segunda-feira, 27 de junho de 2011

O DINHEIRO FAZ GIRAR O MUNDO



SESSÃO #668
“O Dinheiro Faz Girar o Mundo”
“Onde ESTÁ Essa Bola de Cristal Danada?”
Domingo, 30 de Julho de 2000 (Privada/Telefone)
 Tradução: Amadeu Duarte

Participantes: Mary (Michael) e Mike (Mikah)

ELIAS: Bom Dia!

MIKE: Bom dia, Elias!

ELIAS: (A rir) Voltamos a encontrar-nos!

MIKE: Voltamos, sim! (A rir)

ELIAS: Muito bem, Mikah — prossegue!

MIKE: Está bem. A minha primeira pergunta antes de nos voltarmos para as outras coisas, estarei correcto na ideia que tenho de ser um indivíduo emocionalmente focado?

ELIAS: Estás.

MIKE: Muito bem. Será essa a criação ou disposição da minha essência ao longo da maioria dos meus focos? (Pausa)

ELIAS: Sim, na maioria.

MIKE: Certo. Bom, antes de me voltar para as coisas mais complicadas ou para aquelas que tendo a complicar...

ELIAS: Ah, ah, ah, ah, ah, ah!

MIKE: (A rir) Eu quero perguntar algo que tencionava perguntar no fim mas na verdade quero colocá-lo já. Não tem que ver com coisa nenhuma, penso eu; em todo o caso trata-se duma situação incomum para mim. Trata-se duma ocorrência que tenho vindo ultimamente a gerar.

Eu assisti a um filme, há umas semanas atrás e enquanto assistia notei uma certa pessoa que julguei conhecer de algum lugar. Não fui capaz de situar o local de onde a conhecia mas eu reconheci aquela pessoa, e gastei a maior parte do tempo do filme a procurar lembrar-me de onde ou de quem aquela pessoa me fazia lembrar. De facto tive que voltar lá para assistir de novo à fita porque essencialmente acabei por perder as melhores partes. Na segunda vez em que assisti ao filme aconteceu-me uma coisa semelhante, apesar de ter tido a oportunidade de assistir ao resto do filme. Mas mesmo após ter assistido uma segunda vez eu não consegui tirar o rosto daquele indivíduo da mente e hoje acontece o mesmo. Não consegui livrar-me daquela pessoa.

Tenho vindo à procura de algumas ligações entre mim e aquela pessoa e acabei por descobrir imensos paralelos, mas ainda desconheço em que consista tal ligação. Por isso gostava de conhecer aquilo com que estou a sintonizar, em relação a esse indivíduo. (Pausa)

ELIAS: Estás a permitir-te reconhecer uma interligação expressa por uma partilha de focos.

MIKE: Uma partilha de focos? Existem muitos? (Pausa)

ELIAS: Sim, vários.

MIKE: Posso perguntar quantos? (Pausa)

ELIAS: Catorze.

MIKE: Deus do Céu! Está bem. Existirá alguma possibilidade de eu vir a encontrar-me com esse indivíduo? Porque, quando encarei aquela pessoa foi quase como se eu estivesse a sintonizar, segundo o que senti, uma parte futura de mim próprio, ou que estávamos mais ou menos a encontrar-nos. Fará isso algum sentido?

ELIAS: Sim, está, segundo as vossas palavras, a “fazer sentido”. (A rir) Posso-te dizer que isso é escolha tua. Tu possuis a capacidade de gerar um acto desses SE te sentires motivado a FAZER com que aconteça.

MIKE: Portanto, o que estás a dizer é que não estou a criá-lo mas preciso direccionar a minha mente nesse sentido SE quiser criar tal acto.

ELIAS: Em termos de terminologia física isso é exacto.

Aquilo que te estou a comunicar é que presentemente ofereceste a ti próprio o reconhecimento duma inter-relação partilhada que por seu turno deu lugar a uma atracção objectiva, e com essa atracção objectiva, permitiste-te abrir à ideia dum encontro objectivo com esse indivíduo e além disso também te permitiste reconhecer uma impressão relativa ao potencial para a criação desse tipo de probabilidade.

Por isso em parte existe essa probabilidade mas não se acha actualizada porque não escolheste interpretar ou inserir essa probabilidade na tua realidade objectiva. Ela permanece na qualidade do que poderás chamar de escolha em aberto. Nesse sentido, se escolheres deslocar a tua atenção na direcção de te motivares a uma actualização dessa escolha, tu deterás a capacidade de a criar.

MIKE: Está bem. Este indivíduo também será Sumafi/Sumari? (Pausa)

ELIAS: Ilda/Sumari.

MIKE: Ilda/Sumari, certo. Está bem, por ora deixarei isso desse modo.

Gostava de obter alguma clarificação sobre o que conversamos da última vez que falamos sobre a minha intenção. Sinto-me um pouco confuso com os termos que utilizaste, de que parte da minha criatividade tenha que ver com relações pouco usuais e estava a pensar no que quererias dizer com isso.

ELIAS: Já tratamos este assunto na expressão da criatividade, como te poderás recordar.

MIKE: Sim.

ELIAS: Nesse sentido, as relações mútuas que tens com os outros, no que toca à tua intenção neste foco, consistem em notares ou prestares atenção às interacções que estabeleces com eles – E às interacções que ocorrem ENTRE eles – assim como em concederes a ti próprio a exploração dos diferentes tipos de configuração do movimento que poderá ser criado em relação e tais relações recíprocas entre as pessoas.

Esse é o elemento da tua criatividade de que falamos – a tua capacidade de perceber uma interacção ou uma situação, por assim dizer, e de voltares a tua atenção para um ângulo diferente de perspectiva dessa interacção ou situação, e de proporcionar diferentes expressões em relação ao que acontece.

A tua expressão de criatividade constitui um tipo de faculdade criativa capaz de visualizar as situações a partir de diferentes perspectivas, possibilitando desse modo uma introdução de mais escolhas em situações particulares em que as pessoas percebem um número reduzido de opções, e percebem que a sua interacção ou situação lhes responde apenas pelas escolhas condicionadas ou associações do tipo preto no branco. Estás a compreender?

MIKE: Estou.

ELIAS: Essa é a natureza ou desígnio da tua criatividade – a habilidade de expressares uma introdução de vias alternativas de movimento e de expressão em relação às interacções que se estabelecem entre as pessoas. O obstáculo com que te deparas consiste na relutância em proporcionares essa acção a ti próprio.

MIKE: Que queres dizer? Proporcionar isso a mim próprio?

ELIAS: Na participação com os outros – ou através da percepção da interacção que ocorrem entre si e não através dum envolvimento directo contigo – tu permites-te adoptar uma expressão de maior à-vontade nos movimentos da identificação de vias alternativas, por assim dizer, e na sugestão dessas vias aos outros, devido a te permitires uma maior expressão de clareza na percepção que tens dos relacionamentos e das criações que possam estar associadas aos outros indivíduos. Esses relacionamentos perecer-te-ão mais claros.

Ao te observares a ti próprio, a tua visão torna-se mais obscurecida e passas a dispor duma menor clareza na representação do mesmo tipo de expressão. Encontras uma maior dificuldade em aceder a vias alternativas em relação a ti próprio do que em relação aos demais.

MIKE: No entanto, a que se deverá isso?

ELIAS: Esse é o assunto que tu e eu temos vindo a debater há já algum tempo, porque isso envolve a direcção que a tua atenção assume. Tu não concedes a ti próprio a mesma expressão de aceitação que concedes aos outros, porque não te concedes a mesma atenção que dispensas aos outros e isso envolve a questão que criaste com a expressão da responsabilidade pessoal, especialmente em relação aos indivíduos que identificas como membros da família.

MIKE: Muito bem, de acordo. Bom, por falar em dispensar atenção e aceitação a mim próprio e o mais que seja, uma das perguntas que tenho a colocar tem que ver com o que me disseste numa das muitas sessões que tivemos em conjunto sobre eu focar a minha atenção na criação do que devo criar em vez de na criação do que desejo.

E eu fiquei um pouco sensibilizado com isso, porque numa dessas sessões, em Setembro de 98, disseste-me que eu estava a distrair-me em relação ao meu propósito por estar á procura de criar aquilo que eu procurava criar nessa altura, o que se cingia a um acto financeiro que me proporcionaria ou possibilitaria a possibilidade de me aplicar em todas as outras formas de desejo que abrigava.

Agora; aceitei isso como querendo dizer, de modo subjacente e por acção da minha própria escolha e teimosia, uma associação entre os meus desejos e algo mau ou distracção. Por isso, penso que gostava de saber o que poderás adiantar acerca de como deslindar isso.

ELIAS: Eu compreendo e nisso, dir-te-ei estar ciente daquilo que falas presentemente assim como da informação que te estendi previamente, mas não existe qualquer contradição naquilo que te transmito.

Por vezes, podes estar a distrair-te naquilo que disfarças como uma vontade objectiva, tal como o foco que a tua atenção exerce sobre a aquisição de lucro financeiro e eu disse-te para te permitires examinar a tua motivação, se te permitires recordar concretamente.

MIKE: Sim.

ELIAS: Nesse sentido, esse tipo de expressão para que voltas a tua atenção acham-se todas interligadas às tuas crenças e á questão que abrigas em relação à responsabilidade pessoal e do reforço da falta de confiança nas tuas capacidades, bem como na dificuldade em te concederes aceitação a ti próprio.

Agora; eu entendo o processo dos teus pensamentos – que te voltes na direcção de exprimir que se actualizares o objecto do teu aparente querer, nos termos da aquisição financeira, isso te proporcionará o que identificarás como uma libertação e por isso, poderás desviar a atenção dos elementos da tua realidade que perceberes estarem a criar obstáculos.

Aquilo que te tenho vindo a dizer é quase o contrário. A expressão do querer em relação ao ganho financeiro consiste na projecção objectiva, em termos de imagem, da associação de todos esses outros factores que se acham, por assim dizer, em cima da mesa.

A identificação que fazes desse acto de aquisição enquanto forma de querer que desejas actualizar consiste num disfarce. É a tradução duma expressão que identificas como um “reparo” e tu adoptas esse “reparo” em associação com elementos da tua realidade que percebes como errados ou deformados.

Agora; eu entendo a associação automática que estabeleces em termos de direcção, ao expressares a ti própria que a distracção da atenção seja danosa, porque é desse modo que associas, porque automaticamente procedes a uma depreciação e condenação de ti próprio.

Agora; se te permitires igualmente recobrar outra informação objectiva que te ofereci, verás que eu te transmiti que a distracção em meio á acção – em relação à tua pessoa – pode tornar-se bastante benéfica, e que te terei eu recomendado para fazeres a título de exercício?

MIKE: Para dar uma volta de bicicleta!

ELIAS: E para te distraíres em termos objectivos a fim de deixares de continuar a absorver a tua atenção objectiva nesses ciclos de perpetuação do que é familiar, junto com as expressões da responsabilidade pessoal e da tentativa de “reparar” os elementos da tua realidade ou de proporcionares a ti próprio liberdade por meio duma manifestação exterior.

Tu e eu ainda não chegamos a uma posição de debate relacionado com a realidade de não existir o que quer que seja a adquirir porque ainda não passamos daquilo que cria a percepção – no teu foco – da necessidade de aquisição. Estás a compreender?

MIKE: Estou. Bom, vamos lá então. Diz-me!

ELIAS: Mas que me irás perguntar de modo a to poder dizer?

MIKE: Bom, além do aspecto do “reparo”, que estará a criar essa percepção? Em que assentará a necessidade que sinto por tal coisa na percepção que tenho?

ELIAS: Já to DISSE!

MIKE: Bom, que foi que disseste? Que ainda não passamos além… (Elias ri) Fico com a mente baralhada quando falo contigo! Tens que entender isso! (A rir)

ELIAS: AH, AH! Vamos, uma vez mais, proceder à identificação desse foco particular da atenção que incorporas em termos físicos com o desejo de aquisição de dinheiro. De acordo?

MIKE: Vamos.

ELIAS: Muito bem. Identifica-me a razão porque sustentas a importância intensa que aplicas em relação a esse assunto.

MIKE: Segurança.

ELIAS: E em que consiste essa expressão de segurança?

MIKE: Que queres dizer com, “em que consiste essa expressão”?

ELIAS: Que identificas tu enquanto segurança?

MIKE: Bom, tipo não teres que te preocupar com a forma como hás-de pagar a renda ou as contas no próximo mês. E se vires algo que queiras comprar, compras. Se quiseres ir a qualquer parte, vais. Não precisamos pensar como havemos de rufar para fazer surgir o dinheiro para o conseguirmos.

ELIAS: Muito bem. Por isso, dir-te-ei que aquilo que me estás a dizer traduz uma associação que estabeleces em relação à aquisição de dinheiro em termos de sinónimo da liberdade, correcto?

MIKE: Exacto. (Pausa)

ELIAS: Percebes-te como mais poderoso do que essa manifestação do dinheiro?

MIKE: Se percebo ser mais poderoso do que o dinheiro?

ELIAS: Sim.

MIKE: Uhm… Sabes que mais? Não sei. Poderoso em que contexto?

ELIAS: Em qualquer contexto.

MIKE: Em alguns contextos, certamente; noutros, não.

ELIAS: Ah. Portanto tu identificas o objecto do dinheiro como criador, em si mesmo, da tua realidade, em teu lugar?

MIKE: Não, com efeito.

ELIAS: Esse objecto criar-se-á a si mesmo ou exibirá alguma qualidade de expressão na sua existência que crie o poder de te criar a realidade?

MIKE: Hmm ... Por vezes.

ELIAS: Estás na posse dalgum objecto de papel do vosso dinheiro, neste momento?

MIKE: Não, não estou. A minha mãe levou-me a carteira. (A rir)

ELIAS: Estás na posse dalguma moeda?

MIKE: Dá-me um instante que eu já apanho uma. (Pausa curta) Okay. Agora já estou.

ELIAS: Segura a moeda na tua mão.

MIKE: Correcto, já peguei nela.

ELIAS: Encara-a com a tua visão.

MIKE: Muito bem.

ELIAS: Enquanto estás a olhar para a moeda, diz-me, se a colocares sobre a mesa, ela mover-se-á?

MIKE: Penso que não.

ELIAS: Ela multiplicar-se-á?

MIKE: Quem me dera!

ELIAS: Conseguirá ela tal coisa?

MIKE: Não.

ELIAS: Será ela capaz de criar alguma realidade, nos termos concretos dum universo próprio reconhecível e incorporar-te-á nele?

MIKE: (A rir) Não!

ELIAS: Procederá ela à criação dalguma interacção entre vós?

MIKE: Não.

ELIAS: Criará ela alguma relação contigo?

MIKE: (A rir) Não.

ELIAS: De que forma criará ela a tua realidade?

MIKE: De que modo? Necessitamos dela para vivermos em qualquer parte! Precisamos dela para podermos comprar comida! (A rir)

ELIAS: Quem estará a criar a realidade, tu ou a moeda?

MIKE: (A rir) Eu, penso eu.

ELIAS: Ah, mas acreditarás nisso?

MIKE: Por vezes.

ELIAS: Ah. E agora chegamos ao núcleo da questão – de não reconheceres, acreditares nem perceberes inteiramente seres o criador da tua realidade, mas acreditares, ao invés, de tal modo que influencias a percepção que tens, e devido a isso criares uma realidade em que permites que elementos exteriores te gerem a realidade em teu lugar.

Mas, na verdade, eles não criam a tua realidade. Tu continuas a criá-la. Apenas te iludes, no contexto da camuflagem da tua percepção tal como se vê influenciada pelas crenças que abrigas em relação a outros elementos – outros indivíduos ou outros objectos físicos – exteriores a ti próprio e que exibem um maior poder do que aquele que demonstras na tua realidade, razão porque deterão a capacidade de criar a tua realidade em teu lugar.

ESTE é o núcleo que temos vindo a tentar trazer ao de cima durante a enorme quantidade de tempo que temos dispendido com os nossos debates. Estás a permitir-te, por incrementos, descascar camadas do disfarce que criaste, de forma a poderes perceber a TI PRÓPRIO.

A moeda, o dinheiro não é aquilo que te haverá de proporcionar a expressão de liberdade. A moeda ou o dinheiro não são sinónimos de liberdade. A tua liberdade nem sequer está dependente da criação do dinheiro.

MIKE: Bom, eis aqui mais matéria para pensar. Obrigado por isso.

ELIAS: (A rir) Não tens de quê, meu amigo.

MIKE: Tenho uma outra pergunta, que considero um pouco maluca de perguntar a esta altura, depois de tudo isto. Mas exactamente o quê – sem tentar formular aquilo que seja possível ou possa acontecer – mas que estarei eu a criar no presente dentro das linhas das probabilidades duma possível ida para a Austrália? (Pausa)

ELIAS: Que estarás a criar presentemente em relação a uma probabilidade de ires para a Austrália? Estás a fantasiar.

MIKE: O quê?

ELIAS: Devaneios!

MIKE: Devaneios?

ELIAS: (A rir) Isso é o que estás a criar no quadro das probabilidades relacionadas com a tua ida para a Austrália.

MIKE: Maravilha! (Elias ri) Nesse caso, tudo bem! Bom, e em relação aos movimentos que empreendo na faculdade? Tenho-me batido na última semana porque está tudo a envolver-me. Quando no ano passado tirei o ano de folga sabia que ia fazer isso – tu confirmaste-me exactamente isso – mas cá bem num canto da minha mente, afigurei que seria capaz de lidar com a situação mais tarde. Mas também tive consciência de estar a pontapear-me no traseiro, coisa que de facto fiz, e não me encontro numa posição muito feliz. Eu como que lixei a vida durante um ano, e agora parece que me lixei por mais um ano, devido a estar a votar a atenção para com todos menos comigo.

ELIAS: Ah, Mas isso é chave! Dir-te-ei, neste instante, em termos definitivos Mikah, que isso depende da tua escolha. Que escolherás?

MIKE: Em relação ao quê? Tirar mais um ano de folga?

ELIAS: Ou voltares-te no sentido do teu desejo e da actualização da tua participação na tua escola. Isso depende da tua escolha. Encontra-se diante de ti.

MIKE: De acordo, eu perguntei-te isto igualmente na mesma sessão, faz ano e meio atrás, quando era altura de eu ir para a faculdade mas infelizmente isso não ficou gravado. Por isso resta-me uma vaga memória do que me terás referido, mas penso que me terás dito que existiam probabilidades de uma das hipóteses – uma que teria que ver com problemas em entrar para a faculdade, ou na hipótese de não ter problemas esses problemas se traduzirem pelos obstáculos que eu estou a criar, e isso é o que eu presentemente estou a ver.

Mas aquilo que eu gostava de saber é se na minha “bolsa” de probabilidades isso se encaixará para o próximo ano escolar. Na hipótese de preferir abandonar este ano escolar e ir para a faculdade da comunidade local, se isso se situará no quadro das probabilidades que se enquadram nessa minha bolsa, ou no alinhamento com o que será mais provável – frequentar a universidade que tenho desejado frequentar, tal como a Columbia, ou alguma das outras?

ELIAS: Dir-te-ei que no quadro dessa bolsa de probabilidades que te assiste isso depende da direcção que tomares. Neste presente instante – e não sob a forma duma previsão – mas sou capaz de te dizer que neste instante, enquadrado no movimento em que a tua energia se insere, é mais provável que empreendas esse tio de acção se continuares a dirigir a tua atenção desse modo.

Se desviares a tua atenção noutras direcções e não continuares a participar na criação do envolvimento presente com a tua escola, deténs menos probabilidades de continuares.

Por isso, tal como referi, depende da escolha que promoveres, mas que escolherás tu? De certa forma criaste uma encruzilhada.

MIKE: De acordo, estou um pouco confuso com o que acabaste de referir. Será que me disseste ser menos provável que eu dê continuidade à escola?

ELIAS: Se não continuares a dirigir a tua atenção para a expressão do envolvimento com esse sentido da escola(...)

MIKE: Está bem. Então, essencialmente, se eu escolher ir para a faculdade da comunidade e tal como o designaste, participar na minha criação…

ELIAS: Exacto.

MIKE: …Do meu próximo ano escolar, será a mais provável das probabilidades que eu vá para alguma parte como o Columbia.

ELIAS: Exacto. Se não estiveres a activar a atenção na direcção da escola, alterarás o rumo das probabilidades. Isso traduz a expressão da encruzilhada, por assim dizer, que criaste para ti próprio no presente.

MIKE: Exacto. Penso que devo escolher ir para a escola. (A suspirar) Portanto, já que esta coisa da Austrália não está a dar em nada por acção da minha escolha, seja a que nível for, será que em breve, algures ainda este ano, mesmo antes de ingressar em algum sítio como o Columbia, virei a criar algo por meio do que possa descobrir aquilo que quero estudar?

ELIAS: Ah uma vez mais, Mikah, essa é uma pergunta de bola de cristal, e eu tenho que te dizer que depende da opção que elegeres!

MIKE: (A rir, junto com o Elias) Muito bem, de acordo. Tenho mais uma pergunta a fazer porque sei que a Mary me matará se me prolongar por mais tempo. Vejamos, para onde foi essa pergunta? Oh pois, certo.

Eu tenho vindo… E estou bem ciente de que isso se acha associado ao que acabaste de me transmitir – que depende da minha escolha! (Elias ri)

MAS, é algo que estou ciente de ter tocado ao de leve na minha última sessão, e eu designei isso como o meu modo de saber que estou em contacto com o Joseph, ao meu foco Neozelandês. Contudo, não se fez luz em mim em relação a isso ser algo a que eu já me senti incitado, mais do que uma vez na minha vida, a agir.

Sinto curiosidade em saber se isso será um elemento que tenha incorporado no meu foco presentemente, ou se não passará dum método que esteja a utilizar para me contactar o Joseph. Na qualidade dum elemento da minha essência, o qual sei ser parte de mim, porém, em termos de…


ELIAS: Estou a entender, mas nós já debatemos isso previamente no relacionamento que estabelecemos em conjunto, e tu já me interrogaste acerca disso, e eu respondi-te não se tratar de mera identificação dum elemento teu num outro foco, mas constituir igualmente uma qualidade tua neste foco, e nisso, se o escolheres, poderás incorporar essa qualidade nos termos duma expressão concreta. Tu deténs uma capacidade neste foco de te voltares para esse tipo de criatividade.

MIKE: De acordo, é bom saber isso. Tudo bem. Muito rapidamente, tenho de te perguntar se a família da minha tia Linda e o seu alinhamento serão Sumari/Sumari. (Pausa)

ELIAS: Não. Sumari/Ilda.

MIKE: Andei lá ao pé! Muito bem, é tudo por hoje.

ELIAS: Muito bem. (A rir)

MIKE: Expresso-te uma imensa gratidão pela tua… Oh, a Candace gostava de saber se também é um foco emocional.

ELIAS: É.

MIKE: Muito bem, é tudo por hoje, mas eu quero agradecer-te imenso. Como sempre, foste duma grande utilidade para mim, e a Candace manda-te cumprimentos.

ELIAS: Ah, mas podes estender-lhe a minha saudação e afecto também. Fico a antecipar a continuidade da nossa relação, mas poderás igualmente estender a minha saudação à tua irmã. (A rir)

Para ti neste dia, Mikah, estendo-me um enorme afecto e a minha expressão de energia para que permaneça junto de ti ao longo da tua expressão física pois eu entendo o desafio que presentemente apresentas a ti próprio. Por isso, aceita da minha parte a expressão de energia que te estendo a fim de te encorajar e te servir de apoio.

MIKE: Muito obrigado.

ELIAS: Não tens de quê, meu amigo. Com um enorme carinho, au revoir.

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