sábado, 25 de junho de 2011

TU ÉS O UNIVERSO



SESSÃO #644
"Que Estou Eu Aqui A Fazer?"
"Tu És o Universo!"
Quinta-feira, 16 de Junho de 2000 (Privada/Londres)
Tradução: Amadeu Duarte
(Excertos)

...

PHILIPPA: ...Estou prestes a embarcar no que parece ser um enorme passo – abrir e dirigir um centro de tratamento. Era um sonho que eu tinha faz muito tempo e que actualmente está prestes a concretizar-se mas por vezes sinto como que a retroceder, tipo, "Como saberei se isto é apropriado ou se será prestável? Irá florescer?" Eu sinto um retrocesso e depois sinto curiosidade com relação a essa energia. Faz-me duvidar da voz que me diz: "Sim, é apropriado."

ELIAS: Eu digo-te que sigas essa voz. (A sorrir) A dúvida que sentes provém unicamente da resposta, por parte dum aspecto da duplicidade, o que ocasiona um movimento de recuo e de avanço na avaliação que fazes das mensagens, por assim dizer.

As mensagens que têm sido propostas pelas tuas crenças – as quais te influenciam pela expressão de falta de confiança na tua habilidade de te expressares desse modo – são altissonantes. As mensagens que têm sido propiciadas por ti própria na expressão de confiança são igualmente elevadas em tom e persistentes, mas aquelas que não são caracterizadas por um tom depreciativo constituem a voz e as mensagens dentro de ti que te dirigem, por assim dizer, na direcção do teu desejo, e isso é um aspecto da tua realização de sentido de valor neste foco actual.

Por isso, permite-te confiar na tua expressão. Confia em ti e no teu desejo e tem consciência de que as tuas capacidades são vigorosas e que por isso não necessitas criar obstáculos no teu caminho, por assim dizer.

PHILIPPA: (Muito baixo) Obrigado.

ELIAS: Não tens de quê. (Pausa)

PHILIPPA: Ao invés de te colocar outra pergunta neste momento, existe muito dos teus ensinamentos com que não me acho familiarizada ainda e gostava de saber se não poderias revelar-me um pouco sobre onde é que eu encaixo. Eu compreendo que existem famílias e isso. Só gostava de ouvir da tua boca que é que estou aqui a fazer. (Ri enquanto Elias sorri) Encontro-me interessada em conhecer de que modo o universo se está a desdobrar, e eu faço parte dele...

ELIAS: E fazes mesmo!

PHILIPPA: Gostava de ter mais consciência da parte que me diz respeito.

ELIAS: Tu és um aspecto da consciência. Referes que o universo se encontra a desdobrar-se e que desejas entender ou conhecer o desdobramento deste universo.

Deixa que te diga que o universo, por assim dizer – naquilo que encaras como sendo o universo – é a expressão de TI. TU és quem se encontra a desdobrar-se e isso é reflectido em tudo o que é projectado externamente, que se manifesta em exibições físicas da solidez da matéria e das configurações e expressões dos enquadramentos de tempo, tudo o que ocorre dentro dos movimentos de tudo o que criastes neste universo, por assim dizer. Não te está a dirigir; tu és quem o está a dirigir, porque ÉS isso. ÉS TU.

Quanto à parte que te diz respeito, por assim dizer, em meio a todo este movimento mágico e glorioso, tu encontras-te a explorar. Tu és uma eminente residente temporária, e encontras-te a investigar e a descobrir aspectos da realidade a partir da manifestação material, duma realidade material.

Esta projecção da essência que és capaz de reconhecer como tu própria neste foco em particular é aquilo que pode ser encarado como um foco da atenção. Tu consistes num foco da atenção mas és igualmente tudo o que existe, do mesmo modo que o teu organismo físico, a tua consciência objectiva material e tudo aquilo que te rodeia, que não é separado de ti mas é tudo TU própria.

A essência possui muitos, muitos focos da atenção. Tu és capaz de focar a tua atenção nesta realidade material em muitas direcções ao mesmo tempo. Muitas das tuas atenções requerem uma concentração objectiva ou mesmo consciência mínima, por assim dizer, mas a tua atenção acha-se focada em imensas áreas em simultâneo.

Tu focas a atenção no funcionamento material do teu corpo físico, nos movimentos do teu corpo físico. Focas a atenção sobre todos os teus sentidos exteriores. Os teus sentidos interiores acham-se continuamente a mover-se e a processar informação, pelo que a tua atenção é sustentada também neles, e além disso expressas uma espantosa atenção direccionada para o exterior através da tua consciência objectiva. Essa atenção é direccionada para o teu mundo, por assim dizer, bem como na direcção de toda a interacção que empreendes com ele.

Por isso, podes ver em termos físicos, neste foco, a imensidão de expressões da atenção que és capaz de sustentar em simultâneo. Tu, neste foco físico, representas um tipo de projecção espelhada da essência, da consciência, e com isso, a essência projecta miríades de formas de atenção através da totalidade da consciência.

Nesta dimensão material designais muitas das manifestações dessas formas de atenção como vidas. Eu designo-as como focos, porque elas constituem focos da atenção. E tu deténs igualmente e em simultâneo focos da atenção noutras dimensões materiais. Focas a tua atenção sobre outras áreas da consciência de forma imaterial.

Mas em relação a este foco da atenção que identificas como tu própria, tu manifestaste-te nesta dimensão material a fim de experimentares e explorares todas as tuas capacidades e expressões que podes estar a criar – todos os aspectos da percepção – numa dimensão ou expressão material.

Nesta dimensão em particular, tu escolhes interagir com as linhas mestras ou princípios, por assim dizer – ou direcção – desta realidade particular, a qual se prende com a exploração e as expressões da sexualidade e da emoção implícitas à concepção material. Tudo aquilo que exibes nesta dimensão acha-se em relação com estes dois tipos centrais e básicos de criação da identidade material.

Nesse sentido, podes encarar a tua participação nesta dimensão como um movimento através dum enorme labirinto. Tu escolhes desafiar a ti própria a descobrir todas as vias que permanecem dentro deste labirinto e o modo como poderás manipular a tua energia a fim de navegares nele.

E à medida que viajas ao longo desta dimensão, por assim dizer, através de todas as tuas experiências, encontras-te igualmente a interagir com muitos outros focos de outras essências, que são indivíduos que ocupam esta realidade juntamente contigo, e nessa interacção vós criais imensas expressões em conjunto e individualmente. Explorais toda esta realidade em relação uns aos outros, porque na verdade, não existe separação. Apenas existe a ilusão da separação.

Porque vós criais uma realidade material que exibe uma singularidade de formas - o que dá lugar à ilusão da separação - a fim de vos proporcionar uma identidade em termos singulares, e a acção de identificação de expressões concretas, de objectos físicos e de manifestações materiais como individuais e singulares.

Isso dá lugar a um tipo de abrandamento da consciência, e com esse abrandamento e essa solidez em termos de consciência nesta realidade, proporcionais a vós próprios uma jornada intimamente detalhada de auto-descoberta, por meio da experiência material.

Pois nisso consiste a acção da consciência – um contínuo tornar-se sempre em curso, sem início e interminável e esse tornar-se é a exploração de si própria. Por isso vós, do mesmo modo, enquanto consciência, estais a explorar uma via pessoal, nesta manifestação material.

Na tua manifestação particular deste foco, escolheste explorar a tua manipulação de energia – e as tuas capacidades dessa manipulação em termos físicos – quer em relação aos outros como em relação a outros aspectos da consciência, de forma que te permita encarares e experimentares as tuas próprias expressões e o modo como poderão afectar outros indivíduos em relação à energia deles.

É aquilo que poderás designar como um jogo glorioso, destinado a ser jogado com diversão e deslumbramento, explorado e descoberto momento a momento. É unicamente a inserção de crenças nesta dimensão física particular que complica essa jornada mas vós inseristes essas crenças de modo bastante intencional, a fim de criardes um desafio.

Porque vós COMPLICAIS a vossa realidade numa maior extensão, e dais lugar à criação dum sistema de crenças que é um maior desafio ainda que se coaduna com todos os outros sistemas de crenças, que se expressam em termos de duplicidade, o que sobrevaloriza o vosso desafio ao acrescentar-lhe dimensão no vosso movimento relativo às crenças nesta dimensão. Porque vós não só interagis nem criais meramente sob a influência de todas as vossas crenças como acedeis a tudo aquilo que criais ou a todo o vosso movimento através do filtro do certo e do errado, do bom e do mau, do melhor e do pior. Vós aferis realizações e falhanços.

PHILIPPA: Sim!

ELIAS: Ah, ah! E agora, neste labirinto de complicação, à medida que avanças rumo à expressão e à inserção desta mudança na consciência na tua realidade objectiva, expandes a tua consciência e inicias uma busca pela recordação.

A recordação não consiste numa expressão da memória mas na expressão do ser, por meio do conhecimento da simplicidade. E até isto dá lugar a um desafio tremendo, uma vez mais, nesta realidade material, porque agora tornaste-te de tal modo acostumada e familiarizada com a expressão da complicação que a simplicidade te parece difícil!

PHILIPPA: Sim! Correcto!

ELIAS: AH, AH! E deste lugar a um sem fim de voltas e reviravoltas nesta realidade!

PHILIPPA: Dei sim!

ELIAS: O que te proporciona uma enorme diversão e aventura na tua exploração!

PHILIPPA: Penso que não acentuaria tanto o lado da diversão. Penso que me torno demasiado séria com relação a isso.

ELIAS: Mas eu sugiro-te tomar o objectivo de descobrires o teu lado de divertimento! (A sorrir) Procura o prazer!

PHILIPPA: É com isso que sinto dificuldade. De certa forma... isto que estás a dizer soa-me muito novo, mas maravilhoso porque acabo de retornar – provavelmente estás a par deste cenário, penso eu – a noite passada... da minha escola espiritual. E eu faço esse trabalho a fim de me ligar de novo à minha natureza verdadeira, àquilo que realmente sou e não esta imagem pessoal que penso ser e isso traduz a ânsia que sempre tive, desde que me lembro, de descascar as camadas e viver neste corpo físico, nesta vida comum, viver numa condição da essência, a partir do que tudo brota. É aquilo que sou e torna-se doloroso encarar as obstruções que criei a partir da infância.

ELIAS: Agora oferece a ti própria aquilo que podemos designar como uma perspectiva renovada ao tornares a tua percepção assim sempre ligeira porque não se requer uma grande reviravolta para alterares a tua realidade inteira, porque a tua percepção é extremamente eficaz!

E ao tornares a tua percepção sempre tão ligeira e ao ofereceres a ti própria um revigoramento de perspectiva permite-te considerar o que antes encaravas como obstáculos e percebe-os como oportunidades espantosas, não através da expressão da negatividade nem do bloqueio, mas como a perspectiva de uma tremenda abertura para oportunidades, porque elas te proporcionaram uma informação valiosa.

Por isso, NESTE momento, podes continuar a criar o teu movimento, se prestares atenção a essa voz – que consiste em ti a expressares o teu desejo em relação à tua realização de valor – não subjugando-te à dúvida - o que não passa da expressão do medo - mas procurando identificar os obstáculos como imensas oportunidades de expandires a tua consciência ainda mais, e incorporares esta perspectiva numa via de diversão!

A vossa realidade toda não é assim tão grave. Não existem consequências extremas para todo e qualquer movimento que empreendais. Por isso que precaução poderá estar em causa? Que será isso que carregas contigo? Apenas as tuas experiências!

Não existe Carma nem dívidas a saldar, nem mesmo em relação a ti própria. Não existem escolhas erradas; apenas escolhas (indistintas).

Portanto, dentro do elevado esquema do teu universo, tal como o designas – que és TU – que poderá estar a dar lugar a tal precaução em ti? Porque tudo o que crias constitui uma oportunidade, que pode ser encarada pela perspectiva da diversão!

Não existe juízo (final) à tua espera, seja em que área da consciência for, para se aplacar sobre ti e te dar a entender não te teres realizado suficientemente bem ou teres criado escolhas inadequadas ou até mesmo erros, pois nada do que criais constitui um erro. Tudo se acha imbuído de intenção e contribui na sua globalidade para a expressão do teu ser. Se perdesses UMA só dessas experiências deixarias de ser aquilo que és!

PHILIPPA: Por certo. Que modo mais adorável de encarar as escolhas aquele que acabaste de descrever. Eu percebo. Hmm. (Pausa)

ELIAS: À medida que avançares – tal como o designais no enquadramento do vosso tempo linear – recorda este momento e colhe a energia que agora expressas, porque ela é assombrosa! Presentemente estás a expressar uma concessão a ti própria. Aceita da minha parte a liberdade de aceitação, e oferece tal expressão a ti própria. Nesse sentido concede a ti própria o riso!

PHILIPPA: Posso colocar-te mais uma questão?

ELIAS: Podes.

PHILIPPA: Tenho tanta consciência de que tudo é uma coisa só, enquanto e de que na minha forma física estabeleço distinções. Refiro encontrar-me aqui enquanto tu te encontras aí e todas estas coisas se acham separadas. Tenho um forte sentido da existência de espíritos particulares que me orientam, e volto-me para eles a escutar. Procuro de verdade abrir-me à orientação e considero isso como uma espantosa ajuda na minha vida, e interrogo-me... estás a ver, uma vez mais, penso que se deva à dúvida. Digo, "Estarei mesmo a criar mais dualidade? Claro que sou uma só coisa." Que necessidade será esta de ter esta presença para onde me possa voltar e escutar e de que possa sentir a força, o amor e compaixão a brotar? Será a minha mente a querer criar mais dualidade, em termos de me encontrar aqui enquanto o meu guia reside acolá? Tudo o que sei advém da minha experiência, a qual me auxilia enormemente nesta vida.

ELIAS: Permite que te diga, antes de mais, a experiência não é aquilo que interpretas, tanto pela definição que empregas como pela compreensão objectiva que tens dela, como fruto da imaginação. É bastante real.

As essências estão continuamente a interagir. Já tive ocasião de referir previamente, junto de outros indivíduos... que apesar de eu não designar nenhuma essência como "guia", nos vossos termos – porque isso deixa perceber implicitamente a existência de alguma posição no caso de certas essências, que as possam situar acima das demais - o que é inexacto, devido a que a consciência não contenha estratos. Não existe "mais elevado" nem "inferior"; tudo é igual. Por isso, posso referir-te a existência de essências a interagir, e muitos indivíduos que se acham no foco material, nesta dimensão, detêm consciência disso e chegam a interagir com outras essências.

Aquilo que experimentas também, com uma força espantosa, consiste numa comunicação com a TUA essência.

Nesta dimensão material, assim como CRIAIS este véu da separação... Vocês TODOS criais esse véu de separação. Na realidade trata-se dum elemento da concepção desta dimensão material. Mas ao criardes esse véu em termos objectivos, também traduzis a vossa experiência numa identificação da existência de alguma expressão da consciência ou da energia que se ache fora de vós, que consiste num poder superior ou uma força direccional, que vos dirige e oferece informação. Mas, de facto, isso sois VÓS!

PHILIPPA: É a minha própria essência?

ELIAS: É.

PHILIPPA: Aquilo que escuto?

ELIAS: Sim.

PHILIPPA: Jamais pensei nesses termos.

ELIAS: Que te oferece uma espantosa expressão de aceitação, a qual traduzes naquilo que conheces e identificas objectivamente como uma expressão do amor. Isso também te oferece informação que traduzes como um acto de direccionar.

PHILIPPA: Então sou eu própria.

ELIAS: És, e isso consiste no assombro que tu és!

PHILIPPA: Eu estava a delegá-lo a alguém distinto mas afinal é meu.

ELIAS: É.

Com isto permite-me que te diga que isso é bastante comum na realidade material, identificar esse tipo de experiência através do véu da separação como uma outra força, porque vós criastes uma expressão do vosso esquecimento individual dentro de cujos parâmetros vos situais – nessa área do esquecimento, essa área por meio da qual não recordais tudo aquilo que sois.

Nisso consiste o assombro da vossa escolha por estabelecer esta mudança na consciência na vossa dimensão, porque ofereceis a vós próprios a expressão de recordação, a característica da essência e o auto-conhecimento – o conhecimento da consciência, o conhecimento das vossas capacidades todas, o conhecimento de que todas essas expressões sois VÓS, bem como o conhecimento da imensidão que sois.

Tu és um ser multidimensional. És uma expressão da consciência, a qual é literalmente ilimitada! Apenas crias a ilusão da separação e da pequenez dum corpo singular.

PHILIPPA: Sim, pequenez.

ELIAS: Mas és extremamente vasta!

PHILIPPA: Na verdade consigo sentir todo um ângulo novo já, uma mudança na minha percepção.

ELIAS: Por isso, adopta-a e à medida que fores avançando, permite-te mover-te nessa direcção, numa gloriosa descoberta de ti própria e de tudo aquilo que és!

PHILIPPA: Pois! Tenho uma mensagem interna algures que me diz que esta recordação pessoal, esta ligação de volta com quem eu sou realmente, ocorre com outros indivíduos especiais, mas que para mim se torna muito difícil. Não consigo. Ou me encontro demasiado bloqueada, ou isto ou aquilo. Na verdade é como... algo de que necessito de verdade, só ver o modo como isso funciona.

ELIAS: Não está reservado a certos indivíduos! (A rir)

PHILIPPA: Estou positivamente certa de que não! (A rir)

ELIAS: Porque tu ÉS especial e única, e é uma dádiva de ti para ti própria, ao participares nesta mudança da consciência.

PHILIPPA: Sim, é uma dádiva mágica.


ELIAS: Não será?

PHILIPPA: A melhor!

ELIAS: Esplêndida!

PHILIPPA: A única dádiva que desejo! (A rir)

ELIAS: Ah, ah! (Pausa)

PHILIPPA: (Suspira) Sinto-me satisfeita, excitada e aberta neste momento.

ELIAS: Preserva isso e firma-te na consciência do momento.

PHILIPPA: Certo. Quando me for, a seguir, vou penetrar no labirinto e perder-me. Tudo bem, permanecer aqui mesmo, agora.

ELIAS: A cada momento.

PHILIPPA: Sim. Obrigado por mo recordares.

ELIAS: Não tens de quê. (Pausa)

PHILIPPA: Sinto-me repleta, de momento. Falamos da coisa mais importante para mim; tudo o mais que eu podia ter perguntado constitui apenas uma extensão desta raiz. É isto que eu queria ouvir. Muito obrigado.

ELIAS: Não tens de quê. (Pausa)

Vou-te estender a minha expressão de energia de forma que a possas receber e trazer sempre contigo, e fico a ansiar pelo próximo encontro. (Pausa) Confia em ti própria.

PHILIPPA: Fá-lo-ei. (A sussurrar)

ELIAS: Expresso-te uma espantosa afeição e um grande encorajamento em energia. Para ti, esta noite, um terno au revoir.

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