segunda-feira, 20 de junho de 2011

NOME DA ESSÊNCIA - ´SOBREVIVÊNCIA À MORTE FÍSICA



Sessão 44
“O Nome da Essência”
“Áreas Regionais 2 e 3: Áreas de Criação e de Conhecimento, Respectivamente”
“A Sobrevivência à Morte Física Assenta Temporariamente nos Moldes Impostos pelas Crenças Que Albergamos em Vida”
“O Vosso Sistema de Ensino Encoraja a Separação”
Quarta-feira, 11 de Outubro, de 1995
Tradução: Amadeu Duarte


Participantes: Mary, Vicki, Ron, Cathy, e Jim.

Elias chega às 8:46 da tarde

ELIAS: Cá nos encontramos novamente! Esta noite podeis usar o tempo que tendes, no vosso fórum para debater o assunto que quiserdes. (Pausa)

JIM: Eu gostava de obter alguma informação acerca do meu nome da essência, Yarr, e alguma coisa quanto ao significado, talvez, de que possa estar imbuído.

ELIAS: Tal como já referi, cada essência escolhe uma palavra que vós designais como um nome, que vibra uma certa qualidade e tom; palavra essa que é identificada com o tom que usais pela totalidade da vossa essência. (Pausa) Vou passar a explicar que esta noite estamos e experimentar dificuldades técnicas, por o Michael estar a entrar e a sair, a tentar falar, mas sem formular qualquer pensamento. Por isso, se a minha atenção sofrer qualquer distracção, ou aparentar tal coisa, esta será a explicação para isso, por não estar a receber padrões de pensamento completos, por ele não os estar a formar devidamente! (Riso)

Quanto à questão do tom que tens e da qualidade que ele comporta, ele emana um som com o qual te identificas, tal como cada uma das outras essências. Todos os sons enquadrados num nome ou palavra criam uma qualidade vibratória que se identifica com um aspecto vosso. Se proferirdes lentamente o vosso nome da essência para vós próprios numa meditação e escutardes a qualidade de que se acha imbuído, também podereis concentrar-vos nos elementos de identificação das vossas essências particulares. Podeis mesmo obter imagens com que vos passeis a identificar na consciência que tendes, por essa palavra que tereis escolhido para nome da essência, fazer vibrar qualidades que vos trarão à recordação, por assim dizer, aspectos de vós próprios e dos vossos focos; sendo essa a razão porque escolheis identificar-vos com essas qualidades particulares inerentes ao tom. Isso não subentende necessariamente uma forma de identificação no que diz respeito ao interesse que as outras essências tenham em reconhecer-vos. É uma identificação de vós próprios, em ligação a todos os aspectos que possuís. Um nome da essência não reflecte necessariamente nenhum foco físico. Pode ser utilizado num foco físico, mas não é identificado com o foco físico. Na maioria dos casos, aqueles que optam por usar o nome da essência na sua manifestação física, fazem-no pela relação que têm na sua manifestação final no foco físico.

JIM: Pensar nele numa meditação? Ou vocalizá-lo duma forma audível? Penso que de qualquer das formas...

ELIAS: A vocalização gera o som, que por sua vez produzirá a vibração por meio de ondas sonoras que poderás escutar em termos físicos e que estabelecerá um contacto com a tua consciência. Os vossos sentidos físicos não são inúteis. Eles foram criados por determinadas razões. O facto de incorporardes sentidos interiores não desvaloriza nem elimina os vossos sentidos externos como se possuíssem menos valor.

JIM: Está bem, óptimo. Eu vou fazer isso! Obrigado.

ELIAS: Não tens o que agradecer. (Pausa)

VICKI: Bom, sinto curiosidade em saber mais coisas acerca da Área regional 3. Ainda não ouvimos muita coisa acerca da Área regional 3.

ELIAS: A Área Regional 3 é a área que empregais para proceder à transição. Ela pode ser empregue no físico, assim como podeis escolher empregá-la após terdes terminado um foco físico. Isso depende do vosso desejo individual.

É-vos bastante possível incorporar a área de transição da vossa consciência no foco físico, e também no quadro da vossa consciência de vigília. Isso é passível de ser usado por meio de vários modos diferentes. Podeis escolher experimentar isso lá por volta do final do vosso foco físico, empregando o que percebeis actualmente como senilidade. Isso tem sido empregue na vossa realidade ao longo dos tempos, por ser a forma mais comum de empregardes a transição na vossa consciência física; mas também o podeis experimentar por outros modos.

Podeis optar por incorporar isso de forma consciente e intencional, o que é muito mais difícil do que permitir-vos o luxo da senilidade: porque numa probabilidade dessas, durante a fase da idade avançada não se espera que sejais responsáveis, por serdes encarados como apresentando algo de errado em relação a vós. Pelo que podeis permitir que a vossa consciência vagueie para trás e para diante sem pensar na responsabilidade física que a vossa consciência “normal” envolve. Não encararíeis isso como um acto muito responsável. Por isso, normalmente não o empregais, mas se escolherdes tentá-lo de forma consciente isso tornar-se-á mais difícil, por precisardes empregar um enorme controlo; porque a menos que opteis por ver os vossos pares a encarar-vos como insanos, precisais deixar que a vossa consciência vague, mas precisais igualmente empregar um controlo suficiente sobre a vossa consciência para a controlar duma forma intencional. Isso pode ser levado a cabo, mas exige prática.

Todos vós possuís essa capacidade. Já terás, numa medida bastante diminuta, começado a experimentar isso na tua consciência. Não tens uma compreensão do controlo físico que exerces, mas permitiste que a tua consciência começasse a explorar outros aspectos da sua realidade. (Pausa)

Na área regional três, podeis experimentar um conhecimento mais directo de vós próprios e de outras essências, porque as outras essências acham-se também colectivamente ligadas, nessa área. Na realidade, todas as essências se encontram em contacto, nessa área; o que apresenta um foco diferente do da área regional dois, onde as essências se ligam com o objectivo de criarem. Na área regional dois, o vosso foco está completamente centrado na criação de todas as coisas. Na área regional três, vós não vos interessais pela criação. Estais interessados no conhecimento; esse é o foco que a vossa consciência assume e pelo qual passais a incorporar um maior conhecimento de vós e das outras essências.

Devo explicar-vos que essas áreas regionais não são para serem encaradas como trampolins. Não é necessário passar uma antes das outras, por elas se sobreporem todas e se acharem todas entrelaçadas. Por isso, podeis incorporar áreas da consciência que possam pertencer ao que encarareis como um outro número qualquer, que isso nada terá que ver com o aspecto da área dois ou três ou seja que número for. Elas apenas constam como áreas da consciência. Podeis experimentá-las todas em simultâneo. É claro que, se tentásseis tal façanha, haveríeis de sair bastante confusos dessa experiência!

VICKI: Soa a algo que seria capaz de me agradar, não?

ELIAS: Absolutamente! (Riso) Tratar-se-ia, definitivamente, dum imenso projecto a desenredar!

VICKI: Eu tenho uma pergunta. É como se pressentisse que para possivelmente se poder lidar com essa transição antes de “nos darmos por terminados” ela traduza algo de favorável a obter.

ELIAS: Isso é absolutamente correcto.

VICKI: Porquê?

ELIAS: Permite que passe a sugerir uma hipótese. (Pausa) Vós funcionais no foco físico. Experimentais uma mente racional com uma consciência abrangente. Na consciência que tendes, e no foco físico, em que vos encontrais vivos, por assim dizer - porque quando morreis não deixais de estar vivos! - (riso) mas enquanto permaneceis na manifestação física e vos encontrais vivos, também estais em contacto com muitas outras essências. Permitis a vós próprios essa ligação, e permitis-vos receber informação da parte dos outros.

Portanto, digamos que vós, nas crenças que abrigais, não acrediteis em nada para lá do foco físico. Não sobreviveis a esta vida, não tendes existências passadas, nem futuro. No vosso íntimo acreditais que quando terminais um foco físico sois depositados a deteriorar-vos na vossa terra, e que estais acabados.

Durante o tempo do vosso foco físico, podeis defrontar-vos com outros indivíduos a quem permitireis que vos influencie o pensamento; podeis apresentar a vós próprios informação que podeis vir a descobrir deixar-vos intrigados, pelo que começareis a questionar. Permitis que as influências dos outros ponham em dúvida as crenças que albergais, tal como vim trazer dúvida às crenças que comportáveis.

Assim que tiverdes terminado um foco físico, isolais a consciência que tendes. Tereis criado o que quer que tiverdes incorporado nas crenças que tereis abrigado. Se acreditardes que toda a existência termina quando terminais o foco físico, haveis de passar por um período de separação de toda e qualquer outra essência e haveis de vos focar no nada. Experimentais o nada. Não compreendeis o termo “nada”, porque nenhum de vós alguma vez chegou a experimentar o nada. No vosso foco físico, até mesmo a escuridão constitui algo! Por isso, não tendes conhecimento do que o Nada possa envolver; Mas se acreditardes que quando morrerdes vos desvanecereis no nada, haveis temporariamente de vos desvanecer no estado de “coisa nenhuma”. Nesse nada, não existe nenhuma outra essência. Por isso, elas não poderão prestar auxílio. No foco físico, não estais desligados nem experimentais o nada, razão porque sois capazes de obter ajuda.

Se acreditardes que haveis de experimentar o céu ou o inferno, haveis de experimentar esses aspectos da consciência. No foco físico, se permitirdes que a vossa consciência se expanda, aí passareis a abrir as vossas probabilidades, e não haveis de passar por período nenhum, por assim dizer, em que devais experimentar sistemas de crença dessa ordem. Podeis continuar, se não a expandirdes, a experimentar essas crenças durante um certo tempo, para o referir por termos vossos. Podeis escolher desligar-vos do foco físico e continuar apenas com essas crenças, sem vos permitirdes nenhuma abertura a outras possibilidades. Permiti que vos diga que a manifestação que fazeis desses sistemas de crença, conquanto se desenrole no foco não físico, e se traduza pelo que podeis designar por alucinações, é bastante real. Ela possui uma realidade idêntica àquela que experimentais agora. Por isso, é bastante verosímil.

O que não quer dizer que as outras essências não desejem prestar auxílio. Pretende sim, dizer que as outras essências não se intrometerão e que vós não lhes permitireis que ajudem, por escolherdes experimentar essas transições. Se tiverdes um conhecimento prévio destes conceitos, nos vossos termos físicos, nesse caso podeis preparar-vos para isso, e permitir que a vossa consciência se abra mais e vos permita experimentar a realidade tal como ela vos chega, sem expectativas quanto àquilo a que deva “assemelhar-se”. Vós não vos predestinais a um foco particular. Permitis que a realidade seja incorporada com naturalidade. (Pausa) Terá isto ficado um pouco mais esclarecido?

VICKI: Um pouco...

ELIAS Torna-se definitivamente preferível que expandam a consciência no foco físico.

VICKI: Mas se alguém realizar uma certa expansão no foco físico, o mais provável não será que deixemos de optar por nos submetermos ao processo de transição após terminarmos, por assim dizer?

ELIAS: Absolutamente. Não será necessário, por não empregardes crenças que vos prendam a um certo processo temporário de alucinações, que preciseis ultrapassar ou de que necessiteis libertar-vos, e deslizareis para a realidade que vos aguarda, com total ausência de esforço.

VICKI: Mas se nos submetermos a esse período de transição, a esse período temporário de transição, e em seguida abrirmos caminho através dele ou termos transitado, não ficaremos bastante surpreendidos por essa altura?

ELIAS: No foco físico, sim. Haveis de experimentar aspectos da vossa consciência que não percebíeis existirem. Haveis de experimentar muitos aspectos da realidade que vos hão-de surpreender. Haveis de vos sentir “esquisitos!”

VICKI: Mas, e que se passará no foco imaterial, quando experimentamos essa transição e por fim mudarmos?

ELIAS: Isso é diferente, por a realidade do foco se tornar instantânea e não consistir numa transição gradual, mas se traduzir por um experimentar dos sistemas de crenças e um despertar consciente para a realidade. Por isso, não se dão “vagos vislumbres”. Vós tendes vislumbres vagos por estardes a aprender a controlar a vossa consciência física e a passar para uma consciência mais ampla sem empregardes ou vos permitirdes a condição que identificais em termos de insanidade ou senilidade; que ambas essas condições, estamos bem cientes, não representam aquilo por que as retractais, mas eles também escolhem deixar de incorporar qualquer responsabilidade por eles próprios, em termos físicos.

Nessa medida, optais por prosseguir no enfoque “normal” que adoptais, conforme o designais no “enfoque oficial que aceitais”, e também escolheis expandir a consciência e passar a experimentar mais. Tu estás a dar início a esse processo, e agora que não sentes irritação nem tanta confusão nem rebelião, podes avançar com assombro, coisa de que estamos cientes que sentes! Mas não será surpreendente e maravilhoso o que podes vir a realizar nessa área recém-descoberta da consciência? Possuis capacidades que não tinhas consciência de possuir! E só de pensar que isso represente o começo...!

VICKI: Pois é, é bastante excitante!

ELIAS: É sobre isso que tenho vindo a falar contigo durante todo este tempo, mas agora estás a começar, e isso revela-se divertido!

VICKI: É divertido! Obrigado.

ELIAS: Não precisas agradecer.

CATHY: Quem será que terei percebido na minha visão periférica no outro dia, a correr pela minha sala de estar?

ELIAS: (A rir) Mas, e quem pensas teres visto a correr pela tua sala?

CATHY: Oh, um desses “tipos misteriosos”, tenho a certeza! (A rir)

ELIAS: Mas, não terás notado algo de particular em relação a um desses “tipos misteriosos”?

CATHY: Apenas o facto de o ter detectado do canto do olho, ao passar. Assemelhava-se a uma sombra, muito veloz. Eu disse para comigo: “Terei visto aquilo?”

ELIAS: Viste, sim.

CATHY: Então vi, ah! (Pausa)

ELIAS: Sinto-me desapontado. (Riso)

CATHY: Deus do céu, eu devia saber de quem se tenha tratado? (Riso)

ELIAS: Eu perdi o meu poder electrizante, e isso entristece-me.

JIM: Ele não usava armadura. Talvez fosse isso.

ELIAS: Está certo. Talvez da próxima vez ou deva fazer retinir sons de correntes! (Riso)

CATHY: Bem, pelo menos notei-o.

ELIAS: Ah, sim, e hás-de notar muito mais, muito em breve!

CATHY: Oh que bom! Sinto-me tão excitada!

ELIAS: Quanto á pergunta que colocaste pela Sophia, podes-lhe enviar o meu convite, que eu respeitosamente agradecerei ao Lawrence pela consideração de ter exigido que primeiro eu formulasse o convite. (Pausa prolongada, e a seguir, a sussurrar) Estais tão calados!

VICKI: Eu tenho uma outra pergunta, se mais ninguém tiver.

JIM: Vai em frente!

VICKI: Tu também podes ir!

JIM: Vai tu. Eu... as perguntas que eu tinha estão a ser explicadas.

VICKI: Bom, a outra pergunta que tinha tem que ver com... foi suscitada numa conversa que tive com o Michael no outro dia, em relação à “declaração genérica” que proferiste: “Se não tiver graça, (ou se revelar insatisfatório) não o façam!”

ELIAS: Ah!

VICKI: A mim, faz todo o sentido, mas ele apresentou alguns aspectos a considerar. Portanto, se uma adolescente decidir que ir à escola deixou de ser divertido, nesse caso deve deixar de ir à escola?

ELIAS: Deve.

VICKI: Mas isso não será passar a dispor do contrário da diversão, possivelmente, digamos, no caso dos pais dele?

ELIAS: Cada indivíduo incorpora, no seu próprio foco, as suas próprias escolhas. Por isso, não vos baseais nas acções dos outros; e no caso de não vos sentirdes satisfeitos, vós, para além do mais, podeis escolher eliminar o que vos estiver a causar conflito. Acredito que haveis de achar que, se uma criança não estiver a experimentar satisfação ou graça durante o seu período de aprendizado, possam existir razões para isso que possam ser eliminadas de modo a permitir a obtenção de satisfação. Além disso, esse mesmo indivíduo pode optar por deixar de ir à escola, como quem diz, o que não quer dizer que ele não possa experimentar satisfação ou diversão por não ir à escola.

Cada indivíduo incorpora uma identidade; e  no foco físico, esse aspecto da consciência rebela-se contra todos os outros temporariamente, por  forma a estabelecer a sua identidade. Nessa medida, haveis de descobrir que aqueles a quem é negada a expressão da sua identidade, tendem a afastar com determinação todo aquele que lha ameace por uma postura de autoridade dessas. A autoridade simboliza, para vós, um indivíduo a dizer-vos o que fazer ou como o fazer, ou o que pensar ou o que deve ser. Nessa medida, se tiverdes estabelecido a consolidação da vossa identidade, haveis de vos deparar com muitos indivíduos que vos irão tentar afirmar tal coisa, mas não vos preocupareis, por isso não vos afectar, porque essa parte ou esse aspecto da vossa consciência estará em consonância e não se verá ameaçado na sua identidade.

Isso endereça-nos de volta à expressão que usei convosco, de que, se incorporardes a essência duma forma consistente, eliminareis muitos dos conflitos e haveis de obter muito mais satisfação, se não mesmo uma satisfação contínua. Podereis dizer: “Mas, e se um tipo não sentir vontade de cultivar os campos? Que iremos comer, por não se plantar alimentos?!” Errado! Existem sempre outros que descobrem prazer e divertimento em tais tarefas. Há sempre indivíduos que encontram prazer no processo da aprendizagem. Aqueles que não encontram satisfação no processo de aprendizagem também não estão a aprender! Por isso, derrotais os vossos propósitos! (Riso da parte do grupo, numa manifestação de acordo,) Vós empregais na vossa realidade aquilo que achais que proporciona prazer e positividade. Decidis passar a incorporar o que acreditais ser negativo ou contrário ao prazer quando vos convenceis não ser capazes de alcançar o outro aspecto. Por isso, vós realizais e criais com toda a eficiência, em meio ao que designais como aspectos negativos. De qualquer modo, estais a criar de forma eficiente. Sois amplamente eficientes em ambos os aspectos. Sempre existem essências que se dedicarão, em qualquer área do vosso enfoque, à realização das vossas necessidades.

Na área da educação, isso acha-se completamente limitado à questão do foco físico; porque ao nível da essência, toda a essência que se manifesta no físico incorpora um desejo e uma paixão natural pela aprendizagem. Isso é exemplificado por si só nos primeiros estágios da inspiração da vida, em que a essência, ao se desenvolver no seio materno, emprega uma aprendizagem e desejo e crescimento. Por isso, a questão de um indivíduo focado no físico a não obter diversão na área da aprendizagem resulta como um efeito directo do enfoque físico, e das regras que tenhais incorporado nas vossas sociedades e nas vossas comunidades. Vós reprimistes-vos e aos vossos pequenos, e encorajais a separação. E com essa separação, também encorajais o conflito e a ausência de satisfação ou prazer. No decurso da união, haveis de notar existirem indivíduos que não são tão encorajados a separar-se assim, e que as  suas essências se expressam com uma sede de conhecimento material; sendo isso o único factor que vos diferencia.

Quanto à pergunta que formulaste de: “Desse modo, que faremos quando isso tiver sido alcançado? Isso estaria muito bem se fôssemos todos criados na perfeição, mas não somos. E, caso uma criança deseje deixar de continuar a frequentar a escola, que acontecerá?” Isso fica a cargo da escolha do indivíduo, e ele há-de lidar com essa opção no quadro da realidade oficial aceite que todos estabelecestes; mas vós, enquanto pais, também dispondes de escolha. Se não estiverdes de acordo, nesse caso não fiqueis de acordo! Se não vos sentirdes confortáveis com a criança que tenha decidido não continuar, então só tendes que decidir-vos optar por outra coisa, uma das quais obviamente é a de vos desligardes dessa situação; sendo que isso, para mim é muito mais fácil de dizer do que acheis de implementar! Mas se realmente acreditardes na essência e efectivamente compreenderdes que cada um cria a sua própria realidade, nesse caso haveis de não experimentar qualquer conflito com tal coisa.

A frase mais difícil que alguma vez vos terei expressado é a de que vós criais a vossa própria realidade, porque ela não só se refere a vós como a todo o indivíduo separado e afastado de vós, por ele também criar a sua própria realidade; E na vossa realidade, cada um de vós terá criado sistemas de crenças de certo e de errado, e nessa medida, é de acordo com isso que passais a criar a vossa realidade. (Pausa) Mas o Elias está de novo a revelar-se frustrante!

VICKI: Não, eu estava mais a pensar no Michael, na conversa que tive com o Michael na outra noite.

ELIAS: Oh, o Michael já se sente frustrado quanto baste!

VICKI: Um dos exemplos que na nossa conversa foi suscitado foi: “Bom, se uma mulher tem um filho e decide...(A Vicki estende o copo ao Elias)

ELIAS: Obrigado. (Ele toma a bebida)

VICKI:...e decide, passado um mês ou dois, que tenha deixado de ser divertido. “Isto não é nada divertido pelo que vou pegar no bebé e colocá-lo à porta de alguém ou deitá-lo ao lixo e prosseguir com a minha vida de diversão.” Ainda consigo ouvir o Michael a atirar-me com essas coisas na noite passada. Penso que teríamos que presumir que a essa altura, a criança também esteja a criar a própria realidade, não é?

ELIAS: Isso foi demasiado simplificado; mas essencialmente, isso é correcto.

VICKI: Essas coisas acontecem na nossa realidade!

ELIAS: Eu diria que sim! Não é que não tenhamos alguma vez escutado que questões dessas ocorrem na vossa realidade. Elas ocorrem desde os (vossos) alvores do tempo. Não se trata de nada que seja novo! Vós atribuís noções de certo e de errado a essas coisas, que passais a encarar em termos morais, mas essencialmente isso constitui escolhas. Essencialmente, elas consistem em experiências. O que não quer dizer que o indivíduo que abandone uma criança sinta satisfação com o acto! O problema que experimentais é que muitos indivíduos nem sequer entendem o que a satisfação ou a diversão querem dizer, o que, em si mesmo, constitui a base (do problema). Eles não experimentam qualquer (sentido de) união, e não procedem a escolhas com base no que se revele como divertido ou satisfatório. Estabelecem escolhas com base na separação e nos sistemas de crenças. Por isso, podeis fazer uso da interrogação que formulais: “E se”, que eu também vos posso dirigir, a ti e ao Michael, que em resposta a todos esses: “E se”, que ele coloca, esses indivíduos não estabelecem escolhas no sentido da diversão. Eles nem sequer compreendem a sua realidade. Vós compreendeis. Isso é diferente.

VICKI: Daí a afirmação genérica que proferiste.

ELIAS: Absolutamente.

VICKI: É mais ou menos o que percebi, mas...


ELIAS: Tal como vos afirmo, em termos genéricos, não existir certo nem errado; ou tal como declaro que criais a vossa realidade. Não há discussão (possível). O Michael poderá sentir vontade de se opor, por algum tempo, mas isso não altera coisa nenhuma. Isso são factos reais. São verdades. Ele pode dar por ele a experimentar uma percepção dessas verdades a partir duma perspectiva nova – com um envoltório novo, por assim dizer – no caso da Rose; mas a diferença - se a Elizabeth se sintonizar e não se separar - inerente à forma como um indivíduo poderá expressar os impulsos e a criatividade e a diversão com naturalidade e um desejo por todos esses aspectos da essência, os quais se revelarão naturais se não os bloqueardes... (A rir, seguido duma pausa)

Talvez os vossos filhos não devessem ir às vossas escolas. Talvez eles devessem aprender a sintonizar na unidade, depois do que talvez eles passassem a desejar aprender conceitos relativos ao seu universo, tal como a sua anatomia, ou a sua astronomia ou as suas matemáticas. Ou a leitura, por eles deverem passar a dispor de muitos livros! Eles dispõem de um acervo riquíssimo de conhecimento ao seu alcance e rejeitam-no devido a que o foco que estabeleceis gere uma separação incrível que os leva a deixar de sentir qualquer interesse por aquilo que são fisicamente. Tal como vós estais aborrecidos com o vosso enfoque físico, eles não sentem interesse! Talvez ele devesse pensar nisso e interessar-se em divertir-se e em deixar de se preocupar com o facto de um outro indivíduo poder não encontrar satisfação (diversão)!

VICKI: Eu própria penso tratar-se dum grande conceito.

ELIAS: Obrigado! (Riso) Portanto, esta semana vamos passar a ter agitação da parte do Michael em vez de ser da do Lawrence! Desejará o Yarr ou a Shynla oferecer-se para o próximo encontro com o Elias, na próxima semana? (Riso) Deves sortear um número! Vou-vos dizer, uma vez mais, eles não são tão parecidos? Diz ao Michael que criar conflitos desses é divertido! Ele irá rir! (A  rir)

CATHY: Tenho uma para ti, Vicki. Estás preparada para isto? (A Vicki mostra-se à altura) A contribuição que a Rose estendeu ao Lawrence e ao Ron enquadrar-se-á nos sistemas de crenças tanto de bom e mau, como de certo ou errado, se eles aceitarem a decisão dela, por consistir num acordo que terá estabelecido?

ELIAS: Isso traduz em absoluto o emprego parcial dessa contribuição. Muito boa sintonização, a que estabeleceste, Shynla!

CATHY: Obrigado!

ELIAS: Não precisas agradecer! Haveis de descobrir que essa essência, possui qualidades a oferecer, se optardes por as reconhecer e as sintonizar. Isso fica ao vosso critério. Tanto podeis optar por o fazer como por não o fazer, mas se chegardes a ligar-vos a essa pequena, podeis surpreender-vos com as percepções que ela trás consigo, por se tratar igualmente duma essência em sintonia (com a unidade); é uma essência nova duma outra que se está a fragmentar, com que já vos achais familiarizados; é a da Mattie.

VICKI: Eu nunca... Isso costumava deixar-me sempre meio confusa, a Mattie! Sempre se revelou de difícil compreensão.

ELIAS: E está agora a ter lugar no foco físico, no vosso tempo.

VICKI: Então, nesse caso, Mattie não é o nome duma essência?

ELIAS: Não. (Pausa) Até esta fragmentação, o seu nome da essência foi Elizabeth.

VICKI: Muito bem, perfeitamente entendido. Há essa parte! (A rir)

ELIAS: Ela incorpora a sua própria essência.

VICKI: Pois é ... (Pausa, durante a qual a confusão que a Vicki sente se evidencia)


ELIAS: Essa essência esteve em preparação durante algum tempo, tal como cada uma destas essências se envolveram e estiveram a preparar-se junto de cada um de vós, e eu junto do Michael, durante muito tempo, nos vossos termos; não apenas nos vossos últimos meses. Nós envolvemo-nos durante um tempo considerável, à espera.

VICKI: Então será Mattie como que o nome duma ramificação?

ELIAS: É.

VICKI: Muito bem. Um dia destes eu vou entender isso!

ELIAS: É o nome dum outro foco, o que designais por um foco anterior ao da Elizabeth. Agora vou-vos fazer o “arremesso duma bola” com um ligeiro efeito...

VICKI: Boa!

ELIAS: ...para agarrardes; se escolhesses voltar a manifestar-vos, coisa de que estamos cientes de não fazerdes, mas no caso hipotético de o escolherdes, podíeis dar por vós no foco não físico a observar os vossos novos pais antes da vossa concepção, o que se poderia situar no vosso século 14.

VICKI: Pois sim ... (Face corada)

ELIAS: Vós nem sempre avançais no sentido do que acreditais ser “para a frente”! (Pausa) Adoro meter-me com o Lawrence deste modo, por o deixar de tal modo confuso! (Riso)

VICKI: (Com sarcasmo) É divertido!

ELIAS: (A rir) A Mattie foi o outro foco da Elizabeth no enfoque físico. Ela também consiste numa ramificação da Elizabeth. Ela também se tornou num fragmento, e fragmentou-se a partir da Elizabeth. Ela também incorpora a sua própria essência da Rose, apesar de não por essa ordem, por não existir uma ordem sucessiva. Conhecendo a essência da Elizabeth, à qual cada um de vós está ligado, mais o facto de que essa essência incorpora toda a experiência da Elizabeth, mas lhe confere também (a essa experiência) uma nova personalidade, isso também faz parte da contribuição; uma nova informação, não daquele tipo que encontreis necessariamente nos livros; apesar do Lawrence também poder irritar-se com essa essência, por ela também provar ser bastante equilibrada; não por meio da exibição completamente focada no pensamento, mas também sem se mostrar excessivamente emocional.

VICKI: Bom, isso jamais se revelou numa fonte de irritação para o Ron. Na realidade, é bastante agradável de ver. (Pausa)

ELIAS: (Riso forçado) Desejareis colocar mais alguma pergunta?

CATHY: Penso que pela minha parte seja tudo.

ELIAS: (A olhar para o Jim) Ele não se assemelha a um chefe? (Riso)

JIM: A valer!

VICKI: Eu só tenho uma pergunta muito rápida relativa a este livro que o Michael e eu andamos ambas a ler. Quererás fazer algum comentário? (Oversoul 7)

ELIAS: Ah, mas o Michael está finalmente a criar a ideia de que a sua consciência o esteja a induzir a uma leitura desses livros ao mesmo tempo que obtém a informação através das sessões! Ainda não empregamos qualquer jogo para isso, mas eu posso reservar um ponto por essa sintonia!

Isso, curiosamente, estais vós, ambas, a começar a experimentar. A informação contida nesse livro, apesar de ser apresentada sob os traços duma história, consiste essencialmente numa realidade; não sob esses personagens em particular, mas conceptualmente. Por isso, pode revelar-se útil para vos fazer entender a ambas que estais presentemente a iniciar. Isso pode revelar-se bastante útil no vosso estado de sonhos. Diz ao Michael para ele procurar inteirar-se disso; porque a experiência recente dos sonhos dele, que de facto não traduz nenhuma experiência de sonhar mas duma experiência de alteração de consciência, apresenta-se como bastante paralela à informação revelada nesse vosso novo livro. O que não é coincidência nenhuma! Sois atraídas para isso de modo a que isso vos ajude através da compreensão das vossas experiências. Bastante inventivo, devo acrescentar! (Pausa) Também podeis sentir-vos mais excitadas e incitadas se passardes a incorporar a informação contida nesse livro. Podeis descobrir ser interessante partilhá-la, muito mais do que a do vosso livro sobre os anjos que tentastes experimentar em conjunto e por que perdestes o interesse. Isto emprega uma coisa real!

VICKI: Obrigado.

CATHY: Por falar em entusiasmo, eu senti-me bastante excitada com a experiência que fiz com o meu tabuleiro Ouija, esta semana, e desejava saber se me poderias dizer talvez se a minha amiga Sue conseguiu falar com o Amos, esta noite.

ELIAS: (A rir) Mas se eu te dissesse isso, nesse caso, onde iria parar a surpresa que te aguarda? Vou-te dizer para não desvalorizares a pronúncia do Tomkin, por não estar errada.

CATHY: Está bem.

ELIAS: Nem os nomes precisam parecer-vos necessariamente correctos no vosso idioma.

CATHY: Obrigado.

ELIAS: Não tens de quê.

VICKI: Mas eu tenho vindo este tempo todo a pronunciar o nome dele de forma errada!

ELIAS: Isso é verdade, mas não mo tinhas perguntado!

VICKI: Não.

ELIAS: Pelo que não te apresentei qualquer correcção!

VICKI: Eu tenho uma pergunta sobre a pronúncia de um nome, que vou colocar, para a essência de Kali.

ELIAS: K-A-L-I.

VICKI: Oh, tenho vindo a soletrar essa de forma correcta.

ELIAS: Tens sim.

VICKI: Óptimo. Muito bem.

CATHY: E em relação a este foco físico do Aaron? Como se soletra esse?

ELIAS: Aaron. Isso soletra-se com um  A ... R-E-N.

CATHY: “K”.

ELIAS: Bom, nesse caso vou partir esta noite e permitir-vos o vosso período de sintonização, ou ausência de tempo, (riso) e vou voltar a dirigir-me a vós em breve, e dizer-vos para terdes aventuras divertidas na vossa consciência! Au revoir!

GROUP: Au Revoir, e obrigado.


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O MATERIAL ELIAS