso desse instrumento, e faze-lo com uma atitude de bom-humor.

Nessa medida, podes empregar esse instrumento a título de ponto focal a fim de te permitires obter informação, mas reconhece que o uso desse instrumento envolve uma tremenda abertura à distorção.

JENNIFER:  Ele indicou, certa vez: “Olha-me a mim e a ti”, quando o experimentei. Terá representado como que um convite para falar...

ELIAS:  Isso representa tu e a tua energia a ter lugar por meio duma manipulação da comunicação através desse instrumento.

JENNIFER:  Eu terei provocado aquilo?

ELIAS:  Provocaste.

JENNIFER:  Mas assemelhou-se a um Elias... espera lá. Então, será a Mary quem está a operar isto? Sabes ao que me estou a referir? E eu não estou a...  Não tenho a certeza, talvez isto seja sensível, mas não serás tu uma extensão da Mary? Porque, estás a ver, quando digo isso, de certo modo, tudo representa uma extensão duma outra coisa.

ELIAS:  Absolutamente. Nesse sentido....

JENNIFER:  Mas como é que....

ELIAS:  Quanto à identificação disso, de não existir separação, e à identificação de todas as expressões representarem um tipo de extensão umas das outras, afirmativo. Quanto à identificação das essências e das diferenças que apresentam na expressão, relativamente ao caso que se dá entre o Michael e eu próprio, não.

JENNIFER:  Era diferente.

ELIAS:  O intercâmbio que se opera entre o Michael e eu próprio consiste num intercâmbio entre essências. Por meio do reconhecimento da consciência e da inexistência de separação, esse intercâmbio poderá ser encarado como uma extensão de um ou do outro, por não existir separação. Por isso, tudo é todas as demais coisas.

No âmbito da identificação das essências e no contexto da consciência em termos de designações do tom da personalidade subsiste uma identificação da minha essência e da essência do Michael como duas essências distintas que fazem uso dum intercâmbio de energia.

No quadro da experiência que estás a referir, tu usaste um outro aspecto teu, enquanto essência, a fim de manipular a energia numa oferta de comunicação.

Isso é intencional  - e foi propositado – a fim de te permitir ver, em termos objectivos, que és mais vasta do que aquilo que por ora estimas. Tu és essencialmente mais do que reconheces, por ora.

JENNIFER:  Por ora.

ELIAS:  Exacto, mas hás-de vir a reconhecer isso! (A rir)

Mas podes dar continuidade a essa actividade....

JENNIFER:  Porque foi divertido, o modo como consegui operar aquilo! (Elias ri) por ter noção de estar a controlar a coisa, tipo ter definido aquilo, sabes! (A rir) Armei a situação toda, e estava como que a conduzi-la, só que penso que não a tenha conduzido assim tanto quanto isso! Hmm. É engraçado.

Tenho uma última pergunta, mas não sou capaz de recordar o que era. (Elias ri) Ah, sim. Como está a minha flor?

ELIAS:  (A sorrir) Estou a compreender. Posso-te dizer que está adorável, e a admitir uma maior abertura, mas tu poderás...

JENNIFER:  De que cor é?

ELIAS:  Que impressão tens?

JENNIFER:  Montes de cores?

ELIAS:  (A rir)  Todas as cores incluem a totalidade das cores.  Partilha comigo a impressão que obténs.

JENNIFER:  Está bem. Um pouco de laranja... racionalizo a coisa em termos de negro. Violeta? Um tipo qualquer de orquídea? (Elias ri) tenho vindo a sugerir a mim própria algumas imagens...

ELIAS:  Ah!

JENNIFER:  Ah ah, sim! (Ri, enquanto o Elias dá uma risada)  Por gostar de tentar, só que não por intermédio duma expressão em termos de “melhor”!

ELIAS:  Tem confiança em ti. Vou-te propor o desafio do exercício de te voltares para ti própria e de te permitires obter a impressão – não adivinhar, mas obter uma impressão! – de ti própria enquanto essa flor, na cor que ela tem.

JENNIFER:  Esta é a última – a minha última pergunta. Assemelhar-se-á a Liva a um oceano... talvez? (A insuflar o ar, para dentro e para fora) Algo do género? (A rir)

ELIAS:  Nos seus movimentos.

JENNIFER:  Por se assemelhar a uma mesma coisa. Li-va, do da... (A entoar num canto, por um sopro)

ELIAS:  Estendo-te o meu enorme reconhecimento, por te estares a permitir abrir mais para com uma maior expansão do teu tom, por intermédio do reconhecimento de que na realidade comporta mais do que uma palavra. (A rir) Muito bem, minha amiga!

JENNIFER:  Muito bem! (Elias dá uma risada)

ELIAS:  Expresso-te o meu grande afecto e um enorme encorajamento. Carrega junto de ti a expressão da minha energia, e atem-te a ela nos momentos de dúvida, que ela te encorajará.

JENNIFER:  Está bem.

ELIAS:  Muito bem.  Expresso-te neste dia, com um enorme carinho, um au revoir.

Elias parte às 3:48 da tarde.

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